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Acidentes com moto respondem por 76,7% dos inválidos

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Frota de veículo cresceu 644% desde 1998

O eletricista João Henrique de Aguiar, de 29 anos, está internado há cinco meses no Hospital da Restauração, no Recife. Ele viajava na garupa da moto pilotada pelo cunhado Orlando dos Santos, de 24 anos, quando colidiu com uma van na BR-232, perto de Pesqueira, a 215 quilômetros da capital. Santos morreu no local. Aguiar já passou por duas cirurgias. Aguarda a vez de fazer uma terceira e perdeu os movimentos de um braço e dos dedos da mão direita. Foi o segundo acidente de moto que sofreu.

No terceiro dia da série de reportagens Anda e Para — sobre como as políticas de seguidos governos incentivam o uso do carro mesmo diante da situação cada vez pior da mobilidade urbana no Brasil —, o tema é morte e invalidez em acidentes de trânsito. Em 2013, 54.767 morreram e 444.206 ficaram inválidos. A grande maioria, 76,7%, sofreu acidente de moto. Enquanto a frota de carros cresceu 175% desde 1998, a quantidade de motos explodiu. Eram somente 2,5 milhões há 16 anos. Hoje, são 18,6 milhões circulando nas ruas do país. Uma alta de 644%. Crédito mais fácil e engarrafamentos constantes impulsionaram o consumo. Juntamente com o aumento da frota, os casos de invalidez quintuplicaram: eram 89 mil em 2008.

‘Há cinco anos, a principal vítima no trânsito era o pedestre. Hoje, é o motoqueiro. Nos acidentes, 74% das vítimas são condutores, 14%, o carona e 12%, o pedestre. Com os engarrafamentos, a velocidade diminuiu e a letalidade dos acidentes de carro, também. Mas qualquer queda de moto tem probabilidade grande de atingir pernas, de provocar a perda da mobilidade’, diz Márcio Norton, diretor de Relações Institucionais da seguradora Líder, que administra o seguro DPVAT.

Foi o caso do eletricista João Henrique de Aguiar, ao perder o movimento do braço. A situação no Nordeste é pior diante do avanço do veículo. Em Pernambuco, há 967.170 motos, 1.142% a mais que em 1998. Os acidentes são tão frequentes que passaram a ser tratados pelas autoridades como epidemia. Em 2011, foi criado o Comitê Estadual de Prevenção dos Acidentes de Moto (Cepam), que reúne 19 entidades. De acordo com o coordenador executivo do Cepam, João Veiga, os acidentados de moto já ocupam 87% dos leitos das enfermarias de traumatologia dos três principais hospitais públicos da capital (Restauração, Getúlio Vargas e Otávio de Freitas). Em Pernambuco, as mortes por acidentes de moto chegam a 22 para cada cem mil habitantes, segundo Veiga:

‘Agora, são as crianças que estão morrendo. Entrevistamos os pais, e eles alegam que não achavam perigoso os filhos andarem de moto, porque pensavam que os menores só circulariam nos sítios da área rural ou no centro das cidades do interior. Mas quase todas as 23 crianças que morreram no ano passado trafegavam em movimentadas rodovias federais’.

Gastos médio de R$ 152 mil com hospital

O agricultor Claudino Melo dos Santos, de 28 anos, mora num sítio, mas se acidentou na estrada. Viajava pela BR-232 quando bateu de frente com outra moto. Claudino não tem habilitação e está internado há cinco meses, tendo passado por duas cirurgias. No sítio onde mora, três pessoas sofreram acidente de moto.

No Recife, entre setembro de 2013 e setembro deste ano, 10.075 pessoas foram atendidas nas emergências vítimas de acidentes de moto: 10% sofreram alguma amputação, limitação permanente, ficaram paraplégicos ou tetraplégicos. De acordo com o chefe do setor de traumatologia do Hospital da Restauração, Bernardo Chaves, 60% dos seus pacientes tiveram mais de uma fratura, com cirurgia em até três membros. Eles passam, em média, três meses internados. Pelos cálculos da Secretaria Estadual de Saúde, uma vítima de acidente de moto custa, em média, R$ 152 mil só de gastos hospitalares.

