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Detran aponta os erros mais comuns no transporte de crianças

O número de crianças, entre 0 e 17 anos, vítimas fatais de acidentes de trânsito no Paraná cresceu 14% entre 2015 e 2016. Foto: Divulgação Detran/PR

O número de crianças, entre 0 e 11 anos, vítimas fatais de acidentes de trânsito no Paraná cresceu 18% entre 2015 e 2016. Foram 32 mortes só no ano passado. Os dados são do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) e apontam que a falta dos dispositivos de segurança ou a utilização inadequada para cada idade e tamanho podem prejudicar a segurança das crianças.

“O uso das cadeirinhas torna mais seguro o transporte das crianças, mas de nada adianta se o uso for feito de forma inadequada. Por isso, é importante que os pais tomem todos os cuidados e não tenham pressa na hora de encaixar as crianças aos dispositivos. São detalhes simples que fazem toda a diferença”, explica o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.

Uso inadequado da cadeirinha

Segundo a Coordenadoria de Programas Educativos do Detran, entre os erros mais comuns está o uso de almofadas de encosto para a cabeça, sem a devida proteção do pescoço e crânio.

“A parte mais vulnerável na criança é a cabeça, que é relativamente maior em proporção aos demais membros do corpo. Movimentos bruscos e intensos da cabeça e do pescoço, para frente e para trás, podem provocar graves lesões nessa região com maior frequência do que no adulto. Por isso, para cada idade e tamanho o uso do dispositivo de segurança já é suficiente”, diz a coordenadora de Programas Educativos, Caroline Andreatta.

O bebê-conforto, por exemplo, é direcionado aos bebês com ou até um ano de idade. Já aquelas com idade superior a um ano e inferior ou igual a quatro anos devem ser transportadas em cadeirinha. De quatro a sete anos e meio devem usar o assento de elevação e, a partir de dez anos (com mais de 1,45 m), já podem utilizar o cinto de segurança e ser transportadas no banco da frente.

Instalação incorreta

Antes de comprar a cadeirinha é preciso se certificar de que o equipamento possui selo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Procure ler o manual de instrução da cadeira de segurança e do veículo cuidadosamente para uma instalação correta.

Prenda firmemente a cadeirinha ou suporte de segurança no cinto e tenha certeza de que ele esteja passando no local adequado/correto da cadeirinha. Além disso, a cadeirinha não deve mover-se mais que 2 cm de um lado para o outro.

Ajuste as tiras da cadeirinha de segurança ao tamanho da criança, com folga de um dedo entre o corpo dela e a tira. Cadeiras de segurança quando instaladas e usadas corretamente diminuem os riscos de morte até 71%. E em casos de crianças com até quatro anos, a necessidade de hospitalização reduz em 69%.

Os bebês ainda devem ser transportadas no banco detrás do carro de costas para o motorista. Colocar uma criança menor de 1 ano de idade ou com menos em uma cadeira de segurança voltada para o vidro da frente é extremamente perigoso e proibido por lei.

Infração

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) transportar crianças em veículo automotor sem observância das normas de segurança é infração gravíssima, gera 7 pontos na carteira de habilitação e uma multa de R$ 293,47. Além disso, o veículo pode ser retido até que a irregularidade seja corrigida.

As informações são da Agência Estadual de Notícias

 

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Multas, Pontos e Infrações de Trânsito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Multas

Todas as infrações de trânsito são passíveis de multa que, dependendo da gravidade poderá ser:

  • Gravíssima: R$ 293,47 e 7 pontos no prontuário.
  • Grave: R$ 195,23 e 5 pontos no prontuário.
  • Média: R$ 130,16 e 4 pontos no prontuário.
  • Leve: R$ 88,38 e 3 pontos no prontuário.

*Algumas das infrações gravíssimas, podem ter o valor multiplicado por 2, 3, 5, 10, 20 ou 60.

Apresentação do Condutor

O condutor é responsável pelas infrações cometidas na direção do veículo. Se ele não puder ser identificado no momento da infração, o proprietário do veículo receberá em seu endereço a notificação de autuação. Se não apresentar o condutor dentro do prazo de 15 dias, a contar do recebimento da autuação, será considerado o responsável pela infração. Caso o proprietário seja pessoa jurídica, será mantido o valor da multa original e será lavrada nova multa, cujo valor será multiplicada pelo número de vezes que a infração foi cometida no prazo de 12 meses.

