Arquivo para a categoria Reportagens

Manter a atenção no trânsito salva vidas

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As distrações podem fazer o motorista perder mais do que alguns segundos

Nossos sentidos são capazes de nos afastar de grandes perigos. Por outro lado, quando estamos dispersos ou sobrecarregados de informações, nosso sistema sensorial age mais devagar, e no trânsito essas condutas podem causar acidentes – muitas vezes fatais.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, 46% das colisões em rodovias brasileiras ocorridas em 2012 foram causadas por motoristas desatentos. E o problema não é apenas no Brasil: no mesmo ano, a agência americana de segurança viária, National Highway Traffic Safety Agency (NHTSA), registrou 3.092 óbitos em acidentes causados por distração, o que corresponde a 10% dos desastres registrados nas rodovias federais dos Estados Unidos.

Para a neurologista mineira Marília Denise Mariani Pimenta, o homem é o maior peso da tríade formadora do trânsito (homem-via-veículo). “Dirigir envolve carga emocional e cognitiva, e o motorista precisa prioritariamente ter atenção, sem distrações”, informa. De acordo com ela, é preciso ter todas as condições para avaliar os vários estímulos que ocorrem simultaneamente e o tempo todo, vindos dos meios interno (luzes do painel, barulhos e/ou cheiros diferentes) e externo (vias, pedestres, animais, outros veículos, obstáculos, ambiente em geral).

Na opinião de Luiz Gustavo Campos, especialista em Gestão de Trânsito e Mobilidade Urbana da Perkons, estar atento pode realmente salvar vidas, principalmente tendo em vista que o tempo de frenagem, diante de uma situação em que ela é necessária, aumenta substancialmente com a desatenção. “O indivíduo atento ao tráfego e ao caminho que está fazendo tem melhores condições de reagir a tempo de evitar choques, além de diminuir as chances de errar o trajeto”, comenta.

José Aparecido da Silva, PhD em Percepção e Psicofísica pela Universidade da Califórnia e professor do Departamento de Psicologia e Educação da Universidade de São Paulo, destaca a visão e outros sentidos importantes para a direção: o tato, na hora de avaliar o toque, a textura e a largura, na relação com os itens do carro; o cinestésico ou propriocepção, que proporciona a sensação de movimento, fazendo com que o condutor tenha a exata noção de onde estão seus membros e qual o movimento estão fazendo sem ter de olhar para eles; o vestibular, sistema responsável pelo equilíbrio (impulsos enviados ao cérebro controlam o movimento dos olhos ou os músculos que mantêm o corpo firme e em estabilidade motora); e o olfativo, importante quando percebemos um cheiro de queimado, por exemplo.

Para Pimenta, a atenção envolve principalmente dois sentidos: a visão e a audição. “Assim, não poderiam dirigir pessoas cegas, pois não veriam os ambientes interno e externo do veículo; pessoas alcoolizadas, pela lentidão para processar os variados estímulos e realizar as ações pertinentes a eles, além do grande risco de dormir ao volante; pessoas com sonolência excessiva, como nas apneias do sono, onde a sonolência funciona como embriaguez; pessoas sob efeito de medicamentos ou drogas que comprometam o estado de alerta; pessoas com crises epilépticas não controladas, mesmo que sejam espaçadas, pois podem ocorrer no volante. Teriam risco aumentado as pessoas surdas, pois não ouviriam uma buzina, uma freada brusca, um apito de trem ou de policial, um alerta de passageiro do veículo; as com alterações cognitivas pela dificuldade e/ou impossibilidade de processar os estímulos; as com determinadas alterações motoras, como sequelas de AVC e Doença de Parkinson, pelas limitações inerentes; as com alterações psiquiátricas mais sérias (principalmente do humor e comportamento).”

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/manter-a-atencao-no-transito-salva-vidas

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Número de indenizações por mortes de crianças no trânsito cai 27% mas, pagamentos por invalidez sobem 24%

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Dados são do 1º semestre. Em média, DPVAT pagou 6 indenizações diárias por morte de crianças

As indenizações por morte de crianças em acidentes de trânsito no Brasil recuaram para 1.088 no primeiro semestre deste ano, uma queda de 27% ante as 1.502 pagas no mesmo período de 2013, informa a Líder-DPVAT, que administra o seguro obrigatório de veículos no país.

De acordo com o diretor-presidente da seguradora, Ricardo Xavier, o recuo reflete a disseminação do uso da cadeirinha infantil, que se tornou obrigatório em 2010, e também a redução da velocidade média nas principais estradas e vias urbanas.

