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Crianças na garupa da moto? Cautela máxima!

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O transporte de crianças, em qualquer veículo, tem que ser realizado com muita segurança. No caso das motocicletas é proibido levar crianças menores de sete anos ou que não tenham condições de cuidar de si própria. Infelizmente, essa é uma regra que não é seguida por muitos motociclistas e que representa uma infração gravíssima, passível de multa e da suspensão do direito de dirigir.

Nesse período de volta às aulas, se você planeja levar o seu filho(a), maior de sete anos, para a escola de moto, fique atento se ele ou ela se acomoda perfeitamente no veículo, apoiando os pés na pedaleira e segurando com firmeza nas mãos e braços. Além disso, não se esqueça de que o pequeno deve utilizar um capacete apropriado, que não fique frouxo e que não saia com facilidade. A roupa também deve ser adequada para minimizar o risco de lesões em caso de acidente. De preferência, calça, jaqueta ou colete apropriados para uso em motocicletas. Jamais transporte mais de uma criança na garupa.
De acordo com dados da Seguradora Líder DPVAT, entre janeiro e março deste ano, foram pagas 31 indenizações por morte de crianças entre 0 e 7 anos em acidentes com moto. Para invalidez permanente, foram 1.029 pagamentos para a mesma faixa etária nesta categoria de veículo.
Os adultos são responsáveis por garantir o bem estar das crianças que, quando pequenas, não compreendem o quão perigosos são alguns comportamentos. Nenhuma criança deveria perder a vida em acidentes de trânsito. Por isso, faça a sua parte! Toda criança merece ter futuro!
Com informações da Equipe DPVAT

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Tudo que você precisa saber sobre o processo de primeira habilitação

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Muitas pessoas têm dúvidas sobre como funciona o processo para tirar a tão sonhada habilitação. O Portal explica como funciona cada etapa.

O sonho de muitos jovens brasileiros é chegar aos 18 anos para então poder dirigir. No entanto, tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) não é um direito, mas sim uma licença do Estado, declarando que o cidadão está apto a dirigir. Só pode se candidatar à CNH quem tem mais de 18 anos, sabe ler e escrever e possui documento de identificação e CPF.

Além desses requisitos, para conquistar essa licença, existe um processo a ser enfrentado que começa com a procura da autoescola. “Os Centros de Formação de Condutores (CFCs), representados pelos instrutores, diretores de ensino e seus proprietários têm uma missão importante hoje que é a conscientização, principalmente, dos jovens no trânsito. Por esse motivo é importante avaliar uma autoescola não apenas pelo preço, mas pela qualidade do ensino, pela didática e seriedade”, alerta Celso Alves Mariano, especialista e diretor do Portal do Trânsito.

Depois de escolhido o CFC, para iniciar o processo de habilitação, o candidato tem as digitais coletadas e armazenadas em um sistema biométrico de identificação que também registra sua frequência durante todo o curso de formação de condutores. “Os dados são monitorados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran). A partir desse momento, o candidato tem 12 meses para concluir todo o processo de habilitação, com a possibilidade de transferir e continuar em outros estados”, explica Mariano.

No caso de primeira habilitação é possível candidatar-se à Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC), categoria A (veículo de 2 ou 3 rodas), categoria B (veículos automotores com até oito lugares), categorias A e B (juntas).

Exame médico e psicológico

A primeira etapa a ser vencida é o exame médico e psicológico. Nele o candidato receberá uma laudo do médico e do psicólogo, credenciados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran), atestando se o cidadão tem ou não condições físicas e psíquicas para dirigir. Nesse exame é avaliada a visão, força muscular, coração, pulmão e saúde mental. Se passar, começam as aulas teóricas do CFC (Centro de Formação de Condutores).

Curso e prova teórica

Depois de aprovado na primeira etapa, o candidato pode começar o curso teórico, que tem 45 horas/aula e conteúdos de legislação, infrações, sinalização, direção defensiva, primeiros socorros, cidadania, meio ambiente e mecânica básica. Após completar a carga horária, ele conquista o certificado de conclusão do curso e está pronto para a prova teórica, que é aplicada pelo Detran. O candidato deve ter no mínimo 70% de acerto. Se reprovar, deve esperar 15 dias para fazer novo exame.

Curso prático

Passada a etapa teórica, começam as aulas práticas, que devem ter no mínimo 25 horas/aula, distribuídas em:

– 20 horas/aula em veículo de aprendizagem, sendo 04 (quatro) horas/aula no período noturno;

– 05 horas/aula obrigatórias em simulador de direção veicular, das quais 1 (uma) hora/aula com conteúdo noturno.

