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Maio Amarelo lança campanha #EuSou+1 por um trânsito mais humano

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Vai ao ar em todas as redes sociais – twitter, facebook e site do Maio Amarelo, a mais nova campanha do Movimento Maio Amarelo para mobilizar o país contra a epidemia das mortes no trânsito. A campanha está sendo lançada pelo OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, que coordena a mobilização no Brasil.

A campanha traz dois fortes apelos: “Somos 43 mil mortos no trânsito” e “Somos mais de 500 mil feridos no trânsito”. Essa epidemia precisa parar. Os números são dados da violência no trânsito no Brasil, apontados pelo DataSUS em 2014.

A proposta é evidenciar que as mortes precisam ser freadas e que cada um é responsável por mudar esse cenário.

Por isso, as peças fazem ainda um convite a todos os cidadãos: que cada um seja mais um por um trânsito mais seguro. Com a hastag “#eusou+1 por um trânsito mais humano”, o objetivo é  que as pessoas possam personalizar suas páginas do face, adotando o twibbon nas fotos de capa e de perfil, com esse  slogan.

Para o OBSERVATÓRIO Nacional de segurança Viária, a campanha traz um apelo para a sociedade deixar de terceirizar os problemas e sua responsabilidade. “Queremos mudar a lógica que o problema é responsabilidade dos outros e convidar a sociedade para essa mudança. Se cada um respeitar o trânsito, somaremos mais um em prol de uma sociedade mais segura e protegeremos milhares de vidas. O Maio Amarelo quer que todos sejam “mais um por um trânsito mais seguro”, convidam os organizadores.

É muito fácil ser mais atuando para salvar vidas. Contamos com todos!

Basta acessar o site www.maioamarelo.com ou o do OBSERVATÓRIO: www.onsv.org.br  e clicar para compartilhar, não tem segredo.

No twitter e facebook, basta adicionar a campanha.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/opiniao/educacao-de-transito/maio-amarelo-lanca-campanha-souum-por-um-transito-mais-humano/

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Seguro popular vai impedir avanço do mercado marginal

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Regulamentado pela Resolução 336/16 do CNSP, o seguro popular de veículos oferece a corretores e seguradoras, entre outras tantas vantagens, o fato de ser o melhor antídoto para frear o avanço da chamada “proteção veicular”, na verdade um produto totalmente irregular, comercializado por associações de classe e cooperativas, que está longe de resguardar os direitos do consumidor.

O presidente da Fenacor, Armando Vergílio, lembra que, por suas características, principalmente a possibilidade de utilização de peças recondicionadas – dentro dos critérios estabelecidos pela Lei do Desmonte -, que permite uma redução de até 30% do preço médio da apólice, o seguro popular, regulamentado por lei e comercializado por seguradoras devidamente autorizadas pelo órgão regulador, que constituem as devidas reservas técnicas para cumprir os compromissos assumidos com os segurados, se mostra muito mais adequado, consistente e factível. “Quando o consumidor for comparar, verá que não há diferença nos preços e que as garantias oferecidas pelo mercado legal de seguros são muito superiores. Não acredito que algum consumidor irá pensar duas vezes antes de optar pelo seguro popular”, frisa Vergilio.

Ele destaca ainda que, além do preço mais baixo e do respaldo legal que o sustenta, o novo produto traz outro benefício importante: a possibilidade de pagamento do seguro em até 12 parcelas.

Esse parcelamento também é oferecido pelo mercado marginal. Mas, acima de tudo como isca para atrair incautos. Isso porque, muitas vezes, na ocorrência do sinistro, sem ter a devida reserva para cumprir o que foi acordado, a associação ou cooperativa posterga o pagamento da indenização ou mesmo não liquida o sinistro, deixando desamparado o dono do veículo “coberto” pela proteção veicular.

No caso do seguro popular, isso não acontece. Dessa forma, o longo parcelamento, com a garantia legal de cumprimento do contrato, viabiliza a contratação do seguro por todas as camadas da população, inclusive as de menor poder aquisitivo e por donos de veículos mais antigos que necessitam, basicamente, de cobertura para danos provocados ao seu patrimônio e ao de terceiros em colisões no trânsito.