Mesmo assim, a média de indenizações pagas mortes de crianças até 14 anos foi de 6 ao dia. Além disso, as indenizações por invalidez permanente nessa faixa etária subiram 24% em relação ao ano passado, chegando a 9.268 coberturas nos seis primeiros meses de 2014. “É sempre um dado lamentável perceber a quantidade de crianças vitimadas pelo trânsito brasileiro”, afirmou Xavier.

Moto supera carro
Neste ano, as motocicletas passaram a ser mais perigosas do que os carros. Segundo a pesquisa, veículos de duas rodas foram responsáveis por 48% das indenizações envolvendo crianças no primeiro semestre, enquanto os carros somaram 44%. Em 2013, a situação era invertida, com 51% dos acidentes provocados por carros e 40% pelas motos.

Ainda conforme o estudo, em 54% dos casos que geraram indenização neste ano a criança não estava no veículo, mas sim na rua, como pedestre.

O Norte e o Nordeste concentram 48,5% das indenizações envolvendo crianças, mesmo com apenas 21% dos veículos no Brasil.

Estas são as únicas regiões onde o pagamento por mortes em acidentes com moto predominou no primeiro semestre deste ano em relação aos causados por automóveis.

Fonte: Revista Auto Esporte

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Bicicletas e o transporte de crianças

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É bastante comum vermos crianças sendo transportadas em cadeirinhas instaladas em bicicletas, no bagageiro, e ainda sendo tracionadas em semirreboques. A dúvida que se apresenta é quanto à legalidade desse transporte, especialmente destinados a crianças de baixa estatura e pouca idade.  Em motocicletas é proibido o transporte de crianças com idade inferior a 7 (sete) anos em qualquer circunstância.  Quanto às bicicletas o parágrafo primeiro do Art. 244 do Código de Trânsito estabelece que é proibido o transporte de passageiro fora da garupa ou ‘assento especial a ele destinado’, bem como transportar crianças que não tenham, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança.

Nota-se que não foi estabelecida a idade da criança, e a avaliação de que ela tenha ou não condição de cuidar de sua própria segurança é totalmente subjetiva e não palpável, até porque o passageiro, criança ou não, assume uma condição passiva diante do condutor do veículo. Imagine uma regra semelhante aos passageiros de uma aeronave, totalmente reféns do comandante e do controlador de voo. Numa situação de emergência cuidar de sua própria segurança seria levantar o encosto do assento, deitar a cabeça sobre as pernas, e (recomendação nossa) prender a carteira de identidade com muita firmeza entre os dentes… Não há como avaliar se a criança tem ou não condição de cuidar de sua segurança, pois sua condição é passiva no transporte.

Quanto às cadeirinhas, podem ser interpretadas como assento especial a ele destinado, independente de estar à frente ou atrás do ciclista condutor, não podendo ser considerado ‘equipamento proibido’, visto que não há proibição expressa desse equipamento, e pelo princípio da reserva legal se não é proibido é permitido. Não há qualquer regulamentação sobre o dispositivo. O mais importante é que o responsável por essa criança, condutor da bicicleta, tenha consciência da imensa responsabilidade que recai sobre seus ombros e suas pernas, na escolha dos locais e de sua própria condição física e destreza na condução de bicicletas.

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80% dos acidentes acontecem por falta de atenção ao volante

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Segundo levantamento elaborado pela Arteris, uma das principais companhias de concessões rodoviárias do país, 1 em cada 10 motoristas ainda trafegam sem o cinto de segurança. Entre os caminhoneiros, esse número sobre para 25%. Com o objetivo de conscientizar os motoristas, a companhia promove, durante todo mês de setembro e na Semana Nacional do Trânsito, uma série de eventos para informar motoristas e pedestres sobre boas práticas para evitar acidentes nas estradas. As ações fazem parte do Mês da Segurança Arteris e acontecem simultaneamente nas 21 rodovias administradas pelas nove concessionárias da Arteris.

Segundo o gerente corporativo de operações da Arteris, Elvis Granzotti, muitos acidentes poderiam ser evitados se os motoristas adotassem medidas simples de segurança. “De acordo com o histórico de ocorrências em nossas rodovias, 80% dos acidentes acontecem por falta de atenção dos usuários e 15% dos acidentes fatais são gerados por distrações na direção. Verificamos também que o uso do celular nas viagens é um dos principais responsáveis por situações de risco”, analisa.

Os números comprovam a necessidade de conscientizar os usuários das rodovias. Segundo os dados levantados pela Arteris, 48% dos motoristas já passaram por alguma situação de risco causada por uma distração e em 23% dos casos, o celular foi responsável pelo incidente. Estudo publicado pelo New England Journal of Medicine explica o risco que o uso do celular pode trazer. Segundo a publicação, discar um número no celular aumenta em 8 vezes o risco de acidente, enquanto procurar o telefone enquanto dirige aumenta em 7 vezes e mandar uma mensagem, 4 vezes.

