Investimento do bem

Projeto de entretenimento educativo e impacto social CLUBINHO SALVA VIDAS é destaque na primeira página do Boa Chance e na Revista de Domingo, na seção “Sei Lá Mil Coisas”. Jornal o Globo 15.01.2016

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Gasolina comum ou aditivada? Veja como escolher

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Com certeza, você já parou por um momento diante da pergunta do frentista: “é comum ou aditivada?”. Seja lá qual for a sua resposta costumeira, o fator mais importante é que a gasolina seja de qualidade e com procedência comprovada. Combustível com impurezas e misturado com água ou outras substâncias pode trazer uma dor de cabeça que você nem imagina: se você quer economizar combustível, veja nossas dicas – mas não ponha combustível com procedência duvidosa. Gasolina ruim pode prejudicar e até inutilizar o motor do seu carro, por isso a economia de hoje pode se transformar em um gasto enorme no futuro.

Mas, vamos falar sobre as diferenças entre a gasolina comum e a aditivada. Alguns especialistas recomendam que no dia-a-dia seja utilizada a gasolina comum (desde que seja de origem confiável, como dissemos) e que utilize a aditivada apenas esporadicamente para evitar um gasto desnecessário.

Limpeza e melhorias no desempenho

A gasolina aditivada apenas difere-se da comum pela presença de uma espécie de “sabão” (que é o aditivo), capaz de limpar o motor e as vias por onde passar, já que o combustível comum acaba deixando resíduos ao longo do tempo. Estas pequenas partículas acumulam-se no interior do motos, atrapalhando o seu desempenho e diminuindo sua vida útil. Por isso a aditivada entra como uma limpeza necessária de vez em quando, não sempre.

Uma boa dica é utilizar a gasolina com aditivo em um tanque a cada quatro abastecidos com o combustível comum.

Cuidado!

Se você sempre abasteceu seu carro com gasolina comum e quer passar a abastecer com gasolina aditivada, muita calma nessa hora. Se o seu automóvel receber aditivos depois de anos sem uma limpeza, pode ser que ocorra o entupimento dos bicos injetores e dos carburadores. Seria prejuízo na certa pra você!

Agora, se seu automóvel possui motor flex, fique tranquilo. Não há restrições em relação à mistura do etanol com gasolina. Pode-se usar tanto a comum quanto a aditivada sem problemas.

E o custo benefício?

Se você mora em uma grande cidade com trânsito caótico (Rio e São Paulo são ótimos exemplos), é possível que você dirija diariamente parando e acelerando várias vezes consecutivas. Neste caso, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) recomenda o abastecimento constante com gasolina aditivada para manter o motor sadio em condições desgastantes e ter uma maior economia.

Em estradas e situações onde o trânsito é livre e a velocidade alta, permanece a indicação da gasolina comum na maioria das vezes.

Para saber qual o tipo de combustível é mais indicado para o seu carro, consulte o manual do proprietário, que informa o total aproveitamento da potência do motor. Alguns fabricantes, principalmente de veículos importados, informam o valor da octanagem, cabendo ao usuário a escolha do tipo da gasolina dentre as opções disponíveis no país.

Fonte: https://www.bidu.com.br/blog/gasolina-comum-ou-aditivada/

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Férias na estrada: atitudes recomendadas para garantir a segurança de todos

Conforme especialista, viajar sem pressa e durante o dia reduz riscos de acidentes

Por Mariana Czerwonka.

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As confraternizações de fim de ano acabaram, mas muitas famílias continuam aproveitando a alta temporada de verão e as férias escolares para pegar a estrada. Mais frequentes nessa época, os deslocamentos rodoviários aumentam os riscos de acidentes de trânsito. Conforme a assessoria de imprensa da Polícia Rodoviária Federal (PRF), entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016, foram registradas 14.262 ocorrências nas rodovias federais. Embora seja alarmante, o dado revela uma redução de 28% se comparado ao mesmo período de 2014 e 2015. Para ajudar a diminuir ainda mais esses indicadores, a Perkons ouviu um especialista em acidentes de trânsito que elencou as principais posturas para garantir segurança na estrada durante as férias.

