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Passarela desaba sobre Linha Amarela, no Rio, e deixa quatro mortos e cinco feridos

Passarela desaba sobre a Linha Amarela após acidente com carreta no Rio14 fotos

28.jan.2014 – Um acidente envolvendo uma carreta derrubou uma passarela na Linha Amarela, no Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (28). O acidente aconteceu em Pilares, no subúrbio do Rio. Bombeiros trabalham no resgate de pessoas que ficaram presas nas ferragens de carros e de um homem que caiu no córrego que divide a via expressa Reprodução/Twitter/Clébio Júnior

Uma passarela desabou sobre a Linha Amarela, importante via expressa do Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (28), depois que um caminhão colidiu com a estrutura. O acidente deixou ao menos quatro mortos e cinco feridos, segundo a Lamsa, concessionária que administra a via, e o Corpo de Bombeiros.

O acidente aconteceu por volta das 9h15, entre os acessos 4 e 5, no bairro de Pilares, na zona norte. Segundo a Lamsa, um caminhão que tinha mais de 4,5 metros, limite de altura da passarela, bateu na estrutura, causando sua queda.

Dois veículos que passavam pela via foram esmagados, e pessoas ficaram presas às ferragens.  Equipes de resgate da concessionária e do Corpo de Bombeiros, com o auxílio de dois helicópteros, foram acionadas para socorrer as vítimas.

Em nota, a concessionária afirmou que “está prestando toda assistência aos familiares das vítimas”.

Testemunhas dizem que a caçamba do caminhão estava levantada. O veículo prestava serviço para a empresa Arco da Aliança. O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou que o caminhão não deveria estar circulando pela via, que possui restrição para a circulação de caminhões e carretas.

Veja onde fica o local da queda da passarelaArte/UOL

A passagem de pedestres era usada como via de acesso pelos moradores da favela Rato Molhado e por pessoas que iam ao Norte Shopping, o maior centro comercial na zona norte da capital fluminense.

Feridos

Dois homens e uma mulher foram levados para três hospitais municipais do Rio, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde. O caso mais grave é o de um homem de 70 anos, que não teve a identidade divulgada e foi levado para o hospital Salgado Filho, no Méier, na zona norte da cidade.

Segundo a secretaria, ele sofreu traumatismo craniano grave, com edema cerebral, e fratura de arcos costais. Ele está em coma e respira com o auxílio de um respirador.

Outro homem, de 31 anos, foi socorrido e levado para o hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, e está lúcido. Ele foi submetido a tomografia de tórax, abdômen e pelve e não apresenta nenhuma fratura.

Já a mulher, de 36 anos, foi levada para hospital Souza Aguiar, no centro da cidade, e se encontra em estado de saúde estável. Ela passou por tomografia e está em avaliação.

Gláucia Pereira de Andrade, 56, foi levada pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros para o hospital estadual Alberto Torres, segundo a Secretaria Estadual de Saúde. Ela teve fratura no joelho e escoriações, e seu estado de saúde é estável.

Vítima caiu no canal

Em entrevista à rádio “CBN”, o motorista Marcos Vinicius Rodrigues contou que passava pela Linha Amarela quando o acidente aconteceu.

“Eu estava do lado do caminhão e de repente eu só escutei um barulho. Meu carro foi meio que projetado como se alguém tivesse batido na traseira do carro. Quando olhei para trás pelo retrovisor era a passarela que estava caindo”, relatou.

O motorista disse também ter visto uma pessoa sendo arremessada em direção ao canal que fica na via. “Eu vi um rapaz de camisa lilás sendo projetado da passarela de uma forma muito violenta. Ele rodopiou no alto e caiu no canal”, falou. O rapaz está entre os quatro mortos.

Interdição

O trânsito nas oito pistas da via está interrompido nos dois sentidos, sem previsão para liberação. Todos os acessos da Linha Amarela estão fechados, segundo a Lamsa.