Cinto de segurança

Outra medida simples e já conhecida pelos motoristas é o uso do cinto de segurança. “Infelizmente, muitas pessoas ainda ignoram a importância do cinto”, alerta Granzotti. Pesquisa realizada pela concessionária Vianorte (SP), aponta que 25% dos condutores de caminhão e 41% dos passageiros não utilizam cinto de segurança. Este é um dos motivos que levam a um outro dado preocupante: o número de vítimas fatais nas rodovias administradas pela Vianorte que não usavam o cinto de segurança em acidentes rodoviários, nos primeiros seis meses de 2014, já é 28% maior que em todo o ano de 2013. As estatísticas sobre lesões evidenciam esse dado: 30% dos ferimentos fatais em colisões são causados porque a vítima bate contra o volante, e uma em cada cinco acontece pelo choque de pessoas dentro do veículo que não utilizavam o cinto.

As campanhas da Arteris, que inclui a distribuição de folhetos nas praças de pedágio e abordagem a caminhoneiros, motociclistas e pedestres em pontos estratégicos das rodovias, também alertam para os perigos do excesso de velocidade e ingestão de álcool.

Mês da Segurança

Arteris Iniciativa da Arteris, uma das principais companhias de concessões rodoviárias do país, o Mês da Segurança Arteris promove, durante todo mês de setembro, uma série de eventos para conscientizar motoristas e pedestres sobre boas práticas para evitar acidentes nas estradas. As ações acontecerão simultaneamente nas concessionárias federais Autopista Fernão Dias, Autopista Régis Bittencourt, Autopista Fluminense, Autopista Litoral Sul e Autopista Planalto Sul, além das concessionárias Arteris com atuação no estado São Paulo – Autovias, Vianorte, Intervias e Centrovias.

A preocupação com a segurança norteia o trabalho da Arteris e de suas concessionárias. Como parte da Década de Ação pelo Trânsito Seguro, programa criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) que visa a prevenção e redução de acidentes nas rodovias entre 2011 e 2020, a companhia criou em agosto de 2013 o GERAR – Grupo Estratégico para Redução de Acidentes, que tem o objetivo de reduzir em 50% a fatalidade nas rodovias sob sua administração. A ação acontece de forma coordenada à Semana Nacional de Trânsito, a ser realizada de 18 a 25 de setembro.

“Segurança faz parte do nossa DNA e entendemos que a parceria com o usuário é o melhor caminho para reduzirmos ainda mais os acidentes nas estradas”, afirma o presidente da Arteris, David Díaz. “Investimos bilhões em melhorias nas rodovias e em ações de educação para o trânsito, mas sabemos que, para o bem de todos, o motorista precisa fazer a sua parte para promover segurança”.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/80-dos-acidentes-acontecem-por-falta-de-atencao-ao-volante

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Pesquisa aponta que 13% dos caminhoneiros usam rebites

Pesquisa mostra que, em média, motoristas ficam 20 horas longe de casa no mês e chegam a ficar 18 horas por dia no trânsito.

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Sorocaba – Pesquisa feita por uma concessionária de rodovias aponta que 13% dos motoristas de caminhão usam drogas à base de anfetaminas, conhecidas como rebites, para enfrentar longas jornadas de trabalho.

 Em média, os motoristas ficam 20 horas longe de casa no mês e chegam a ficar 18 horas por dia no trânsito.

 Um de cada quatro caminhoneiros não usa cinto de segurança – entre os passageiros do caminhão, 41% dispensam o equipamento. Já entre os motoristas de automóveis, o índice cai para 9%.

 A concessionária do grupo Arteris ouviu 2.358 motoristas de caminhão entre os dias 18 e 20 de agosto deste ano em rodovias paulistas administradas pela companhia.

 Durante as viagens, 76% deles dormem na cabine do próprio caminhão e apenas 7% usam hotéis. Entre os consultados, 24% já sofreram acidentes.

 De acordo com Luciano Louzane, coordenador do Grupo Estratégico para Redução de Acidentes Rodoviários (Gerar) da concessionária, a ideia da pesquisa surgiu após se observar aumento de 28% no número de vítimas fatais em acidentes no primeiro semestre deste ano, comparando com 2013.

 “Percebemos a relação entre mortes em acidentes e a falta de uso do cinto.”

 Também foram coletados dados sobre a saúde do caminhoneiro entre mais de três mil usuários do Viva Saúde, um projeto da Arteris para incentivar boas práticas entre os motoristas de caminhão.

 Levantamento feito entre janeiro de 2013 e agosto de 2014 mostra que 36% dos abordados estavam obesos e outros 40% tinham sobrepeso.