As aulas realizadas no período noturno poderão ser substituídas, opcionalmente, por aulas ministradas em simulador de direção veicular, desde que o aluno realize pelo menos 01 (uma) hora/aula prática de direção veicular noturna na via pública.

 “É muito importante que o futuro condutor treine em condições adversas como à noite, com chuva, etc, pois só assim ele estará mais preparado para enfrentar a realidade do dia a dia no trânsito”, orienta Mariano.

De acordo com o especialista, muitos alunos chegam à autoescola sem nenhuma motivação, já achando que sabem tudo sobre o ato de dirigir, e o CFC tem uma difícil tarefa de mudar a cultura desse indivíduo. “Os resultados são surpreendentes e muitos jovens saem transformados e conscientes de seu papel no trânsito”, diz o especialista.

Concluído o curso prático é marcada a data para o tão temido exame final. Nesta hora é importante ouvir o instrutor. “O professor é a pessoa que mais conhece o processo e ele sabe a hora que o aluno está preparado ou não para enfrentar a prova prática”, afirma Mariano.

Prova prática

Para a categoria B, o candidato deverá fazer a baliza e um percurso determinado pelos examinadores, e será reprovado se cometer faltas eliminatórias ou que somem mais de três pontos negativos. Para motos e ciclomotores, o exame continua sendo feito em circuito fechado. Se reprovar, o candidato terá que esperar 15 dias para fazer novo exame, sem precisar repetir as etapas aprovadas.

Multa durante o processo de habilitação

Se o candidato é flagrado dirigindo sem habilitação, ou por algum motivo leva uma multa, quando tem um veículo em seu nome, por exemplo, o processo pode ser prejudicado.  A partir do momento que o candidato tem o número RENACH (que é aquele inscrito ao dar entrada no processo), a multa pode ficar atrelada a ele e aí sim suspender o processo de habilitação ou até mesmo a multa constar na Permissão para Dirigir (PPD) do infrator.

Permissão para Dirigir (PPD)

O candidato que for aprovado em todas as etapas do processo de habilitação receberá a Permissão Para Dirigir, que é válida em todo território nacional, inclusive rodovias. “Essa dúvida é muito comum entre os recém-habilitados, mas ao contrário do que muitos imaginam, não há nada no Código de Trânsito Brasileiro que proíba o condutor com a PPD de dirigir em rodovias”, explica Mariano. Porém, o especialista alerta sobre os perigos deste ato. “Pessoas que dirigem bem nas cidades nem sempre são bons condutores nas rodovias, quando estamos falando de condutores sem experiência, o risco é dobrado. Isso ocorre porque conduzir em estradas e rodovias exige uma experiência completamente diferente de conduzir em trânsito urbano”.

Se no período de um ano o condutor não cometer infrações graves ou gravíssimas e nem reincidir em multa por infração média, ele terá direito a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Caso contrário, terá que reiniciar todo processo de habilitação.

Para Mariano, atualmente o Centro de Formação de Condutores talvez seja o único contato que o candidato à primeira habilitação tenha com a educação para o trânsito. “O CFC é uma instituição de ensino, certificada e credenciada pelo Detran, com qualidade e responsabilidade para despertar no cidadão todos os requisitos necessários para que ele seja um condutor mais responsável, que conheça e respeite as leis, e que olhe os outros usuários com mais compreensão e dignidade”, conclui Mariano.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/tudo-que-voce-precisa-saber-sobre-o-processo-de-primeira-habilitacao

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Países assinam acordo para reduzir número de vítimas de trânsito

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Acidentes de trânsito já são a segunda causa de morte de jovens na região. No Brasil, essa faixa etária responde por 17% do total de óbitos 

Os países do Mercosul assinaram acordo para conter e reduzir as mortes por acidentes de trânsito, especialmente entre os jovens. Dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) alertam para o crescimento do número de vítimas no trânsito na região. Entre os jovens, essa já é a segunda causa de morte, ficando atrás apenas de homicídios. No Brasil, a faixa etária de 18 a 24 anos representou 17% do total das vítimas fatais em 2013, que chegou a 42.291 pessoas.

“Estamos vivenciando uma epidemia de mortes no trânsito. Em especial, observamos um cenário preocupante entre os jovens. Com altas taxas de mortalidade nessa faixa etária, estamos comprometendo o futuro e o desenvolvimento de uma geração. Esse é um compromisso deve envolver diferentes setores que lidem com a educação, fiscalização, adequação dos equipamentos e a qualidade no atendimento de saúde”, afirma o ministro da Saúde do Brasil, Arthur Chioro.