De acordo com o Centro de Operações do Rio, os motoristas podem transitar na via, no sentido Barra da Tijuca, até a altura de Bonsucesso, sendo obrigados a acessar a avenida dos Democráticos pela saída  4. No sentido centro, o desvio está sendo feito pela saída 5 com os motoristas acessando à avenida Dom Helder Câmara.

O Centro de Operações sugere que os motoristas usem como opção a avenida Brasil, a estrada Grajaú-Jacarepaguá, a autoestrada Lagoa-Barra e o Alto da Boa Vista.

Ainda de acordo com o Centro de Operações, foi acionado um “superguindaste” para ajudar no trabalho de retirada da passarela.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2014/01/28/passarela-sobre-linha-amarela-desaba-apos-acidente-com-carreta-no-rio.htm

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Educação para o trânsito poderá fazer parte do currículo da educação básica

Com o objetivo de formar melhores motoristas e ampliar a consciência em relação ao assunto, a educação para o trânsito poderá fazer parte do currículo da educação básica. É o que prevê o Projeto de Lei do Senado (PLS) 30/2010, que está pronto para ser votado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
Do ex-senador Flávio Arns (PSDB-PR), a proposição altera a Lei de Diretrizes e Bases para a Educação (Lei 9.394/1996) para incluir o assunto como tema transversal da educação básica. Os temas transversais não constituem disciplinas autônomas, mas permeiam outras áreas curriculares, por representarem assuntos que necessitam ser trabalhados de forma mais aprofundada na escola. O senador disse sugerir a abordagem transversal por ser um recurso que possibilita a construção de uma ponte entre os conhecimentos aprendidos e as questões da vida real, sem causar sobrecarga curricular.
Na justificativa do projeto, Arns argumenta que, embora a legislação já valorize temas como ética, cidadania e respeito às leis, “o direcionamento desses valores para o ato de dirigir veículos automotores constituiria grande avanço na formação de cidadãos mais plenos e na consolidação da paz no trânsito”.
Arns considera necessário o conhecimento das regras de trânsito não apenas pelos condutores, mas também por outros atores, como pedestres e passageiros, desde a infância. Segundo ele, o conhecimento sobre normas do trânsito pela criança pode colocá-la, como pedestre, a salvo de diversos perigos, bem como torná-la capaz de dialogar com seus pais sobre a conduta adequada ao volante.
O relator, senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), é favorável ao projeto. Ele destaca o valor social da matéria, ao apontar que “o combate ao excesso de violência, irresponsabilidade e desrespeito às leis no trânsito brasileiro, com efeito, passa pela educação dos futuros condutores de veículos, que não só crescerão com uma mentalidade mais responsável ao volante como poderão até mesmo transmitir esses princípios e conhecimentos aos seus pais e adultos com quem convivam”.
Fonte: Senado

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Acidentes com caminhoneiros são mais comuns após horas de viagem

Acidentes com caminhoneiros

Dirigir pelas rodovias brasileiras requer muito cuidado e atenção, principalmente para esses profissionais que passam até 26 horas ao volante, uma imprudência que pode causar acidentes e resultar em mortes.

Em 2011, a sobrecarga dos caminhoneiros resultou em mais de 66 mil acidentes em todo o País, envolvendo caminhões e caminhões-tratores, um crescimento de 32% em relação a 2007, conforme um levantamento feito pela Procuradoria Geral do Trabalho. Em Alagoas, somente no ano passado, a Polícia Rodoviária Federal registrou 699 acidentes em estradas federais, envolvendo veículos de transporte de carga. Foram 63 mortes naquele ano.

Para o chefe da 1ª Delegacia de Polícia Rodoviária Federal de Maceió, inspetor Soares, os números são altíssimos. “Se fossem dez mortos por ano, ainda assim estaria alto”, opinou.

MPT e Regulamentação

Segundo a procuradora do trabalho, do Ministério Público do Trabalho em Alagoas, Virgínia Ferreira, o setor é o que registra mais vítimas decorrentes de acidente de trabalho. “O setor registra o dobro de acidentes ocorridos na construção civil, que já são altos”, revelou.