Fonte: Folha do Progresso

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Cientistas criam bafômetro para maconha no trânsito

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Aparelho desenvolvido por pesquisadores de Washington (EUA) detecta THC nos motoristas

Dirigir sob influência de drogas é ilegal em vários países, inclusive no Brasil. Mas até hoje, os policiais precisam esperar por exames de sangue para confirmar se um motorista está sob efeitos de entorpecentes, o que pode levar até 24 horas, o que faz com que a fiscalização não seja eficaz. Agora, pesquisadores da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos, desenvolveram um bafômetro capaz de detectar o THC, princípio ativo da Cannabis sativa, com resultados gerados quase que imediatamente. O gadget usa a tecnologia de espectrometria de massa por íons, que é usada por profissionais de segurança de aeroportos para detectar drogas e explosivos.

O protótipo, que poderá ser testado em humanos já no próximo ano, não é projetado para calcular o “quão drogado” um condutor pode estar, mas simplesmente para confirmar se eles têm THC em seus corpos.

A intenção é, no caso do teste acusar níveis de THC, o motorista ser direcionado a um exame de sangue que poderia ser usado como prova em tribunal. O consumo de drogas afeta habilidades de condução das pessoas, e pode dar-lhes tempos de reação mais lentos, náuseas, alucinações, ataques de pânico, paranoia, tontura, fadiga e dificuldade de concentração, o que poderia aumentar as chances de um acidente.

A pesquisa da Universidade do Estado de Washington poderá, em breve, ajudar a Patrulha do Estado de Washington.

Fonte: O Tempo

 

 

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Falta de cuidado com a saúde compromete o trânsito nas rodovias

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Em blitz preventiva, realizada pela PRF, motoristas parados pelos policiais sequer sabiam que tinham algum problema de saúde, como alto índice glicêmico no sangue e até diabetes

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) promoveu, uma campanha educativa sobre saúde em várias estradas do país. A PRF identificou uma série de situações de motoristas profissionais com problemas de saúde que podem interferir na segurança do trânsito. Na BR-070, que liga Brasília a Águas Lindas de Goiás, por exemplo, motoristas parados pelos policiais sequer sabiam que tinham algum problema de saúde, como alto índice glicêmico no sangue e até diabetes, doença crônica que interfere progressivamente na visão, por exemplo.

Para fazer os exames, a campanha contou com a presença do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador, Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Serviço Social do Transporte, Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte e de estudantes de universidades locais. Em Brasília, a estudante de biomedicina pelo Icesp Promove, Lorrayne Katlen, verificou que muitos dos atendidos convivem com essas enfermidades crônicas sem saber que são portadores. “Hoje eu fiquei surpresa com a quantidade de pessoas atendidas com índice glicêmico muito elevado e, até mesmo, casos de diabetes já bem avançados”.

O responsável pela PRF, inspetor Ronaldo Ivan, alerta para os riscos da falta de conhecimento e de cuidados à saúde do trabalhador que refletem, em muitos casos, na segurança de todos os que trafegam pelas estradas. “Sabemos que a alimentação dessas pessoas não é muito saudável por comerem nos bares e restaurantes pelas rodovias. Esse fator [alimentação ruim], ligado a problemas como o diabetes e a pressão arterial, por exemplo, pode gerar situações onde a vida de outros passageiros, a deles próprios e a segurança nas estradas fiquem em risco”, disse.

As avaliações feitas envolveram desde questionamentos quanto aos hábitos diários dos motoristas, até a triagem para o posto de saúde mais próximo, no caso de necessidade. Na primeira etapa, são recolhidos dados dos motoristas, como telefone e endereço; se são ou não fumantes; e o tempo de descanso.