Recurso de Multas

  • 1ª Instância – Defesa prévia: é um recurso que deve ser apresentado ao Órgão Autuador (consta como remetente da Notificação), dentro de 30 dias a contar do flagrante ou do recebimento da Notificação.
  • 2ª Instância – não tendo feito Defesa Prévia, ou se esta for indeferida, o infrator receberá uma Imposição de Penalidade, da qual poderá defender-se junto a JARI – Junta Administrativa de Recursos de Infrações, da mesma autoridade de trânsito, até a data que consta no documento da Imposição.
  • 3ª Instância – se tiver seu recurso negado pela JARI, o infrator poderá ainda recorrer ao CETRAN – Conselho Estadual de Trânsito. Para isso, deverá recolher a multa antecipadamente, cujo valor será restituído se houver deferimento.

Descontos

Caso o infrator opte por não apresentar defesa prévia nem recurso, reconhecendo o cometimento da infração, poderá efetuar o pagamento da multa por 60% (sessenta por cento) do seu valor, em qualquer fase do processo, até o vencimento da multa, através do Sistema de Notificação Eletrônica.

Crimes de Trânsito

O objetivo desse texto não é fazer uma análise jurídica rigorosa, e sim conscientizar, informar e alertar o condutor para as possíveis implicações criminais de seus atos.

Os crimes de trânsito estão previstos no Capítulo 19 do CTB, no Código Penal, no Código Processual Penal e na Lei 9.099 de 26.09.95.

São crimes de trânsito previstos no CTB:

  • Praticar homicídio culposo (não intencional – Art.302)
  • Praticar lesões corporais culposas (não intencionais – Art.303).

O CTB prevê penalidades e até pena de prisão para quem causar ferimentos para outra pessoa, no trânsito, mesmo que não tenha tido qualquer intenção.

  • Deixar de prestar socorro imediato ou abandonar o local para fugir da responsabilidade civil ou criminal (Art.304 e 305). Atenção: será considerado crime mesmo se a vítima já estiver morta ou se o atendimento tiver sido prestado por outra pessoa. (Art.304)
  • Dirigir sob influência do álcool ou de substâncias de efeitos similares (Art. 306)
  • Participar de rachas ou competições não autorizadas. (Art.308)
  • Transitar com velocidade incompatível com a segurança e as condições locais. (Art.311).

Responsabilidade Criminal

Estes são considerados crimes dolosos (Código Penal), nos quais o condutor tinha a intenção, ou pelo menos sabia que seus atos poderiam ter conseqüências prejudiciais. Por isso são mais graves, e preveem penalidades e penas mais severas.

  • Dirigir ou permitir que alguém dirija: sem ser habilitado; com a habilitação suspensa ou cassada; embriagado ou sem condições físicas e mentais de dirigir com segurança.
    (Art.309 – 310).
  • Prestar informações errôneas a policiais ou agentes de trânsito, sobre qualquer aspecto de uma ocorrência (Art.312).

Fonte: http://portaldotransito.com.br/educacao/multas-pontos-e-infracoes-de-transito/

 

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Mulheres representam apenas 25% das indenizações pagas pelo DPVAT

De acordo com estudo realizado pela seguradora britânica Privilege, a mulher dirige com mais atenção do que o homem.

Foto: Arquivo Tecnodata.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 2016, foram pagas 434.246 mil indenizações pela Seguradora Líder-DPVAT por acidentes de trânsito em todo o Brasil. Desse número, apenas 25% foram para mulheres.

De janeiro a dezembro de 2016, a maior incidência de indenizações pagas foi para vítimas do sexo masculino, mantendo o mesmo comportamento dos anos anteriores. A faixa etária mais atingida no período foi de 18 a 34 anos, representando 50% do total das indenizações pagas, o que corresponde a cerca de 218 mil indenizações.

E esse comportamento se repete no resto do mundo. De acordo com estudo realizado pela seguradora britânica Privilege, a mulher dirige com mais atenção do que o homem, o que a faz se envolver menos em acidentes.

Segundo Celso Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal, o fato de a mulher ser mais cuidadosa tem muitas explicações, inclusive culturais.

“Elas começaram a dirigir com mais cautela já que as ruas eram tidas como um ambiente tipicamente masculino. Além disso, elas têm o instinto materno que, no trânsito, se manifesta como um maior cuidado para evitar acidentes e proteger a vida”, afirma.

