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Estatísticas mostram queda de acidentes em vias que tiveram redução de velocidade

Um levantamento realizado recentemente pelo Batalhão da Polícia de Trânsito confirmou uma redução de 28,9% nos acidentes na Área Calma, polígono na região central de Curitiba no qual a velocidade máxima permitida é de 40km/h. Foto: Luiz Costa/SMCS


Foto: Luiz Costa/SMCS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Muitos não acreditaram, foram contra a implementação e reclamam até hoje, mas os resultados em várias cidades que tiveram o limite de velocidade reduzido em determinadas vias é surpreendente. “A redução e o controle de velocidade são as ferramentas ideais para reduzir congestionamentos, acidentes e ainda poluir menos”, afirma Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal.

A cidade de São Paulo é um caso emblemático. Apesar de toda crítica pela decisão, depois de um ano de velocidade reduzida nas Marginais Pinheiros e Tietê, o número de acidentes com vítimas (mortas ou feridas) caiu 37,5% nas vias, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Em Curitiba, onde essa medida também foi implantada, a região da chamada Área Calma, com limite de 40 km/h, seguiu a mesma tendência e teve uma queda de 32,54% no total de atendimentos de acidentes no local e de 24,21% no total dos registros de acidentes do que nos 11 meses anteriores à implantação do projeto, segundo dados do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) para o projeto Vida no Trânsito.

Não é só no Brasil que há exemplos bem sucedidos, também é o caso de Londres, cidade que, segundo estudos, conseguiu reduzir em 40% o número de mortos e feridos graves em acidentes de trânsito. A conquista se deve à implementação do limite de 32 km/h em ruas e avenidas estratégicas da capital inglesa, que começou a ser implantado nos primeiros anos do mandato do ex-prefeito Boris Johnson.

Organização Mundial de Saúde

Essa medida não é um fato isolado. Existem vários estudos internacionais que comprovam a eficácia da redução dos limites de velocidade. Segundo relatório pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), medidas de prevenção como adotar limites máximos de velocidade em vias urbanas inferiores ou iguais a 50 quilômetros por hora, entre outras, são essenciais para reverter o crescente número de mortes por lesões causadas no trânsito.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/educacao/programa-nos-do-transito/estatisticas-mostram-queda-de-acidentes-em-vias-que-tiveram-reducao-de-velocidade/

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ONG defende elevar idade mínima para transporte em motocicletas

Por Mariana Czerwonka.

Devido a fragilidade, as crianças são menos tolerantes a impactos e, para eles, a chance de um acidente de moto ser fatal é mais alta.

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Durante a Semana Nacional de Trânsito, a ONG Criança Segura divulgou dados preocupantes em relação ao transporte de crianças em motocicletas. Em 2014, 1.654 crianças, entre zero e 14 anos, morreram em consequência de acidente de trânsito no Brasil. Desse total, 11% estavam em motocicletas.

A legislação brasileira permite que, a partir dos sete anos, a criança possa ser passageira de motocicleta. Porém, esse meio de transporte é muito perigoso para meninos e meninas, pois eles ainda estão em fase de desenvolvimento e seus ossos e órgãos são mais frágeis que os de um adulto. Devido a essa fragilidade, são menos tolerantes a impactos e, para eles, a chance de um acidente de moto ser fatal é mais alta.

Outro problema é o uso do capacete pelos pequenos. “A cabeça de uma criança de 7 anos é menor que a de um adulto, logo o capacete deveria ser especial para essa criança e adequado ao tamanho de sua cabeça para de fato protegê-la em caso de queda. Um capacete de tamanho errado não garante proteção e é muito difícil encontrar no mercado capacetes para crianças com tamanhos menores”, diz Gabriela Guida de Freitas, coordenadora nacional da ONG Criança Segura.

Legislação

De acordo com a ONG, o alto número de óbitos infantis em decorrência de acidentes com motos se deve à falta de leis mais rígidas sobre o transporte de crianças nesses veículos.

“Apesar de a legislação permitir que a partir dos sete anos de idade a criança seja passageira de motos, a Criança Segura acredita que nessa situação elas estão muito expostas a riscos. Por isso, defendemos a aprovação de um projeto de lei que tramita no Congresso e pretende aumentar para 11 anos a idade mínima para o transporte de crianças em motocicletas”, explica Gabriela.

Com informações da ONG Criança Segura

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