A taxa de mortalidade brasileira por acidentes de trânsito é de 22,5 por 100 mil habitantes, o que coloca o Brasil na segunda posição no ranking entre os países do Mercosul, segundo dados do Informe sobre segurança no trânsito na Região das Américas, publicado pela OPAS em 2015. No primeiro lugar está a Venezuela, com taxa de mortalidade de 37,2 e, em seguida, o Uruguai e Paraguai com 21,5 e 21,4 mortes a cada 100 mil habitantes, respectivamente.

Os atuais índices demonstram que o número de vítimas na região por acidentes de trânsito vem crescendo a cada ano. Comparando com os dados de 2009, o Brasil passou de uma taxa de 18,3 óbitos por 100 mil habitantes para os atuais 22,5, saindo da quarta para a segunda posição no ranking. Venezuela também apresentou crescimento expressivo, sua taxa quase dobrou no período, passando de 21,8 mortes por 100 mil habitantes, em 2009, para 37,2 em 2015.

Nas Américas, a maior proporção das mortes no trânsito ocorre entre os ocupantes de automóveis (42%), seguidos pelos pedestres (23%) e usuários de veículos de duas ou três rodas (15%). Como grupo, os usuários vulneráveis de vias públicas (pedestres, ciclistas e usuários de veículos de duas ou três rodas) representam 41% de todas as mortes no trânsito.

O custo dos acidentes

Segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), 1,2 milhão de pessoas morrem e cerca de 30 a 50 milhões ficam feridas por ano em decorrência de acidentes de trânsito em todo o mundo. Os custos globais econômicos calculados com acidentes de trânsito são de US$ 1,8 trilhão anuais.

No Brasil, de 2008 a 2013, o número de internações devido a acidentes de transporte terrestre aumentou 72,4%. Considerando apenas os acidentes envolvendo motociclistas, o índice chega a 115%. Em 2013, o SUS registrou 170.805 internações por acidentes de trânsito e R$ 231 milhões foram gastos no atendimento às vítimas. Desse total, 88.682 foram decorrentes de motos, o que gerou um custo ao SUS de R$ 114 milhões.

O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde, em resposta à Década de Ações para Segurança no Trânsito 2011 – 2020, implantou em 2010 o Projeto Vida no Trânsito que tem a finalidade de subsidiar gestores nacionais e locais no fortalecimento de políticas de vigilância e prevenção de lesões e mortes no trânsito por meio da qualificação, planejamento, monitoramento, acompanhamento e avaliação das ações.

As ações têm como foco as intervenções a partir dos fatores de risco prioritários de ocorrência dos acidentes de trânsito, quais sejam: associação álcool e direção, velocidade excessiva ou inadequada. Também foi priorizado o trabalho com foco no usuário vulnerável – motociclistas. Além disso, em breve, o Governo lançará um Plano Nacional de Enfrentamento das Lesões e Mortes envolvendo Motociclistas.

 

Com informações da Agência do Ministério da Saúde

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Acidentes com moto representam 77% das indenizações pagas pelo DPVAT

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De acordo com o Boletim estatístico do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT), no primeiro trimestre de 2015, a motocicleta representou a maior parte das indenizações, 77%, apesar de representar apenas 27% da frota nacional.

Das indenizações pagas no período, 82% foram para Invalidez Permanente e apenas 4% para Morte. 88% das indenizações por Morte por acidentes com motocicletas foram para vítimas do sexo masculino. Já para os casos de vítimas com sequelas permanentes, 77% das indenizações por acidentes com motocicletas foram para vítimas do sexo masculino, enquanto 34% das indenizações por acidentes com os demais veículos foram para as mulheres, demonstrando que a concentração de vítimas do sexo masculino é maior nos acidentes com motocicletas do que com os demais veículos. As vítimas de acidentes com motocicletas são em sua maioria jovens em idade economicamente ativa. No primeiro trimestre de 2015, as vítimas entre 18 e 34 anos concentraram 55% dos acidentes fatais e 57% dos acidentes com sequelas permanentes. No período analisado, foram pagas mais de 65 mil indenizações por Invalidez Permanente a vítimas nessa faixa etária, envolvendo o uso de motocicletas.

O período com a maior incidência de acidentes envolvendo motocicletas indenizados por Morte e Invalidez Permanente, foi o anoitecer (23%) seguido pela tarde (22%). A região Nordeste concentrou 42% das indenizações por Morte e Invalidez Permanente por acidentes com motocicletas no período analisado. As motocicletas representam 44% da frota de veículos da região Nordeste, enquanto que no Brasil representam 27%.

