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Proposta obriga autoescola a oferecer veículos adaptados para pessoas com deficiência

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A Comissão de Direitos Humanos (CDH) vai analisar o PLS 294/2016, que obriga as autoescolas a oferecer carros adaptados para deficientes físicos.

A proposição, do senador Romário (PSB-RJ), determina que os Centros de Formação de Condutores providenciem, para cada 20 veículos de sua frota, um modelo adaptado que tenha ao menos câmbio automático, direção hidráulica ou elétrica, vidros elétricos e comandos manuais de freio e de embreagem.

Segundo o parlamentar, é justo que pessoas com limitações físicas tenham a possibilidade de adquirir a prática e fazer as aulas necessárias para obter uma carteira de habilitação (CNH). “Como poderá a pessoa com deficiência adquirir a tal proficiência, se não existem veículos adaptados oferecidos pelos centros de formação de condutores?”, indaga.

Para alcançar seu objetivo, o projeto  altera o artigo 154 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/1997), que trata dos veículos destinados à formação de condutores. A proposta ainda aguarda a designação de relator pelo presidente da CDH, Paulo Paim (PT-RS).

Com informações da Agência Senado

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/instrutor-e-cfc/proposta-obriga-autoescola-oferecer-veiculos-adaptados-para-pessoas-com-deficiencia/

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Especialistas defendem aplicação da disciplina de educação no trânsito na grade curricular das escolas e universidades

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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil apresenta taxa de 23,4 mortes no trânsito para cada 100 mil habitantes. O país tem o quarto pior desempenho do continente americano, o que pode levar o país a registrar até 2030, 1 milhão de mortes nas estradas. Mas esta estimativa pode ser freada caso haja um plano nacional de inserção da disciplina de educação no trânsito nas escolas e nas universidades, como defendeu o tenente Coronel Israel Moura, professor de direito de transito e um dos maiores especialistas do assunto no país.

O especialista em direito de trânsito é a favor de punição severa para quem cometer morte no trânsito. Segundo Israel Moura, quem dirige alcoolizado ou sob enfeito de substâncias químicas, assume o risco, conscientemente, de provocar alguma tragédia.

Umas das principais vítimas da imprudência no trânsito da capital amazonense são os ciclistas, é o que aponta Paulo Aguiar, coordenador do Grupo Pedala Manaus.

O problema foi um dos diversos assuntos abordados durante o primeiro seminário de direito de trânsito e segurança pública aplicada ao trânsito, realizado no fim de semana em uma faculdade particular da capital. Além de direito de trânsito, também foram discutidos temas polêmicos, como vídeo monitoramento e o papel da perícia nos acidentes.

O procurador chefe do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Transito (Manaustrans), Maurício Miranda, acredita que com novas mudanças na legislação de trânsito, os índices de acidentes possam diminuir.

Fonte: http://www.redetiradentes.com.br/especialistas-defendem-aplicacao-da-disciplina-de-educacao-transito-na-grade-curricular-das-escolas-e-universidades/

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Online para o virtual, offline para a vida real

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O aplicativo Pokemón Go é a febre do momento. Um jogo de realidade aumentada que utiliza o celular, a internet e o GPS. O jogador informa ao aplicativo a sua localização e sai para áreas externas à caça de monstrinhos virtuais. Só que eles aparecem no mapa do GPS em áreas reais: canteiros, quintais, do outro lado da rua, em avenidas, dentro de casa, enfim… Nesse jogo de interação entre o real e o virtual o jogador tem que caminhar em busca dos pokemóns. Desde que o aplicativo foi liberado no Brasil são frequentes as notícias de atropelamentos, colisões, quedas da própria altura e de prédios nos andares mais altos. Até afogamentos se sabe que foram a causa da morte de caçadores de pokemóns. E as consequências dos comportamentos de quem brinca com a realidade aumentada como se reflete no trânsito?