Armando Vergilio acredita que o novo seguro pode ser aprimorado, como já admite a Susep, que deve alterar alguns dispositivos da circular, atendendo a um pleito dos seguradores.

O presidente da Fenacor concorda, por exemplo, que o ideal é utilizar apenas oficinas credenciadas, como defende a Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg).

Ele também vê como positiva a proposta dos seguradores de se permitir a utilização de peças recondicionadas que não sejam as originais. “Tudo o que for feito para melhorar o seguro popular terá o nosso apoio. O que importa é termos um produto que trará para o mercado mais de 20 milhões de veículos que hoje trafegam pelo país sem qualquer cobertura securitária”, observa.

Com informações da FENACOR

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Nos EUA pedestres poderão ser multados por usarem celular

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Um relatório recente realizado nos EUA mostra dados alarmantes sobre uso do telefone celular por pedestres e sua relação direta com o número de mortes por atropelamento nas cidades norte-americanas.

Segundo a pesquisa, nos últimos quatro anos houve um crescimento de 15% no número de mortes de pedestres distraídos porque estão olhando para o celular ao atravessar uma rua.

No estado norte-americano de Nova Jersey, esse hábito pode se tornar crime, passível de multa e até prisão, caso uma proposta de lei seja aprovada.

A ideia é da congressista Pamela Lampitt, que sugere uma multa de até US$ 50 ou 15 dias de prisão para quem for flagrado andando pelas ruas de Nova Jersey com as mãos ocupadas em um aparelho eletrônico. “Pedestres distraídos, assim como motoristas distraídos, representam um potencial perigo para si mesmos e outras pessoas nas ruas”, disse Pamela.

Segundo a congressista, cerca de 11 mil pessoas acabaram feridas em incidentes causados por distração nos EUA, entre 2000 e 2011. Além disso, o número de pedestres mortos aumentou de 11% para 15% do total de acidentes no trânsito entre 2005 e 2014, diz Pamela.

Propostas semelhantes já foram apresentadas em diversos outros estados americanos, como no Havaí, Arkansas, Illinois, Nevada e Nova York. Por enquanto, porém, não há data para que o projeto de lei de Nova Jersey seja discutido ou votado no Congresso local.

Com informações da Associated Press

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/nos-eua-pedestres-poderao-ser-multados-por-usarem-celular/

 

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Clubinho Salva Vidas lança aplicativo mobile

O Clubinho Salva Vidas, um programa de entretenimento educativo que usa a tecnologia para educar e conscientizar crianças, acaba de lançar um aplicativo para smartphone, o Clubinho Salva Vidas Mobile.

Com mais de 90 fases em nove diferentes jogos, incluindo um módulo de desenho e de pintura, as crianças aprendem conceitos de educação no trânsito, cidadania, preservação do meio ambiente, segurança em ambientes urbanos, cuidados em ambientes aquáticos, economia de água, despoluição, entre outros. Quando a criança completa todas as fases, tem acesso a roupas exclusivas e torna-se “Agente do Bem”, com direito a troféu de “Honra ao Mérito”.

O projeto nasceu em 2011, por iniciativa de Eliandro da Silva Canto Maurat, que hoje é o diretor do Clubinho Salva Vidas. “Eu estava cansado de ver tantos acidentes de trânsito, e temendo pela segurança da minha família e das pessoas de modo geral, então criei o Projeto Salva Vidas no Trânsito, uma iniciativa voluntária com objetivo de ajudar a conscientizar as pessoas através de palestras de conscientização”, explica o idealizador. E completa: “Em janeiro de 2014 lançamos o portal gratuito de jogos. Entretanto, vimos a necessidade de migrar para o sistema mobile devido às novas tecnologias e a facilidade oferecida por celulares e tablets”, explica.

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A proposta do Clubinho é melhorar o desenvolvimento no comportamento e nas atitudes das crianças, mostrando a importância nos diversos seguimentos de segurança e meio ambiente. “Queremos também mostrar aos cidadãos brasileiros a realidade que nós conhecemos a respeito da segurança no trânsito e, além disso, mostrar o resultado irresponsável de calamidade pública, que vem impactando os cofres públicos, baseado na informação do Ministério da Saúde que divulgou gastar mais de 48% do total destinado à saúde só em acidentes de trânsito. Somado a isso, mais de quatro mil crianças morreram em acidentes de trânsito nos últimos quatro anos no Brasil [dados da Seguradora Líder DPVAT]. Estou certo que a vida de mais de 500 mil pessoas e o impacto econômico de cerca de 40 bilhões de reais anuais deve ser visto com ética e responsabilidade social por todos nós”, assinala Maurat.