Na campanha, foram medidas a circunferência abdominal e o índice de massa corporal. Os exames passam, também, por medições de gordura corporal, exames de visão e de audição, colesterol, glicemia e orientação médica. “Somente em vacinas nós aplicamos mais de 300, referentes à febre amarela, ao tétano e à hepatite B que também foram disponibilizadas aqui”, disse a enfermeira da Secretaria de Saúde, Sílvia Menezes.

Lorival Rodrigues, de 62 anos e caminhoneiro há 28, considera que “essa é uma iniciativa importante e cuidar da saúde é essencial”. “Eu transporto funcionários de Brasília para o Gama – cidade administrativa do Distrito Federal. Logo que entrei na empresa fui cobrado a fazer todos esses exames e mais alguns. Mas, depois, para conseguir fazer todos esses [exames] que foram feitos aqui, ficou bem mais difícil”, disse.

Fonte: A Crítica

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Países devem trabalhar em conjunto para humanizar o trânsito

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As mortes provocadas por acidentes de trânsito não têm provocado no mundo a reação necessária para a adoção de medidas que reduzam os números de vítimas, disse o comissário de Segurança Rodoviária Global da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Saul Bilingsley, que participou de seminário internacional sobre segurança viária, promovido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Brasília.

“Sabemos porque as pessoas perdem as vidas no trânsito, no mundo inteiro: por falta de capacidade institucional dos países, estradas malcuidadas, falta de decisão política e de conhecimento por parte dos motoristas, além do baixo nível de campanhas educativas. Isso vem de uma razão apenas, que é a falta de vontade política para tratar o tema”, disse Bilingsley ao apresentar ações de uma fundação da FIA que atua com a problemática das mortes do trânsito.

A policiais e servidores da PRF, Bilingsley disse que a redução das vítimas dos acidentes de trânsito em todo o mundo passam pela troca de informações e políticas entre os países, que devem fazer campanhas semelhantes às adotadas para combater doenças como aids e malária. “Em relação aos acidente, poderemos ter uma redução bastante grande, de 50%, até 2030, se tivermos o comprometimento de todos os países”, ressaltou.

O diretor executivo do Conselho Nacional de Segurança Rodoviária da Austrália, Soames Job, destacou que a segurança nas estradas pode e deve ser administrada. Ao citar experiências adotadas em seu país, que reduziram os acidentes de trânsito, Job enfatizou que, assim como na construção civil, em que os operários são obrigados a usar equipamentos de segurança, os motoristas têm que ser “obrigados” a seguir as leis de trânsito.

“Obrigamos a utilização de equipamentos de segurança [na construção civil], e mesmo que a pessoa tropece [no alto de uma obra], o trabalhador sobreviverá. O mesmo temos que fazer no trânsito”, comparou. Ele disse que para o Brasil reduzir as vítimas de trânsito precisa investir no controle centralizado das operações de trânsito, elevação dos valores da multas, rigor da fiscalização e um sistema confiável de dados.

“Os sistemas de dados são extremamente importantes, e as decisões têm que ser baseadas em evidências-  um sistema de dados para saber sobre tudo o que está acontecendo. Temos que administrar todas as vias, não parte delas, e isso exige cooperação entre os responsáveis pelas estradas. Isso faz com que possamos reconhecer e tratar os pontos mais críticos e direcionar ações”, aconselhou.

De acordo com a diretora-geral da PRF, Maria Alice Nascimento, a intenção do seminário é trocar experiências com outros países para aperfeiçoar as ações de segurança no Brasil. “Trouxemos palestrantes, com apoio do Banco Mundial, da Espanha e da Austrália, e estamos vendo situações em que eles já trabalham em seus países, focadas na questão da segurança viária, que, com certeza, vai colaborar com a nossa realidade”, disse ela.