Alheia às especulações, juízos de valor e (des)qualificações do Pokemón Go que o tratam como coisa do capeta, jogo do diabo, jogo que forma uma geração de zumbis e afins, procuro ver da ótica da minha formação e profissão: a segurança no trânsito.

As defesas mais inflamadas deste jogo de realidade aumentada o nivelam com outros aplicativos como o próprio whatsapp, facebook, linkedin e tantos outros. Só que o whatsapp, o facebook, o linkedin e outros jogos podem ser acessados de celular ou computador de mesa em ambientes seguros, ainda que não o sejam e possamos ver isso inclusive no trânsito.

Sim, estão certos quando mencionam as pessoas que já provocaram colisões digitando mensagens de voz, teclando, escrevendo mensagens de texto, assim como estão certos quando mencionam os pedestres atropelados na faixa ou fora dela porque estavam usando fones de ouvido e não ouviram os sons naturais do trânsito. Muitos ciclistas também já foram mortos dessa forma, assim como os motoristas que dirigiam com fone de ouvido ou som alto. Só que numa coisa o jogo de realidade aumentada se diferencia: se não sair para o mundo real, para o espaço público atrás dos monstrinhos Pokemón não vai conseguir jogar.

É exigência ter que caminhar até o lado externo da casa e para além dos limites do quintal ou do prédio para jogar. E o pior: caminhar distraído, olhando para a tela do celular para não perder a criatura virtual de vista enquanto que na vida real o risco de acidente se potencializa. Risco de atropelamentos, de colisões quando se dirige para chegar ao Pokemón mais raro, que dá mais pontuação ou mais difícil de ser caçado.

É fato que a tecnologia é uma das grandes revoluções da humanidade, tanto quanto a Revolução Industrial e tantas outras, além de ser um caminho sem volta. Nem que quiséssemos eliminaríamos o celular e tantas outras conquistas tecnológicas que mudaram realmente o rumo da humanidade e das nossas vidas. Certamente, os benefícios e as  contribuições da tecnologia estão presentes e são muito maiores e mais positivas, sobretudo para o bem.

A questão está na falta de limites e no mau uso da tecnologia em função dos comportamentos humanos. No acidente de trânsito a culpa não é do carro: é do comportamento, das atitudes, das práticas dos motoristas. E mesmo quando o carro pifa, a falha é de quem deveria ter feito a manutenção preventiva e não fez. Negligência.

Comparações simplistas tais como “se tem acidentes acabem com os carros” são de uma ingenuidade tamanha ou de uma pequenez extrema ao ponto de não reconhecer a função dos motorizados em nossas vidas para o transporte e o deslocamento de pessoas. Não se pode jogar o bebê fora junto com a água do banho.

Como se já não bastassem as tantas formas de distração no trânsito, temos de lidar com mais esta: a distração dos caçadores de pokemóns que atravessam a rua sem olhar e sem constatar quando o sinal mudou de cor. A velha mania de olhar e sair correndo e que ignora o estado de inércia quando o veículo já vem a 50, 60, 70 ou mais quilômetros por hora.

Assim como nas postagens, memes e tantos apelos em redes sociais em que os casais estão na mesma cama, cada um virado para o seu lado ou de frente olhando para o celular e não se veem, não se enxergam, estamos nos distanciando cada dia mais uns dos outros. Famílias que já não fazem mais as refeições juntas, os grupos de trabalho que se encontram apenas virtualmente, cada um de suas casas e de seus equipamentos eletrônicos, o diálogo que some e agora é virtual, as relações afetivas que vão se enfraquecendo.

Se antes já éramos uma geração que reclamava do individualismo e do egoísmo, estamos ficando individualistas hi-tech. Mas, até aqui, isso ainda é tratado como divagação.

