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Multas de trânsito com até 900% de aumento já estão em vigor

Infrações que possam levar a colisões e, consequentemente, vítimas, foram alvo da lei que alterou o Código Brasileiro de Trânsito e “inflacionou” as penalidades de trânsito

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As mortes por acidentes de trânsito no Brasil aumentaram 41,7% em 10 anos, segundo o Mapa da Violência 2013, divulgado pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos. Na tentativa de reduzir essa estatística, desde 1º de novembro, os valores de 11 infrações de trânsito subiram até 900%.

O reajuste do Código Brasileiro de Trânsito, por meio da Lei Federal 12.971/2014, tenta inibir, principalmente, as ultrapassagens perigosas em estradas e rodovias e as disputas de rachas.

O aumento mais significativo entre as penalidades está relacionado com a multa por ultrapassagem envolvendo manobras perigosas, que passa de R$ 191,54 para R$ 1.915,40, além de gerar a suspensão do direito de dirigir. Em caso de reincidência nessa infração, no período de um ano, será aplicada uma multa com o dobro do valor, ou seja, R$ 3.830,80.

Veja abaixo como ficou a mudança dos valores das multas de trânsito:

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Fonte: http://sites.uai.com.br/app/noticia/encontrobh/atualidades/2014/11/05/noticia_atualidades,151144/multas-de-transito-com-ate-900-de-aumento-ja-estao-em-vigor.shtml

Fernanda Nazaré – Redação Publicação:05/11/2014 17:19

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Entra em vigor a lei que prevê punições mais severas para infratores

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Entre as mudanças no Código de Trânsito Brasileiro, estão as que aumentam a multa para ultrapassagens irregulares e ainda as que endurecem o valor imposto a motoristas que praticam rachas

A partir de hoje, dia 01 de novembro de 2014, aqueles condutores que ultrapassarem em local proibido pela sinalização, em curvas, pontes, cruzamentos e acostamentos, terão uma surpresa. A multa foi agravada em cinco vezes e passará de R$ 191,54 para R$ 957,70. Além disso, para os infratores que participarem ou promoverem rachas, a multa foi agravada em dez vezes e passou de R$ 191,54 para R$ 1. 915,40.  A punição dobra em caso de reincidência no prazo de um ano após a primeira multa.

Segundo o especialista em trânsito Celso Alves Mariano, diretor do Instituto Prevenir, o grande objetivo dessas mudanças é frear o número de mortes no trânsito causados por imprudência dos condutores. “A consequência mais comum em caso de ultrapassagem irregular é a colisão frontal, um tipo de acidente muito grave que costuma ser fatal”, explica.

A lei foi sancionada em maio deste ano, quase dois anos depois de a presidente Dilma Rousseff ter lançado campanha pela redução de mortes provocadas por acidentes em trânsito e o Pacto Nacional pela Redução de Acidentes, o Parada. Na época, a presidente Dilma classificou como “devastador” o número de 42 mil pessoas que perdem a vida todos os anos por causa de acidentes de trânsito no Brasil.

Crimes de trânsito

O texto da Lei 12.971/14 determina também que a prática de racha em via pública que resultar em morte poderá ter pena de cinco a dez anos de prisão. Já em caso de lesão corporal grave, a pena será de três a seis anos. O simples ato de praticar um racha também teve a pena elevada em um ano, para detenção de seis a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter carteira de motorista. Hoje, a pena para quem pratica corridas nas ruas é de detenção de seis meses a dois anos.

O endurecimento das punições também se estende para quem é pego dirigindo sob efeito de álcool ou de substâncias psicoativas que causam dependência. Nesses casos, a pena passa a ser de prisão por período entre dois e quatro anos. Hoje há apenas sanções administrativas, como multa e apreensão do veículo e da carteira de habilitação.

Quem matar uma pessoa no trânsito e for indiciado por homicídio culposo — sem a intenção de matar — terá a pena aumentada em um terço se não possuir permissão para dirigir; causar o acidente em faixa de pedestre ou na calçada; deixar de prestar socorro à vítima; e estiver conduzindo veículo de transporte de passageiros no exercício da sua profissão ou atividade.

