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Na viagem de férias, não esqueça da segurança da criançada!

Child sleeping in a car.

As férias são esperadas por toda a família. Momento de relaxar, não pensar em problemas, espairecer. Porém, mesmo nesses momentos de descanso, não podemos esquecer da segurança das crianças, inclusive no carro durante a viagem.

O transporte de crianças é regulamentado no Brasil pela Res.277/08, que estabeleceu a obrigatoriedade de uso de dispositivo de retenção adequado para a idade da criança. Para quem não obedece, a viagem pode acabar no posto policial, pois é proibido seguir viagem sem respeitar a legislação, isso além de receber uma multa de R$ 191,54. Mas lembre-se: nesse caso, a multa não é o mais importante. O uso do sistema de retenção adequado e corretamente instalado reduz em até 75% as mortes e em até 90% as lesões em caso de acidente.

Todos sabem que devem utilizar cadeirinhas, mas poucos sabem os motivos dessa obrigatoriedade.  As crianças são mais frágeis do que os adultos e o cinto de segurança não foi projetado para proteger indivíduos menores de 1,45 m. Por esse motivo, para prevenir lesões em crianças, é necessário utilizar o cinto de segurança e um equipamento adequado ao peso, altura e idade da criança, além de homologado por órgãos nacionais ou internacionais de qualidade.

Lesões mais comuns

As lesões mais comuns em crianças de até dois anos, em caso de acidente, são no pescoço. Isso acontece devido ao tamanho da cabeça do bebê e a fragilidade da coluna vertebral.

Entre os dois e quatro anos, as lesões mais comuns são na cabeça. As vértebras dos pequenos não são fortes o suficiente para suportar as desacelerações bruscas que acontecem em caso de acidente.

Já entre os quatro e dez anos, as lesões mais comuns são no abdômen. As crianças têm maior risco de lesão abdominal e hemorragia interna, porque os órgãos ainda não estão suficientemente fixados à sua estrutura abdominal, como nos adultos.

Normas

As normas brasileiras recomendam o tipo de dispositivo conforme a idade da criança, mas como explicado anteriormente, o mais importante não é não levar a multa e sim prezar pela segurança dos pequenos, e por esse motivo o Portal do Trânsito alerta que existem mais aspectos que devem ser levados em consideração, como peso e altura da criança.

De 0 a 13 Kg, ou desde o primeiro dia de vida no trânsito até aproximadamente um ano de idade, o dispositivo adequado é o Bebê Conforto.  Este equipamento deve ser instalado de costas para o movimento do veículo.

Já para crianças de 09 Kg a 18 Kg, com idade de 01 a 04 anos aproximadamente, o dispositivo adequado é a cadeirinha. Para os maiores, a partir de 15 Kg até 36 Kg, deve ser utilizado o assento de elevação. Os pais devem ficar atentos, pois a criança precisa desse equipamento até atingir 1,45 m e estar preparada para usar apenas o cinto de segurança do carro.

Todos os sistemas de retenção vendidos no Brasil estão adequados para instalação apenas no cinto de três pontos dos veículos.

Regras que valem uma vida

Quando se trata da segurança dos filhos, mais do que respeitar a lei, é preciso estar atento a algumas regras que o Portal do Trânsito separou e que podem valer uma vida no trânsito.

Certificação, peso e altura

Não adianta apenas usar o dispositivo de retenção, ele deve ser certificado, instalado corretamente e de acordo com peso e altura da criança. Todas as informações necessárias são encontradas no Manual que vem junto com o equipamento.

De costas para o movimento

Se o bebê completou um ano, mas ainda não tem peso suficiente, fique atento. É possível continuar utilizando o equipamento de costas para o movimento até ele atingir o peso indicado no manual do fabricante. É mais seguro.

Altura

O cinto de segurança foi projetado para pessoas com mais de 1,45 m de altura. Por esse motivo, independente da idade da criança, é importante a utilização do assento de elevação até ela atingir essa marca.

Trajetos curtos

Mesmo em trajetos curtos ou quando estiver chegando ao seu destino, não dispense o uso da cadeirinha. Segundo pesquisas, a maioria dos acidentes ocorre nesse contexto.

Exemplo

Conforme o dito popular, um exemplo vale mais do que mil palavras. Os pais e demais passageiros devem sempre utilizar o cinto de segurança, mesmo no banco de trás.