Não são apenas as atitudes nitidamente inadequadas e sujeitas à punição pela legislação de trânsito, como exceder a velocidade permitida, as causadoras de acidentes. Aquelas que são fruto de descuido e desatenção do condutor, como, por exemplo, deixar de checar as condições do veículo, também engrossam as estatísticas.

As ocorrências mais graves tendem a acontecer com o tempo favorável, quando o motorista se sente seguro para desafiar a velocidade. Mas a despreocupação em relação ao estado dos pneus, freios, direção e suspensão também pode determinar um acidente, detalha o perito criminal e especialista em acidentes de trânsito, Rodrigo Kleinubing.

O nível de óleo e o risco de superaquecimento do carro também merecem atenção especial em temporadas de veraneio, quando os deslocamentos costumam ser maiores e em maior número do que o habitual. “Para eliminar essas possibilidades o ideal é que o motorista leve o veículo para uma manutenção preventiva na oficina, que costuma já ter um checklist específico para as férias”, destaca.

Viajar à noite é outro comportamento que deve ser revisto.  “É de extrema importância evitar deslocamentos noturnos, quando se tem menos visibilidade e a inadequação da sinalização das vias fica evidenciada. Mesmo de dia, o uso do farol, agora obrigatório, é um avanço em termos de segurança viária, pois aumenta a visualização do veículo pelos demais usuários da via”, orienta. Kleinubing pondera que, apesar dos riscos, viajar à noite é a alternativa de muitos condutores para fugir de horários de rush. “Dirigir durante a noite ou em dias de pico tornam o deslocamento mais cansativo e arriscado. Planejar a viagem e conhecer o trajeto é essencial para antecipar ou prorrogar a ida e a volta, se preciso”, recomenda.

Atitudes concretas também devem ser direcionadas aos cuidados com os demais passageiros, sejam eles crianças ou animais de estimação. Foco de distração para o motorista, esses ocupantes devem ser transportados com ainda mais segurança. “É importante respeitar a capacidade máxima de pessoas do veículo e acomodar crianças nas cadeirinhas e animais em caixas de transporte adequadas. Todos sempre com cinto de segurança”, orienta o perito. As bagagens, por sua vez, não podem obstruir a visão do motorista em hipótese alguma.

Mais importante do que o excesso de bagagens é a maneira como são transportadas, pois em caso de colisão, podem ser arremessadas, agravando o acidente ou provocando outro, frisa.

Velocidade excessiva é uma das principais causas de acidentes também nas férias

Kleinubing ressalta que, embora apresente menor gravidade, a ocorrência mais comum durante as festas de fim de ano, férias escolares e Carnaval envolve colisões traseiras, que apenas em janeiro de 2016 foi registrada 1735 vezes em ocorrências de todo país. Ele atribui a alta incidência à combinação entre engarrafamentos e desrespeito à distância mínima entre os veículos. “Mas são as colisões frontais, laterais e as saídas de pista, respectivamente, as que mais matam nas estradas, pois geralmente envolvem excesso de velocidade”, compara.

Conforme a PRF, somadas à adoção de velocidades incompatíveis com a via, outras grandes motivadoras de acidentes de trânsito durante o período são a falta de atenção e a ingestão de álcool. “Deve ficar claro para o motorista que exceder a velocidade nunca vale à pena; além de gastar combustível, provoca um ganho de tempo mínimo. E, nos casos de ultrapassagens, o motorista precisa ter consciência de que, quando proibida ou mal realizada, a manobra pode ser fatal”, acrescenta Kleinubing.

Fonte:  http://portaldotransito.com.br/noticias/ferias-na-estrada-atitudes-recomendadas-para-garantir-seguranca-de-todos/

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Morre no trânsito o equivalente a 2 aviões da Lamia lotados por dia!