Segundo o Comitê Estadual de Prevenção aos Acidentes de Moto de Pernambuco, alguns cuidados são essenciais para evitar acidentes. Confira as dicas:

1- Utilizar equipamentos de proteção de boa qualidade

O capacete deve ser de cor clara e possuir adesivos refletivos aprovados pelo INMETRO. A viseira precisa estar abaixada e, no caso de estar aberta, o motociclista deve usar óculos especiais, além disso, é importante ajustar as tiras de regulagem abaixo do queixo.

2 – Respeitar os limites de velocidade

Nunca avançar o sinal vermelho, parada obrigatória ou preferencial. Atenção redobrada à noite: mesmo com o semáforo na cor verde, reduza a velocidade, por muitos motoristas conduzem seus veículos desrespeitando a sinalização.

3- Transitar com atenção

Em muitas situações o motociclista não consegue ser visto pelos outros veículos, devido aos ‘ângulos cegos’, por isso é essencial que a moto esteja sempre com o farol ligado, mesmo durante o dia. Não transitar costurando o trânsito, nem entre os corredores da pista, pois, desse modo, o condutor fica extremamente vulnerável a acidentes.

4- Usar os dois freios

Ao utilizar o sistema de freios, a dica é que tanto o pedal quanto os manetes sejam acionados. Tendo em vista que na frenagem o peso da moto recai sobre a roda dianteira, o motociclista deve evitar frear bruscamente, pois correrá o risco de perder o controle da moto.

5- Inspecionar a moto antes de sair

Sempre que sair, lembrar-se de verificar a calibragem dos pneus, se não há nenhum objeto preso e se a corrente de relação não está frouxa ou apertada demais, o ideal é mantê-la em condições de lubrificação. Atenção, também, com o sistema elétrico, freios e combustível.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/acidentes-com-motocicleta-representam-77-das-indenizacoes-pagas-pelo-dpvat

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Cinto de segurança também é obrigatório em ônibus

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O cinto de segurança é obrigatório para todos os ocupantes de um veículo, inclusive em ônibus. Apenas os passageiros de ônibus do transporte coletivo urbano estão dispensados do uso do cinto de segurança, pela natureza do tipo de transporte.

Mesmo em longas viagens ainda não é comum o uso do cinto de segurança neste tipo de veículo, apesar de extremamente importante. Segundo dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres, apenas 2% dos passageiros de ônibus usam o equipamento.

Uma estatística feita com base em situações reais mostra que o uso do cinto de segurança reduz em até 70% as chances de o passageiro sofrer algum tipo de lesão durante um acidente. O risco de morte é 40% menor. A função do cinto é frear o movimento que o corpo humano adquire com a desaceleração brusca do veículo após uma colisão. Sem o cinto, o ocupante pode ser levado contra várias partes do veículo e passageiros e, em certos tipos de colisão, o cinto também evita que o corpo seja jogado para fora do ônibus.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/cinto-de-seguranca-tambem-e-obrigatorio-em-onibus

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A velocidade mata

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Não é só a falta do uso do cinto de segurança que mata, o excesso de velocidade é uma das principais causas de acidentes de trânsito no Brasil. “A velocidade inadequada reduz o tempo disponível para uma reação eficiente em caso de perigo, além disso, quanto maior a velocidade, maiores serão as consequências no caso de um acidente”, explica Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor da Tecnodata Educacional.

Um estudo do Departamento de Transporte do Reino Unido mostra que existe 50% de probabilidade de uma pessoa morrer em um choque frontal a 77 km/h, a 80 km/h a probabilidade é de 65% e a 96 km/h, a probabilidade de morrer é de 92%. “No Brasil, a velocidade máxima de circulação dos veículos varia de acordo com estudos. A análise leva em conta características técnicas da via, as condições do tráfego, como por exemplo, se transitam muitos pedestres ou veículos lentos, além de outros fatores como tipo de pavimento, o volume de uso ou se a pista é simples ou dupla“, conta Mariano.

O condutor deve sempre se orientar sobre os limites de velocidade da via, através das placas de sinalização. Segundo o Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito, o limite de velocidade determinado pela placa é válido desde onde o sinal é colocado até onde houver outra placa que modifique o limite, ou ainda enquanto a distância percorrida não for superior ao intervalo estabelecido em lei. Para velocidade inferior ou igual a 80 km/h, a distância máxima entre uma placa e outra é de 1 km nas vias urbanas e de 10 km estradas ou rodovias, e para velocidade superior a 80 km/h, é de 2 km e de 15 km, respectivamente.