Está em vigor a Lei 12.619, que regulamenta a profissão de motorista, estabelecendo o limite máximo de 11 horas de trabalho por dia, com descanso de 30 minutos a cada quatro horas dirigidas por empregados, autônomos e agregados.

A lei tem o intuito de diminuir o número de acidentes de trânsito nas rodovias do Brasil envolvendo motoristas de veículos de carga, além de garantir os direitos desses profissionais. A empresa ou o caminhoneiro que descumprir as normas podem ser multados. A fiscalização será realizada pela Polícia Rodoviária Federal.

Segundo o chefe da 1ª Delegacia de Polícia Rodoviária Federal de Alagoas, inspetor Soares, não há um mecanismo para controlar se os caminhoneiros estão cumprindo o que determina a lei, porém um dispositivo empregado em veículos para monitorar o tempo de uso, a distância percorrida e a velocidade, dará subsídios a PRF. “O tacógrafo permite que saibamos se o caminhoneiro parou o veículo ou não após quatro horas de trabalho, além de saber a velocidade que ele estava na estrada”, explicou, informando ainda que o limite máximo para veículos de carga é de 80 quilômetros por hora.

De acordo com a lei, as empresas serão obrigadas a monitorar a jornada de trabalho de seus funcionários e aquelas que descumprirem as normas, estão sujeitas a multa de até R$ 50 mil em caso de infração. O motorista que também infrigir a lei pagará multa de R$ 127, e ainda pode perder cinco pontos na carteira.

A procuradora do trabalho, Virgínia Ferreira, informou que aquele que for flagrado pela PRF excedendo as horas de trabalho, terá o veículo recolhido e liberado após os 30 minutos. O limite máximo de 11 horas de trabalho se estende a taxistas, motoboys e cobradores.

Fonte: Tribuna Hoje

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10 dicas da PRF para dirigir com chuva

Sob chuva dirigir um automóvel torna-se uma atividade mais difícil que em períodos de clima seco. Em sua tarefa diária e ininterrupta de monitorar e fiscalizar o trânsito nas rodovias, os Policiais Rodoviários Federais observam acidentes que ocorrem porque os condutores de veículos não atentam para cuidados específicos que devem ser reforçados em pistas molhadas e com a diminuição de visibilidade que é provocada pelas chuvas.

Pensando na manutenção da segurança viária também nos meses do ano nos quais o estado de Sergipe é naturalmente contemplado por chuvas, a Comissão Regional de Educação para o Trânsito da Polícia Rodoviária Federal em Sergipe (CRET/SE) elaborou uma lista com dez sugestões pontuais de procedimentos que devem ser adotados pelos motoristas para a condução de todos os tipos de veículos automotores sob chuva.

Nas atividades de educação para o trânsito que são rotineiramente desenvolvidas pela Polícia Rodoviária Federal, por meio de palestras, essas dicas voltadas especialmente para os períodos de chuva estão sendo divulgadas. Segundo o Chefe do Núcleo de Comunicação Social da Polícia Rodoviária Federal, PRF Passos “cabe ressaltar que, embora tenham sido elaboradas pela PRF, as DEZ DICAS PARA DIRIGIR SOB CHUVA devem ser observadas também para o trânsito em áreas urbanas, nas cidades”.

Dez dicas

1 ) Checar pneus e limpadores de para-brisa – A revisão sistemática das condições veiculares e a checagem antecipada de aspectos básicos como freios, fluídos, iluminação, paletas do limpador do para-brisa e pneus é vital para a segurança. Não insista em usar seu veículo se ele apresentar algum problema mecânico ou elétrico, mesmo que pareça simples. Dê atenção especial ao estado dos pneus em tempos de chuva, pois além de uma perda natural de tração, seu desgaste excessivo comprometerá a dirigibilidade.