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Por dia, no Brasil, morrem em acidentes de trânsito o equivalente a ocupantes de 2 aviões da Lamia, que transportava o time inteiro da Chapecoense, dirigentes e convidados (77 pessoas). O mesmo que um avião lotado da Azul que faz a ponte Navegantes/São Paulo. Em 2014 foram mais de 43 mil vidas perdidas. E já foi pior: pelas contas de 2012, quando 61 mil pessoas perderam a vida no trânsito brasileiro, esse número chegaria a 3,6 aviões da empresa boliviana ou a um avião da Malasya Airlines, com 298 passageiros. Por ar ou por terra, não importa: toda vida tem o mesmo valor, a dor e o sofrimento são enormes e parecem sem fim. Na vida e na morte somos todos iguais. Então, porque parece que as pessoas se comovem mais com os acidentes aéreos do que com os acidentes de trânsito?

Os aviões são considerados o meio de transporte mais seguro do mundo. Não é todo dia que cai um avião. Pelo contrário, os veículos terrestres, apesar de toda a tecnologia embarcada e os sistemas de segurança, não são tão seguros. Todo dia provocam-se acidentes de trânsito e vidas são ceifadas. É uma morte a cada 12 minutos no Brasil e um sequelado permanente por minuto. Talvez, a questão esteja no modo como se percebe a dimensão das tragédias.

A morte coletiva em acidentes aéreos ou terrestres parece chocar mais, causar mais comoção e a despertar mais a sensibilidade das pessoas para a dor do outro, das famílias e para a própria dor.

Se do acidente de trânsito resulta uma única vítima o fato parece ser normal, por mais grave que seja. Alguns entendem como sendo mais uma ocorrência, mais uma morte na rotina diária das vias. Já quando uma família inteira é dizimada, as pessoas parecem se comover mais. Esse número de pessoas sensibilizadas aumenta quando se trata de vítimas de acidentes envolvendo ônibus, trem, metrô ou embarcações.

Enquanto no desastre aéreo o fato mais chocante é a morte coletiva em que todo o grupo perde a vida ao mesmo tempo, nos acidentes de trânsito as perdas são individuais e pulverizadas. Ainda que no final de cada dia e a cada ano se contabilize muito mais mortes no trânsito do que as causadas por acidentes aéreos. Estamos falando aqui do equivalente aos ocupantes de um Boeing 737 da Gol ou dois aviões da Lamia por dia!

Seja em acidentes aéreos ou de trânsito, a dor e o sofrimento nos tornam iguais. A fragilidade do corpo humano continua a mesma diante do impacto, dos ferimentos e das sequelas, sejam elas físicas ou emocionais.

Dói, nos destroça e causa tamanha dor saber que daqui a 8 meses um bebê virá ao mundo fadado a jamais conhecer o pai. Será assim com o filho do jogador que perdeu a vida no desastre de avião em uma repetição de dezenas de mortes em acidentes de trânsito por dia no país que deixam muitos outros órfãos.

Assim como em desastres de avião, as mortes no trânsito também despedaçam o coração  de quem assiste pessoas tão jovens, no auge da carreira, tão cheios de vida, de planos e de sonhos irem embora cedo demais.

Nos sensibiliza e nos toca tanto a morte dos jogadores, dirigentes, jornalistas e convidados que é como se nos sentíssemos parte da família deles. É como se tornar-se torcedor da Chapecoense fosse uma forma de fazer alguma coisa, de demonstrar a nossa solidariedade, o nosso carinho, a nossa empatia. Soa acolhedor como um abraço nessa hora tão difícil para todos!  Mas, porque não conseguimos abraçar as vítimas e as famílias igualmente órfãs em acidentes de trânsito?

O nosso estado barriga-verde, do alto de sua dor e comoção, vestiu o manto verde da Chapecoense, assim como o nosso país e o mundo. Por mais que tentemos, continuaremos sem saber o que fazer para expressar o quanto estamos sofrendo. Mas, não podemos esquecer daqueles que sofrem as perdas diárias também por terra.