Depois de ler tudo isso, você não tem mais desculpa para colocar em risco o que você tem de mais precioso, a vida do seu filho.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/reportagens-especiais/na-viagem-de-ferias-nao-esqueca-da-seguranca-da-criancada

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ONG dá 10 dicas infalíveis para salvar a vida das crianças no trânsito

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Em todo o mundo, a cada quatro minutos, uma criança perde a vida prematuramente no trânsito. Só no Brasil são 1862 mortes e um número ainda maior de hospitalizações.

Em 2012, segundo o Datasus, 1.862 crianças de até 14 anos morreram vítimas do trânsito. Deste total, 31% corresponderam aos atropelamentos, 30% aos acidentes com a criança na condição de passageira do veículo, 9% como passageira de motocicleta, 7% na condição de ciclista e os 23% restantes corresponderam a outros tipos de acidentes de trânsito. Além das mortes, 14.720 crianças foram hospitalizadas vítimas de acidentes de trânsito.

Pensando nisso, a Ong Criança Segura lista abaixo as 10 formas de evitar que estes acidentes aconteçam, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde):

1. Controlar a velocidade das vias

Um terço dos eventos fatais no trânsito nos países desenvolvidos, e mais da metade dos casos em países de baixa e média renda, são motivados por alta velocidade. Vias longas e retas que passam em frente a escolas, residências e comércios propiciam o desenvolvimento de altas velocidades e colocam as crianças em riscos significativos.

2. Erradicar a direção sob o efeito de bebida alcoólica

Condutores jovens inexperientes com níveis de alcoolemia de 0,05 g/dl correm um risco 2,5 vezes maior de se envolver em acidentes de trânsito, comparativamente a condutores mais velhos e experientes. Um risco elevado para as crianças na condição de pedestres, ciclistas e ocupantes de veículos refere-se às pessoas que estão sob efeito de álcool. Beber e dirigir aumenta não só a chance de gerar eventos como colisões e atropelamentos, mas também a probabilidade dessas ocorrências resultarem em morte ou lesão grave. O risco começa a subir significativamente quando o condutor apresenta concentrações de álcool no sangue (CAS) de cerca de 0,04 g/dl.

3. Garantir o uso obrigatório de capacetes em ciclistas e motociclistas

Para as crianças, usar capacete é a estratégia mais eficaz para reduzir o risco de lesões na cabeça ao andarem de bicicleta ou motocicleta. Para os ciclistas de todas as idades, o uso adequado do capacete diminui o risco de uma lesão na cabeça em 69%, enquanto que para os motociclistas de todas as idades, o uso adequado de um capacete reduz o risco de morte em 40% e o risco de lesão grave na cabeça em mais de 70%.

4. Usar mecanismos de retenção para crianças nos veículos – as cadeirinhas

De maneira geral, os sistemas de retenção reduzem a probabilidade de lesões fatais em cerca de 70% entre bebês e de 54% a 80% entre as crianças menores. Há diversos tipos de sistemas de retenção de acordo com o peso e faixa etária da criança, incluindo bebês-conforto, cadeirinhas para crianças, assentos de elevação e cintos de segurança. Comparado apenas à utilização do cinto de segurança, estima-se que o uso de assentos de elevação reduz em 59% o risco de danos em crianças de quatro a sete anos, prevenindo lesões significativas. Veja aqui qual o dispositivo correto para cada tamanho de criança.

5. Ensinar as crianças a verem e serem vistas no trânsito

Ver e ser visto são pré-requisitos fundamentais à segurança de todos no trânsito, mas são de particular importância para crianças dado à sua peculiar vulnerabilidade. Por exemplo, motos em movimento com faróis ligados, independentemente da hora do dia, reduzem as taxas de acidentes neste grupo de usuários da via em 29%. As estratégias para “ver e ser visto” são: usar roupas claras, desenvolver grupos que caminham no trajeto “casa-escola-casa” de forma organizada e visível, recrutar guardas uniformizados para monitorar a travessia de crianças, utilizar faróis em bicicletas, melhorar a iluminação da rua.

6. Melhorar a qualidade da infraestrutura viária

Historicamente, as vias têm sido construídas, principalmente, para o benefício do transporte motorizado, com pouca consideração às necessidades das comunidades por onde passam. A construção de novas infraestruturas viárias e a modificação das existentes com foco na segurança melhora as condições de vida das comunidades reduzindo também os riscos de acidentes com crianças no trânsito.