“É muito importante que essas mudanças sejam acompanhadas de intensa fiscalização. Não adianta alterar a lei e não fiscalizar. Está comprovado que o sentimento de impunidade aumenta a prática desse tipo de crime”, conclui Mariano.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/entra-em-vigor-a-lei-que-preve-punicoes-mais-severas-para-infratoresc

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28% dos acidentes em rodovias estão relacionados à falta de atenção

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Para muitas pessoas, as festas de fim de ano são sinônimo de viagens ao litoral e outros pontos turísticos. Nesse período, o fluxo de veículos aumenta cerca de 50% em rodovias como as BRs 116 e 376, estradas administradas pela Arteris no Paraná. Com tantos veículos na pista, os motoristas precisam redobrar os cuidados ao volante. Falta de atenção, excesso de velocidade e desrespeito à sinalização são responsáveis pela maioria dos acidentes.

“As rodovias hoje oferecem condições melhores de pista, e muitos motoristas não respeitam os limites de velocidade”, afirma Elvis Granzotti, gerente corporativo de operações da Arteris, grupo brasileiro que administra nove concessões rodoviárias em cinco estados do País. “A educação no trânsito é fundamental para que todos possam trafegar com segurança nas rodovias. Para a viagem de férias ser um momento de alegria e descanso, é preciso fazer a nossa parte”.

A falta de atenção do motorista também é um agravante. “Ao analisar os acidentes, percebemos que 27,8% estão relacionados à falta de atenção, como não manter a distância ideal do veículo à frente”, destaca Ademir Custódio, gerente de tráfego da Autopista Litoral Sul. “A sinalização presente nas rodovias traz informações importantes para garantir a integridade dos usuários. É preciso respeitar os limites de velocidade e se atentar às curvas mais perigosas e trechos de serra”, explica.

Celular e cinto de segurança
Um outro fator tem chamado a atenção das concessionárias: o uso do telefone celular ao volante. Segundo os dados levantados pela Arteris, 48% dos motoristas já passaram por alguma situação de risco causada por uma distração e em 23% dos casos, o celular foi responsável pelo incidente.

Estudo publicado pelo New England Journal of Medicine explica o risco que o uso do celular pode trazer. Segundo a levantamento, discar um número aumenta em 8 vezes o risco de acidente, enquanto procurar o telefone enquanto dirige aumenta em 7 vezes e mandar uma mensagem, 4 vezes. “Nossa orientação é que o aparelho não seja operado pelo motorista e sim pelos passageiros. Uma atitude simples pode evitar um acidente”, lembra Granzotti.

Prática conhecida pelos motoristas, mas ainda ignorada por muitos, o uso de cinto de segurança tem como principal missão diminuir a gravidade dos acidentes. As estatísticas sobre lesões evidenciam esse dado. “Cerca de 30% dos ferimentos fatais em colisões são causados porque a vítima bate contra o volante, e uma em cada cinco acontece pelo choque de pessoas dentro do veículo que não utilizavam o cinto”, conta o gerente de tráfego da Autopista Régis Bittencourt, Francisco de Oliveira Pires. “O dispositivo deve ser usado por todos os ocupantes. Também deve-se observar o assento correto para as crianças, de acordo com idade e peso”.

De olho na manutenção
Com o intenso fluxo de veículos, as equipes de atendimento das concessionárias Arteris têm operações especiais para o socorro de motoristas com problemas mecânicos nos períodos de férias. “As panes mecânicas mais comuns são problemas no sistema de arrefecimento e elétrico. Muitas delas podem ser evitadas se o usuário fizer a manutenção preventiva antes da viagem”, explica o coordenador de operações da Autopista Planalto Sul, Marcelo Guidini.

Os principais itens que devem passar por revisão são os freios, pneus, mangueiras, sistemas de arrefecimento e suspensão, além da sinalização, o que inclui as luzes de freio e indicadoras de direção. “São cuidados simples que garantem uma boa viagem. A segurança é uma responsabilidade de todos”, conclui Granzotti.