“É um desafio para todos os países a redução de acidentes violentos no trânsito. O Brasil tem feito muito nessa área, temos conseguido reduzir, ano a ano, o número de acidentes, devido a um trabalho conjugado entre as polícias rodoviárias federal e estaduais, e outros órgãos públicos. Trocar experiência, falar o que tem de bom por aqui [no Brasil] e receber as informações do que é feito lá fora é sempre muito importante”, acrescentou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/paises-devem-trabalhar-em-conjunto-para-humanizar-o-transito

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Rio foi o estado que mais reduziu mortes no trânsito em 2013

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Segundo informações divulgadas essa semana o Brasil reduziu em 10% o número de mortes no trânsito em 2013 (os números ainda são parciais). De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o Rio de Janeiro foi o estado que mais conseguiu diminuir esse número. A redução foi de 44%, com base em números do Sistema Único de Saúde (SUS), de 3.047 casos em 2012 para 1.692 no ano passado.

Na contramão, em seis estados houve aumento no número de mortes no trânsito. O campeão foi Piauí (4%), seguido de Sergipe (2%), Roraima (2%), Mato Grosso do Sul (2%) e Mato Grosso (1%). O que mostra que a situação continua complicada, ainda mais porque o responsável pelo alto número de mortes nesses estados é o aumento da frota de motocicletas, aliado à imprudência e à grande soma de pessoas que dirigem sem habilitação.

Não vou me aprofundar nesse tema, porque na verdade o assunto desse post é a boa notícia que contei no primeiro parágrafo, a redução no número de mortes no trânsito brasileiro. Esses dados comprovam o que nós já sabíamos, o Rio de Janeiro se destaca por ser o único estado do País onde realmente funciona a Operação Lei Seca. E isso traz resultados práticos: SALVA VIDAS. Não basta ter as leis, é preciso fiscalizá-las. Quantas pessoas deixaram de beber por medo de serem pegos pela fiscalização e indiretamente deixaram de matar ou morrer no trânsito? Não preciso nem responder.

O que eu fico me perguntando, inúmeras vezes, é por que os demais estados não aplicam o mesmo rigor? Falta o quê? Vontade política? Alguém que tenha coragem de assumir essa prática? Não consigo entender…

Não estou aqui defendendo apenas a fiscalização, sabemos que a situação só será revertida definitivamente aliando o rigor da Lei com conscientização e educação de trânsito. Mas, infelizmente, essas ações têm resultados em longo prazo, diferente de Operações como as citadas acima, onde o resultado é momentâneo, mas imediato.

Para concluir, não quero deixar de citar também o Programa Vida no Trânsito, que tenho certeza teve participação nesses números, através das cidades que estão trabalhando com a metodologia proposta pelo projeto.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/blog/post/rio-foi-o-estado-que-mais-reduziu-mortes-no-transito-em-2013#

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Multas de trânsito com até 900% de aumento já estão em vigor

Infrações que possam levar a colisões e, consequentemente, vítimas, foram alvo da lei que alterou o Código Brasileiro de Trânsito e “inflacionou” as penalidades de trânsito

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As mortes por acidentes de trânsito no Brasil aumentaram 41,7% em 10 anos, segundo o Mapa da Violência 2013, divulgado pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos. Na tentativa de reduzir essa estatística, desde 1º de novembro, os valores de 11 infrações de trânsito subiram até 900%.

O reajuste do Código Brasileiro de Trânsito, por meio da Lei Federal 12.971/2014, tenta inibir, principalmente, as ultrapassagens perigosas em estradas e rodovias e as disputas de rachas.

O aumento mais significativo entre as penalidades está relacionado com a multa por ultrapassagem envolvendo manobras perigosas, que passa de R$ 191,54 para R$ 1.915,40, além de gerar a suspensão do direito de dirigir. Em caso de reincidência nessa infração, no período de um ano, será aplicada uma multa com o dobro do valor, ou seja, R$ 3.830,80.