7. Adaptar o design dos veículos

Projetos e padrões veiculares podem contribuir para a segurança das crianças dentro e fora de um veículo, incluindo as que utilizam bicicletas e motocicletas. Muitas medidas de segurança veicular protegem todos os usuários da via, mas algumas são específicas para crianças ou têm maior potencial de reduzir os riscos de colisões, como: dispositivos que absorvem o impacto; partes externas que sejam menos danosas aos pedestres atingidos, câmeras e alarmes sonoros que detectam objetos ou pessoas em pontos cegos dos veículos etc. 

8. Reduzir riscos para os adolescentes no trânsito

Em alguns países crianças a partir dos 15 anos de idade já têm permissão para dirigir. Contudo, condutores jovens respondem por um grande número de acidentes de trânsito em todo o mundo. Os fatores que contribuem para isso incluem exceder a velocidade, dirigir sob efeito de álcool ou outras drogas e enviar mensagens de texto por celular enquanto dirigem. Maiores restrições à licença para dirigir, como as dos programas de licenciamento graduado, podem resultar em reduções gerais significativas dos acidentes e das mortes no trânsito. Esses programas seguem uma abordagem gradual em etapas, de modo que um motorista iniciante pode adquirir experiência ao volante com restrições até que obtenha maiores prerrogativas para dirigir.

9. Prover cuidados apropriados para crianças feridas no trânsito

O reforço dos serviços de atenção emergencial e de reabilitação são a abordagem mais adequada para melhorar a recuperação de todas as vítimas no trânsito. Mas existem particularidades quando falamos de crianças. Devido à pouca idade e a extraordinária capacidade de recuperação, as crianças que receberem atenção qualificada às suas lesões, em tempo hábil, se curam melhor que pessoas de outras idades.

10. Supervisionar as crianças quando próximas das ruas

As crianças pequenas têm uma capacidade limitada para avaliar o risco. Assim, pais e outros responsáveis devem desempenhar um papel importante no sentido de ajudar as crianças a interpretar o que ocorre ao seu redor. Esse papel de supervisão é particularmente útil para garantir a segurança das crianças em ambientes viários complexos. A supervisão por si só não substitui as medidas descritas acima, mas podem complementá-las e reforçá-las. A supervisão incluiria, por exemplo, garantir que as crianças usem capacetes, assentos adequados nos carros e cintos de segurança, além de respeitar os protocolos estabelecidos para zonas de segurança da escola.

A supervisão, combinada a outras estratégias destacadas nesta lista, ajudará a reduzir a probabilidade de uma criança se envolver em um acidente de trânsito.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/ong-da-10-dicas-infaliveis-de-salvar-a-vida-das-criancas-no-transito

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História, dados e curiosidades sobre cinto de segurança

Quem não gosta de viajar? A sensação de liberdade da estrada é única, as paisagens, o vento no rosto… Mas antes de você “sair para o mundo”, algumas precauções devem ser tomadas para você garantir a segurança e a experiência positiva de sua viagem. Além de revisar, conferir os pneus e abastecer seu automóvel, um item em particular é indispensável: o cinto de segurança. A conversa sobre esse equipamento é antiga, sua obrigatoriedade é conhecida, mas falar sobre ele nunca é demais.

Apesar de ser um equipamento indispensável, alguns motoristas e passageiros insistem em não usá-lo, em especial nas cidades do interior. Nestas cidades, o não uso se dá devido à falta de fiscalização e a má educação. Mas não usar o cinto de segurança, não significa que a regra não exista. Ele é um equipamento de proteção obrigatório para condutor e passageiros em todas as vias do território nacional. De acordo com o Art. 65, não usa-lo é uma infração grave, que gera 5 pontos no prontuário.

Para você se familiarizar com o cinto de segurança, aqui vai um pouco da história dele, curiosidades e dicas:

A história do Cinto de Segurança

O primeiro cinto de segurança foi patenteado em 1895, nos Estados Unidos. Sim, o cinto é antigo, mas seu uso se deu somente em 1958. O Corvette, fabricado pela Chevrolet, passou a ser equipado com cintos de segurança do tipo abdominal. E em 1959 chegou o cinto de três pontos — preso à estrutura do veículo, não ao assento — desenvolvido pelo engenheiro sueco Nils Bohlin.

No Brasil, o equipamento se tornou obrigatório em 1994, mas só para ocupantes do banco dianteiro dos automóveis particulares ou de aluguel que circulassem pela cidade de São Paulo. No ano seguinte, outra lei municipal estendeu a obrigatoriedade do uso do cinto aos ocupantes do banco dianteiro dos utilitários, caminhões e veículos da união, estados e municípios, bem como aos motoristas de ônibus.