Fonte: http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/arteris/noticia/2014/10/28-dos-acidentes-em-rodovias-estao-relacionados-falta-de-atencao.html

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Golf atinge cinco estrelas no quesito segurança para crianças

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Volkswagen Golf VII se uniu ao crescente clube de modelos cinco estrelas depois de ter alcançado o máximo número de estrelas possíveis, a respeito da segurança do passageiro adulto. Tornou-se, também, o primeiro modelo em conseguir o máximo número de estrelas possíveis, cinco, outorgadas pelo Latin NCAP na segurança do passageiro criança.

O Programa de Avaliação de Carros Novos da América Latina (Latin NCAP) concedeu a qualificação de cinco estrelas ao VW Golf VII em relação à proteção do adulto e da criança, depois de ser avaliado em dois formatos de testes de colisão: de impacto frontal a 64 km/h*, e de impacto lateral a 50 km/h**. O bom desempenho do carro quanto à proteção do passageiro criança é explicado pelo uso das ancoragens ISOFIX***, as ancoragens superiores para Sistemas de Retenção Infantil (SRI), a ótima dinâmica e ser compatível com a maioria dos SRI disponíveis no mercado.

Isso fez com que o Golf, pela primeira vez no Latin NCAP, atingisse as cinco estrelas na proteção do passageiro criança. Ambas as qualificações cinco estrelas para os passageiros adulto e criança, obtidas pelo Golf, representam, em conjunto, a melhor combinação de resultados – até agora – no Latin NCAP. É importante salientar que o VW Golf oferece os seguintes dispositivos de segurança em sua versão standard: airbags laterais para os passageiros frontais, airbags de cortina na altura da cabeça para bancos dianteiros e traseiros, controle eletrônico de estabilidade (ESC). Em breve, todos eles vão ser avaliados pelo Latin NCAP em todos os modelos do que serão provados.

Segundo María Fernanda Rodríguez, Presidente do Latin NCAP e da Fundación Gonzalo Rodríguez, a Fundação Gonzalo Rodríguez trabalha, há 14 anos, focada na segurança das crianças. Por esse motivo esse fato deve ser comemorado. “Pela primeira vez conseguimos um resultado cinco estrelas a respeito da segurança dos passageiros adultos e das crianças. Meus parabéns à VW por obter esse resultado; demonstrando, portanto, que sim é possível combinar segurança, conforto e uma atraente estética”, afirma Rodríguez.

Ainda segundo ela, a evidência indica que, temos o conhecimento, os elementos, a responsabilidade e a sensibilidade necessários para trabalhar com profissionalismo na indústria automobilística. “Aguardo, com grande ilusão e otimismo, que outros fabricantes e governos determinem, agora, sua meta para atingir resultados tão ótimos quanto os da VW; proporcionando, deste modo, proteção e benefício aos consumidores”, finaliza.

Toyota Corolla também faz parte do clube de cinco estrelas do Latin NCAP ao atingir essa qualificação em relação à segurança do passageiro adulto, e quatro estrelas quanto à segurança do passageiro criança. O Latin NCAP outorgou cinco estrelas ao Corolla após avaliar o carro em dois testes de batida: teste de impacto frontal a 64km/h e teste de batida lateral a 50km/h (UN95).

A boa atuação do carro a respeito da proteção do passageiro criança foi consequência do equipamento padrão ISOFIX do sistema de retenção infantil com ancoragens superiores e os correspondentes SRI, uma boa dinâmica e a capacidade de albergar quase todos os SRI disponibilizados no mercado. O Corolla esteve próximo de atingir a máxima qualificação de estrelas no tocante à segurança do passageiro criança.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/golf-atinge-cinco-estrelas-no-quesito-seguranca-para-criancas

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Redobre a atenção ao dirigir à noite!