Veja abaixo como ficou a mudança dos valores das multas de trânsito:

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Fonte: http://sites.uai.com.br/app/noticia/encontrobh/atualidades/2014/11/05/noticia_atualidades,151144/multas-de-transito-com-ate-900-de-aumento-ja-estao-em-vigor.shtml

Fernanda Nazaré – Redação Publicação:05/11/2014 17:19

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Entra em vigor a lei que prevê punições mais severas para infratores

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Entre as mudanças no Código de Trânsito Brasileiro, estão as que aumentam a multa para ultrapassagens irregulares e ainda as que endurecem o valor imposto a motoristas que praticam rachas

A partir de hoje, dia 01 de novembro de 2014, aqueles condutores que ultrapassarem em local proibido pela sinalização, em curvas, pontes, cruzamentos e acostamentos, terão uma surpresa. A multa foi agravada em cinco vezes e passará de R$ 191,54 para R$ 957,70. Além disso, para os infratores que participarem ou promoverem rachas, a multa foi agravada em dez vezes e passou de R$ 191,54 para R$ 1. 915,40.  A punição dobra em caso de reincidência no prazo de um ano após a primeira multa.

Segundo o especialista em trânsito Celso Alves Mariano, diretor do Instituto Prevenir, o grande objetivo dessas mudanças é frear o número de mortes no trânsito causados por imprudência dos condutores. “A consequência mais comum em caso de ultrapassagem irregular é a colisão frontal, um tipo de acidente muito grave que costuma ser fatal”, explica.

A lei foi sancionada em maio deste ano, quase dois anos depois de a presidente Dilma Rousseff ter lançado campanha pela redução de mortes provocadas por acidentes em trânsito e o Pacto Nacional pela Redução de Acidentes, o Parada. Na época, a presidente Dilma classificou como “devastador” o número de 42 mil pessoas que perdem a vida todos os anos por causa de acidentes de trânsito no Brasil.

Crimes de trânsito

O texto da Lei 12.971/14 determina também que a prática de racha em via pública que resultar em morte poderá ter pena de cinco a dez anos de prisão. Já em caso de lesão corporal grave, a pena será de três a seis anos. O simples ato de praticar um racha também teve a pena elevada em um ano, para detenção de seis a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter carteira de motorista. Hoje, a pena para quem pratica corridas nas ruas é de detenção de seis meses a dois anos.

O endurecimento das punições também se estende para quem é pego dirigindo sob efeito de álcool ou de substâncias psicoativas que causam dependência. Nesses casos, a pena passa a ser de prisão por período entre dois e quatro anos. Hoje há apenas sanções administrativas, como multa e apreensão do veículo e da carteira de habilitação.

Quem matar uma pessoa no trânsito e for indiciado por homicídio culposo — sem a intenção de matar — terá a pena aumentada em um terço se não possuir permissão para dirigir; causar o acidente em faixa de pedestre ou na calçada; deixar de prestar socorro à vítima; e estiver conduzindo veículo de transporte de passageiros no exercício da sua profissão ou atividade.

“É muito importante que essas mudanças sejam acompanhadas de intensa fiscalização. Não adianta alterar a lei e não fiscalizar. Está comprovado que o sentimento de impunidade aumenta a prática desse tipo de crime”, conclui Mariano.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/entra-em-vigor-a-lei-que-preve-punicoes-mais-severas-para-infratoresc

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28% dos acidentes em rodovias estão relacionados à falta de atenção

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Para muitas pessoas, as festas de fim de ano são sinônimo de viagens ao litoral e outros pontos turísticos. Nesse período, o fluxo de veículos aumenta cerca de 50% em rodovias como as BRs 116 e 376, estradas administradas pela Arteris no Paraná. Com tantos veículos na pista, os motoristas precisam redobrar os cuidados ao volante. Falta de atenção, excesso de velocidade e desrespeito à sinalização são responsáveis pela maioria dos acidentes.

“As rodovias hoje oferecem condições melhores de pista, e muitos motoristas não respeitam os limites de velocidade”, afirma Elvis Granzotti, gerente corporativo de operações da Arteris, grupo brasileiro que administra nove concessões rodoviárias em cinco estados do País. “A educação no trânsito é fundamental para que todos possam trafegar com segurança nas rodovias. Para a viagem de férias ser um momento de alegria e descanso, é preciso fazer a nossa parte”.