Escrevi esse post na tentativa de expressar a dor, a comoção e de levar a minha solidariedade às famílias, aos torcedores, para reverenciar a memória dos jogadores da Chapecoense e dos demais passageiros do voo da Lamia. Mas, também, para lembrar que a nossa humanidade, a nossa empatia, a nossa solidariedade e a nossa capacidade de comover-se e identificar-se com a dor do outro precisa ser um exercício diário no país que enterra mais de 43 mil corpos recolhidos das vias por ano.

Choramos hoje a dor sem fim da morte de 71 vidas que estavam no voo da Lamia. Não podemos esquecer que no Brasil morre em acidentes de trânsito o equivalente a dois aviões como este lotados. Por dia!

Se na dor, no sofrimento, na morte e na tentativa de continuar seguindo em frente faltando um pedaço somos todos iguais, porque as vidas perdidas em vias terrestres não comovem tanto?

Fonte: http://portaldotransito.com.br/opiniao/educacao-de-transito/morre-no-transito-o-equivalente-2-avioes-da-lamia-lotados-por-dia/

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Pai e filho criam game educativo sobre trânsito e cidadania

O Clubinho Salva Vidas promove jogos para as crianças se conscientizarem sobre os problemas da cidade

Jornalista Nicole Wey

Redação Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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O Clubinho Salva Vidas foi pensado por Eliandro e seu filho (Foto: Divulgação)

No Brasil, 130 pessoas morrem todos os dias por conta de acidentes de trânsito, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2015, foram 43 mil mortos e 515 mil pessoas com invalidez permanente no país.

Apesar de  chocantes, estes dados podem passar batidos por muitas pessoas. Mas um empreendedor atento resolveu mudar esta realidade. Em 2014, Eliandro Maurat, 41 anos, lançou o Clubinho Salva Vidas, um portal com games educativos para conscientizar as crianças a respeito dos problemas de trânsito.

A história do Clubinho começou em 2010, quando Maurat assistiu a um vídeo inspirador na internet. “Vi a história de Jaqueline Saburido, uma jovem venezuelana que teve 60% do corpo queimado quando um motorista bêbado atingiu seu carro. Fiquei tão sensibilizado com a história que comecei a investigar mais sobre como os acidentes afetam o Brasil”, afirma o empreendedor.

Imerso em dados e pesquisas, o empreendedor começou no ano seguinte o Projeto Salva Vidas no Trânsito. “Procurei o corpo de bombeiros para entender melhor a dinâmica dos resgates e os chamei para se juntarem a mim no projeto. Fizemos um site e passamos a palestrar em escolas, instituições de ensino e empresas sobre os riscos e acidentes de trânsito e como evitá-los”, diz.

Apesar de estar feliz com o resultado, o insight decisivo para o futuro do projeto veio do filho de Maurat, de sete anos. “Um dia, passamos por um acidente de trânsito e eu comentei como era difícil mudar a cabeça das pessoas. Meu filho então falou: ‘pai, se não dá para falar com os adultos, que tal falar com as crianças?’. Nesse momento, entendi que precisava agir na base, conscientizar desde o início os futuros cidadãos a serem agentes de mudança”, afirma Maurat.

O empreendedor e o filho sentaram juntos e desenvolveram o projeto focado nas crianças. “Investi R$ 200 mil e eu mesmo desenvolvi a primeira versão do portal Clubinho Salva Vidas.”

No portal, as crianças encontram uma cidade com joguinhos e personagens. Elas recebem penalidades por cada coisa errada que fazem, assim como recebem moedinhas quando acertam. Edu, o personagem principal do jogo, é quem fala diretamente com as crianças.

Além do portal, o projeto conta com os teatros educativos em escolas (Foto: divulgação)

O acesso ao site é gratuito e está disponível em inglês e português. Segundo o empreendedor, o portal já atinge crianças de todo o Brasil, além de países como Índia, Estados Unidos, França e Portugal, entre outros. “Quando tentamos cobrar pelos jogos, muitas crianças mandavam e-mail, dizendo que os pais não queriam pagar, então decidimos que para impactar o maior número de crianças, precisávamos fazer algo gratuito”, afirma o empreendedor. Hoje, os jogos do portal são recomendados para crianças a partir de 6 anos.