O Programa tem como objetivo dar subsídios ao trabalho do professor nas escolas no sentido de contribuir, sobretudo, para diminuir as causas e os efeitos dos incidentes, especialmente no que se refere a casos com crianças. Desta forma, o aplicativo constitui-se num valioso instrumento para a conscientização e esclarecimento com relação aos direitos e deveres dos cidadãos e a preservação da vida. “O papel da escola é abordar a temática em uma linguagem mais compreensível para as crianças. As informações servirão de base para que os envolvidos possam refletir sobre os seus atos e consequências, e conhecer condutas éticas e morais, que são capazes de promover um ambiente democrático e sustentável com responsabilidade social, preservando a vida e o meio ambiente”, destaca Maurat.

Baixe agora em seu smartphone ou tablet gratuitamente um dos melhores jogos de aventura do mundo, desafios incríveis para você aprender brincando.

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Fonte: http://salaaberta.com.br/clubinho-salva-vidas-lanca-aplicativo-mobile/

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Feriado de Páscoa: imprudência e alta velocidade agravam acidentes

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Qualquer que seja a época do ano, feriados tendem a gerar uma movimentação acima da média nas rodovias federais e estaduais. A urgência de chegar ao destino somada ao desrespeito à legislação de trânsito são alguns dos fatores que tornam os condutores mais vulneráveis a acidentes. Portanto, hábitos como esses devem ser evitados independentemente da ocasião. 

Para conter os altos índices de acidente, o diretor da Perkons, Luiz Gustavo Campos, defende a implementação de ações integradas de educação, engenharia e fiscalização de trânsito, focadas na velocidade. “Quanto mais alta a velocidade, maiores os riscos de perda de controle do veículo e maior é a distância percorrida até a frenagem total. A 32km/h a distância de frenagem é de 12 metros, já a 112km/h a distância aumenta para 96 metros, ou seja, um quarteirão inteiro”, relaciona.

Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) revelam que foram mais de 79 mil veículos flagrados acima da velocidade permitida no feriado de Páscoa de 2015. São Paulo apareceu como estado campeão de registros, com 15% do total, seguido do Paraná e de Minas Gerais. Ainda assim, o ano foi considerado aquele com menor número de mortes e acidentes desde 2007, se considerada a frota de veículos. Foram 103 mortes e cerca de 2.300 acidentes nas rodovias federais do país.

A adoção de ações preventivas pela PRF acabou por gerar a redução. Além do patrulhamento e das abordagens dos condutores que cometeram infrações, foram promovidas atividades educativas para conscientizar os usuários sobre a importância de construir um trânsito mais seguro também nas estradas.

O uso dos medidores eletrônicos de velocidade converge com este mesmo objetivo. Estatísticas da Perkons apontam para um índice de respeito de 99,9% nos trechos onde estão instalados os equipamentos.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/feriado-de-pascoa-imprudencia-e-alta-velocidade-agravam-acidentes/

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Relator da comissão especial quer endurecer penas para crimes de trânsito

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O relator da Comissão Especial sobre Alteração do Código de Trânsito (PL 8085/14), deputado Sérgio Brito (PSD-BA), disse que vai propor uma reforma ampla no Código de Trânsito (Lei 9503/97), para endurecer as penas para os crimes no trânsito.

Segundo o relator, ao todo mais de 600 propostas estão sendo analisadas pela comissão. A ideia é apresentar um parecer preliminar em maio, e discutir a proposta nos estados, para votar o texto final até novembro. “A mudança nas penas é o carro-chefe da reforma”, ressaltou. Para ele, a comissão precisa dar uma resposta à sociedade em relação ao alto número de mortes provocadas por acidentes de trânsito.