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Dirigir no período da noite requer atenção redobrada dos motoristas. Os perigos estão relacionados à iluminação, cansaço, condições das estradas e imprudência. Em razão do menor número de veículos circulando à noite, muitos condutores aproveitam para dirigir em alta velocidade. Algumas condições adversas, que seriam mais facilmente identificadas durante o dia, ficam escondidas nesse período, como buracos na estrada e até mesmo animais cruzando a pista. Por isso, dirigir em alta velocidade aumenta as chances de que o condutor não perceba ou veja muito em cima da hora esses perigos e acabe envolvido em um acidente.

Muitas rodovias têm grandes trechos sem iluminação pública, o que faz com que o condutor tenha que se guiar somente por seus faróis. É muito importante manter as luzes do carro sempre em boas condições para que todos possam ver e serem vistos.

É preciso também que o motorista use corretamente a regulagem dos faróis baixos, pois existem condutores que podem ficar cegos por um curto período de tempo quando encaram uma luz brilhante nos olhos, aumentando a chance de um acidente. O farol alto só deve ser usado quando realmente necessário, para não prejudicar os outros.

Outro ponto de extrema importância é o cansaço. No período da noite a probabilidade de que o motorista durma ao volante é muito mais alta. Por isso, as viagens à noite devem ser programadas para que o condutor tenha momentos de descanso. Se estiver dirigindo e se sentir cansado, pare e descanse! Você pode dormir sem nem ao menos perceber e colocar a sua vida e dos demais usuários das vias em risco.

A prevenção é a maior aliada da segurança! Seja prudente e preserve a vida!

Fonte: http: //www.viverseguronotransito.com.br/2014/10/redobre-a-atencao-ao-dirigir-a-noite/

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Manter a atenção no trânsito salva vidas

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As distrações podem fazer o motorista perder mais do que alguns segundos

Nossos sentidos são capazes de nos afastar de grandes perigos. Por outro lado, quando estamos dispersos ou sobrecarregados de informações, nosso sistema sensorial age mais devagar, e no trânsito essas condutas podem causar acidentes – muitas vezes fatais.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, 46% das colisões em rodovias brasileiras ocorridas em 2012 foram causadas por motoristas desatentos. E o problema não é apenas no Brasil: no mesmo ano, a agência americana de segurança viária, National Highway Traffic Safety Agency (NHTSA), registrou 3.092 óbitos em acidentes causados por distração, o que corresponde a 10% dos desastres registrados nas rodovias federais dos Estados Unidos.

Para a neurologista mineira Marília Denise Mariani Pimenta, o homem é o maior peso da tríade formadora do trânsito (homem-via-veículo). “Dirigir envolve carga emocional e cognitiva, e o motorista precisa prioritariamente ter atenção, sem distrações”, informa. De acordo com ela, é preciso ter todas as condições para avaliar os vários estímulos que ocorrem simultaneamente e o tempo todo, vindos dos meios interno (luzes do painel, barulhos e/ou cheiros diferentes) e externo (vias, pedestres, animais, outros veículos, obstáculos, ambiente em geral).

Na opinião de Luiz Gustavo Campos, especialista em Gestão de Trânsito e Mobilidade Urbana da Perkons, estar atento pode realmente salvar vidas, principalmente tendo em vista que o tempo de frenagem, diante de uma situação em que ela é necessária, aumenta substancialmente com a desatenção. “O indivíduo atento ao tráfego e ao caminho que está fazendo tem melhores condições de reagir a tempo de evitar choques, além de diminuir as chances de errar o trajeto”, comenta.

José Aparecido da Silva, PhD em Percepção e Psicofísica pela Universidade da Califórnia e professor do Departamento de Psicologia e Educação da Universidade de São Paulo, destaca a visão e outros sentidos importantes para a direção: o tato, na hora de avaliar o toque, a textura e a largura, na relação com os itens do carro; o cinestésico ou propriocepção, que proporciona a sensação de movimento, fazendo com que o condutor tenha a exata noção de onde estão seus membros e qual o movimento estão fazendo sem ter de olhar para eles; o vestibular, sistema responsável pelo equilíbrio (impulsos enviados ao cérebro controlam o movimento dos olhos ou os músculos que mantêm o corpo firme e em estabilidade motora); e o olfativo, importante quando percebemos um cheiro de queimado, por exemplo.