Conforme o projeto foi ganhando corpo, Maurat pediu demissão de sua antiga emprego e passou a se dedicar exclusivamente ao Clubinho Salva Vidas. “O problema é que eu não tinha mais recursos para investir, então passei a buscar investidores”, afirma.

No final de 2015, seis sócios se juntaram a empresa e investiram mais R$ 600 mil no projeto. “Conseguimos investir em outras áreas e buscamos novas formas de monetizar a empresa. Hoje, contamos com animações no YouTube, com músicas originais nossas, vendemos DVDs e também gibis e revistas para colorir. Muitas escolas nos contratam para levarmos o teatro educativo que fazemos. Elas pagam R$ 30 pelo kit com para dar um kit de produtos para cada criança e o teatro já está dentro desse pacote”, afirma Maurat.

O empreendedor revela que o faturamento oscila todos os meses, dependendo de quantos eventos realizam e o número de kits vendidos. “Em 2017, vamos fazer outro DVD, com músicas compostas por Michael Sullivan, que compôs várias músicas para a Xuxa, por exemplo. Já tivemos mais de 200 mil acessos no site até maio deste ano e esperamos aumentar esse alcance para o próximo ano, além de poder realizar os teatros em todo o Brasil.  Acreditamos na mudança na sociedade impactando as crianças, que são os melhores agentes de mudança que podemos ter”, afirma.

Fonte:  http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/12/pai-e-filho-criam-game-educativo-sobre-transito-e-cidadania.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=compartilharMobile

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Estatísticas mostram queda de acidentes em vias que tiveram redução de velocidade

Um levantamento realizado recentemente pelo Batalhão da Polícia de Trânsito confirmou uma redução de 28,9% nos acidentes na Área Calma, polígono na região central de Curitiba no qual a velocidade máxima permitida é de 40km/h. Foto: Luiz Costa/SMCS


Foto: Luiz Costa/SMCS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Muitos não acreditaram, foram contra a implementação e reclamam até hoje, mas os resultados em várias cidades que tiveram o limite de velocidade reduzido em determinadas vias é surpreendente. “A redução e o controle de velocidade são as ferramentas ideais para reduzir congestionamentos, acidentes e ainda poluir menos”, afirma Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal.

A cidade de São Paulo é um caso emblemático. Apesar de toda crítica pela decisão, depois de um ano de velocidade reduzida nas Marginais Pinheiros e Tietê, o número de acidentes com vítimas (mortas ou feridas) caiu 37,5% nas vias, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Em Curitiba, onde essa medida também foi implantada, a região da chamada Área Calma, com limite de 40 km/h, seguiu a mesma tendência e teve uma queda de 32,54% no total de atendimentos de acidentes no local e de 24,21% no total dos registros de acidentes do que nos 11 meses anteriores à implantação do projeto, segundo dados do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) para o projeto Vida no Trânsito.

Não é só no Brasil que há exemplos bem sucedidos, também é o caso de Londres, cidade que, segundo estudos, conseguiu reduzir em 40% o número de mortos e feridos graves em acidentes de trânsito. A conquista se deve à implementação do limite de 32 km/h em ruas e avenidas estratégicas da capital inglesa, que começou a ser implantado nos primeiros anos do mandato do ex-prefeito Boris Johnson.

