Subtenente da PM de Teresópolis, RJ, tem perna amputada em acidente


Colisão com carro aconteceu nesta terça-feira (13) na Várzea. Suspeito fugiu, mas já se apresentou na delegacia.

Andressa Canejo Do G1 Região Serrana

 Subtenente da PM é atendido após acidente (Foto: Rádio Teresópolis/Claucio Mizael)
Subtenente da PM é atendido após acidente (Foto: Rádio Teresópolis/Claucio Mizael)

Um subtenente da Polícia Militar de Teresópolis, Região Serrana do Rio, teve a perna amputada após colidir de moto em um carro nesta terça-feira (13) na Rua Nova Friburgo, na Várzea. Paulo Andrade, de 46 anos, que estava de folga, seguia em direção à Avenida Feliciano Sodré quando foi atingido por uma Fiat Uno. O motorista do veículo fugiu sem prestar socorro à vítima, que foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros. O militar foi levado gravemente ferido para o Hospital das Clínicas Constantino Ottaviano junto com o homem de 52 anos, que estava na garupa, que teve apenas ferimentos leves.

Subtenente da PM é atendido após acidente (Foto: Rádio Teresópolis/Claucio Mizael)
Subtenente da PM é atendido após acidente (Foto: Rádio Teresópolis/Claucio Mizael)

O policial foi levado para o centro cirúrgico do HCTCO com fratura exposta, mas não foi possível a recuperação da perna esquerda. A unidade ainda não informou o estado de saúde dos pacientes.

Segundo testemunhas, na fuga, o motorista do carro teria seguido em direção ao bairro do Alto. A PM chegou a fazer um cerco no local na tentativa de localizar o suspeito. No fim da noite, o veículo foi localizado, mas o suspeito não estava em casa. Os policiais conversaram com a esposa do condutor, que confessou que o marido se desesperou com o ocorrido e fugiu. Ela garantiu, ainda, que o homem se apresentaria nesta quarta-feira (14) na 110ª Delegacia de Polícia, onde o caso foi registrado.

Às 6h30 desta quarta, o homem de 41 anos, que não teve a identidade revelada, se apresentou na delegacia. Durante a manhã, ele foi ouvido pelo delegado adjunto, Leandro Gontijo. De acordo com o delegado, o motorista concordou em ir a um laboratório para fazer o exame de sangue no intuito de detectar algum vestígio de álcool. Se não for comprovada a presença de álcool, ele deve responder por lesão corporal culposa na direção qualificada pela não prestação de socorro, e pode pegar de dois a quatro anos de prisão.

Fonte: http://g1.globo.com/rj/regiao-serrana/noticia/2014/05/subtenente-da-pm-de-teresopolis-rj-tem-perna-amputada-em-acidente.html

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