A falta de atenção do motorista também é um agravante. “Ao analisar os acidentes, percebemos que 27,8% estão relacionados à falta de atenção, como não manter a distância ideal do veículo à frente”, destaca Ademir Custódio, gerente de tráfego da Autopista Litoral Sul. “A sinalização presente nas rodovias traz informações importantes para garantir a integridade dos usuários. É preciso respeitar os limites de velocidade e se atentar às curvas mais perigosas e trechos de serra”, explica.

Celular e cinto de segurança
Um outro fator tem chamado a atenção das concessionárias: o uso do telefone celular ao volante. Segundo os dados levantados pela Arteris, 48% dos motoristas já passaram por alguma situação de risco causada por uma distração e em 23% dos casos, o celular foi responsável pelo incidente.

Estudo publicado pelo New England Journal of Medicine explica o risco que o uso do celular pode trazer. Segundo a levantamento, discar um número aumenta em 8 vezes o risco de acidente, enquanto procurar o telefone enquanto dirige aumenta em 7 vezes e mandar uma mensagem, 4 vezes. “Nossa orientação é que o aparelho não seja operado pelo motorista e sim pelos passageiros. Uma atitude simples pode evitar um acidente”, lembra Granzotti.

Prática conhecida pelos motoristas, mas ainda ignorada por muitos, o uso de cinto de segurança tem como principal missão diminuir a gravidade dos acidentes. As estatísticas sobre lesões evidenciam esse dado. “Cerca de 30% dos ferimentos fatais em colisões são causados porque a vítima bate contra o volante, e uma em cada cinco acontece pelo choque de pessoas dentro do veículo que não utilizavam o cinto”, conta o gerente de tráfego da Autopista Régis Bittencourt, Francisco de Oliveira Pires. “O dispositivo deve ser usado por todos os ocupantes. Também deve-se observar o assento correto para as crianças, de acordo com idade e peso”.

De olho na manutenção
Com o intenso fluxo de veículos, as equipes de atendimento das concessionárias Arteris têm operações especiais para o socorro de motoristas com problemas mecânicos nos períodos de férias. “As panes mecânicas mais comuns são problemas no sistema de arrefecimento e elétrico. Muitas delas podem ser evitadas se o usuário fizer a manutenção preventiva antes da viagem”, explica o coordenador de operações da Autopista Planalto Sul, Marcelo Guidini.

Os principais itens que devem passar por revisão são os freios, pneus, mangueiras, sistemas de arrefecimento e suspensão, além da sinalização, o que inclui as luzes de freio e indicadoras de direção. “São cuidados simples que garantem uma boa viagem. A segurança é uma responsabilidade de todos”, conclui Granzotti.

Fonte: http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/arteris/noticia/2014/10/28-dos-acidentes-em-rodovias-estao-relacionados-falta-de-atencao.html

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Golf atinge cinco estrelas no quesito segurança para crianças

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Volkswagen Golf VII se uniu ao crescente clube de modelos cinco estrelas depois de ter alcançado o máximo número de estrelas possíveis, a respeito da segurança do passageiro adulto. Tornou-se, também, o primeiro modelo em conseguir o máximo número de estrelas possíveis, cinco, outorgadas pelo Latin NCAP na segurança do passageiro criança.

O Programa de Avaliação de Carros Novos da América Latina (Latin NCAP) concedeu a qualificação de cinco estrelas ao VW Golf VII em relação à proteção do adulto e da criança, depois de ser avaliado em dois formatos de testes de colisão: de impacto frontal a 64 km/h*, e de impacto lateral a 50 km/h**. O bom desempenho do carro quanto à proteção do passageiro criança é explicado pelo uso das ancoragens ISOFIX***, as ancoragens superiores para Sistemas de Retenção Infantil (SRI), a ótima dinâmica e ser compatível com a maioria dos SRI disponíveis no mercado.