 Mais de 15% sofrem de hipertensão, 28% apresentam colesterol alto e 39% glicemia alta, fatores que elevam o risco de ataques cardíacos.

 O estudo mostrou ainda que 12% estão na faixa mais alta na Escala de Sonolência de Epworth, o que indica risco 70% maior de sofrer acidente nas estradas. O fato de estarem a maior parte do tempo nas estradas dificulta o acesso de caminhoneiros a consultas médicas.

 Procurado, o Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos do Estado de São Paulo (Sindcamsp) não se manifestou sobre os resultados da pesquisa.

Fonte: Revista Exame

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Automóveis, motos e bicicletas podem conviver bem no trânsito

Dicas para se portar nas ruas sem correr riscos ou levar perigo aos outros

Por Fernando Miragaya –
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Carros, motos e bicicletas têm tamanhos e desempenhos diferentes. A melhor forma de evitar acidentes é o maior dar preferência para o menor. E os pedestres são “café com leite”<br /><br />
Foto: Fabio Seixo
Carros, motos e bicicletas têm tamanhos e desempenhos diferentes. A melhor forma de evitar acidentes é o maior dar preferência para o menor. E os pedestres são “café com leite” – Fabio Seixo

O trânsito brasileiro é uma guerra — eis um clichê repetido há décadas num país onde acidentes de tráfego matam 40 mil pessoas por ano. Mais e mais carros disputam espaço com mais e mais motos e bicicletas. Hora de fumar o cachimbo da paz e aprender a conviver.

Reunimos aqui alguns conselhos sobre como se portar no trânsito sem levar perigo a si ou aos outros. E, neste convívio, cabe aos motoristas a maior dose de cuidado e responsabilidade. Nada de lei do mais forte.

— A regra é o maior protege o menor. O mais fraco tem de ser o mais protegido — orienta José Aurélio Ramalho, diretor-presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).

 


Na simulação, a moto está ponto cego do carro – Fabio Seixo / Agência O Globo

 

Ao volante, é preciso ter atenção principalmente aos pontos cegos. Uma moto ou outro carro podem ficar escondidos no ângulo da coluna traseira direita do automóvel, por exemplo.

CORREDOR DA MORTE?

Antes de mudar de faixa, obviamente é necessário dar a seta e olhar para os lados. Mas uma leve inclinação de cabeça para ver o retrovisor externo direito pode detectar o perigo, pois aumenta o campo de visão.

— Essa mudança de faixa jamais pode ser súbita. É preciso que o motorista verifique os espelhos sempre e dê uma olhadinha mais lateral — lembra Roberto Douglas, presidente interino da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet). — É importante ter em mente que quatro rodas são mais estáveis do que duas rodas.

As estatísticas refletem bem esse quadro. Atualmente, 40 motociclistas morrem por dia no país e 11 acidentes envolvendo motos ocorrem diariamente no Rio. Pelo seguro obrigatório DPVAT, as motos já representam 75% das indenizações do trânsito brasileiro.

O motociclista, por sua vez, deve evitar o corredor entre os carros. Mas já que no mundo real andar ali é um mal necessário, deve fazê-lo somente quando o trânsito estiver lento — e jamais em meio a dois carros que estejam seguindo lado a lado, para não ficar sem área de escape. Em meio a ônibus e caminhões, então, nem pensar.

 


Antes de mudar de faixa, é fundamental aquela conferida no retrovisor – Fabio Seixo / Agência O Globo

No corredor, a velocidade deve ser baixa, para permitir a frenagem se um carro mudar de faixa repentinamente ou mesmo se alguém abrir uma porta. Andar rápido nessa situação é um risco enorme.

BUZINA DE ALERTA

O farol aceso é obrigatório. Buzina? Somente para “marcar presença” — vale lembrar que os espaços entre os carros são uma concessão, não uma obrigação. Sim, gentileza gera gentileza e os motoristas podem deixar espaços para as motos. Mas não se deve contar com isso…

Para motociclistas que também dirigem carro, o comportamento preventivo é até mais fácil, pois eles conhecem “os dois lados“. Por isso, muitos especialistas defendem que a formação de condutores (tanto de motos como de carros) deveria incluir noções sobre os dois veículos.

— O condutor do carro deveria saber como é a vida em cima de duas rodas, os problemas e limitações dos motociclistas — defende Roberto Douglas.

 

Motociclistas precisam estar atentos às portas abertas no trânsito – / Fernando Miragaya

 

Diferentes estudos mostram que um motociclista que bate a 40km/h tem 10% de risco de morte. A 70km/h, beira 100% de mortalidade. É muita diferença.