Organização Mundial de Saúde

Essa medida não é um fato isolado. Existem vários estudos internacionais que comprovam a eficácia da redução dos limites de velocidade. Segundo relatório pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), medidas de prevenção como adotar limites máximos de velocidade em vias urbanas inferiores ou iguais a 50 quilômetros por hora, entre outras, são essenciais para reverter o crescente número de mortes por lesões causadas no trânsito.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/educacao/programa-nos-do-transito/estatisticas-mostram-queda-de-acidentes-em-vias-que-tiveram-reducao-de-velocidade/

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“Ela não queria…”: pais criam campanha para alertar sobre a importância do uso da cadeirinha

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Ela não queria… eu aceitei e nós a perdemos. Use a cadeirinha”. O alerta, feito pelos empresários Sandra e Rembrandt Cordeiro, pode ser lido em um outdoor na cidade de Barreiras (BA) e em postagens no Facebook. Em 2009, o casal perdeu a filha caçula Emilly Raquel, na época com 3 anos, em um acidente de trânsito e, desde então, decidiu criar uma campanha para conscientizar as pessoas em relação à segurança de crianças dentro do carro.

Quando o acidente ocorreu na BR 242, próximo a cidade de Ibotirama (BA), Emilly não usava a cadeirinha e foi a única vítima fatal. No carro, que capotou por causa de uma depressão da pista em obras, também estavam a mãe, a tia, grávida de 3 meses, e o tio da menina. A família voltava de uma visita de fim de semana à casa dos avós. “Tem dias que a saudade é tão intensa que dói, chega a arder”, contou Sandra em entrevista a CRESCER. “Mas a fé que tenho no nosso reencontro e o apoio de minha família é o que me faz suportar a partida do nosso anjo”.

Fonte: http://blogsupermae.com/ela-nao-queria-pais-criam-campanha-para-alertar-sobre-importancia-do-uso-da-cadeirinha/

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Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito lança luz sobre violência viária

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Acidentes de trânsito foram apontados como a principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no mundo em 2012. Por ano, são mais de 1,2 milhões de óbitos registrados com esta causa, sendo que, em metade deles, há envolvimento de usuários considerados vulneráveis, como motociclistas (23%), pedestres (22%) e ciclistas (4%). Excesso de velocidade, mistura de bebida e direção, e falta de uso de itens de segurança como capacete, cinto de segurança e sistemas de retenção de crianças são os fatores de maior risco neste cenário. Para propor uma reflexão sobre o tema, o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito, lembrado em todo mundo sempre no terceiro domingo de novembro, dá voz àqueles que sofreram as consequências geradas pela violência viária.

Os nove meses que se passaram desde o dia em que o analista de frota, Robson Castilho, se envolveu em um acidente de trânsito não foram suficientes para apagar os detalhes da lembrança. A postos para percorrer, de moto, os 15 Km entre o trabalho e a casa, ele foi surpreendido pela imprudência de outro condutor. “Eu dirigia em velocidade compatível com a via e avistei um carro entrar devagar na avenida. Ele sinalizou para entrar na pista da direita, mas foi para o outro lado, onde eu estava. Não deu tempo de reduzir o suficiente”, descreve.

A dor da colisão foi imediata, mas os ferimentos não pareceram severos aos olhos de Robson, condição que o levou a dispensar o atendimento do socorro. A postura do outro motorista também não colaborou para que esse equívoco não acontecesse; além de não portar a CNH no momento do acidente, ele não se dispôs a prestar qualquer socorro ao motociclista. A gravidade da laceração só foi revelada no hospital, para onde ele se dirigiu horas depois. Além dos gastos com o conserto da moto e dos três meses dedicados à recuperação, o acidente acarretou em uma visão pessimista do trânsito. “Nos seis anos que ando de moto, nunca havia me envolvido em um acidente. Ainda fico receoso ao dirigir, mas não penso em parar. O que fica é o desapontamento ao ver o mau caráter do motorista em não assumir o erro”, destaca.

Ao contrário de Robson e por um erro reconhecido posteriormente, a designer gráfica, Virgínia Guetter, motivou o próprio acidente há pouco mais de um ano, episódio considerado por ela um divisor de águas. “Eu estava voltando para casa de madrugada e tinha bebido além da conta. Perdi o controle em uma curva e colidi com um carro que estava estacionado. Quando acordei, estava no hospital com vários pontos na cabeça”, conta. Para ela, a perda do veículo foi irrisória se comparada ao risco da irresponsabilidade ao dirigir alcoolizada. “Tenho vergonha de lembrar, mas admito que me tornei muito mais cautelosa. Tive sorte de não ter sofrido traumas maiores”, relata.