Voltando para as consequências do jogo de realidade aumentada e o trânsito, a realidade do trânsito que mata e sequela milhões em todo o mundo, que já é uma realidade bem grande, doída, sofrida, violenta, cheia de dor e sofrimento, pode ser realmente aumentada pela distração de caçadores de pokemóns.

O uso racional do carro diminui e impacta menos o meio ambiente, a mobilidade e a vida das pessoas. O uso racional e inteligente da tecnologia só traz benefícios. Como em tudo na vida a diferença entre o remédio e o veneno está na dose. A culpa não é do carro, é de quem o dirige. A culpa é do jogo? Ou de quem joga distraído, online para o virtual e offline para a vida real?

Fonte: http://portaldotransito.com.br/opiniao/educacao-de-transito/online-para-o-virtual-offline-para-vida-real/

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Mortes de crianças e adolescentes no trânsito só perdem para homicídios

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Com uma média de 8,1 mortes por acidentes de trânsito a cada 100 mil crianças e adolescentes, o Brasil ocupa o nono lugar entre 88 países no quesito, com base em dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

No país, o Mato Grosso aparece em primeiro lugar na lista de mortes de crianças e adolescentes no trânsito em 2013. A média foi 17,2 mortes por 100 mil.

Roraima fica em segundo lugar, com 14,9 em 100 mil crianças e adolescentes. Os números foram analisados no relatório Violência Letal Contra Crianças e Adolescentes do Brasil.

De acordo com o autor do estudo feito pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Julio Jacobo, nos últimos anos houve avanços no combate à mortalidade por causas naturais.

Mas as causas externas aumentaram quase 30% e os acidentes de trânsito estão em segundo lugar, atrás apenas dos homicídios.

Há, porém, uma grande variação regional no país. Se no Mato Grosso a média é de 17,2 vítimas por 100 mil, no Amazonas a média é de 3,7.

O Acre ganhou destaque por ter mais de 20% de redução da mortalidade no trânsito, entre 2003 e 2013.

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Para o professor de psicologia do Centro Universitário de Brasília e consultor de comportamento no trânsito Fábio de Cristo além do uso correto dos equipamentos de segurança é necessário que a formação dos motoristas brasileiros se atente para as relações interpessoais no trânsito.

Um dado positivo do relatório foi a diminuição da morte de pedestres em quase 70%. Para Fábio de Cristo, um dado que se deve a boas campanhas de conscientização.

No entanto, o índice destoa quando a análise é sobre acidentes com motocicletas: um aumento de mais de 1000% pelas ruas e estradas do país.

Com informações da Agência Brasil

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Acidentes com motos continuam aumentando no Brasil

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Dados muito preocupantes foram divulgados essa semana em uma reportagem no UOL: o número de mortos e feridos em acidentes com motos mais que triplicou no país entre 2002 e 2013. Os dados são do estudo “Retrato da Segurança Viária no Brasil”.

Segundo a reportagem, das 43.075 mortes no trânsito ocorridas no Brasil em 2013, 12.040 foram motociclistas ou passageiros de motos –mais de três vezes os mortos em 2002, quando 3.773 perderam a vida. Já o número de feridos em acidentes com moto quadruplicou no período: de 21.692 para 88.682.

Os resultados do estudo se baseiam apenas nos acidentes cujo meio de transporte envolvido foi identificado, descartando as categorias “outros” e “sem informação”. Portanto, os números não se baseiam no total absoluto registrado no país e apontam que os motociclistas representaram 37% das mortes e 56% dos feridos nos acidentes em 2013 –motos constituem 26% da frota nacional de veículos automotores.

Isto quer dizer que de 2002 a 2013, período abordado pelo estudo, acidentes com motos passaram a ser a principal causa de morte do país quando o motivo é acidente de trânsito.

Os dados do DPVAT confirmam essa triste realidade.  De acordo com a Seguradora Líder, no ano de 2015, seguindo a mesma tendência dos anos anteriores, a motocicleta representou a maior parte das indenizações, 76%, apesar de representar apenas 27% da frota nacional.