O uso obrigatório do cinto de segurança gerou polêmica no início, mas aos poucos foi sendo foi incorporado e se transformou em um hábito de motoristas e passageiros brasileiros, garantindo que milhares de vidas fossem salvas, porém, ainda somente no banco da frente. Infelizmente, muitas pessoas ainda não criaram esse hábito ao ocupar o banco traseiro .

Estatísticas não mentem

Se você ainda duvida que esse item seja extremamente importante, aqui vão alguns fatos: de acordo com entidades internacionais de segurança de trânsito, a utilização de cintos de segurança reduz em até 40% as consequências fatais em acidentes. Estados graves como perda de visão e traumatismos são reduzidos em até 60%.

É fácil entender porque o cinto diminui a gravidade das lesões nos acidentes de trânsito. Pegue uma colisão com o veículo em uma velocidade de 20 km/h, sem cinto de segurança, tanto motorista como passageiro sente o impacto equivalente a 15 vezes do seu próprio peso. E se for uma colisão frente a frente com outro carro, o resultado é ainda pior. Um choque entre dois carros  à uma velocidade de 25 km/h faz com que a colisão seja sentida à 50 km/h, porque o impacto equivale à soma das duas velocidades. Preocupante, não? Imaginem o perigo de uma colisão à 100km/h.

Dicas

Depois de conhecer um pouco da história do cinto de segurança e a importância dele para a preservação da vida, ficam aqui algumas dicas e curiosidades que vão fazer você gostar e acreditar ainda mais nesse equipamento:

– Devemos habituar as crianças a usarem o cinto de segurança e os equipamentos de proteção como cadeirinha, bebê conforto e assento de elevação. Os bons hábitos devem começar na infância;

– O cinto dá firmeza, mantém o motorista na posição correta de dirigir e ameniza o cansaço na direção;

– Gestantes podem e devem usar o cinto de segurança ao dirigir. Para maior conforto, o ideal é utilizar sempre o cinto de três pontos;

– Como uma gestante deve utilizar: posicione-se com as costas retas e passe a faixa da diagonal por cima dos ombros, de modo que ela fique entre os seios, terminando ao lado da barriga. Com a outra faixa (horizontal), posicione-a em cima das coxas, em cima do osso do quadril;

A probabilidade de sobrevivência com o cinto é 5 vezes maior do que sem ele, em caso de acidentes. Pense nisso!

Roberta Torres

Fonte: http://www.robertatorresl.com/2015/06/historia-dados-e-curiosidades-sobre.html

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Sobre os acidentes de trânsito

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Quero deixar aqui minha solidariedade à dor das outras 123 famílias que também perderam seus entes queridos ontem vítimas de um “acidente de trânsito” e também das 125 que perderão a vida hoje, outras 125 sábado, domingo… Infelizmente, convivemos diariamente com essa violência, porém, sem a repercussão da mídia.

É bem verdade que ficamos comovidos quando alguém famoso morre tão subitamente. Mas também é bem verdade que está claro a omissão de quem deveria garantir um trânsito seguro. A omissão do governo em oferecer educação para o trânsito, a omissão do governo em usar o nosso dinheiro do IPVA e de tantos outros impostos na construção de vias mais seguras. A omissão do governo e dos fabricantes em garantir que os veículos sejam mais seguros (não somente os de luxo). E a nossa (cidadãos) omissão em pensar que a lei existe para ser burlada. Em pensar que somos imortais e não precisamos zelar pela nossa segurança.

Quantos famosos mais serão necessários para que coloquemos na nossa cabeça que cinto de segurança é obrigatório para TODOS os ocupantes não é a toa? Quantos famosos mais serão necessários para que acreditemos que nossas VIAS NÃO SÃO SEGURAS para desenvolvermos VELOCIDADES TÃO ALTAS? Quantos famosos mais serão necessários para que possamos perceber que quando bebemos, diminuímos nossa capacidade de reação, equilíbrio e que isso na direção é arriscado.

Enfim, uma sociedade tem o governo que merece e consequentemente um trânsito que merece. Porque não fazer a nossa parte?

Conheça o Blog da Colunista: www.robertatorresl.com

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Cristiano Araújo morre após acidente de carro em Goiás

Cristiano Araújo

Cristiano Araújo morreu na manhã desta quarta-feira (24) após um grave acidente de carro no interior de Goiás. Ele tinha apenas 29 anos.