2) Usar farol baixo sempre aceso – Crie o hábito de acender o farol baixo, mesmo em plena luz do dia. Com isso seu veículo fica mais visível. Quando você liga os faróis, luzes vermelhas também se acenderão na parte traseira do veículo, e elas, em caso de chuva, são de extrema importância para evitar colisões.

3) Mais atenção com a travessia de pedestres – É corriqueiro as pessoas correrem sob chuva, atravessando ou andando à margem de pistas de rolamento, avenidas e ruas sem os devidos cuidados. Para evitar atropelamentos uma boa dica é dirigir preventivamente, com extrema atenção e velocidade moderada, sobretudo, em locais nos quais há sinais visíveis da possibilidade de travessia de pedestres.

4) Manter distância entre veículos em movimento – Sob chuva a manutenção de uma distância segura entre veículos em movimento torna-se ainda mais importante. Colar seu veículo a poucos metros do que trafega à sua frente é um grande perigo. Tal distância deve permitir que o motorista veja ao longe, garantindo-lhe tempo hábil para que adote os procedimentos que se fizerem necessários enquanto dirige.

5) Manter o controle do veículo – Há um fenômeno conhecido como aquaplanagem, quando o veículo desloca-se sobre a água, reduzindo ou eliminando o contato direto com a via. Nesses casos, resta ao motorista não mudar a aceleração e dirigir em linha reta o máximo possível, não movimentando bruscamente o volante ou guidão, na tentativa de retomar o controle do veículo. Espere sair da aquaplanagem para efetuar quaisquer correções de trajetória ou velocidade.

6) Evitar vias inundadas – Vias inundadas devem ser evitadas, pois podem esconder obstáculos, além de nem sempre permitirem estimar adequadamente a profundidade da água. Motoristas de veículos pequenos costumam observar a passagem dos maiores para avaliar as condições de trafegabilidade – esse critério é perigoso, considerando as diferentes características dos veículos. O excesso de água pode reduzir o desempenho do sistema de freios, causar a parada do motor e até danificá-lo.

7) Parar quando não houver visibilidade – Boa visibilidade é requisito de segurança. Se a chuva estiver muito forte, encoste seu veículo em um estacionamento, em outro lugar seguro ou até no acostamento, mas jamais pare sobre a via. Uma vez parado corretamente, deixe seu veículo visível, ligando seu pisca alerta enquanto aguarda a chuva diminuir ou passar. Algumas pessoas, em situações de pânico, saem de seus veículos, colocando-se em extremo risco e ignorando o fato de que, muito provavelmente, não serão vistas por outros motoristas nessas situações. Mantenha a calma e avalie suas atitudes com prudência.

8) Desembaçar os vidros – Se o para-brisa embaçar, tente diminuir a temperatura interna do veículo. Ligue o ar condicionado ou o ventilador e, se o veículo não dispuser desses recursos, deixe os vidros com uma pequena abertura para que o ar circule. Esfregar as mãos sobre o vidro geralmente não resolve o problema. É mais aconselhável limpar o para-brisa, internamente, com um jornal ou pano desengordurado.

9) Cuidados específicos para veículos de duas rodas – Com as chuvas, a dirigibilidade dos veículos de duas rodas torna-se mais difícil. Portanto, considerando a fragilidade desse tipo de transporte, a dica principal é a prudência e o respeito às regras de trânsito. Evitar trafegar pelos cantos pode evitar sustos com água empoçada. Manter-se com farol e lanternas acesos e no centro da via, sobretudo no período noturno, melhora a visibilidade das motocicletas, que podem ficar ocultas entre os pingos de chuva, quando vistos por janelas laterais ou retrovisores.

10) Só ultrapassar com segurança – Ultrapassagens indevidas e avanços de sinal dão causa a muitos acidentes graves. Sob chuva, não havendo redução na velocidade normal de tráfego, o tempo de frenagem é maior e o motorista não conseguirá “segurar o veículo” como imaginou. Desse modo, se a ultrapassagem é uma manobra que sempre exige muita atenção do condutor, sob chuva ela deve ser evitada e só realizada quando necessárias e seguras.