Motocicletas x homens

Segundo a Seguradora Líder, 88% das indenizações por morte em acidentes com motocicletas foram para vítimas do sexo masculino. Para os casos de vítimas com sequelas permanentes, 78% das indenizações por acidentes com motocicletas também foram para vítimas do sexo masculino, enquanto as indenizações por acidentes com os demais veículos, pagas também para os homens, representaram 65%, o que demonstra que a concentração de vítimas do sexo masculino é maior nos acidentes com motocicletas do que com os demais veículos.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/mulheres-representam-apenas-25-das-indenizacoes-pagas-pelo-dpvat/

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Cinco motivos para respeitar os limites de velocidade das vias

A infração por excesso de velocidade é considerada uma das principais causas de acidentes graves.

Foto: Freeimages.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No mundo inteiro, os acidentes de trânsito matam mais que conflitos armados e catástrofes ambientais. Falta de atenção está em primeiro lugar entre as causas de acidentes, juntamente com o excesso de velocidade, não manter a distância segura do carro da frente, ingestão de bebidas alcoólicas, desobediência à sinalização e ultrapassagem indevida.

Porém, a infração por excesso de velocidade é considerada uma das principais causas de acidentes graves, além de ser uma das mais cometidas pelos motoristas em todo o País. Deve-se levar em consideração que para cada tipo de via há uma velocidade máxima permitida, definida pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Dependendo do fluxo e do tipo de veículos que circulam no local, das características da pista e do movimento de pedestres.

No Brasil, os limites de velocidade estabelecidos são: 30 Km/h nas vias locais, 40 Km/h nas vias coletoras, 60 Km/h nas vias arteriais e 80 Km/h nas vias de trânsito rápido. Já nas rodovias de pista dupla, 110 Km/h para automóveis, camionetas e motocicletas, 90 Km/h para os demais veículos. Nas rodovias com pista simples, 100km/h para automóveis, camionetas e motocicletas e 90 Km/h para os demais veículos.

O Detrans/MS listou cinco bons motivos para respeitar os limites de velocidade.

Tempo de reação

O cérebro demora pelo menos 1 segundo para reagir diante de um novo estímulo. A 80km/h, em pista seca, o carro percorre 22 metros neste tempo, antes de o motorista pisar no freio.

Frenagem controlada

Abusar da velocidade é precisar de mais tempo e espaço para frenagens. Ainda a 80 km/h, depois de acionado a freio, são mais 30 metros até o carro parar.

Evitar acidentes

Circular dentro da velocidade permitida na via ajuda a evitar acidentes justamente pelo controle das reações do motorista diante de obstáculos ou riscos.

Multas

Abusar do acelerador dói no bolso. Pode custar entre R$130,16 e R$880,41, dependendo da porcentagem da velocidade excedida.

Lugar certo

As ruas da cidade não são lugar para corridas de carro. Apressadinhos podem acelerar em competições especialmente organizadas para a prática.

As informações são do Detran/MS

 

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Dicas para um trânsito tranquilo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A pé, de ônibus, carona ou dirigindo… o trânsito faz parte da rotina de todos nós. Mais do que respeitar as cores do semáforo e manter a calma, também é essencial para evitar o stress e até mesmo impedir acidentes. Este artigo serve para dar boas dicas de como agir de forma mais calma e segura.

Pneu furado, um acidente na estrada, semáforo em manutenção, engarrafamento ou até mesmo uma chuva forte são algumas das surpresas que podem alterar de alguma forma a fluidez do trânsito.

Coisas desse tipo provocam atraso e fazem com que as pessoas percam a paciência e busquem possíveis soluções que podem gerar ainda mais stress. Mas então, como tomar atitudes certeiras no trânsito?

Antes de qualquer coisa, é preciso enxergar que o trânsito é um ambiente onde encontramos situações inesperadas. Mesmo que o caminho a ser feito seja conhecido, muitas vezes é preciso ter a capacidade de saber reagir aos imprevistos. É nessa hora que até mesmo as pessoas calmas, podem perder o controle ou agir por impulso por não saber o que fazer.

Além de habilidades no volante, um trânsito seguro depende de bem estar psicológico.

Seguir as normas e manter o controle

O primeiro passo para garantir um trânsito seguro é seguir as regras do Código de Trânsito Brasileiro. Por mais que algumas pessoas considerem apenas gentileza, um comportamento de empatia é fundamental para manter um trânsito seguro.