O presidente da comissão, deputado Cacá Leão (PP-BA), destacou que mais de 70% dos atendimentos de emergência nos hospitais são devidos a acidentes de trânsito. A deputada Christiane de Souza Yared (PR-PR), que perdeu o filho em acidente de trânsito provocado por condutor alcoolizado, disse que o que inibe o uso do álcool por motoristas não é o aumento de pena, mas a certeza da punição. “Temos que punir severamente e exemplarmente para mudar essa situação”, afirmou.

Para o deputado Delegado Waldir (PR-GO), quem bebe e dirige ou atropela alguém na faixa de pedestre assume o risco de matar e deve ser punido por homicídio. A deputada Raquel Muniz (PSC-MG) apontou que as cidades precisam trabalhar a questão da mobilidade urbana, para diminuir o número de acidentes, e o Estado precisa melhorar a fiscalização, especialmente nas estradas.

Já o deputado Valdir Collato (PMDB-SC), que foi relator da chamada Lei do Motorista (13.103/15), que institui a obrigatoriedade do exame toxicológico de larga janela de detecção para caminhoneiros, sugeriu que a exigência fosse ampliada para jovens que querem retirar a carteira de motorista, por exemplo. O exame é capaz de detectar o uso de drogas no período de 90 dias.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/relator-da-comissao-especial-quer-endurecer-penas-para-crimes-de-transito/

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Teatro, música e muita diversão educativa com o Clubinho Salva Vidas

Através do Teatro e da música podemos buscar nos jovens uma reflexão e disseminação de saberes sobre segurança no trânsito, cidadania, meio ambiente e qualidade de vida. É o que tem feito o Clubinho Salva Vidas desde 2014 quando foi lançando o portal de jogos educativos onde as crianças aprendem brincando.

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Para contratações e eventos entrar em contato com Eliandro S. C. Maurat.

Tel: (21) 98157-0846 ou pelo e-mail: clubinhosalvavidas@hotmail.com

 

SITE:
www.clubinhosalvavidas.com.br

FAN PAGE:
www.facebook.com/clubinhosalvavidas

DESENHOS MUSICAIS:

https://www.youtube.com/channel/UCuHpyTHH7GyPdQeuH2xeZVA

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DPVAT registra queda de 15% no número de indenizações pagas em 2015

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Em 2015, foram pagas 652.349 mil indenizações pela Seguradora Líder-DPVAT por acidentes de trânsito em todo o Brasil. O número, referente a reembolso de despesas hospitalares, invalidez permanente e morte, é 15% inferior ao mesmo período de 2014. A maior queda registrada no período foi na cobertura de morte (19%), seguida de reembolso de despesas hospitalares (18%) e invalidez permanente (13%). No total, foram pagos R$ 3,381 bilhões em indenizações durante o ano passado.

Para o diretor-presidente da Seguradora Líder-DPVAT, Ricardo Xavier, a queda é um reflexo de uma fiscalização mais efetiva. “Os efeitos da Lei Seca e a conscientização sobre o uso de equipamentos de segurança no trânsito já começam a fazer efeito. No entanto, nossas ruas, estradas e avenidas produzem por dia muitos feridos, inválidos e mortos todos os dias. Temos que investir agora na educação do cidadão no trânsito para que o número de acidentes reduza mais ainda”, afirma o presidente.

As indenizações pagas por acidentes com motocicletas correspondem a 76% (497.009) do montante pago em 2015. Dos acidentes causados por motos, 83% geram algum tipo de invalidez permanente, 4% acabaram em morte e 13% resultaram em reembolso de despesas hospitalares. Já os automóveis somam 19% (124.267) das indenizações pagas no ano passado, enquanto caminhões e pick-ups 3% (17.973) e os ônibus micro-ônibus e vans 2% (13.100).

Do total das indenizações pagas, 64% (416.413) foram destinadas a motoristas, 18% (117.780) para pedestres e 18% (118.156) para passageiros. O levantamento da Seguradora Líder-DPVAT revela ainda que 74% das vítimas de trânsito indenizadas em 2015 são homens e 24%, mulheres. A faixa etária que concentra o maior número de indenizações, continua sendo é de 18 a 34 anos, correspondendo a 51% dos sinistros pagos no último ano.