Isso fez com que o Golf, pela primeira vez no Latin NCAP, atingisse as cinco estrelas na proteção do passageiro criança. Ambas as qualificações cinco estrelas para os passageiros adulto e criança, obtidas pelo Golf, representam, em conjunto, a melhor combinação de resultados – até agora – no Latin NCAP. É importante salientar que o VW Golf oferece os seguintes dispositivos de segurança em sua versão standard: airbags laterais para os passageiros frontais, airbags de cortina na altura da cabeça para bancos dianteiros e traseiros, controle eletrônico de estabilidade (ESC). Em breve, todos eles vão ser avaliados pelo Latin NCAP em todos os modelos do que serão provados.

Segundo María Fernanda Rodríguez, Presidente do Latin NCAP e da Fundación Gonzalo Rodríguez, a Fundação Gonzalo Rodríguez trabalha, há 14 anos, focada na segurança das crianças. Por esse motivo esse fato deve ser comemorado. “Pela primeira vez conseguimos um resultado cinco estrelas a respeito da segurança dos passageiros adultos e das crianças. Meus parabéns à VW por obter esse resultado; demonstrando, portanto, que sim é possível combinar segurança, conforto e uma atraente estética”, afirma Rodríguez.

Ainda segundo ela, a evidência indica que, temos o conhecimento, os elementos, a responsabilidade e a sensibilidade necessários para trabalhar com profissionalismo na indústria automobilística. “Aguardo, com grande ilusão e otimismo, que outros fabricantes e governos determinem, agora, sua meta para atingir resultados tão ótimos quanto os da VW; proporcionando, deste modo, proteção e benefício aos consumidores”, finaliza.

Toyota Corolla também faz parte do clube de cinco estrelas do Latin NCAP ao atingir essa qualificação em relação à segurança do passageiro adulto, e quatro estrelas quanto à segurança do passageiro criança. O Latin NCAP outorgou cinco estrelas ao Corolla após avaliar o carro em dois testes de batida: teste de impacto frontal a 64km/h e teste de batida lateral a 50km/h (UN95).

A boa atuação do carro a respeito da proteção do passageiro criança foi consequência do equipamento padrão ISOFIX do sistema de retenção infantil com ancoragens superiores e os correspondentes SRI, uma boa dinâmica e a capacidade de albergar quase todos os SRI disponibilizados no mercado. O Corolla esteve próximo de atingir a máxima qualificação de estrelas no tocante à segurança do passageiro criança.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/golf-atinge-cinco-estrelas-no-quesito-seguranca-para-criancas

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Redobre a atenção ao dirigir à noite!

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Dirigir no período da noite requer atenção redobrada dos motoristas. Os perigos estão relacionados à iluminação, cansaço, condições das estradas e imprudência. Em razão do menor número de veículos circulando à noite, muitos condutores aproveitam para dirigir em alta velocidade. Algumas condições adversas, que seriam mais facilmente identificadas durante o dia, ficam escondidas nesse período, como buracos na estrada e até mesmo animais cruzando a pista. Por isso, dirigir em alta velocidade aumenta as chances de que o condutor não perceba ou veja muito em cima da hora esses perigos e acabe envolvido em um acidente.

Muitas rodovias têm grandes trechos sem iluminação pública, o que faz com que o condutor tenha que se guiar somente por seus faróis. É muito importante manter as luzes do carro sempre em boas condições para que todos possam ver e serem vistos.

É preciso também que o motorista use corretamente a regulagem dos faróis baixos, pois existem condutores que podem ficar cegos por um curto período de tempo quando encaram uma luz brilhante nos olhos, aumentando a chance de um acidente. O farol alto só deve ser usado quando realmente necessário, para não prejudicar os outros.

Outro ponto de extrema importância é o cansaço. No período da noite a probabilidade de que o motorista durma ao volante é muito mais alta. Por isso, as viagens à noite devem ser programadas para que o condutor tenha momentos de descanso. Se estiver dirigindo e se sentir cansado, pare e descanse! Você pode dormir sem nem ao menos perceber e colocar a sua vida e dos demais usuários das vias em risco.

A prevenção é a maior aliada da segurança! Seja prudente e preserve a vida!

Fonte: http: //www.viverseguronotransito.com.br/2014/10/redobre-a-atencao-ao-dirigir-a-noite/

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