— Outro bom motivo para não exceder limites é o fato de que nenhum capacete vai protegê-lo a partir de certa velocidade — adverte Douglas.

SEM ESSA DE ALFAIATE

Não costurar entre os corredores e faixas é uma dica óbvia, tanto para automóveis como para motocas. E antes de mudar de faixa, vale sempre se certificar de que o automóvel não ficará atravessado e atravancando o trânsito.

Se estiver na pista da esquerda, a moto deve evitar andar muito abaixo da velocidade máxima permitida. E, se estiver na direita, manter distância do meio-fio para deixar passagem para os ciclistas.

Nos túneis, viadutos e pistas expressas, o melhor é ficar no lado esquerdo da pista da direita (é o traçado das rodas esquerdas dos automóveis).

Desta forma, ocupa-se o espaço de um veículo maior e corre-se menos risco de ser “empurrado’’ por um veículo em alta velocidade ou espremido na parede. Depois dos pedestres, os motociclistas são os seres mais frágeis nessa selva.


Os carros devem guardar uma distância de 1,5m para as bikes – Fabio Seixo / Agência O Globo

Os ciclistas também devem seguir algumas orientações para não serem surpreendidos no trânsito urbano.

NA MÃO DA RUA

A primeira norma é andar sempre na mão da rua, de preferência à direita ou na faixa de menor velocidade. Quando não houver ciclovia, o melhor é circular próximo ao meio-fio (e torcer para os carros respeitarem a distância de 1,5m).

Ao mesmo tempo, o ciclista deve dar preferência a roupas com cores vivas ou com faixas refletivas para melhor ser visto — principalmente à noite. Sinalizar com as mãos quando for mudar de faixa é outro procedimento prudente que deveria se tornar um hábito dos adeptos das bicicletas.

Além disso, as bikes não devem transitar nos corredores entre os carros (que as motos costumam utilizar), muito menos em túneis e vias expressas. Espaços exclusivos para ônibus, como os dos BRTs, também são proibidos a bicicletas.

Nos cruzamentos, é preciso parar e ver se algum carro vai dobrar justamente na rua pela qual se está passando. Além disso, é importante sinalizar para indicar o caminho que se vai seguir.

CUIDADO COM O PEDESTRE

Nessa estranha cadeia, o ciclista é “ameaçado” pelos veículos motorizados, mas ao mesmo tempo também pode ser uma ameaça aos pedestres. Deve respeitar os sinais de trânsito como qualquer carro ou moto, e atravessar as faixas de pedestre, de preferência, empurrando a bike.

Para a boa convivência, o respeito às leis de trânsito é primordial. Nesta relação com as bicicletas, os carros devem manter uma distância mínima de 1,5 metro ao ultrapassar um ciclista. Está no artigo 201 do Código de Trânsito Brasileiro, que prevê multa e perda de quatro pontos na CNH.

É uma entre muitas regras que servem para qualquer relacionamento. Principalmente o das ruas.

— O que tem que cair por terra é essa briga onde o carro pode mais que moto, a moto pode mais que a bicicleta e a bicicleta pode mais que o pedestre. Essa luta de poder não pode existir — diz Roberto Douglas, da Abramet.

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Acidentes matam quase duas pessoas por dia, um aumento de 24% em 2014, segundo levantamento

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RIO — Quase duas pessoas morrem por dia na cidade do Rio, vítimas de acidentes de trânsito. Indicadores do Rio Como Vamos (RCV), com base nos dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), mostram que houve aproximadamente 600 óbitos por ano, de 2009 a 2013. No mesmo período, o número de registros de feridos também cresceu: saltou de 18.924 para 23.284. São números de uma guerra. O RCV alerta para um padrão de comportamento que se alastra perigosamente: os motoristas estão dirigindo de maneira cada vez mais imprudente, não respeitando os limites de velocidade e o sinal vermelho, colocando em risco suas vidas e as de terceiros.

SITUAÇÃO ALARMANTE

Na comparação dos dados do primeiro semestre de 2013 com o de 2014, as mortes no trânsito aumentaram de 258 para 321 (24,4%). Uma situação alarmante. As regiões mais afetadas no primeiro semestre deste ano foram Botafogo (de sete para 15 óbitos), Campo Grande (de 21 para 27) e Jacarepaguá (de nove para 20). Já a região do Méier registrou queda de 15 para sete óbitos no mesmo período.