Dar passagem aos pedestres, não fechar cruzamentos e estacionar em locais apropriados são pequenas atitudes que vão além da obediência às normas, mas que também demonstram que o motorista compreende o trânsito como um espaço coletivo de direitos e deveres.

De acordo com a mais recente pesquisa sobre mortes no trânsito realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o quarto país em mortes no trânsito na América. O índice é o assustador: 23,4 mortes no trânsito para cada 100 mil habitantes.

Além da falta de atenção, a má condição de estradas ou a imprudência que gera acidentes, as brigas encorpam a estatística de mortes no país. O autocontrole em situações de muito stress evita comportamentos e atos violentos.

Uma das formas de exercitar a paciência no trânsito é refletindo que os desgastes são rotineiros e também estão acontecendo com os outros ao redor. É preciso dirigir por si e pensando na possível imprudência ou intolerância dos outros motoristas.

Não se deve dar muita importância para o cruzamento de um motoqueiro apressado ou a buzinada de quem quer ultrapassar. Todos, de uma forma ou de outra, chegarão aos destinos finais. De toda energia que deve ser investida em nossas atividades do dia, as horas ou minutos de stress no trânsito não devem ser prioridades.

Mesmo diante da tentativa de manter-se calmo, é possível que você também cometa erros e se atrapalhe. Caso isso ocorra, não hesite em flexibilizar suas ações ou demonstrar humildade diante de alguém que você prejudicou no trânsito.

Pedir desculpas, por exemplo, muitas vezes encerra um momento de nervosismo que poderia se transformar em uma discussão.

A importância de manter a calma nas possíveis situações que envolvem a convivência no trânsito às vezes é subestimada por condutores e passantes. Pensando nisso, muitas escolas desenvolvem projetos educativos sobre trânsito para mostrar desde cedo esse tipo de valor para as crianças.

Alternativas e estratégias

Outra maneira de encarar os desafios que exigem autocontrole no trânsito é tornar as situações de espera mais produtivas.

Caso você caia em um engarrafamento, esteja bem preparado. Tenha consigo um livro preferido, algum material de estudo ou até mesmo peças para fazer algum tipo de artesanato, por exemplo. O tempo no local deixa de ser “perdido” e ganha outro significado.

Para quem gosta de música, a dica é que a playlist preferida esteja sempre pronta para o play. Ouvir música é uma forma de relaxar, estimular boas lembranças e esquecer a situação de stress.

Uma das causas do trânsito cada vez mais insustentável nas grandes cidades é o aumento frequente da frota cada de carros rodando na rua. O número de automóveis nas metrópoles do país não para de crescer.

Segundo estimativas de um relatório mundial feito pelo Laboratório Francês de Estudos Prospectivos e Cartográficos (Lepac), entre 2001 e 2012, a frota brasileira mais que dobrou, passando de 24 milhões para 50 milhões de veículos. A pesquisa revelou que esse fenômeno não ocorre só no Brasil, mas é um é cenário geral comum nos países emergentes.

Além da maior facilidade para compra de veículos, a outra causa principal desse movimento é a ineficiência do transporte público. Mais carros na rua, mais engarrafamentos.

Muitas pessoas têm feito da carona ou do rodízio do carro entre a família uma alternativa para um trânsito mais tranquilo. A carona entre vizinhos que possuem os mesmos horários de trabalho e se vão para a mesma região, por exemplo, é uma pequena solução para colocar na rua apenas um automóvel em vez de dois.

Além de soluções mais estratégicas como essa, existe o que pode ser chamado de uma “política do bom senso” no trânsito. É essencial que todos colaborem entre si no trânsito. Motoqueiros, caroneiros, motoristas de ônibus, pedestres, taxistas e todos os outros fazem parte da mesma engrenagem que precisa rodar para que o tráfego funcione sem acidentes.

Além disso, vale reforçar todos os ensinamentos aprendidos durante o processo para adquirir a habilitação. Com o tempo, muitos motoristas deixam que práticas do “jeitinho brasileiro” virem hábitos, o que muitas vezes ocasiona em multas.

Dirigindo com responsabilidade

Por último, porém não menos importantes, estão os cuidados com os veículos. Com a vida corrida do dia a dia, muitos motoristas deixam de dar a atenção devida aos veículos que tanto usam.

A manutenção preventiva é a maneira mais econômica de manter o carro em bom estado. Além do maior consumo de combustível e da perda de desempenho, um automóvel que não passa por revisões frequentes coloca seus usuários em risco de acidentes e imprevistos.