Com 16,92% da frota nacional, a região Nordeste concentrou 33% (213.726) das indenizações pagas no ano passado. Já a região Sudeste, que tem 49,21% da frota, respondeu por 29% (192.724) das indenizações. A região Sul correspondeu por 18% (116.613) das indenizações pagas e tem 19,69% da frota. A região Norte e a Centro-Oeste tiveram, cada uma, 10% (cerca de 65 mil) das indenizações do Seguro DPVAT em 2015, cada região conta com 5,08% e 9,10% da frota de automóveis nacional, respectivamente.

Resultado financeiro

A arrecadação total do Seguro DPVAT, pago pelos proprietários de veículos automotores, somou R$ 8.654 bi no ano passado. Por lei, 50% desse dinheiro vai direto para União, via transferência bancária automática, no ato do pagamento da apólice do seguro, que destina 45% para o Sistema Único de Saúde (SUS) e 5% para o DENATRAN. Cada órgão recebeu R$ R$ 3,894 bilhões e R$ 432,8 milhões, respectivamente.

O total arrecadado para operação do Seguro DPVAT foi de R$ 4,326 bilhões, sendo R$ 3,381 bilhões gastos com despesas de pagamento de indenizações. Ainda há despesas com a constituições de provisões técnicas para pagamento de indenizações futuras e despesas administrativas e com impostos, como PIS e COFINS. O lucro das seguradoras consorciadas é estabelecido por lei em 2%, que, depois do Imposto de Renda e da Contribuição Social, fica em 1,2%.

Com informações da Seguradora Líder DPVAT

 

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Carnaval sem interrupção da vida!!!!

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O Carnaval está às portas e mais uma vez nos perguntamos: “quantos jovens vão morrer depois de se alcoolizarem e dirigirem?” Talvez não saibamos os números exatos, mas não é surpresa alguma receber notícias de mortes causadas por pessoas alcoolizadas ao volante em época de festas e feriados.

Antes da Lei Seca, o número de acidentes e mortes causados pela imprudência crescia de forma avassaladora. Em São Paulo, por exemplo, chegou-se a 50 mil ocorrências de acidentes seguidos de morte em todos os 645 municípios de São Paulo de 2001 a 2010. Com a tolerância zero da Lei Seca e mais fiscalização este número baixou para 16% na capital e 7,2% nos demais municípios segundo pesquisa da USP. Os números mostram uma queda no número de acidentes e mortes no trânsito em decorrência do álcool, mas muito longe ainda do que se espera.

O mundo avança quanto à conscientização “bebida e volante NÃO”, porém, o Brasil ainda batalha muito e obtêm pouco resultado positivo. Na Alemanha, as mortes caíram 83% nos últimos 40 anos, Austrália diminuiu em 40% o número de mortes nas ruas e estradas, isso em duas décadas, enquanto a China em apenas 10 anos alcançou uma transformação em relação ao número de mortes em se tratando e condutor alcoolizado, o que ocorria com os cidadãos de até 45 anos de idade.

No Brasil, fazemos e temos especialistas levando a matéria de forma atualizada aos órgãos e Gestões administrativas e Públicas, sendo as quais com competência para implantar novos estudos e investimento na educação, todavia, é sabido que morre mais de acidente de trânsito do que homicídio e câncer. Fazendo um paralelo, o brasileiro deve temer mais um condutor conduzindo veículo ou motocicleta que um assalto a mão armada ou câncer maligno.

Em alerta ao carnaval, especialmente aos jovens, que fazem uso da bebida alcoólica, e tendem praticar condução de veículo, os mesmos são considerados o maior número de vítimas em acidente de trânsito, principalmente entre 18 e 35 anos, e dessa segue as estáticas apresentando após o feriado número maior de mortes e acidentes na faixa etária.

O Brasil foi sede da maior discussão em o trafego em transporte terrestre do planeta na “ 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no trânsito”, desse um dos temas mais destacados foi discutir a diminuição de mortes no mudo, sendo no âmbito global para Década de Ação para Segurança no Trânsito 2011 – 2020.

Destaca que a cada ano ocorre 1.2 milhão de morte no mundo, decorrente de acidente de trânsito, estes óbitos atingem crianças de 5 à 29 anos, entre a maioria do sexo masculino.