Quando tiver dúvida sobre as condições de dirigibilidade ou questionamento sobre qualquer outro assunto relacionado ao trânsito ou à segurança pública no âmbito das rodovias federais, procure o apoio da Polícia Rodoviária Federal, diretamente por meio do contato com as nossas equipes de ronda, nas nossas Unidades Operacionais localizadas às margens das rodovias ou pelo telefone de número 191, recomenda o Núcleo de Comunicação Social da PRF/SE.

Fonte: Ascom

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Álcool mata 80 mil/ano nas Américas; Brasil tem 5º pior índice

O álcool é responsável por muitas doenças

O álcool provoca, em média, 80.000 mortes anuais nas Américas, um problema que coloca o Brasil na quinta posição dos países com maior número de casos por 100 mil mortes, informou nesta terça-feira a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS).

O estudo “Mortalidade nas Américas por doenças, condições e lesões em que o álcool é causa necessária, 2007-2009″, das brasileiras Maristela Monteiro e Vilma Gawryszewski, observou que o álcool é uma causa “determinante” de morte em uma média de 79.456 casos ao ano, segundo comunicado da OPS, representação regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), com sede em Washington.

Na maioria dos países, as mortes foram consequências de uma hepatopatia alcoólica ou doença do fígado, seguida de distúrbios mentais provocados pela ingestão de bebidas alcoólicas.

As cientistas Vilma Gawryszewski, assessora da OPAS em informação e análise sobre saúde, e Maristela Monteiro, especialista em abuso de substâncias, estudaram padrões de mortes entre as quais o álcool era mencionado especificamente – como hepatopatia alcoólica – em 16 países da região entre 2007 e 2009.

As autoras asseguraram que estas mortes representam apenas “a ponta do iceberg de um problema mais amplo” porque o álcool está relacionado a outras doenças como insuficiências cardíacas ou inclusive câncer, além de casos de acidentes de trânsito e armas de fogo.

“É provável que o número de mortes que fazem do consumo do álcool um fator significativo seja muito maior”, escreveram Gawryszewski e Monteiro, segundo o comunicado.

Na região, alguns países se destacam com os maiores índices relativos de mortes por álcool. O mais alto é El Salvador, com 27,4 casos por 100.000 mortes, seguido da Guatemala, com 22,3, Nicarágua,  21,3, México, 17,8 e Brasil, com 12,2.

O problema é menos agudo em Colômbia (1,8), Argentina (4,0) e Venezuela (5,5).

Em todos os países, no entanto, o problema é predominantemente masculino, pois 84% dos mortos por consumir álcool eram homens, segundo a OPAS.

Fonte: MSN

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Uso de simulador pode reduzir em 50% os índices de acidentes

Simulador pode reduzir acidentes

O assessor direto do Detran-TO e especialista em Gestão e Segurança no Trânsito, Yuri Nery, analisa que enquanto muitos vislumbram apenas o aumento no valor do processo de primeira habilitação

A Resolução nº 444 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) determina que  a partir de 01 de janeiro de 2014, todos os processos abertos para retirar habilitação categoria B deverão realizar aulas em simuladores de direção veicular.  Apesar desta resolução entrar em vigor apenas agora, em 2014, ela é de junho de 2013 e foi adiada para que os CFCs (Centros de Formação de Condutores) pudessem se adequar.

O assessor direto do Detran-TO e especialista em Gestão e Segurança no Trânsito, Yuri Nery, analisa que enquanto muitos vislumbram apenas o aumento no valor do processo de primeira habilitação, um detalhe importante sobre o uso do Simulador de Direção Veicular acaba por não ficar claro aos futuros condutores. ‘’De acordo com vários estudos internacionais o uso do equipamento mostra que a redução dos índices de acidentes entre os novos motoristas pode chegar a 50%. Um número bastante considerável’’.