Para Pimenta, a atenção envolve principalmente dois sentidos: a visão e a audição. “Assim, não poderiam dirigir pessoas cegas, pois não veriam os ambientes interno e externo do veículo; pessoas alcoolizadas, pela lentidão para processar os variados estímulos e realizar as ações pertinentes a eles, além do grande risco de dormir ao volante; pessoas com sonolência excessiva, como nas apneias do sono, onde a sonolência funciona como embriaguez; pessoas sob efeito de medicamentos ou drogas que comprometam o estado de alerta; pessoas com crises epilépticas não controladas, mesmo que sejam espaçadas, pois podem ocorrer no volante. Teriam risco aumentado as pessoas surdas, pois não ouviriam uma buzina, uma freada brusca, um apito de trem ou de policial, um alerta de passageiro do veículo; as com alterações cognitivas pela dificuldade e/ou impossibilidade de processar os estímulos; as com determinadas alterações motoras, como sequelas de AVC e Doença de Parkinson, pelas limitações inerentes; as com alterações psiquiátricas mais sérias (principalmente do humor e comportamento).”

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/manter-a-atencao-no-transito-salva-vidas

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Número de indenizações por mortes de crianças no trânsito cai 27% mas, pagamentos por invalidez sobem 24%

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Dados são do 1º semestre. Em média, DPVAT pagou 6 indenizações diárias por morte de crianças

As indenizações por morte de crianças em acidentes de trânsito no Brasil recuaram para 1.088 no primeiro semestre deste ano, uma queda de 27% ante as 1.502 pagas no mesmo período de 2013, informa a Líder-DPVAT, que administra o seguro obrigatório de veículos no país.

De acordo com o diretor-presidente da seguradora, Ricardo Xavier, o recuo reflete a disseminação do uso da cadeirinha infantil, que se tornou obrigatório em 2010, e também a redução da velocidade média nas principais estradas e vias urbanas.

Mesmo assim, a média de indenizações pagas mortes de crianças até 14 anos foi de 6 ao dia. Além disso, as indenizações por invalidez permanente nessa faixa etária subiram 24% em relação ao ano passado, chegando a 9.268 coberturas nos seis primeiros meses de 2014. “É sempre um dado lamentável perceber a quantidade de crianças vitimadas pelo trânsito brasileiro”, afirmou Xavier.

Moto supera carro
Neste ano, as motocicletas passaram a ser mais perigosas do que os carros. Segundo a pesquisa, veículos de duas rodas foram responsáveis por 48% das indenizações envolvendo crianças no primeiro semestre, enquanto os carros somaram 44%. Em 2013, a situação era invertida, com 51% dos acidentes provocados por carros e 40% pelas motos.

Ainda conforme o estudo, em 54% dos casos que geraram indenização neste ano a criança não estava no veículo, mas sim na rua, como pedestre.

O Norte e o Nordeste concentram 48,5% das indenizações envolvendo crianças, mesmo com apenas 21% dos veículos no Brasil.

Estas são as únicas regiões onde o pagamento por mortes em acidentes com moto predominou no primeiro semestre deste ano em relação aos causados por automóveis.

Fonte: Revista Auto Esporte

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Bicicletas e o transporte de crianças

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É bastante comum vermos crianças sendo transportadas em cadeirinhas instaladas em bicicletas, no bagageiro, e ainda sendo tracionadas em semirreboques. A dúvida que se apresenta é quanto à legalidade desse transporte, especialmente destinados a crianças de baixa estatura e pouca idade.  Em motocicletas é proibido o transporte de crianças com idade inferior a 7 (sete) anos em qualquer circunstância.  Quanto às bicicletas o parágrafo primeiro do Art. 244 do Código de Trânsito estabelece que é proibido o transporte de passageiro fora da garupa ou ‘assento especial a ele destinado’, bem como transportar crianças que não tenham, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança.