Além das vidas, o país tem perdido muitos milhões, que poderiam ser investidos na saúde, com os acidentes de trânsito. Segundo o estudo, em 2013, a estimativa é que o país tenha gastado R$ 16,9 bilhões com os acidentes de trânsito.

Agora vem a grande pergunta, por que isso está acontecendo? Essa é uma questão que tem várias respostas, uma delas é o aumento da frota, as motocicletas substituíram muitos tipos de meios de locomoção, devido à agilidade e custo. Junte-se a isso o fato de que, em várias cidades, é bastante comum o serviço de moto-táxi (pouco difundido no Sul) e ainda a resistência de muitos em usar o capacete.

Porém, na minha opinião, essas questões não são as mais graves. O pior problema é que muitos desses motociclistas pilotam sem nenhuma formação para isso, sem nunca sequer terem entrado numa autoescola. Por exemplo, segundo o Detran/CE, a frota de motocicletas no Interior é de aproximadamente 650 mil, enquanto a dos portadores da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria A (para guiar motos) é de cerca de 450 mil. Significa dizer que cerca de 200 mil pessoas conduzem motocicletas de forma indiscriminada, sem ter passado por aulas de legislação de trânsito, isso só em um estado.

Não que o processo para tirar a CNH “A” seja milagroso e a solução para todos os problemas, longe disso, mas deve ser o início do processo de conhecimento e de conscientização quanto aos perigos enfrentados no trânsito.

Nesse processo de formação de condutores, muita coisa deve ser modificada. O fato das aulas acontecerem em ambiente fechado não cabe mais no contexto que vivemos: cada vez mais motos na rua e cada vez mais mortos no trânsito. Mas essa é uma segunda fase.

A primeira certamente é o início de uma fiscalização séria e abrangente. Somente assim as pessoas começarão a procurar formas de regularizar a situação e certamente sairão da ilegalidade. É um processo lento e contínuo.

Além disso, o velho discurso: investimentos em educação de trânsito. Muitos acidentes poderiam ser evitados com simples mudanças de atitude. A realidade nas ruas nos mostra que são poucos os motociclistas que respeitam as leis de trânsito, parece que querem desafiar o perigo. Não quero generalizar, mas infelizmente muitos se comportam como se estivessem sempre corretos (mesmo fazendo as piores imprudências) e ainda se mostram agressivos e violentos. Existem motoristas de outros veículos assim? Claro que sim! Mas infelizmente a fragilidade da motocicleta é indiscutível e quem vem pagando o preço por isso são os motociclistas, os dados não me deixam mentir.

Diante disso, não é mais possível que todas as esferas do governo se calem. As ruas estão pedindo socorro! É preciso que aconteça imediatamente: um aumento da fiscalização específica, reforma no processo de primeira habilitação para os motociclistas e melhoria nas condições das vias. Não podemos mais esperar!

Você concorda ou não? Deixe seu comentário abaixo!

Fonte: http://portaldotransito.com.br/opiniao/saiu-na-midia/acidentes-com-motos-continuam-aumentando-no-brasil/

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Comemore o Dia do Motorista e seja a mudança que o trânsito precisa!

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Hoje (25) é dia de celebração nas estradas e vias brasileiras, afinal, é Dia do Motorista! E nada mais justo do que o nosso Blog Viver Seguro no Trânsito homenagear condutores de todo o país que se preocupam em transformar as ruas em sinônimo de prudência, atenção e respeito às regras de trânsito. A data também é uma referência ao Dia de São Cristóvão, reconhecido como o padroeiro dos condutores e viajantes.

Os avanços na fiscalização e na conscientização de motoristas devem ser comemorados, mas ainda é preciso fazer mais. De acordo com estatísticas da Seguradora Líder-DPVAT, os condutores ainda são as maiores vítimas de acidentes, representando 64% dos casos em 2015. No mesmo período, desse total, 54% das indenizações pagas foram referentes a ocorrências fatais e 64% dos acidentes deixaram os motoristas com sequelas.