O sertanejo se apresentou na noite desta terça-feira (23) em uma Festa Junina na cidade de Itumbiara. Após o show, ele decidiu viajar de carro com a namorada, Allana Moraes, o segurança que dirigia o veículo, Ronaldo Ribeiro, e o empresário Victor Leonardo.

Cristiano Araújo e Allana: uma história de amor abreviada pela tragédia na BR-153

Por volta das 3h, o carro capotou na BR-153. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, a namorada, de 19 anos, morreu no local do acidente. Ronaldo Ribeiro e Victor Leonardo sofreram ferimentos leves e passam bem.

Cristiano Araújo recebeu o primeiro atendimento no Hospital Municipal de Morrinhos e foi transferido em uma UTI (unidade de terapia intensiva) móvel para o Hugo (Hospital de Urgências de Goiânia).

Segundo informações da assessoria de imprensa do Hugo, o sertanejo sofreu uma parada cardíaca ainda a caminho do hospital e morreu. A morte foi constatada às 8h27.

As causas do acidente ainda estão sendo apuradas.

O velório de Cristiano Araújo vai acontecer no Ginásio Goiânia Arena. O horário, porém, ainda não foi definido, pois depende da liberação do corpo do sertanejo do IML.

Por volta das 9h20, o Hospital de Urgências de Goiânia enviou comunicado oficial a respeito da morte do sertanejo.

O Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) informa que o cantor Cristiano de Melo Araújo deu entrada na unidade de saúde nesta quarta-feira (24) com várias fraturas pelo corpo. Logo após a sua admissão, foi constatado o óbito, às 8h27. Portanto, o paciente já chegou em óbito ao Hugo. A causa mortis será investigada pelo Instituto Médico Legal.

 Fonte: http://entretenimento.r7.com/pop/cristiano-araujo-morre-apos-acidente-de-carro-em-goias-24062015

 

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Os golpes de trânsito que circulam na internet, saiba quais são eles

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Circula nas redes sociais um golpe em que proprietários de automóveis recebem uma falsa multa com boleto. O crime consiste em fotografar veículos que estão trafegando em uma determinada via. De posse do número da placa, os criminosos produzem um falso boleto de pagamento de multa e o enviam ao proprietário do automóvel. Ao efetuar o pagamento da suposta multa sem verificar a veracidade do boleto, os donos de veículos beneficiam o esquema criminoso.

Outro golpe consiste em enviar e-mails com falsos comunicados sobre boletos de infrações de trânsito. As supostas notificações têm o objetivo de infectar o computador do remetente e instalar vírus eletrônicos que podem danificar o sistema operacional, copiar e vazar dados como endereço, números de documentos pessoais e senhas de acessos a sites e bancos. Quem receber esse tipo e-mail não deve abrir os anexos ou acessar nenhum dos links disponíveis na mensagem.

Fique atento também as mensagens viralizadas através do aplicativo móvel de mensagens instantâneas WhatsApp, com informações errôneas sobre alterações dos valores das infrações e procedimentos referentes aos processos para tirar ou renovar a CNH.

Recomenda-se aos motoristas que consultem o portal do DETRAN local para verificar, por meio do número da placa e Renavam (Registro Nacional de Veículo Automotor), se há de fato algum registro de infração de trânsito. Caso o boleto indique outro órgão autuador – como as prefeituras, o Departamento de Estradas e Rodagem (DER) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) – é importante fazer pesquisas também nos sites desses departamentos. Os Detrans não enviam e-mails a respeito de infrações de trânsito, boletos e/ou suspensão e pontuação da Carteira de Habilitação, nem para os usuários e nem para os seus servidores.

Foto: Jesuíno Júnior

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/os-golpes-de-transito-que-circulam-na-internet-saiba-quais-sao-eles

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Portal do Trânsito dá 10 dicas para você evitar acidentes

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Embora desde 2011, através da Década Mundial de Ações para a Segurança no Trânsito, vários países estejam empenhados em diminuir o número de mortos no trânsito, inclusive o Brasil, ainda não há mudanças substanciais acontecendo. Por esse motivo, o Portal do Trânsito dá recomendações para o condutor cuidar de si próprio e dos demais nas vias.

Uso do cinto de segurança

O uso do cinto de segurança é obrigatório e fundamental para a segurança. Ao entrar no carro é preciso colocar o cinto e lembrar os passageiros que eles também devem usá-lo. As estatísticas mostram que uma pessoa que é ejetada em caso de acidente tem cinco vezes mais chances de morrer do que quem não é.