Para evitar maiores problemas é necessário que alguns itens sejam revisados periodicamente: Agora, depois de ficar sabendo de todos esses cuidados técnicos, de ordem pessoal e coletiva, não há como errar na tentativa de garantir um trânsito seguro e uma rotina mais tranquila.

Motorista, dê partida e siga em frente!

Conteúdo enviado pelo site Doutor Multas

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Cuidados para quem vai pegar a estrada na Páscoa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Páscoa é, geralmente, o feriado que as pessoas aproveitam para viajar para o interior e, principalmente, visitar familiares distantes. Com o aumento do tráfego nas rodovias, o risco de acidente aumenta consideravelmente devido ao excesso de velocidade e imprudências ao volante.

Para evitar que a viagem acabe em fatalidade, o Portal do Trânsito traz algumas dicas para orientar o condutor a prevenir incidentes e, principalmente, acidentes nessa época do ano.

Planejamento da viagem

Viajar exige um planejamento prévio tanto do veículo quanto dos condutores. É essencial verificar se o/os condutores estão em condições físicas e emocionais para dirigir. Noite mal dormida, sono e cansaço podem prejudicar. Se for viajar para muito longe, levar água e lanche. Em caso de congestionamento isso vai ajudar.

A documentação, tanto do condutor, como do veículo devem estar em dia.

Evitar horários de pico, estudar o mapa da região e buscar informações sobre horários de maior movimento também ajudam o folião a ter uma viagem mais tranquila.

Organização de bagagens

Com pressa, muitas vezes os condutores dispõem a bagagem de maneira incorreta. Isso faz com que objetos fiquem soltos no porta-malas e atrapalhem o andamento da viagem, além de comprometer a segurança dos passageiros. É preciso organizá-los.

Atenção

Qualquer displicência ou distração pode ser a causa de acidentes. O ato de dirigir exige do condutor atenção constante aos múltiplos fatores que vão se apresentando durante o trajeto, tais como: sinalização, comportamento dos demais condutores, de pedestres, ciclistas e veículos não motorizados, além das prováveis condições adversas.

É necessário observar tudo constantemente, olhando de um lado ao outro da pista, bem como, a situação atrás e dos lados do veículo, detectando possíveis situações de perigo. Estar atento significa ficar permanentemente alerta, em busca de todas as informações exigidas para uma direção segura.

O uso do celular ao volante é totalmente proibido, pois é a principal causa de acidentes por distração.

Segurança dos passageiros

O cinto é obrigatório para todos os ocupantes do veículo, inclusive gestantes e crianças. Para grávidas, o cinto de segurança usado deve ser do tipo de três pontos, a faixa deve passar entre as mamas, na lateral do útero sem folgas e ajustado ao corpo. Nunca sobre a barriga ou apertando o útero. A faixa transversal permanece localizada abaixo do ventre, pois em casos de colisões ou acidentes o feto será protegido.

Para crianças, o sistema de retenção usado deve estar de acordo com a idade, peso e altura do passageiro. De acordo com a legislação brasileira, menores de 10 anos devem ir no banco de trás com dispositivo de retenção.  Crianças com até um ano de idade deverão utilizar, obrigatoriamente, o dispositivo de retenção denominado “bebê conforto”; com idade superior a um ano e inferior ou igual a quatro anos deverão utilizar, obrigatoriamente, o dispositivo de retenção denominado “cadeirinha”, já as crianças com idade superior a quatro anos e inferior ou igual a sete anos e meio deverão utilizar o dispositivo de retenção denominado “assento de elevação”.

Respeito às leis

O excesso de velocidade e as ultrapassagens irregulares são as principais causas de acidentes nas rodovias.

Em uma situação de colisão, o excesso de velocidade aumenta a gravidade do acidente, portanto é imprescindível respeitar os limites de velocidade sinalizados. Com o veículo em alta velocidade, o condutor precisa de um espaço maior para frear bruscamente ou desviar do veículo à frente. No caso de chuva, esta distância deve ser redobrada. À medida que a visibilidade na estrada diminui, é prudente reduzir a velocidade.

Ultrapassagens mal feitas, aliadas ao excesso de velocidade, patrocinam os acidentes mais graves. Essa manobra é a que apresenta o maior número de variáveis a serem levadas em conta pelo condutor. Qualquer variável, quando avaliada erroneamente, pode levar a um acidente. Por esse motivo é imprescindível ultrapassar somente em locais permitidos, em plenas condições de segurança e visibilidade.