Em diversos países os simuladores de direção veicular já são obrigatórios para a formação dos condutores. Portanto, esta necessidade não se deu de súbito, existem estudos que defendem a eficácia do uso de simuladores e apontam a redução nos índices de acidentes – que pode chegar a 50% entre os novos motoristas. É o caso do estudo do Southern Califórnia Research Institute, nos Estados Unidos: “O Fiel Efeito do Simulador de Condução”, sobre a Eficácia da Formação, que foi realizado em 2007 por Allen, Park, Cook e Firentino.

Uma pesquisa da Universidade Politécnica de Madri em conjunto com o Instituto Humanist e a Associação Européia para a Sociedade da Informação, resultou em um relatório, publicado em 2007, sobre a eficácia dos simuladores como ferramentas para treinar e educar os motoristas.

De acordo com o relatório, os simuladores de direção são mais eficazes ao avaliar as condições para dirigir de candidatos com lesões cerebrais e as medidas de validação dos resultados são mais exatas do que um teste de estrada tradicional como preditor de condições e desempenho para dirigir.

‘’Os novos condutores, através do simulador, podem vivenciar situações de risco, o que os torna mais preparados para as mesmas. As aulas com os simuladores se tratam de um exercício de direção defensiva’’, explicou Nery.

Melhor Formação dos Novos Condutores

Nery avalia que a decisão do Contran sobre os simuladores de direção veicular vem tornar o processo de habilitação dos novos motoristas melhor e mais consistente. ‘’É uma medida prática que pode resultar não apenas na formação de melhores condutores como também na consequente redução dos números de mortes e acidentes de trânsito em nosso país’’, finalizou.

Fonte: Surgiu

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Novo bafômetro detecta presença de álcool a distância de motorista

Etilômetro passivo capta álcool no ar. Luz verde indica que não há álcool no ambiente; amarela, que pode haver álcool; e vermelha, que motorista bebeu.

O motorista nem precisa soprar. O novo aparelho identifica no ar a presença de álcool, a uma distância de 20 a 30 centímetros – o que agilizou o trabalho dos agentes do Detran de Brasília.

Pequeno, leve e eficiente. É o novo bafômetro que o Detran de Brasília tem usado nas operações de fiscalização.

Na blitz, o agente de trânsito se aproxima do carro e coloca o aparelho a uma distância de 20 a 30 centímetros do motorista, que não precisa soprar. O etilômetro passivo capta a presença de álcool no ar.

Se acender a luz verde é porque não há álcool no ambiente. A luz amarela indica que pode haver álcool. E a vermelha aponta que o motorista bebeu.

O Detran diz que o uso do aparelho deixa o trabalho de fiscalização mais rápido e também facilita a vida de quem não bebeu.

“Se ele não tiver ingerido bebida alcoólica ele vai ser liberado de uma forma muito mais rápida. O bafômetro foi até ele no próprio veículo dele. Então dá celeridade à abordagem”, avalia o agente de trânsito Lúcio Lahm.

O teste é rapidinho: dura no máximo 15 segundos. Com ele, o Detran faz uma triagem e concentra a fiscalização nos motoristas que muito provavelmente consumiram álcool. Mas ele não serve como prova nos processos porque não calcula exatamente quanto o motorista bebeu. Por isso, quando uma das luzes aponta presença de álcool, o motorista é convidado a sair do carro e fazer o teste tradicional.

Se ele se negar, como fez um motorista flagrado pela reportagem vai ficar temporariamente sem a carteira de habilitação, pagar multa de mais de R$ 1,9 mil e ainda responder a um processo administrativo.  Se outros sinais de embriaguez, como dificuldade para falar ou andar, forem verificados aí sim o motorista é preso e responde a uma ação penal.

Desde que o Detran de Brasília começou a usar o bafômetro passivo, em julho, o número de multas por embriaguez quase dobrou: passou de 709 no segundo semestre de 2012 para 1.352 no mesmo período do ano passado.