Respeitar limites de velocidade

O limite de velocidade de uma via não é definido por acaso. Vários elementos são levados em consideração para se definir até quanto um veículo pode transitar naquela via. Por esse motivo, respeitar os limites de velocidade é um ponto crucial para se evitar ou diminuir os danos em caso de acidente. O Código de Trânsito Brasileiro estabelece um limite de velocidade para cada tipo de via, mas é importante prestar atenção na sinalização da via.

No Brasil, os limites de velocidade estabelecidos são: 30 Km/h nas vias locais, 40 Km/h nas vias coletoras, 60 Km/h nas vias arteriais e 80 Km/h nas vias de trânsito rápido. Já nas rodovias, 110 Km/h para automóveis, camionetas e motocicletas, 90 Km/h para ônibus e micro-ônibus e 80 Km/h para os demais veículos.

Distância de segurança do veículo da frente

A distância segura depende principalmente da velocidade que se está trafegando – quanto maior a velocidade, maior deverá ser a distância de segurança. Também deve-se aumentar a distância se houver fatores adversos como pista mal pavimentada, esburacada ou molhada, situações de baixa visibilidade como chuva e neblina, e ainda ser levada em consideração as condições do veículo como eficiência dos freios e conservação dos pneus.

Celular X direção

Usar o telefone celular enquanto está dirigindo é uma infração média. Mais do que uma infração, é um perigo que as pessoas não dão a devida importância. Atender ao telefone, fazer uma ligação, enviar uma mensagem, utilizar redes sociais, pode aumentar em até 400% a chance de acidente. Além de tirar as mãos do volante, a distração é a maior causa de mortes nesses casos.

Álcool no trânsito

Beber e dirigir é um crime de trânsito. Independente da quantidade de álcool ingerida, os reflexos não são os mesmos, há diminuição da coordenação motora, o raciocínio fica mais lento, o condutor pode perder o espírito crítico e perder a capacidade de julgamento. Se beber, o melhor é pegar um táxi ou uma carona.

Manutenção preventiva do veículo

O condutor deve estar sempre atento às condições do veículo. Verificar sempre, pneus, freios, nível de óleo e água, além das luzes. Além de importante para a segurança, a manutenção preventiva é mais econômica, porque geralmente evita que os problemas se agravem. A melhor maneira de realizá-la é seguir as recomendações do manual do veículo.

Atenção à sinalização

Conhecer e respeitar a sinalização de trânsito é uma regra básica de segurança. Desobedecer as placas pode não só resultar em multas, mas em acidentes.

Uso das luzes do veículo

Mesmo não sendo obrigatório, o uso de luz baixa, mesmo durante o dia, pode evitar acidentes pois tornam os veículos mais visíveis, estando mais distantes. Portanto é aconselhável o se uso, principalmente em estradas.

Triângulo de sinalização

Muitas pessoas ignoram o uso do triângulo, mas é muito importante sinalizar a via se ocorrer algum problema com o veículo. Segundo a Res.36/98, a distância mínima para sinalização em uma emergência é de 30 metros da parte traseira do veículo.

Transporte de crianças

Menores de 10 anos devem ser transportados sempre no banco traseiro. Além de estar no banco de trás, a criança deve usar cinto de segurança e o sistema de retenção de acordo com sua idade, peso e altura. Crianças com até um ano de idade deverão utilizar, obrigatoriamente, o dispositivo de retenção denominado “bebê conforto”; com idade superior a um ano e inferior ou igual a quatro anos deverão utilizar, obrigatoriamente, o dispositivo de retenção denominado “cadeirinha”, já as crianças com idade superior a quatro anos e inferior ou igual a sete anos e meio deverão utilizar o dispositivo de retenção denominado “assento de elevação”.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/portal-do-transito-da-10-dicas-para-voce-evitar-acidentes

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Portal alerta sobre transporte de crianças em carros e motos

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Acidentes de trânsito estão entre as principais causas externas de internações no Brasil

Transportar passageiros é uma responsabilidade muito grande e quando se envolve crianças, o cuidado deve ser redobrado. Por esse motivo, o Portal do Trânsito alerta sobre os cuidados com o transporte de crianças. O motorista deve estar atento à segurança dos pequenos, com a utilização dos equipamentos de segurança previstos na legislação de trânsito.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (ONU), em todo o mundo, mais de 500 crianças morrem todos os dias em acidentes de transporte terrestre. Apenas no Brasil, por dia, cerca de cinco crianças morrem do trânsito. Os dados ressaltam a necessidade de maior atenção dos motoristas nos deslocamentos diários das crianças.