Álcool

O motorista nunca deve beber ou usar drogas antes de dirigir. Além de ser crime, os riscos aumentam potencialmente. Álcool e drogas diminuem reflexos, provocam sonolência, perturbação na visão, diminuição ou perda do espírito crítico e baixa qualidade de julgamento. Por esse motivo, dirigir alcoolizado ou sob efeito de drogas não é apenas uma infração, é uma irresponsabilidade, que expõe pessoas inocentes a riscos desnecessários e danos irreversíveis.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/cuidados-para-quem-vai-pegar-estrada-na-pascoa/

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10 erros que os condutores não podem cometer ao volante

Errar é humano, porém no trânsito, alguns erros podem ser fatais. Mesmo motoristas experientes podem ter atitudes inadequadas ao volante, sem perceber.

O Portal do Trânsito lista dez erros que não podem ser cometidos ao volante, pois podem colocar em risco não apenas o motorista, mas todas as pessoas ao seu redor.

1. Beber e dirigir

Conduzir sob efeito de bebida alcoólica, conforme a Legislação em vigor é um ato criminoso. Apesar disso, mais de 50% dos acidentes de trânsito no Brasil, envolvem alguém alcoolizado. Os dois maiores perigos do álcool são: a maioria das pessoas alcoolizadas “acredita” que está bem, com reflexo e reações normais. Isso ocorre devido à falsa sensação inicial de leveza e bem-estar que o álcool proporciona. Outro perigo é que o álcool induz as pessoas a fazerem coisas que normalmente não fariam, seja por excesso de confiança ou pela perda da noção de perigo e respeito à vida.

2.Trafegar com velocidade incompatível

Já escrevemos anteriormente sobre esse assunto diversas vezes, por considera-lo de extrema importância. A velocidade máxima permitida nem sempre é uma velocidade segura. O bom senso manda que a velocidade do veículo seja compatível com todos os elementos do trânsito, principalmente às condições adversas. A velocidade inadequada reduz o tempo disponível para uma reação eficiente em caso de perigo. Em alta velocidade, muitas vezes não há tempo suficiente para evitar um acidente.

3. Não respeitar as regras de ultrapassagem

Ultrapassagens mal feitas, aliadas ao excesso de velocidade, patrocinam os acidentes mais graves. Essa manobra é a que apresenta o maior número de variáveis a serem levadas em conta pelo condutor. Qualquer variável, quando avaliada erroneamente, pode levar a um acidente.

4. Usar o celular

A atividade de dirigir com segurança exige muita atenção, o tempo todo. Qualquer distração ao volante pode provocar um acidente, e os motivos para desviar a atenção são muitos, mas atualmente o campeão em termos de desviar a atenção do condutor é o telefone celular. O número de acidentes causados por esse motivo tem aumentado muito. Tirar os olhos por dois ou três segundos é o suficiente para bater no carro da frente, mudar de pista, colidir com um objeto imóvel ou atropelar alguém.

5. Dirigir com sono

 Sabemos que a sonolência é responsável por mais de 10% dos acidentes automobilísticos, percentual extremamente elevado quando comparado às demais causas. O sono não é proveniente apenas do cansaço, mas está ligado também a muitos outros distúrbios da saúde. A sonolência diminui a capacidade de dirigir. Muitas pessoas acreditam que podem controlar o sono utilizando artifícios como café, música alta ou vento no rosto, mas sem perceber elas podem “tirar” um cochilo fatal.

6. Não utilizar o cinto de segurança

O cinto de segurança deve ser utilizado por todas as pessoas que estão no veículo, mesmo no banco traseiro. De acordo com estudo da Organização Mundial de Saúde, o uso do cinto reduz em até 50% o risco de ferimentos fatais em motoristas e ocupantes do banco dianteiro e em até 75% em ocupantes do banco traseiro. A chance de sobrevivência dos ocupantes aumenta porque o cinto de segurança evita que eles colidam contra as partes internas do veículo, que sejam arremessados uns contra os outros, para fora do veículo e diminui o risco de lesão interna grave ou até fatal.