Sociedade e poder público: todos têm responsabilidade

Imprudência, irresponsabilidade, desatenção em relação aos cuidados com o veículo e descaso com o uso de dispositivos de segurança são, para a especialista em trânsito da Perkons, Idaura Lobo Dias, atitudes sem espaço no trânsito. “Para conduzir um veículo é necessário estar em total estado de alerta e em perfeitas condições (físicas e psíquicas) para não se expor ou expor os outros a riscos”, completa. Ela lembra que, apesar de serem vistos como um fato imprevisível, os acidentes podem e devem ser evitados. “A intenção de uma data como o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito é, justamente, alertar as pessoas sobre a violência viária. A sociedade deve refletir sobre as consequências dos acidentes e conhecer as principais causas que levam a mortes e feridos todos os dias em nossas vias”.

Para darem vazão a resultados mais tangíveis na segurança viária, a especialista defende que campanhas e ações como esta não sejam adotadas de maneira isolada. “Elas devem vir acompanhadas de políticas públicas e da busca pelo cumprimento da legislação, para que as pessoas entendam que acidentes de trânsito não acontecem apenas com os outros”, esclarece. Assumir a responsabilidade enquanto usuário é, neste sentido, o primeiro passo para garantir a própria segurança. “Dirigir de maneira defensiva, respeitando o limite de velocidade mesmo sem fiscalização, por exemplo, é dever do motorista prudente. Porém, a necessidade de mudança de postura dos usuários não exime os decisores políticos de tornar as vias e os veículos mais seguros”, pondera.

Para atar estas duas pontas – sociedade e políticas públicas -, Idaura sugere ações estratégicas, como a criação de memoriais que permitam a discussão permanente do tema e o aprimoramento da legislação quanto aos principais fatores de risco do trânsito. Algumas iniciativas incorporadas pela Perkons – empresa que desenvolve e aplica tecnologia para a segurança no trânsito – para atrair a atenção da sociedade para o assunto são o CTB Digital, site que disponibiliza o Código de Trânsito Brasileiro comentado por especialistas, e o Trânsito Ideal, que reúne de dicas de segurança a vídeos de direção defensiva com acesso gratuito. A empresa foi ainda a primeira entidade da iniciativa privada a apoiar, no Brasil, a Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020 – proclamada pela Organização das Nações Unidas.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/dia-mundial-em-memoria-as-vitimas-de-transito-lanca-luz-sobre-violencia-viaria/

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Multas de trânsito têm novos valores a partir desta terça (1º)

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Motoristas de todo o País devem ficar mais atentos às infrações cometidas no trânsito. A partir desta terça-feira (1º), os valores das multas leves, médias, graves e gravíssimas serão reajustados entre 52% e 66%. Os condutores que dirigirem embriagados ou se recusarem a fazer o teste do bafômetro pagarão multa de quase R$ 3 mil, além de ter a carteira suspensa por um ano.

Segundo o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o valor a ser pago por infrações classificadas como gravíssimas passará de R$ 191,54 para R$ 293,47. Já as multas consideradas graves serão ajustadas para R$ 195,23. Anteriormente, o valor dessa penalidade era de R$ 127,69. Para infração média, o valor passa de R$ 85,13 para R$ 130,16. As infrações leves, que custavam R$ 53,20, passam a totalizar R$ 88,38.

Dirigir e utilizar o telefone celular ao mesmo tempo, por exemplo, é um dos hábitos inapropriados que a medida também visa combater. Apenas entre janeiro e setembro deste ano, foram registradas 117.426 infrações desse tipo.

De acordo com o coordenador de educação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Francisco Garonce, os valores das multas não eram reajustados há mais de 15 anos e “foram perdendo significado financeiro”.

“Para aqueles que optam por cometer a infração, é importante que a penalidade aconteça de forma que as pessoas repensem suas atitudes. E essa atualização dos valores traz esse forte caráter, inclusive educativo.”