Carros

No carro, use o sistema de retenção de acordo com a idade, peso e altura da criança. De acordo com a legislação brasileira, menores de 10 anos devem ir no banco de trás com dispositivo de retenção. Crianças com até um ano de idade deverão utilizar, obrigatoriamente, o dispositivo de retenção denominado “bebê conforto”; com idade superior a um ano e inferior ou igual a quatro anos deverão utilizar, obrigatoriamente, o dispositivo de retenção denominado “cadeirinha”, já as crianças com idade superior a quatro anos e inferior ou igual a sete anos e meio deverão utilizar o dispositivo de retenção denominado “assento de elevação”.

Motos

Pilotar carregando um passageiro exige muito mais responsabilidade, habilidade e experiência. Transportar crianças requer cuidados em dobro, além disso, o transporte de crianças menores de sete anos em motos é proibido por lei. Crianças abaixo desta idade não têm os reflexos e a habilidade necessária para se proteger numa eventualidade.

Segundo estatísticas do Ministério da Saúde, no Brasil morrem por dia seis crianças de até 14 anos em acidentes de trânsito. Por ainda estar em fase de desenvolvimento, um menor sofre um acidente com mais severidade do que um adulto porque a sua estrutura óssea e órgãos internos ainda não estão totalmente desenvolvidos.

A única maneira de prevenir estes acidentes é não infringir a lei.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/portal-alerta-sobre-transporte-de-criancas-em-carros-e-motos

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No Brasil há quase 35% mais mortes no trânsito do que nos EUA

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33.561 pessoas perderam a vida em acidentes de trânsito nos EUA em 2012. No Brasil, foram 44.812 mortes. A frota americana é quase quatro vezes maior que a do Brasil

A National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), órgão de segurança do trânsito nos Estados Unidos, divulgou um relatório referente a todas as ocorrências registradas em 2012 nas vias americanas. De acordo com os dados apresentados, as chances de um motorista homem falecer em decorrência de um acidente são 2,4 vezes maiores do que uma motorista mulher. A faixa etária de 21 a 24 anos é a que mais está em risco e o horário mais mortal para se trafegar é da meia-noite às 03h, aos sábados e domingos. Em 2012, foram registrados 23.808 óbitos de homens ao volante, contra 9.733 de mulheres. Dentre eles, quase 25% dos homens tinham consumido álcool, cenário que está ligado a 15% das mortes entre mulheres.

Segundo o mesmo relatório, 33.561 pessoas perderam a vida em acidentes de trânsito nos EUA em 2012. No Brasil, foram 44.812 mortes nesse mesmo ano, quase 35% a mais. Sendo que a frota americana é quase quatro vezes maior que a do Brasil. Em 2012, nos EUA haviam 265.647.194 veículos registrados, enquanto que no Brasil, a frota era de 76.137.191 veículos.

Outra diferença brutal é que dessas mortes, apenas 4% se referem a motociclistas, no mesmo tempo em que no Brasil esse número chega a 25%.

Para o especialista em trânsito e diretor do Portal, Celso Alves Mariano, a explicação para essa diferença está em três âmbitos, a cultura norte-americana, a intensa fiscalização e a infraestrutura. “Nos Estados Unidos, a infraestrutura mais a intensa fiscalização, faz com que o cidadão americano se cuide mais e isso se reflete nos números”, analisa. Ainda conforme Mariano, a fiscalização é uma das formas de condicionar comportamentos no trânsito. “Não é a única, nem a mais barata, mas tem eficiência”.

Outra diferença marcante entre brasileiros e americanos é o civismo. “Em alguma medida, eles têm menos dificuldade que nós de respeitar as leis. Aqui, os espertos são os que infringem as normas”, garante o especialista.