Os números comprovam a necessidade de se praticar diariamente atitudes responsáveis no trânsito para tornar a circulação de motoristas, passageiros e pedestres mais segura e com a certeza de que chegarão aos seus destinos. Ser consciente no trânsito deve ser uma atitude diária de todos nós e, por isso, precisamos também estar atualizados sobre as leis e possíveis mudanças que elas possam sofrer;  fazer periodicamente a manutenção do veículo; estar atentos ao que acontece nas vias e tranquilos na hora de guiar o carro.

Motorista, aproveite o seu dia com responsabilidade, amor e cidadania. O poder de preservar vidas no trânsito pode estar em suas mãos. Seja você agente dessa mudança!

Fonte: http://www.viverseguronotransito.com.br/2016/07/comemore-o-dia-do-motorista-e-seja-a-mudanca-que-o-transito-precisa/

 

 

 

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Você sabe quando e como usar o triângulo de sinalização? O Portal explica

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O triângulo de segurança, ou dispositivo de sinalização luminosa e refletora de emergência, é um equipamento obrigatório em todos os automóveis.

O item deve ser utilizado quando o veículo estiver impossibilitado de andar, devido à pane ou acidente. O dispositivo é fundamental para avisar aos outros motoristas que há alguém parado logo à frente, diminuindo assim o risco de acidente.

Quando usar

Sempre que acontecer alguma emergência como, pneu furado, pane ou acidente, tente estacionar fora da pista e use o triângulo. Lembre-se que em caso de acidente sem vítima, o correto é retirar os carros da via para não atrapalhar a fluidez do trânsito.

Como usar

Se não houver alternativa, e o condutor não puder tirar o carro da via, existem normas a serem seguidas. Segundo a Res.36/98 do Contran, a distância mínima para sinalização em uma emergência é de 30 metros da parte traseira do veículo. Porém, para definir o melhor local para colocar o triângulo de sinalização, é possível utilizar a regra de 1 metro de distância para cada km/h de velocidade da via. Por exemplo, se o limite de velocidade da via for 60 km/h, o condutor deve colocar a sinalização a 60 metros da parte traseira do veículo, mas dependendo das condições adversas, como chuva ou neblina, esta distância deverá ser dobrada. Para facilitar a contagem, o condutor deve utilizar um passo longo que representa um metro de distância.

Trafegar sem o triângulo é infração gravíssima com multa no valor de R$191,54.

Além do triângulo, é possível espalhar arbustos ou galhos de árvores no leito da via e ainda, abrir o capô e o porta-malas do veículo para chamar a atenção.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/voce-sabe-quando-e-como-usar-o-triangulo-de-sinalizacao-o-portal-explica/

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A sociedade dos bárbaros e dos inválidos

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Por Márcia Pontes.

Diz a lenda que somos mais de 50 mil mortos no trânsito anualmente e mais de 700 mil inválidos que sobrevivem com algum tipo de sequela. Na boa e sem medo de errar: somos muito mais e isso não é lenda. É realidade diária, cotidiana, afeta milhares de famílias e ninguém está imune. O primeiro arrancou o braço de um ciclista na Avenida Paulista e só parou o carro quilômetros depois para livrar-se dele atirando-o em um córrego fétido e imundo. O segundo também decepou o braço de um ciclista e só livrou-se dele mais de 1,5km de distância depois. Só parou o carro para livrar-se do pedaço decepado de outro ser humano e seguir trajetória. Em que mundo vivemos? Que sociedade é essa? Bem-vindos à sociedade dos bárbaros e dos inválidos.