Os acidentes com feridos também preocupam. Confrontando o período estudado, percebe-se que os casos aumentaram de 10.386 para 11.338 (9,2%). No primeiro semestre de 2014, o RCV chama atenção para as regiões da Barra da Tijuca (de 648 para 920 registros), Jacarepaguá (de 710 para 892) e Santa Cruz (de 370 para 516). Reduções importantes ocorreram em Campo Grande (de 982 para 868 feridos) e Méier (de 682 para 625).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, em 2013 houve 25.403 acidentes de trânsito com mortos e feridos, sendo que no comparativo do período houve um aumento de quase 7% (de 11.617 para 12.401). Colisão foi o acidente que teve mais destaque, com crescimento de 12%, e corresponde a 54% do total de ocorrências registradas em 2013. Em seguida vem atropelamento (23%) e queda de moto (19%).

Segundo o Rio Como Vamos — com base nos indicadores da Secretaria municipal de Transportes/Iplan —, as infrações subiram de dois milhões, em 2008, para 2,7 milhões, em 2013. E a tendência é que 2014 feche com um total acima de 2013, pois de janeiro a julho já foram contabilizadas 1,5 milhão de multas.

As infrações por excesso de velocidade passaram de 937 mil, em 2009, para 1,5 milhão em 2013. E só de janeiro a julho deste ano, 891 mil pessoas foram multadas por dirigir acima da velocidade permitida: nada menos que 57% do total do ano passado. No caso das infrações por avanço de sinal, apesar de os números apresentarem queda entre 2009 e 2013 (de 585 mil para 117 mil), de janeiro a julho de 2014 o volume de multas já chegou a 171 mil.

Pesquisa quantitativa de mobilidade urbana, realizada pelo RCV em junho de 2013, revela que 34% dos 1.500 entrevistados disseram que os motoristas têm responsabilidade nos acidentes, por impaciência no trânsito e desrespeito à sinalização, e 25% apontam a falta de fiscalização e de punição aos infratores. Outro dado é que, para 47% deles, investir em ciclovias e implementar medidas de segurança para os ciclistas são ações que poderiam incentivar os moradores a adotarem a bicicleta como principal meio de transporte.

LEI SECA: 90% APROVAM

O tenente-coronel Marco Andrade, que há cinco anos e meio coordena a Operação Lei Seca no estado, afirmou que a questão do trânsito é um problema de saúde pública, além de envolver mobilidade urbana e segurança. Em vez de apontar a falta de recursos financeiros, humanos ou de equipamentos como fatores que dificultam seu trabalho, destaca que o maior desafio é o comportamento dos motoristas:

— Não se muda uma cultura da noite para o dia. Nosso trabalho é de fiscalização, mas, acima de tudo, de prevenção. E isso depende da conscientização de cada um. Para o trânsito melhorar, é necessário promover uma mudança de hábitos.

A última pesquisa de percepção do RCV apontou que 90% dos moradores da cidade aprovam a Lei Seca e 56% acham que os pontos de fiscalização deveriam ser ampliados.

Até junho deste ano, a Lei Seca abordou 165.362 motoristas só no Rio, enquanto que em 2013 foram 274.027. Nesse período, 30.396 foram multados, 6.631 veículos rebocados e 8.238 motoristas tiveram a CNH recolhida. Os agentes realizaram 147.733 testes com o bafômetro.

MOVIMENTO MONITORA DEZ ÁREAS

O Rio Como Vamos (RCV) avalia a qualidade de vida do carioca em dez áreas: saúde; transportes; educação; segurança pública; pobreza e desigualdade social; meio ambiente; lazer e esporte; saneamento básico; inclusão digital; e trabalho, emprego e renda. Os dados são divulgados pelo GLOBO e no site do movimento.

O RCV tem o apoio de: Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Fecomércio, Associação Comercial, Observatório de Favelas, CDI, Cedaps, Idac, Ethos, Light, Instituto do Trabalho e Sociedade, Santander, Grupo Libra, Fundação Avina, Metrô Rio, UTE Norte Fluminense, KPMG, OnBus Digital, Instituto Invepar, The Climate Works e Vale.

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Pedestres são as principais vítimas de acidentes de trânsito no mundo

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Andar a pé é o meio de transporte mais comum e representa 50% dos deslocamentos em áreas urbanas, mas é preciso ter cuidado

Dados de pesquisa divulgada pela Allianz Seguros registram que os pedestres são as maiores vítimas de acidentes de trânsito. Por ano, morrem mais de 20 mil em todo o mundo, o que coloca os pedestres como o grupo mais vulnerável.

Desde 1998, o Brasil ultrapassou o dobro da frota de carros, mas a segurança rodoviária não cresceu proporcionalmente. Nos acidentes rodoviários, só os pedestres brasileiros representam entre 28% e 36% de todas as mortes.

O número se torna grande quando comparado, por exemplo, à Holanda que responde por 10% do total de mortes de pedestres, a menor proporção entre os países da União Europeia. As vias americanas também respondem por um valor inferior, correspondente a 17%.