Para Mariano, a engenharia de tráfego nos EUA também faz a diferença. “Eles não tem rodovias esburacadas como temos aqui, os veículos de lá têm mais itens de segurança, enfim, estão num patamar muito acima do nosso. Todas essas características fazem do trânsito norte-americano menos violento que o do Brasil, apesar de sua imensa frota”, conclui.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/reportagens-especiais/no-brasil-ha-quase-35-mais-mortes-no-transito-do-que-nos-eua

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Idosos estão cada vez mais em risco no trânsito

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Estatísticas mais recentes mostram que acidentes envolvendo pessoas com mais de 65 anos têm aumentado assustadoramente, principalmente nas grandes cidades. “A população brasileira está vivendo, na média, 11 anos a mais do que vivia há três décadas. Essa é uma ótima notícia, mas que vem acompanhada de grandes desafios, e um deles é adaptar o trânsito a essa nova realidade”, explica Elaine Sizilo, pedagoga e especialista em trânsito.

Nos próximos oito anos, a parcela de idosos na população brasileira passará dos atuais 11% para 14,6%. Já em 2040, os indivíduos com 60 anos ou mais de idade representarão mais de 27% dos brasileiros. Em termos absolutos, o número de habitantes nessa faixa etária deixará o patamar atual de cerca de 21 milhões de pessoas, para beirar os 30 milhões em 2020, chegando a ultrapassar a marca dos 55 milhões de indivíduos em menos de três décadas, segundo o IPEA.

De acordo com a Seguradora Líder, que administra o DPVAT, nos últimos cinco anos, as ocorrências de acidentes envolvendo idosos tiveram um crescimento de 33%. Embora a quantidade de óbitos seja menor que a quantidade de casos de invalidez permanente, no período analisado os casos de morte cresceram 40%, contra 28% de invalidez.

Ainda de acordo com os mesmos dados, em 2012, acidentes com automóveis representaram 50% das ocorrências indenizadas envolvendo idosos, sendo que, 63% destas indenizações foram por atropelamentos.

“O processo natural do envelhecimento afeta a visão, a audição, o apetite, o sono, o equilíbrio, enfraquece a musculatura e os ossos. Isso afeta bastante a capacidade cognitiva do idoso, capacidade essa, que é fundamental no trânsito”, explica Sizilo.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Ortopedia a Traumatologia (SBOT), o cenário é mais grave ainda, pois a recuperação de um acidente depois dos 60 anos é mais lenta, requer mais cuidados e, em muitos casos, piora a saúde do idoso, devido a complicações que ocorrem quando a pessoa precisa permanecer na cama, imobilizada, deitada de costas, durante muito tempo .

Segundo Sizilo, se nada for feito em relação a isso, a tendência é a situação piorar. “Para qualquer pessoa idosa é muito importante manter a sua participação ativa na sociedade, movimentando-se livremente como um pedestre ou como motorista. A independência e autonomia que o trânsito oferece são indispensáveis para manter a sua qualidade de vida”, diz a especialista.

Em Curitiba, por exemplo, alguns semáforos de pedestres já foram adaptados pensando nesse novo desafio. A nova tecnologia permite aumentar o tempo de abertura dos semáforos para pedestres  mediante o uso do cartão transporte de idoso ou do cartão de pessoa com deficiência. Os equipamentos serão instalados em 31 pontos da cidade.

Perfil do pedestre idoso

Segundo pesquisa realizada pela Direção Geral de Tráfego (DGT), da Espanha, os idosos têm o seu aspecto mais vulnerável quando circulam como pedestres. E alguns dos principais problemas enfrentados por eles nesta situação são distinguir a cor das luzes e perceber a velocidade efetiva dos veículos na via, além da distração, presente, com mais frequência, nos idosos acima de 70 anos.

De acordo com a pesquisa os pedestres idosos enfrentam um conjunto de obstáculos nas ruas. Dentre eles estão o excesso de velocidade do veículo, a condução imprudente e, em muitos casos, o curto espaço de tempo do semáforo para pedestre.

Dicas de segurança

Segundo Elaine Sizilo, algumas dicas são muito importantes para reduzir os riscos e garantir a segurança dos pedestres idosos.  São elas:

– Para atravessar a rua, esperar sempre o sinal de pedestre ficar verde ou nos locais sem semáforo, pedir ajuda para outra pessoa.

– Nunca parar no meio do cruzamento e atravessar em linha reta.

– Ao andar na calçada, preferir ficar longe do meio-fio, para evitar que uma tontura ou tropeço leve o idoso a cair na via, perto dos carros.

– Evitar carregar peso.

– Usar sapatos adequados e ter muito cuidado com buracos, troncos de árvores ou locais acidentados, que podem causar uma queda;

– Ao sair de um veículo, escolher o lado da calçada para desembarcar.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/idosos-estao-cada-vez-mais-em-risco-no-transito

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