Os bárbaros da História eram os povos germânicos que habitavam as regiões Norte e Nordeste da Europa e Noroeste da Ásia na época do Império Romano. Ficaram conhecidos pela marca da violência em suas invasões, que por fim, derrubaram o Império Romano. Assim, anos de evolução depois, as expressões “barbaridade”, “barbárie” e afins continuam sendo usadas para tentar expressar algo violento, impiedoso, cruel e implacável. Pontualmente, expressões que vêm sendo empregadas cada vez mais em referência à violência das pessoas no trânsito.

Os bárbaros desempenham diversos papéis no trânsito. Os mais conhecidos são os motoristas que raramente dirigem de cara limpa e não raro combinam bebida alcoólica com algum outro tipo de droga. Não sabemos quem são os mais perigosos e cruéis: os bárbaros de cara torta ou os bárbaros de cara limpa no trânsito. Há também os bárbaros que dirigem sem habilitação porque não as tem ou porque lhes suspenderam ou cassaram o direito de dirigir.

Os bárbaros no trânsito não deixam nada a dever aos bárbaros e costumam ser ainda mais violentos. Mudaram-se as armas: os guerreiros selvagens dos livros de história empunhavam armas grandes como machados e espadas de duas mãos. Os bárbaros modernos empunham o volante dos motorizados e geralmente dividem a empunhadura com latas, garrafas de cerveja ou algum tipo de droga que consomem enquanto dirigem.

Os bárbaros do volante quando não empunham suas armas passam por cidadãos comuns, educados, respeitáveis e sorridentes. Há os bárbaros que são no volante como são em qualquer situação na vida: marrentos, arrogantes, egoístas, selvagens e capazes de uma fúria bestial acompanhada de imprudência e irresponsabilidade tanto quanto os bárbaros com cara de bonzinhos.

Os bárbaros da História degolavam cabeças e amputavam membros. Os bárbaros do volante atropelam em alta velocidade, arrastam motos, bicicletas e corpos por quilômetros. Eles também arrancam pedaços das pessoas, ferem, mutilam, matam e livram-se dos corpos pelo caminho.

Os inválidos? Quando não morrem são vítimas dos bárbaros. São os trabalhadores indo ou vindo para o trabalho que têm a desgraça de cruzar com um bárbaro ao volante em seu caminho. São crianças indo ou vindo da escola, são mães com bebês no colo ou no carrinho; são os pedestres, os ciclistas, os motociclistas e os outros motoristas. Não interessa a forma de vida, os bárbaros as aniquilam.

As vítimas dos bárbaros no trânsito nem sempre sobrevivem e passam o resto de suas vidas roubadas no fundo de uma cama, dependentes dos outros para tudo: comer, beber, para a higiene pessoal e vegetar. Os bárbaros quando atacam quase sempre saem ilesos e ferem-se superficialmente enquanto os inocentes pagam a conta de sua selvageria, imprudência e responsabilidade.

Os inválidos também se multiplicam no sofrimento: são os pais, as mães, os irmãos, os filhos, os amigos das vítimas condenados a viverem com o coração mutilado, com os olhos fundos e sem o mesmo brilho de antes.

Os inválidos somos cada um de nós, vítimas ou não dos bárbaros ao volante, incluindo a sociedade e os seus heróis da resistência que pregam a paz e pedem por um trânsito humano e seguro. Nessa guerra entre o bem e o mal somos muitos e as baixas têm sido muito maiores do lado dos inocentes.

Na sociedade dos bárbaros e dos inválidos em que nos transformamos, impera também o egoísmo, o individualismo, as trapaças, as pequenas e grandes corrupções no trânsito, a tolerância e a impunidade. Impera a anodinia, a falta de respeito, de cidadania, a falta de valores e de virtudes.

Nessa guerra no trânsito que mata mais que todas as guerras no Oriente, mais do que o câncer e todas as doenças vasculares juntas vivemos a pior espécie de genocídio que existe: o genocídio sobre rodas. É muita barbaridade junta!