Celso Mariano ainda destaca que a velocidade máxima nem sempre é uma velocidade segura. “O bom senso manda que a velocidade seja compatível com todos os elementos do trânsito, principalmente às condições adversas. Mesmo velocidades baixas podem ser incompatíveis como em caso de aglomerações ou outras situações de risco”, conclui Mariano.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/reportagens-especiais/a-velocidade-mata

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Na viagem de férias, não esqueça da segurança da criançada!

Child sleeping in a car.

As férias são esperadas por toda a família. Momento de relaxar, não pensar em problemas, espairecer. Porém, mesmo nesses momentos de descanso, não podemos esquecer da segurança das crianças, inclusive no carro durante a viagem.

O transporte de crianças é regulamentado no Brasil pela Res.277/08, que estabeleceu a obrigatoriedade de uso de dispositivo de retenção adequado para a idade da criança. Para quem não obedece, a viagem pode acabar no posto policial, pois é proibido seguir viagem sem respeitar a legislação, isso além de receber uma multa de R$ 191,54. Mas lembre-se: nesse caso, a multa não é o mais importante. O uso do sistema de retenção adequado e corretamente instalado reduz em até 75% as mortes e em até 90% as lesões em caso de acidente.

Todos sabem que devem utilizar cadeirinhas, mas poucos sabem os motivos dessa obrigatoriedade.  As crianças são mais frágeis do que os adultos e o cinto de segurança não foi projetado para proteger indivíduos menores de 1,45 m. Por esse motivo, para prevenir lesões em crianças, é necessário utilizar o cinto de segurança e um equipamento adequado ao peso, altura e idade da criança, além de homologado por órgãos nacionais ou internacionais de qualidade.

Lesões mais comuns

As lesões mais comuns em crianças de até dois anos, em caso de acidente, são no pescoço. Isso acontece devido ao tamanho da cabeça do bebê e a fragilidade da coluna vertebral.

Entre os dois e quatro anos, as lesões mais comuns são na cabeça. As vértebras dos pequenos não são fortes o suficiente para suportar as desacelerações bruscas que acontecem em caso de acidente.

Já entre os quatro e dez anos, as lesões mais comuns são no abdômen. As crianças têm maior risco de lesão abdominal e hemorragia interna, porque os órgãos ainda não estão suficientemente fixados à sua estrutura abdominal, como nos adultos.

Normas

As normas brasileiras recomendam o tipo de dispositivo conforme a idade da criança, mas como explicado anteriormente, o mais importante não é não levar a multa e sim prezar pela segurança dos pequenos, e por esse motivo o Portal do Trânsito alerta que existem mais aspectos que devem ser levados em consideração, como peso e altura da criança.

De 0 a 13 Kg, ou desde o primeiro dia de vida no trânsito até aproximadamente um ano de idade, o dispositivo adequado é o Bebê Conforto.  Este equipamento deve ser instalado de costas para o movimento do veículo.

Já para crianças de 09 Kg a 18 Kg, com idade de 01 a 04 anos aproximadamente, o dispositivo adequado é a cadeirinha. Para os maiores, a partir de 15 Kg até 36 Kg, deve ser utilizado o assento de elevação. Os pais devem ficar atentos, pois a criança precisa desse equipamento até atingir 1,45 m e estar preparada para usar apenas o cinto de segurança do carro.

Todos os sistemas de retenção vendidos no Brasil estão adequados para instalação apenas no cinto de três pontos dos veículos.

Regras que valem uma vida

Quando se trata da segurança dos filhos, mais do que respeitar a lei, é preciso estar atento a algumas regras que o Portal do Trânsito separou e que podem valer uma vida no trânsito.

Certificação, peso e altura

Não adianta apenas usar o dispositivo de retenção, ele deve ser certificado, instalado corretamente e de acordo com peso e altura da criança. Todas as informações necessárias são encontradas no Manual que vem junto com o equipamento.

De costas para o movimento

Se o bebê completou um ano, mas ainda não tem peso suficiente, fique atento. É possível continuar utilizando o equipamento de costas para o movimento até ele atingir o peso indicado no manual do fabricante. É mais seguro.

Altura

O cinto de segurança foi projetado para pessoas com mais de 1,45 m de altura. Por esse motivo, independente da idade da criança, é importante a utilização do assento de elevação até ela atingir essa marca.