Nota-se que não foi estabelecida a idade da criança, e a avaliação de que ela tenha ou não condição de cuidar de sua própria segurança é totalmente subjetiva e não palpável, até porque o passageiro, criança ou não, assume uma condição passiva diante do condutor do veículo. Imagine uma regra semelhante aos passageiros de uma aeronave, totalmente reféns do comandante e do controlador de voo. Numa situação de emergência cuidar de sua própria segurança seria levantar o encosto do assento, deitar a cabeça sobre as pernas, e (recomendação nossa) prender a carteira de identidade com muita firmeza entre os dentes… Não há como avaliar se a criança tem ou não condição de cuidar de sua segurança, pois sua condição é passiva no transporte.

Quanto às cadeirinhas, podem ser interpretadas como assento especial a ele destinado, independente de estar à frente ou atrás do ciclista condutor, não podendo ser considerado ‘equipamento proibido’, visto que não há proibição expressa desse equipamento, e pelo princípio da reserva legal se não é proibido é permitido. Não há qualquer regulamentação sobre o dispositivo. O mais importante é que o responsável por essa criança, condutor da bicicleta, tenha consciência da imensa responsabilidade que recai sobre seus ombros e suas pernas, na escolha dos locais e de sua própria condição física e destreza na condução de bicicletas.

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80% dos acidentes acontecem por falta de atenção ao volante

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Segundo levantamento elaborado pela Arteris, uma das principais companhias de concessões rodoviárias do país, 1 em cada 10 motoristas ainda trafegam sem o cinto de segurança. Entre os caminhoneiros, esse número sobre para 25%. Com o objetivo de conscientizar os motoristas, a companhia promove, durante todo mês de setembro e na Semana Nacional do Trânsito, uma série de eventos para informar motoristas e pedestres sobre boas práticas para evitar acidentes nas estradas. As ações fazem parte do Mês da Segurança Arteris e acontecem simultaneamente nas 21 rodovias administradas pelas nove concessionárias da Arteris.

Segundo o gerente corporativo de operações da Arteris, Elvis Granzotti, muitos acidentes poderiam ser evitados se os motoristas adotassem medidas simples de segurança. “De acordo com o histórico de ocorrências em nossas rodovias, 80% dos acidentes acontecem por falta de atenção dos usuários e 15% dos acidentes fatais são gerados por distrações na direção. Verificamos também que o uso do celular nas viagens é um dos principais responsáveis por situações de risco”, analisa.

Os números comprovam a necessidade de conscientizar os usuários das rodovias. Segundo os dados levantados pela Arteris, 48% dos motoristas já passaram por alguma situação de risco causada por uma distração e em 23% dos casos, o celular foi responsável pelo incidente. Estudo publicado pelo New England Journal of Medicine explica o risco que o uso do celular pode trazer. Segundo a publicação, discar um número no celular aumenta em 8 vezes o risco de acidente, enquanto procurar o telefone enquanto dirige aumenta em 7 vezes e mandar uma mensagem, 4 vezes.

Cinto de segurança

Outra medida simples e já conhecida pelos motoristas é o uso do cinto de segurança. “Infelizmente, muitas pessoas ainda ignoram a importância do cinto”, alerta Granzotti. Pesquisa realizada pela concessionária Vianorte (SP), aponta que 25% dos condutores de caminhão e 41% dos passageiros não utilizam cinto de segurança. Este é um dos motivos que levam a um outro dado preocupante: o número de vítimas fatais nas rodovias administradas pela Vianorte que não usavam o cinto de segurança em acidentes rodoviários, nos primeiros seis meses de 2014, já é 28% maior que em todo o ano de 2013. As estatísticas sobre lesões evidenciam esse dado: 30% dos ferimentos fatais em colisões são causados porque a vítima bate contra o volante, e uma em cada cinco acontece pelo choque de pessoas dentro do veículo que não utilizavam o cinto.

As campanhas da Arteris, que inclui a distribuição de folhetos nas praças de pedágio e abordagem a caminhoneiros, motociclistas e pedestres em pontos estratégicos das rodovias, também alertam para os perigos do excesso de velocidade e ingestão de álcool.