7. Deixar de usar as setas

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, antes de qualquer manobra o condutor deve verificar as condições do trânsito à sua volta- certificando-se de não criar perigo para os demais usuários- posicionar-se corretamente na via e sinalizar suas intenções com antecedência. O problema é que muitos condutores esquecem essa última parte e deixam de utilizar a luz indicadora de direção, o famoso pisca-pisca. Essa comunicação é muito importante, pois ao saber das intenções de outros condutores, é possível prever ações e seguramente evitar freadas bruscas, pequenas colisões e até mesmo grandes acidentes.

8. Não olhar os espelhos retrovisores

O retrovisor é um acessório utilizado para ampliar a visibilidade dos motoristas. Normalmente os veículos possuem três espelhos retrovisores: o espelho central, que garante visibilidade traseira durante a condução e os laterais, que tem como função ajudar o condutor a enxergar fora de sua visão periférica. O ajuste do espelho central deve ser feito somente após a regulagem do banco do motorista e sua imagem deve cobrir a maior parte do vidro traseiro. Dirigir com os retrovisores desregulados representa risco de acidente para quem está à frente do volante e também para os demais motoristas e motociclistas

9. Não manter distância de segurança do veículo da frente

É responsabilidade do condutor do veículo de trás, evitar a colisão com o veículo da frente. Por isso, para conduzir com segurança em relação ao veículo da frente, deve-se trafegar com velocidade compatível, avaliar todos os fatores adversos e manter distância segura do veículo da frente. A distância de segurança é o espaço que o condutor deve manter entre o seu veículo e o da frente. Esse espaço deve ser suficiente para a realização de manobras em caso de necessidade.

10. Negligenciar a manutenção do veículo

Pesquisa realizada pelo Instituto Scaringella Trânsito aponta que a falta de manutenção preventiva dos veículos está relacionada a cerca de 30% dos acidentes urbanos e rodoviários no Brasil. A conclusão é que a falta de manutenção triplica os riscos. O cuidado com a segurança no trânsito deve começar mesmo antes de o condutor colocar o veículo nas ruas. De acordo com a pesquisa, 80% dos veículos em circulação no país tem algum tipo de problema como pneu careca, lanterna queimada, falta de seta, motores desregulados entre outros. Tudo isso coloca em risco a segurança não só do dono do veículo, mas de todos. Além disso, fazer a manutenção preventiva é muito mais econômico porque geralmente evita que os problemas se agravem.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/10-erros-que-os-condutores-nao-podem-cometer-ao-volante/

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O HOMEM E A MULHER NA DIREÇÃO VEICULAR. QUAL A DIFERENÇA?

Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior

Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da ABRAMET  

Não só as diferenças físicas entre o sexo masculino e feminino justificam o desequilíbrio comportamental. O metabolismo, a agilidade, os atos impensados, a pressa, a orientação espacial, a necessidade de impor condições, de se julgar o dono do mundo são alguns fatores que dissocia o comportamento do homem e da mulher.

Diferenças comportamentais do universo masculino e feminino fizeram com que pesquisadores da University of Virginia atrelassem o fato a condições genéticas e a ação dos estrogênios.

O hemisfério direito do cérebro é emotivo e o esquerdo analítico. Na mulher parece haver uma conexão maior entre esses hemisférios daí talvez atitudes mais seguras, mais bem direcionadas, melhor analisadas.

O cérebro masculino é cerca de 10% maior que o feminino o que não significa melhor desempenho intelectual já que os testes de QI (Coeficiente de Inteligência) são semelhantes.

Os homens são mais rápidos no raciocínio matemático e espacial enquanto as mulheres são melhores com as palavras, com as relações humanas. Não temos dúvida que isso é uma verdade.

Julgamos o homem mais genérico, pouco analítico e pouco emotivo nas atitudes e execução de tarefas. Já as mulheres mais analíticas, detalhistas e emotivas executando tarefas com prévio planejamento e segurança.

Na direção veicular vemos esse comportamento presente. O homem ativo, austero, exigente, dominador, agressivo, imediatista, irritado enquanto a mulher passiva, cautelosa, paciente, tranquila.

A agilidade, a pressa, muitas vezes a compulsão para velocidade são fatores presentes no universo masculino. Daí podermos entender que o homem na direção veicular tem todos os componentes para a sinistralidade. Observe que os acidentes são de médio a graves, quase sempre com vítimas. Já com as mulheres temos mais frequentemente os acidentes leves, sem vítimas, com pequenos danos materiais.

Quem seria o melhor motorista? O homem ou a mulher?