“É mais um instrumento que a gente coloca aí na fiscalização para tentar convencer essas pessoas do risco que é dirigir apás fazer ingestão de bebida alcoólica”, afirma o diretor de Fiscalização de Trânsito do Detran-DF, Luiz Carlos Souto.

Outras cidades como São Paulo e Salvador também estão usando o bafômetro passivo para identificar motoristas suspeitos de beber antes de dirigir.

Fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2014/01/novo-bafometro-detecta-presenca-de-alcool-distancia-de-motorista.html

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Especialista do Detran-TO explica importância de freios ABS e airbag nos carros

Túlio Sabino

Para Nery a obrigatoriedade do airbag e freios ABS nos veículos fabricados no Brasil, a partir de 1 de janeiro de 2014, poderá reduzir o número de mortes no trânsito

Os airbags (bolsas que inflam e amenizam o impacto da batida) e os freios antitravamento (ABS) passaram a ser obrigatórios, a partir do dia 1º de janeiro deste ano, em todos os automóveis produzidos no Brasil. A medida do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) visa tornar os veículos em circulação mais seguros e preparados para situações de risco.

Para esclarecer as dúvidas sobre essa mudança na legislação e a real intenção desta medida, o assessor direto do Detran-TO e especialista em gestão e segurança no trânsito, Yuri Nery de Assis, nos respondeu algumas perguntas.

Por que tornar os airbags e os freios “ABS”, itens obrigatórios em automóveis?

Esta medida foi definida através de uma lei federal que foi instituída em 2009, na qual os airbags e os freios ABS tornaram-se itens obrigatórios em automóveis. Estes são itens de segurança e têm como objetivo tornar a experiência no trânsito mais segura.

Os freios antitravamento, em especial, mudam todo um conceito de direção defensiva, uma vez que não travam as rodas e permitem manobras mais eficazes em situações de risco. Os airbags, por sua vez, são equipamentos de segurança que são ativados em caso de colisões e amortecem o impacto.

É importante destacar que estes equipamentos de segurança já são obrigatórios há vários anos em outros países.

Quem possui um automóvel que não tem esses equipamentos de segurança precisará adequar o seu veículo?

As resoluções 311 e 312 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), ambas de 2009, determinam que os carros fabricados no Brasil, a partir do dia 01/01/2014, deverão conterestes itens de segurança.

Então não é obrigatório que alguém modifique o seu automóvel para inserir os airbags e os freios antitravamento. Quem possui um modelo que não tem estes equipamentos poderá continuar utilizando-o.

O que essa mudança na legislação garante é que, a partir de 2014, todos os automóveis fabricados no Brasil serão equipados com airbags e freios ABS.

Como ocorreu o processo de adequação da frota de veículos, uma vez que a lei é de 2009?

A partir de 2009 essas resoluções começaram a ser incorporadas em percentuais. Assim, a cada ano uma quantidade da frota de veículos foi sendo adequada a essas exigências. Em 2009 apenas 8% da frota incorporou os artigos de segurança, nos anos seguintes houve um avanço continuo e, finalmente, em 2014 temos a totalidade dos veículos fabricados no Brasil, dentro desses parâmetros.

Isso se da também pela possibilidade de incorporação dos airbags e dos freios antitravamento, já que alguns modelos não os comportam e por isso é impossível que se adequem a resolução, em consequência alguns modelos de automóveis deixarão de ser fabricados, como é o caso da Kombi.

Obrigatoriedade do Airbag no mundo

Nos EUA, é obrigatório desde 1998.

Na União Europeia, desde 2007 é item básico.

Na Argentina, será obrigatório a partir de janeiro de 2014.

Estudos

O freio ABS reduz de 20% a 25% o espaço da frenagem e evita o travamento das rodas. Na Europa, onde equipa todos os carros, pesquisas mostram que o número de mortes em acidentes caiu 30%. Ainda não há estudos no Brasil sobre o tema.