Mês da Segurança

Arteris Iniciativa da Arteris, uma das principais companhias de concessões rodoviárias do país, o Mês da Segurança Arteris promove, durante todo mês de setembro, uma série de eventos para conscientizar motoristas e pedestres sobre boas práticas para evitar acidentes nas estradas. As ações acontecerão simultaneamente nas concessionárias federais Autopista Fernão Dias, Autopista Régis Bittencourt, Autopista Fluminense, Autopista Litoral Sul e Autopista Planalto Sul, além das concessionárias Arteris com atuação no estado São Paulo – Autovias, Vianorte, Intervias e Centrovias.

A preocupação com a segurança norteia o trabalho da Arteris e de suas concessionárias. Como parte da Década de Ação pelo Trânsito Seguro, programa criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) que visa a prevenção e redução de acidentes nas rodovias entre 2011 e 2020, a companhia criou em agosto de 2013 o GERAR – Grupo Estratégico para Redução de Acidentes, que tem o objetivo de reduzir em 50% a fatalidade nas rodovias sob sua administração. A ação acontece de forma coordenada à Semana Nacional de Trânsito, a ser realizada de 18 a 25 de setembro.

“Segurança faz parte do nossa DNA e entendemos que a parceria com o usuário é o melhor caminho para reduzirmos ainda mais os acidentes nas estradas”, afirma o presidente da Arteris, David Díaz. “Investimos bilhões em melhorias nas rodovias e em ações de educação para o trânsito, mas sabemos que, para o bem de todos, o motorista precisa fazer a sua parte para promover segurança”.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/80-dos-acidentes-acontecem-por-falta-de-atencao-ao-volante

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Pesquisa aponta que 13% dos caminhoneiros usam rebites

Pesquisa mostra que, em média, motoristas ficam 20 horas longe de casa no mês e chegam a ficar 18 horas por dia no trânsito.

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Sorocaba – Pesquisa feita por uma concessionária de rodovias aponta que 13% dos motoristas de caminhão usam drogas à base de anfetaminas, conhecidas como rebites, para enfrentar longas jornadas de trabalho.

 Em média, os motoristas ficam 20 horas longe de casa no mês e chegam a ficar 18 horas por dia no trânsito.

 Um de cada quatro caminhoneiros não usa cinto de segurança – entre os passageiros do caminhão, 41% dispensam o equipamento. Já entre os motoristas de automóveis, o índice cai para 9%.

 A concessionária do grupo Arteris ouviu 2.358 motoristas de caminhão entre os dias 18 e 20 de agosto deste ano em rodovias paulistas administradas pela companhia.

 Durante as viagens, 76% deles dormem na cabine do próprio caminhão e apenas 7% usam hotéis. Entre os consultados, 24% já sofreram acidentes.

 De acordo com Luciano Louzane, coordenador do Grupo Estratégico para Redução de Acidentes Rodoviários (Gerar) da concessionária, a ideia da pesquisa surgiu após se observar aumento de 28% no número de vítimas fatais em acidentes no primeiro semestre deste ano, comparando com 2013.

 “Percebemos a relação entre mortes em acidentes e a falta de uso do cinto.”

 Também foram coletados dados sobre a saúde do caminhoneiro entre mais de três mil usuários do Viva Saúde, um projeto da Arteris para incentivar boas práticas entre os motoristas de caminhão.

 Levantamento feito entre janeiro de 2013 e agosto de 2014 mostra que 36% dos abordados estavam obesos e outros 40% tinham sobrepeso.

 Mais de 15% sofrem de hipertensão, 28% apresentam colesterol alto e 39% glicemia alta, fatores que elevam o risco de ataques cardíacos.

 O estudo mostrou ainda que 12% estão na faixa mais alta na Escala de Sonolência de Epworth, o que indica risco 70% maior de sofrer acidente nas estradas. O fato de estarem a maior parte do tempo nas estradas dificulta o acesso de caminhoneiros a consultas médicas.

 Procurado, o Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos do Estado de São Paulo (Sindcamsp) não se manifestou sobre os resultados da pesquisa.

Fonte: Revista Exame

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