Trajetos curtos

Mesmo em trajetos curtos ou quando estiver chegando ao seu destino, não dispense o uso da cadeirinha. Segundo pesquisas, a maioria dos acidentes ocorre nesse contexto.

Exemplo

Conforme o dito popular, um exemplo vale mais do que mil palavras. Os pais e demais passageiros devem sempre utilizar o cinto de segurança, mesmo no banco de trás.

Depois de ler tudo isso, você não tem mais desculpa para colocar em risco o que você tem de mais precioso, a vida do seu filho.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/reportagens-especiais/na-viagem-de-ferias-nao-esqueca-da-seguranca-da-criancada

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ONG dá 10 dicas infalíveis para salvar a vida das crianças no trânsito

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Em todo o mundo, a cada quatro minutos, uma criança perde a vida prematuramente no trânsito. Só no Brasil são 1862 mortes e um número ainda maior de hospitalizações.

Em 2012, segundo o Datasus, 1.862 crianças de até 14 anos morreram vítimas do trânsito. Deste total, 31% corresponderam aos atropelamentos, 30% aos acidentes com a criança na condição de passageira do veículo, 9% como passageira de motocicleta, 7% na condição de ciclista e os 23% restantes corresponderam a outros tipos de acidentes de trânsito. Além das mortes, 14.720 crianças foram hospitalizadas vítimas de acidentes de trânsito.

Pensando nisso, a Ong Criança Segura lista abaixo as 10 formas de evitar que estes acidentes aconteçam, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde):

1. Controlar a velocidade das vias

Um terço dos eventos fatais no trânsito nos países desenvolvidos, e mais da metade dos casos em países de baixa e média renda, são motivados por alta velocidade. Vias longas e retas que passam em frente a escolas, residências e comércios propiciam o desenvolvimento de altas velocidades e colocam as crianças em riscos significativos.

2. Erradicar a direção sob o efeito de bebida alcoólica

Condutores jovens inexperientes com níveis de alcoolemia de 0,05 g/dl correm um risco 2,5 vezes maior de se envolver em acidentes de trânsito, comparativamente a condutores mais velhos e experientes. Um risco elevado para as crianças na condição de pedestres, ciclistas e ocupantes de veículos refere-se às pessoas que estão sob efeito de álcool. Beber e dirigir aumenta não só a chance de gerar eventos como colisões e atropelamentos, mas também a probabilidade dessas ocorrências resultarem em morte ou lesão grave. O risco começa a subir significativamente quando o condutor apresenta concentrações de álcool no sangue (CAS) de cerca de 0,04 g/dl.

3. Garantir o uso obrigatório de capacetes em ciclistas e motociclistas

Para as crianças, usar capacete é a estratégia mais eficaz para reduzir o risco de lesões na cabeça ao andarem de bicicleta ou motocicleta. Para os ciclistas de todas as idades, o uso adequado do capacete diminui o risco de uma lesão na cabeça em 69%, enquanto que para os motociclistas de todas as idades, o uso adequado de um capacete reduz o risco de morte em 40% e o risco de lesão grave na cabeça em mais de 70%.

4. Usar mecanismos de retenção para crianças nos veículos – as cadeirinhas

De maneira geral, os sistemas de retenção reduzem a probabilidade de lesões fatais em cerca de 70% entre bebês e de 54% a 80% entre as crianças menores. Há diversos tipos de sistemas de retenção de acordo com o peso e faixa etária da criança, incluindo bebês-conforto, cadeirinhas para crianças, assentos de elevação e cintos de segurança. Comparado apenas à utilização do cinto de segurança, estima-se que o uso de assentos de elevação reduz em 59% o risco de danos em crianças de quatro a sete anos, prevenindo lesões significativas. Veja aqui qual o dispositivo correto para cada tamanho de criança.

5. Ensinar as crianças a verem e serem vistas no trânsito

Ver e ser visto são pré-requisitos fundamentais à segurança de todos no trânsito, mas são de particular importância para crianças dado à sua peculiar vulnerabilidade. Por exemplo, motos em movimento com faróis ligados, independentemente da hora do dia, reduzem as taxas de acidentes neste grupo de usuários da via em 29%. As estratégias para “ver e ser visto” são: usar roupas claras, desenvolver grupos que caminham no trajeto “casa-escola-casa” de forma organizada e visível, recrutar guardas uniformizados para monitorar a travessia de crianças, utilizar faróis em bicicletas, melhorar a iluminação da rua.