No caso do airbag, estudos internacionais indicam que, em acidentes potencialmente fatais, há 51% de chances de os ocupantes sobreviverem se estiverem com cinto e o carro tiver airbag.

(Com informações da Agência Estado)

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Acidentes matam quase 5 mil crianças por ano

Acidentes com crianças

Longe da escola, os pequenos têm mais tempo livre para ficar em casa ou para passeios. Especialista lista dicas para evitar transtornos

Época de férias é sinônimo de crianças com mais tempo livre em casa e programações de passeio e lazer para os pequenos. Mas esse maior período dentro de casa pode trazer problemas para os pais, que, apesar dos cuidados, as crianças acabam sendo vítimas de acidentes domésticos.

No Brasil, acidentes domésticos e de trânsito representam a principal causa de morte de crianças de um a 14 anos. São cerca de 4,7 mil mortes e 125 mil hospitalizações ao ano, segundo dados do Ministério da Saúde. Números que podem deixar de ser computados com algumas atitudes de prevenção adotadas no cotidiano.

De acordo com a pediatra Amanda Carvalho, os casos que chegam à urgência, envolvem desde viroses intestinais, traumas causados por quedas e queimaduras. Com relação aos alimentos, a pediatra alerta que, na maioria das vezes estes não foram preparados com o manuseio correto nem foram mantidos com a devida conservação.

“Os pais precisam ter cuidado com alimentação dos filhos nesta época de férias, quando acabam ingerindo líquidos ou alimentos contaminados. Normalmente, nessa época, aparecem as viroses intestinais, que a criança pode apresentar sintomas como dor abdominal, febre, vômitos e calafrios por conta de comer alimentos que ficam expostos em feiras, praças de alimentação”, comenta.

Em algumas vezes, os pais optam por fazer passeios que incluem banhos de piscina, ocasiões na qual as crianças acabam ingerindo água que pode estar contaminada até mesmo com coliformes fecais no momento do mergulho.

“A quantidade realmente aumenta durante as férias, em virtude da grande do tempo maior da criança em casa, mas também pode acontecer em passeios, quando a criança vai brincar de bicicleta ou triciclo e acabam caindo e se machucando”, explica.

Fonte: Portal O Dia

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Simulador encarece preço da CNH em até 20%

Preço para tirar a CNH com simulador

Norma é válida só para categoria B; Valor para obter a habilitação para dirigir deve subir em R$ 250,00.

Muita gente prometeu, no último réveillon que “de 2014 não passa” e vai correr atrás da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). No entanto, quem quiser tirar a habilitação para dirigir a partir de agora terá que passar por cinco aulas em um simulador de direção instalado nas autoescolas. 

A nova regra, no entanto, causou um aumento de até 20% no valor gasto na emissão do documento. Antes da mudança, em média, o candidato a condutor desembolsava cerca de R$ 1,2 mil. Com a alteração, o valor subirá até R$ 250. Os dados são da Federação Nacional das Autoescolas (Feneauto).

A norma é válida apenas para a categoria B, que é a categoria de habilitação para automóvel. Além disso, nenhuma aula simulada terá caráter eliminatório e não haverá provas ou avaliações no simulador. 

Cada aula terá 30 minutos e todas devem ser feitas obrigatoriamente antes das aulas práticas, justamente para dar ao candidato maior segurança no momento em que ele for pegar um carro verdadeiro para dirigir. As aulas práticas continuam sendo 20 aulas de 50 minutos cada. 

Ainda segundo a Feneauto, o custo médio de um aparelho simulador é de R$ 40 mil, mas é possível obtê-lo por comodato. Vale lembrar que o custo será repassado para o consumidor. 

As autoescolas não são obrigadas a ter a máquina e podem dividir o equipamento com outras empresas, desde que o aparelho utilizado esteja com a manutenção em dia. A taxa para a manutenção varia de R$ 750 a R$ 1.750 e deve ser feita mensalmente.

 Fonte: Dia a Dia

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