Na história, as guerras sangrentas promovidas pelos bárbaros durou cerca de 2 mil anos, até que eles fossem derrotados e as Cruzadas tiveram importante papel neste sentido.

Talvez seja disso que precisemos: de iniciar a nossa verdadeira cruzada contra os bárbaros no trânsito. Uma cruzada cidadã, legal, multissetorial, social, penal, e que acabe com uma de suas armas mais fortes: o sentimento de impunidade.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/opiniao/educacao-de-transito/sociedade-dos-barbaros-e-dos-invalidos/

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Os valores das multas mudarão – Lei 13.821/2016

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Com a alteração do Código de Trânsito Brasileiro – CTB pela Lei Federal n.º 13.281, de 4.5.2016, teremos aumento no valor das multas por infrações de trânsito, entre outras alterações.

No dia 1º de novembro de 2016, entra em vigor a nova lei, momento esse que iniciará a fiscalização pelos agentes de trânsito, consequentemente, autuação que gerará multas de trânsito, as quais certamente acarretará preocupação pelo aumento no valor ao condutor.

Destaca–se que desde a extinção da UFIR – Unidade Fiscal de Referência (era um fator de correção do valor de impostos), os valores não eram reajustados. Esses valores agora sofrerão atualização monetária por determinação do Contran – Conselho Nacional de Trânsito, respeitada a variação do IPCA/IBGE, o índice oficial do Governo Federal que mede a inflação no país, no exercício fiscal anterior.

Vale dizer que, com o aumento dos valores, os condutores devem prestar mais atenção na sinalização de trânsito, assim diminuindo a possibilidade de expedição de notificação de imposição de penalidade. Esse será expedido com data de validade para tal pagamento e recurso se entender necessário.

Os novos valores base das multas são os seguintes – art. 258/CTB:

 Infração leve (66%*)     Infração média (52%*)       Infração grave (52%*)      Infração Gravíssima (53%*)

De:R$53,20                         De:  R$ 85,13                            De:127,69                         De: R$ 191,54

Para: R$ 88,38                      Para: R$130,16                     Para: R$195,23                     Para R$ 293,47

Valores dos multiplicadores

Gravíssima X 2 – de R$ 586,94

Gravíssima X 3 – de R$ 574,62 para R$ 880,41

Gravíssima X 5 – de R$ 957,70 para R$ 1.467,35

Gravíssima X 10 – de R$ 1.915,40 para R$ 2.934,70

Gravíssima X 20 – de R$ 3.830,80 para R$ 5.869,40

Gravíssima X 60 – de R$ 11.492,40 para R$ 17.608,20

*aumento

Dentre os diversos artigos estabelecidos com alteração no valor da multa, vamos destacar exemplos de autuações que ocorrem diariamente, sendo as mais comuns no trânsito.

  1. Dirigir utilizando CELULAR – a infração que era média passou para gravíssima de 7 pontos no prontuário, com valor de R$ 293,47.
  1. Condutor flagrado sem a Carteira Nacional de Habilitação – CNH, ou se possuir o documento da habilitação, mas estiver cumprindo pena de: a) cassada; b) suspensa; ou c) irregular, será considerada Infração gravíssima, com valor alterado de R$ 574,62 para R$ 880,41.
  1. Foi inserido no artigo 253 a alínea “A”, nesse ficou estabelecido que o condutor que “usar qualquer veículo para, deliberadamente, interromper, restringir ou perturbar a circulação na via sem autorização do órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre ela”, será imposto :
  • Infração – gravíssima;
  • Penalidade – multa (vinte vezes) – de R$ 3.830,80 para R$ 5.869,40, e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;
  • Medida administrativa – remoção do veículo.
  • 1º Aplica-se a multa agravada em 60 (sessenta) vezes aos organizadores da conduta prevista no caput – de R$ 11.492,40 para R$ 17.608,20.
  • 2º Aplica-se em dobro a multa em caso de reincidência no período de 12 (doze) meses.
  • 3º As penalidades são aplicáveis a pessoas físicas ou jurídicas que incorram na infração, devendo a autoridade com circunscrição sobre a via restabelecer de imediato, se possível, as condições de normalidade para a circulação na via.”
  1. Estacionar “nas vagas reservadas às pessoas com deficiência ou idosos, sem credencial que comprove tal condição“, é infração gravíssima, sujeito a multa e a remoção do veículo – art. 181, inciso XX/CTB, e multa de R$ 191,54 para R$ 293,47