A boa notícia é que, entre os usuários de estradas no Brasil, os pedestres são o único grupo que apresenta declínio nas taxas de mortalidade.

Maior risco

Dois fatores citados pela pesquisa, que influem diretamente na fatalidade das ocorrências, são: o desenvolvimento do país e a velocidade do veículo no momento do acidente.

O Brasil, se comparado a países como o Mianmar, que tem a mais alta proporção de mortes entre pedestres, ou com a Índia, que responde por cerca de 60% de todas as mortes em áreas urbanas, está em situação menos grave. A condição se torna ainda mais crítica em países de renda baixa e média, onde 84% das estradas não têm calçadas.

Se o pedestre for atingido por um carro a 30 km/h é 80% menos fatal que se fosse atingido a 50 Km/h. Já quase nenhuma chance existe se for atingido por um veículo a 80 Km/h.

Um terceiro ponto a ser ressaltado, é que a ingestão de bebida alcoólica, ao contrário do que se pensa, não é um problema que diz respeito apenas aos motoristas. Estudos mostraram que foi detectado alcool no sangue de 90% dos pedestres feridos em acidentes.

O Grupo Allianz é um dos líderes globais em serviços de seguros, financeiros e de administração de fundos, que além de oferecer produtos e serviços, também atua na área de pesquisa de grandes riscos, estudos de sustentabilidade e nos investimentos em fontes renováveis de energia.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/pedestres-sao-as-principais-vitimas-de-acidentes-de-transito-no-mundo

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Drogas nas Estradas – Governo atira no que viu e pode acertar alvo muito maior

Governo quer pegar motoristas drogados pelos cabelos!

Ao determinar a obrigação do exame toxicológico para os motoristas profissionais, o Governo pode estar atirando no que viu e acertando num alvo muito maior. Isto porque o aumento do uso de drogas por motoristas de ônibus e caminhões está ampliando e facilitando a distribuição de drogas pelas estradas. Eles começam a usar as drogas por questões pessoais ou para ficarem acordados mais tempo ao volante, e se tornam presas fáceis para os traficantes. Muitos motoristas acabam entrando no negócio das drogas.

POLÍCIA RODOVIÁRIA JÁ APREENDE MAIS MACONHA QUE A POLÍCIA FEDERAL

No primeiro momento o motorista profissional que precisa dirigir por muito mais tempo do que o suportável tem facilidade na obtenção da droga para suportar a carga de trabalho. Depois, em função das dificuldades financeiras que enfrentam, assumem dívidas e são estimulados a pagar com o transporte de pequenas quantidades de drogas. A questão é tão grave que a Polícia Rodoviária Federal apreendeu em 2013 mais de 117 toneladas apenas de maconha, somente nas rodovias federais, mais do que as 111 toneladas apreendidas pela Polícia Federal em todo o país, em outras apreensões.

O volume é ainda mais significativo considerando que a PRF registrou 2.452 ocorrências de apreensão de drogas em 2013. Média inferior a 7 por dia nos 61.000 km sob sua responsabilidade. É uma ocorrência a cada 8.700 km de rodovias federais.

Apreensão de drogas pela PRF

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nesse sentido, é fundamental entender que a tarefa original da PRF não é combater o tráfico de entorpecentes, nem o contrabando, que também passa pelas estradas e exige empenho dos patrulheiros. Entretanto, fica evidente que a quantidade que passa pelas rodovias pode ser dezenas de vezes maior do que a quantidade apreendida. É um jogo em que quem perde é a sociedade.

O EXCESSO DE JORNADA É PORTA DE ENTRADA DAS DROGAS

Segundo a auditora fiscal do trabalho, Jacqueline Carrijo, que coordena várias operações de fiscalização no Estado de Goiás, as polícias rodoviárias federal e estaduais precisam de mais estrutura e apoio, inclusive para fiscalizar a jornada de trabalho. Nas operações coordenadas por Carrijo junto com outros auditores fiscais e policiais rodoviários, é fácil constatar que a principal razão do uso da droga é sempre a mesma: excesso de jornada e pressão do horário da entrega.  “ Tem motorista que informa que a transportadora entrega a caixa de rebite no início da viagem. Em todas as operações flagramos vários motoristas com rebite e sinais de uso de drogas.”

Embora as drogas sejam encontradas em todos os tipos de veículos, como motocicletas, automóveis, caminhonetes, vans e ônibus, é nos veículos de carga que está a ponta do iceberg.

Numa pesquisa simples no Google, analisando alguns casos de apreensão de drogas no mês de agosto veiculados pela imprensa, encontramos diversas notícias relatando transporte de drogas misturadas com diversas cargas, o que torna a tarefa da polícia ainda mais complexa.