6. Melhorar a qualidade da infraestrutura viária

Historicamente, as vias têm sido construídas, principalmente, para o benefício do transporte motorizado, com pouca consideração às necessidades das comunidades por onde passam. A construção de novas infraestruturas viárias e a modificação das existentes com foco na segurança melhora as condições de vida das comunidades reduzindo também os riscos de acidentes com crianças no trânsito.

7. Adaptar o design dos veículos

Projetos e padrões veiculares podem contribuir para a segurança das crianças dentro e fora de um veículo, incluindo as que utilizam bicicletas e motocicletas. Muitas medidas de segurança veicular protegem todos os usuários da via, mas algumas são específicas para crianças ou têm maior potencial de reduzir os riscos de colisões, como: dispositivos que absorvem o impacto; partes externas que sejam menos danosas aos pedestres atingidos, câmeras e alarmes sonoros que detectam objetos ou pessoas em pontos cegos dos veículos etc. 

8. Reduzir riscos para os adolescentes no trânsito

Em alguns países crianças a partir dos 15 anos de idade já têm permissão para dirigir. Contudo, condutores jovens respondem por um grande número de acidentes de trânsito em todo o mundo. Os fatores que contribuem para isso incluem exceder a velocidade, dirigir sob efeito de álcool ou outras drogas e enviar mensagens de texto por celular enquanto dirigem. Maiores restrições à licença para dirigir, como as dos programas de licenciamento graduado, podem resultar em reduções gerais significativas dos acidentes e das mortes no trânsito. Esses programas seguem uma abordagem gradual em etapas, de modo que um motorista iniciante pode adquirir experiência ao volante com restrições até que obtenha maiores prerrogativas para dirigir.

9. Prover cuidados apropriados para crianças feridas no trânsito

O reforço dos serviços de atenção emergencial e de reabilitação são a abordagem mais adequada para melhorar a recuperação de todas as vítimas no trânsito. Mas existem particularidades quando falamos de crianças. Devido à pouca idade e a extraordinária capacidade de recuperação, as crianças que receberem atenção qualificada às suas lesões, em tempo hábil, se curam melhor que pessoas de outras idades.

10. Supervisionar as crianças quando próximas das ruas

As crianças pequenas têm uma capacidade limitada para avaliar o risco. Assim, pais e outros responsáveis devem desempenhar um papel importante no sentido de ajudar as crianças a interpretar o que ocorre ao seu redor. Esse papel de supervisão é particularmente útil para garantir a segurança das crianças em ambientes viários complexos. A supervisão por si só não substitui as medidas descritas acima, mas podem complementá-las e reforçá-las. A supervisão incluiria, por exemplo, garantir que as crianças usem capacetes, assentos adequados nos carros e cintos de segurança, além de respeitar os protocolos estabelecidos para zonas de segurança da escola.

A supervisão, combinada a outras estratégias destacadas nesta lista, ajudará a reduzir a probabilidade de uma criança se envolver em um acidente de trânsito.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/ong-da-10-dicas-infaliveis-de-salvar-a-vida-das-criancas-no-transito

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História, dados e curiosidades sobre cinto de segurança

Quem não gosta de viajar? A sensação de liberdade da estrada é única, as paisagens, o vento no rosto… Mas antes de você “sair para o mundo”, algumas precauções devem ser tomadas para você garantir a segurança e a experiência positiva de sua viagem. Além de revisar, conferir os pneus e abastecer seu automóvel, um item em particular é indispensável: o cinto de segurança. A conversa sobre esse equipamento é antiga, sua obrigatoriedade é conhecida, mas falar sobre ele nunca é demais.

Apesar de ser um equipamento indispensável, alguns motoristas e passageiros insistem em não usá-lo, em especial nas cidades do interior. Nestas cidades, o não uso se dá devido à falta de fiscalização e a má educação. Mas não usar o cinto de segurança, não significa que a regra não exista. Ele é um equipamento de proteção obrigatório para condutor e passageiros em todas as vias do território nacional. De acordo com o Art. 65, não usa-lo é uma infração grave, que gera 5 pontos no prontuário.

Para você se familiarizar com o cinto de segurança, aqui vai um pouco da história dele, curiosidades e dicas:

A história do Cinto de Segurança

O primeiro cinto de segurança foi patenteado em 1895, nos Estados Unidos. Sim, o cinto é antigo, mas seu uso se deu somente em 1958. O Corvette, fabricado pela Chevrolet, passou a ser equipado com cintos de segurança do tipo abdominal. E em 1959 chegou o cinto de três pontos — preso à estrutura do veículo, não ao assento — desenvolvido pelo engenheiro sueco Nils Bohlin.