Lei Seca

Outra ação perigosa que o reajuste visa combater é a quantidade de acidentes e mortes por colisões envolvendo motoristas alcoolizados. O Ministério das Cidades aponta que, apenas entre janeiro e setembro deste ano, foram totalizadas 20.157 multas por dirigir sob o efeito do álcool.

Quem for pego pela Operação Lei Seca dirigindo alcoolizado ou se recusar a fazer o teste do bafômetro pagará uma multa no valor de 2.934,70. Nesse caso, o coordenador conta que as penalidades para motoristas embriagados continua sendo a mesma, o que mudou foi o valor da multa gravíssima. “A multa é dez vezes o valor da infração gravíssima. O indivíduo que for flagrado dirigindo alcoolizado vai pagar quase R$ 3 mil.”

Além disso, o condutor enquadrado nessa situação perde sete pontos na carteira e tem a carteira de habilitação suspensa pelo prazo de 12 meses.

Conforme estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), 1,25 milhão de pessoas morrem todos os anos nas estradas do mundo, o que representa um total de 3.400 mortes por dia. Mundialmente, são cerca de 30 a 50 milhões de lesões causadas por acidentes de trânsito a cada ano.

“O grande resultado dessa ação é fazer com que as pessoas cumpram as normas do trânsito e que tenhamos uma redução significativa no número de mortes nas estradas do País. Não podemos entender esses óbitos como uma fatalidade ou algo normal”, enfatizou Garonce.

Arrecadação

O coordenador do Denatran também explicou como é feita a distribuição dos recursos arrecadados por meio das multas de trânsito. “Cerca de 95% do total são destinados aos órgãos executivos do sistema nacional de trânsito, que nós conhecemos como os departamentos de trânsito. Grande parte desse recurso é aplicado, justamente, nos programas de sinalização, segurança e educação no trânsito.”

Além disso, o órgão de trânsito arrecadador é obrigado a repassar 5% do valor ao Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (Funset).

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ONSV alerta para as 10 principais causas de acidentes nas vias e rodovias

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Ocorrências derivam de três fatores: humano, veicular e vias; compromisso com a condução segura é fundamental para evitá-las

A segurança no trânsito é fundamental. Ninguém, quando sai de casa para cumprir um compromisso, utilizando qualquer modal de transporte, ou mesmo se estiver a pé, pensa ser vítima de um acidente de trânsito. Mas eles acontecem em número expressivo nas vias e rodovias do país. Não adotar comportamentos que ponham em risco a sua vida, a de outros motoristas, de passageiros e de pedestres deve ser meta de cada um.

Tanto quanto isso, porém, alguns outros fatores interferem na condução segura.  A manutenção do veículo e as condições das vias influenciam sobremaneira a ocorrência de acidentes.  Desse modo, é possível concluir que eles derivam de três fatores:  humano, veicular e  vias.

Firme em seu propósito de contribuir para a redução de ocorrências de trânsito que em 2014, segundo dados do DataSUS, tiraram a vida de aproximadamente 44 mil pessoas, o OBSERVATÓRIO alerta para as 10 principais causas de acidentes no trânsito brasileiro.

Fator humano:

  • Excesso de velocidade.
  • Beber e dirigir.
  • Combinação celular/direção.
  • Não usar setas que indicam as intenções de manobras.
  • Não guardar distância do veículo que vai à frente.

Fator veicular:

  • Deixar de fazer a manutenção regular no veículo (com atenção especial aos pneus, freios, faróis, lâmpadas, luzes, limpadores de para-brisa, vela, filtros, correia dentada, radiador, sistema elétrico e combustível).

Vias:                                                              

  • O estado de conservação.
  • As condições da sinalização.
  • A falta de acostamento.
  • A falta de passarelas.

Fonte: http://www.onsv.org.br/noticias/onsv-alerta-para-as-10-principais-causas-de-acidentes-nas-vias-e-rodovias/

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