Em Corumbá  (MS) uma carreta tinha 400kg de maconha em fundos falso. Em Belo Horizonte a PRF encontrou 700 kg da mesma droga escondidas no meio de 30 toneladas de arroz. Em outra ocorrência em Goiás mais 1.116 kg de maconha estavam numa carreta com 15 toneladas de milho. Outra carreta, ligada aos mesmos traficantes, foi encontrada com 400 kg da droga em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul.

Em Araçatuba, no Estado de São Paulo, o dono de uma carreta Scania foi preso depois que o veículo foi encontrado com 303 kg de cocaína. Na Dutra, num posto de combustível em Resende (RJ), tinha uma carreta estacionada com uma tonelada de drogas junto da carga de sementes.

Já em Minas Gerais um caminhoneiro e seu ajudante foram presos com R$ 600 mil em espécie. A justificativa para tanto dinheiro foi de que se tratava de sonegação fiscal, só não conseguiram explicar de qual atividade econômica. Meses antes, um caminhoneiro flagrado com drogas numa rodovia paulista, ofereceu R$ 50 mil em dinheiro para ser liberado. Naturalmente acabou preso.

É verdade que por causa do excesso de jornada muitos caminhoneiros estão dependentes das drogas,  e alguns colegas começam a vender drogas para pagar seu próprio consumo e passam, em pouco tempo passam de motoristas a traficantes.

Numa matéria produzida pela TV Record, em março deste ano, além de vários motoristas flagrados com drogas na cabine, um cegonheiro em especial foi flagrado com nada menos que 150 comprimidos dentro da carreta. Como ele alegava que usava eventualmente, não pode ser descartada a possibilidade de que já vendia para terceiros.  Inclusive várias matérias ao longo dos últimos anos já flagraram a venda feita por motoristas de ônibus e caminhão na garagens das empresas em que trabalham. (Veja a matéria acessando AQUI)

O Procurador Paulo Douglas de Almeida, do Ministério Público do Trabalho, esclareceu que muitos motoristas são flagrados em estado crítico. “Na operação que realizamos no Mato Grosso, 15% dos motoristas estavam em estado de pré-overdose, numa condição, que, segundo os médicos, já não conseguiam diferenciar na estrada uma placa de um ser humano.”

Ele enfatiza que é preciso combater o excesso de jornada e as “premiações” para quem chega antes. Enfim, as práticas que obrigam motoristas a viajarem longos percursos em excesso de velocidade, sem descanso, tornando-os presa fácil para traficantes.

Para conquistar os caminhoneiros os traficantes os abordam principalmente nos postos de rodovia e oferecem cocaína garantindo que é melhor que o rebite. “Tem gente que bate na porta quanto estamos dormindo e diz que vamos conseguir dirigir 90 horas sem dormir”, explica um caminhoneiro que não quis se identificar.  Em vários lugares caminhoneiros ligam para o traficante que vem entregar no posto. É o disk drogas nas estradas.

O mesmo caminhoneiro com quem conversamos disse que conhece colegas que já transportaram pequenas quantidades para pagar dívidas. “Tem gente que fica com olho grande e começa a entrar no negócio. Eu digo que eles vão morrer na mão do traficante e eles dão risada.”

Veja matéria completa clicando no link: http://estradas.com.br/drogas-nas-estradas-governo-atira-no-que-viu-e-pode-acertar-alvo-muito-maior/

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Multa por ultrapassagem irregular vai ficar até dez vezes mais cara

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A multa por ultrapassagem irregular ficará até 10 vezes mais cara, já a partir de novembro deste ano. A alteração do Código de Trânsito Brasileiro tem o objetivo de tentar reduzir o número de mortes nas estradas. A consequência deste tipo de irregularidade é a batida frontal que, apesar de representar apenas 3% das infrações, é a que causa um terço das mortes nas estradas brasileiras. E o Paraná é o estado onde há o maior número de multas por ultrapassagem irregular nas estradas, com 107.015 multas, segundo as estatísticas da Polícia Rodoviária Federal.

Com a mudança, a ultrapassagem pelo acostamento será considerada gravíssima e passará de R$ 127,69 para R$ 957,70. O mesmo valor que será cobrado pelo motorista que fizer a ultrapassagem pela contramão. E neste caso, se houver reincidência em até 12 meses, o valor passará para R$ 1.915,40.

A punição vai ficar ainda mais rigorosa se o motorista criar uma situação de risco, mesmo que seja em local onde a ultrapassagem é permitida. O motorista poderá perder o direito de dirigir. Se houver reincidência, ele será multado em R$ 3.830.

A alteração do Código foi publicada em maio deste ano.

Fonte: Bem Paraná

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