No Brasil, o equipamento se tornou obrigatório em 1994, mas só para ocupantes do banco dianteiro dos automóveis particulares ou de aluguel que circulassem pela cidade de São Paulo. No ano seguinte, outra lei municipal estendeu a obrigatoriedade do uso do cinto aos ocupantes do banco dianteiro dos utilitários, caminhões e veículos da união, estados e municípios, bem como aos motoristas de ônibus.

O uso obrigatório do cinto de segurança gerou polêmica no início, mas aos poucos foi sendo foi incorporado e se transformou em um hábito de motoristas e passageiros brasileiros, garantindo que milhares de vidas fossem salvas, porém, ainda somente no banco da frente. Infelizmente, muitas pessoas ainda não criaram esse hábito ao ocupar o banco traseiro .

Estatísticas não mentem

Se você ainda duvida que esse item seja extremamente importante, aqui vão alguns fatos: de acordo com entidades internacionais de segurança de trânsito, a utilização de cintos de segurança reduz em até 40% as consequências fatais em acidentes. Estados graves como perda de visão e traumatismos são reduzidos em até 60%.

É fácil entender porque o cinto diminui a gravidade das lesões nos acidentes de trânsito. Pegue uma colisão com o veículo em uma velocidade de 20 km/h, sem cinto de segurança, tanto motorista como passageiro sente o impacto equivalente a 15 vezes do seu próprio peso. E se for uma colisão frente a frente com outro carro, o resultado é ainda pior. Um choque entre dois carros  à uma velocidade de 25 km/h faz com que a colisão seja sentida à 50 km/h, porque o impacto equivale à soma das duas velocidades. Preocupante, não? Imaginem o perigo de uma colisão à 100km/h.

Dicas

Depois de conhecer um pouco da história do cinto de segurança e a importância dele para a preservação da vida, ficam aqui algumas dicas e curiosidades que vão fazer você gostar e acreditar ainda mais nesse equipamento:

– Devemos habituar as crianças a usarem o cinto de segurança e os equipamentos de proteção como cadeirinha, bebê conforto e assento de elevação. Os bons hábitos devem começar na infância;

– O cinto dá firmeza, mantém o motorista na posição correta de dirigir e ameniza o cansaço na direção;

– Gestantes podem e devem usar o cinto de segurança ao dirigir. Para maior conforto, o ideal é utilizar sempre o cinto de três pontos;

– Como uma gestante deve utilizar: posicione-se com as costas retas e passe a faixa da diagonal por cima dos ombros, de modo que ela fique entre os seios, terminando ao lado da barriga. Com a outra faixa (horizontal), posicione-a em cima das coxas, em cima do osso do quadril;

A probabilidade de sobrevivência com o cinto é 5 vezes maior do que sem ele, em caso de acidentes. Pense nisso!

Roberta Torres

Fonte: http://www.robertatorresl.com/2015/06/historia-dados-e-curiosidades-sobre.html

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Sobre os acidentes de trânsito

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Quero deixar aqui minha solidariedade à dor das outras 123 famílias que também perderam seus entes queridos ontem vítimas de um “acidente de trânsito” e também das 125 que perderão a vida hoje, outras 125 sábado, domingo… Infelizmente, convivemos diariamente com essa violência, porém, sem a repercussão da mídia.

É bem verdade que ficamos comovidos quando alguém famoso morre tão subitamente. Mas também é bem verdade que está claro a omissão de quem deveria garantir um trânsito seguro. A omissão do governo em oferecer educação para o trânsito, a omissão do governo em usar o nosso dinheiro do IPVA e de tantos outros impostos na construção de vias mais seguras. A omissão do governo e dos fabricantes em garantir que os veículos sejam mais seguros (não somente os de luxo). E a nossa (cidadãos) omissão em pensar que a lei existe para ser burlada. Em pensar que somos imortais e não precisamos zelar pela nossa segurança.

Quantos famosos mais serão necessários para que coloquemos na nossa cabeça que cinto de segurança é obrigatório para TODOS os ocupantes não é a toa? Quantos famosos mais serão necessários para que acreditemos que nossas VIAS NÃO SÃO SEGURAS para desenvolvermos VELOCIDADES TÃO ALTAS? Quantos famosos mais serão necessários para que possamos perceber que quando bebemos, diminuímos nossa capacidade de reação, equilíbrio e que isso na direção é arriscado.

Enfim, uma sociedade tem o governo que merece e consequentemente um trânsito que merece. Porque não fazer a nossa parte?

Conheça o Blog da Colunista: www.robertatorresl.com

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