Art. 77-E.  A veiculação de publicidade feita em desacordo com as condições fixadas nos arts. 77-A a 77-D constitui infração punível com as seguintes sanções: (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

Os parâmetros máximo e mínimo pela infração prevista no artigo 77-E foram aumentados para “multa de R$ 1.627,00 (mil, seiscentos e vinte e sete reais) a R$ 8.135,00 (oito mil, cento e trinta e cinco reais), cobrada do dobro até o quíntuplo em caso de reincidência.

Diante de todas as alterações, a matéria trazida aqui é em razão de tantas dúvidas envolvendo motoristas, entre outros profissionais. Temos 05 (cinco) meses para entender todas as alterações, atualizar cadastros nos órgãos do Detran – Departamento de Trânsito de seu Estado, o que possibilita não deixar de receber notificações.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/opiniao/normas-e-legislacao/os-valores-das-multas-mudarao-lei-13-8212016/

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Todos os dias 9 aviões caem no Brasil

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Imagem: Band

Quando assistimos ou lemos reportagens sobre o acidente de ônibus ocorrido em São Paulo no último dia 8, que deixou 18 pessoas mortas, sendo 17 delas estudantes universitários, naturalmente nos impressionamos. Entretanto, é nas imagens posteriores sobre o enterro das vítimas que percebemos o impacto humano do acidente. Seja pela transmissão da emoção dos familiares ou pelo número de pessoas que compareceram à cerimônia, mesmo sem terem ligação com qualquer um dos envolvidos no acidente.

São centenas de pessoas reunidas, emocionadas e inconformadas com a perda de vidas que poderiam ser evitadas. É nesse momento, ao ver a multidão que dá adeus a uma dezena de vítimas fatais, que constatamos que a morte no trânsito é frequente e afeta muito mais gente do que aparece nas estatísticas e nos noticiários. Muitos pais ficam órfãos de filhos, esposas de maridos, irmãos de irmãs, filhos de pais.

Os mais de 40 mil mortos e 500 mil feridos registrados a cada ano nos acidentes de trânsito no Brasil, são suficientes para ocupar a capacidade de 3.375 aviões tipo Boeing 737-800 com vítimas, ou, usando outra comparação, a queda de 9 dessas aeronaves por dia. Quantos aviões ainda seriam necessários para transportar todos os familiares e amigos das vítimas para a cerimônia do adeus? E apesar disso, ainda não percebemos a dimensão e a gravidade da violência no trânsito. Por quê?

Em primeiro lugar, porque nos impressionamos com as manchetes, com o extraordinário. A soma das vidas perdidas por dia, espalhadas por todo território nacional, não despertam nossa atenção. Talvez se tivéssemos um painel na porta dos aeroportos mais importantes do país informando quantos aviões seriam necessários por dia para transportar mortos e feridos no trânsito, seus familiares e amigos, talvez assim entendêssemos a importância de combater essa violência injustificada e evitável com recursos que a tecnologia e a educação nos oferecem. Mas para isso é preciso entender que não estamos falando de números, mas de gente, com nome e sobrenome e uma história brutalmente alterada e definitivamente interrompida.

Fonte: http://transitolivre.org.br/todos-os-dias-9-avioes-caem-no-brasil/?utm_source=facebook&utm_medium=post&utm_content=9-avioes&utm_campaign=social

 

 

 

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