Observa – se que a luta contra morte em acidente de trânsito está alavancada, porém, os meios de comunicação para as publicidades que antecipam os festejos de carnaval, estão ausentes na mídia. Faltam 2 (dois) dias para iniciar as festas no Brasil, país onde mais almeja foliões, inclusive turistas, dessa feita, no mínimo 1 mês de antecedência, a mídia, através de rede televisão, redes sócias, blogs, folder ’s, outdoor, entre outros destaques apresentando por cada Estado e Município em parceria com Denatran, Detran, órgãos Municipais, poderiam iniciar fortemente e diariamente em horário reservado, às manchetes, mensagens, fotos, estatísticas e tipificação para cada infração, além das infelizes consequências àqueles que não respeitarem a própria vida durante e após os desfiles, ou seja, e em  exemplo, sair para festa de carro com a lata de bebida alcoólica.

Os agentes de trânsito nesse período, são em número elevado, a PRF, PMSP, entre outros Estados no Brasil, todo ano preparam operação especial para essa data, mas estatisticamente, o número aumenta em relação aos acidentes, imprudência e desrespeito com a legislação de trânsito.

É assustador, o número passageiros ausentes para com o uso de  cinto de segurança no banco trás. Disso então, alguns dizem: Não sou assim, o que tenho com isso? Temos toda relação com o acidentado ou família que perdeu alguém em acidente de trânsito, já que aumenta o número também de grupos de mães, pais, familiares buscando justiça aos condutores que levaram a vida de seu ente de forma agressiva, imprudente, por conduzir veículo embriagado.

Diante do acima citado, em relação aos que morrem todos os anos no Brasil em face de desrespeito à legislação de trânsito, temos duas alternativas: 1. fazer a nossa parte como cidadãos, transformando-nos em educadores de jovens e crianças, ou 2. nos acostumarmos com as notícias de famílias sendo destruídas por causa do álcool.

“O carnaval passa, mas a dor da perda e as consequências pela imprudência fica para sempre!!!!”

Fonte: http://portaldotransito.com.br/opiniao/normas-e-legislacao/carnaval-sem-interrupcao-da-vida/

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Comissão aprova padronização de calçadas para circulação de deficientes

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A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 8331/15, do Senado, que padroniza as calçadas para facilitar a circulação, em vias públicas, de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Para cumprir esse objetivo, a proposta acrescenta, na Lei da Acessibilidade (Lei 10.098/00), o conceito de “passeio público”, definido como a parte da via pública destinada à circulação de qualquer pessoa e à instalação de placas e equipamentos de infraestrutura.

O texto explicita também normas que devem ser respeitadas na construção ou no reparo desses locais.

Conforme o projeto, os materiais utilizados deverão ter superfície regular, firme e antiderrapante. As obras devem ainda prever a existência de faixas de piso tátil e observar requisitos de permeabilidade para drenagem urbana.

Além disso, a parte das calçadas destinada à circulação de pessoas possuirá largura mínima de 1,20 metros. Já a porção usada para instalação de placas e equipamentos terá largura mínima de 70 centímetros e trará rebaixamentos para acesso de veículos.

Ainda de acordo com a proposta, nos trechos do passeio público formados pela junção de duas vias, serão asseguradas condições para passagem de pessoas com deficiência, bem como boa visibilidade e livre passagem para as faixas de travessia de pedestres.

A relatora na comissão, deputada Carmen Zanotto (PPS-SC), recomendou a aprovação do texto. “O acesso ao espaço urbano deve ser irrestrito e igualitário. No entanto, a ocorrência de barreiras físicas de acessibilidade impede a movimentação de pessoas com deficiência e outras que possuem dificuldades de locomoção”, disse a deputada.

“Toda a população possui o direito de usufruir a cidade e, portanto, é preciso que se garanta a inclusão dessa parcela considerável dos cidadãos na vida urbana, com prerrogativa da adequada locomoção em áreas públicas. As cidades deveriam ser planejadas para as pessoas, as quais primordialmente caminham”, complementou Zanotto.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/urbanismo/comissao-aprova-padronizacao-de-calcadas-para-circulacao-de-deficientes/

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