Não tenho dúvida em afirmar que a mulher desenvolve essa atividade com melhor habilidade e qualidade que o homem. Afirmo isso tendo em vista a grande sintonia entre o hemisfério cerebral que é analítico e o que é emotivo, daí existir contenções para execução de tarefa com risco. Ela é portadora de todo o perfil ideal para execução dessa tarefa. Basta vermos os dados estatísticos de acidentes de trânsito que vamos concluir que a mulher é dotada de características próprias para enfrentar a direção veicular e o trânsito.

É ela que mais respeita a sinalização, raramente comete ato inseguro e se sai muito bem diante de condição insegura.

Já o homem, de raciocínio rápido e com boa orientação espacial é capaz de exageros com relação à agilidade, o respeito à sinalização, torna-se mais competitivo, detém uma direção ofensiva e chega ao acidente de média e grande proporção com muito mais facilidade.

A mulher, pelo que apresentamos é realmente mais lenta com relação à orientação espacial, mas isso não desvaloriza a seguridade que ela porta e por isso a caracterizo como uma excelente operadora de máquina sobre rodas.

 

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Aumenta número de mortes em rodovias federais durante o carnaval

Segundo Polícia Rodoviária Federal, 140 pessoas morreram entre sexta e terça-feira, alta de 23,9% em relação ao ano passado. Balanço foi divulgado na tarde desta quinta-feira, em Brasília.

O número de mortos em rodovias federais de todo país durante os cinco dias de carnaval aumentou 23,9% em relação ao ano passado. Foram 140 mortes nas estradas federais que cortam o país. O balanço dos acidentes foi divulgado na tarde desta quinta-feira (2), pela Polícia Rodoviária Federal, em Brasília.

O levantamento soma os registros feitos pela PRF entre sexta-feira (24) e terça (28). Foram 1.696 acidentes, sendo 323 considerados graves. De acordo com a PRF, metade das mortes foi causada por ultrapassagens irregulares. Ao todo, foram 11.825 motoristas multados por esse tipo de infração – um aumento de 26% em relação a 2016.

Apesar de o número de mortos ter aumentado, houve uma queda no número de acidentes totais durante o feriado – 5,3% a menos em 2017. O coordenador da equipe de planejamento da PRF João Francisco Oliveira atribuiu o aumento de mortos à imprudência dos motoristas e a diminuição de acidentes à fiscalização da polícia.

“Ultrapassagens irregulares combinada com velocidade acima das vias é uma combinação letal. A gente tem tentado melhorar nossa fiscalização, posicionando nossa equipe nos trechos críticos, mas ainda assim, o condutor precisa mudar o comportamento.”

Durante o período, a Polícia Rodoviária também autuou 2.019 motoristas por terem ingerido bebida alcoólica antes de dirigir. Um aumento de 45% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 1.390 condutores foram multados por dirigir alcoolizado.

Os dados são referentes apenas a estradas monitoradas pela Polícia Rodoviária Federal. Alguns acidentes não entram neste balanço, porque a fiscalização das rodovias estaduais está sob a responsabilidade da PM de cada cidade.

Fonte: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/acidentes-em-rodovias-federais-deixam-140-mortos-durante-o-carnaval.ghtml

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Regras e dicas importantes para transportar crianças em moto e bicicleta

Imagem: 123RF

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Transporte de crianças em motos

Quem pretende andar com crianças em veículos automotores de duas rodas (incluem-se nessa categoria motos, além de motonetas, que possuem rodas menores que as motos; e ciclomotores, que são bicicletas motorizadas) deve, primeiramente, conhecer a Lei: segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), só é permitido transportar na garupa crianças maiores de sete anos e que tenham condições de cuidar da própria segurança (Inciso V, do Artigo 244). É importante destacar que possuir essas condições significa conseguir apoiar os pés inteiros nas pedaleiras da moto (o que, dependendo do tamanho da criança, nem sempre acontece aos sete anos). Portanto, mais do que a idade, é fundamental levar em conta a altura do filhote, para certificar-se de que realmente ele possa ser transportado com segurança na moto (caso ele não alcance os pedais, os pés podem enroscar na roda e provocar acidentes e lesões – tanto é que existe um projeto de lei para elevar a idade mínima no transporte para 11 anos). O descumprimento dessas regras é considerado infração gravíssima (assim como descumprir a do transporte adequado de crianças em carros) e tem, como consequências ao condutor, multa de R$ 191,54, além de soma de sete pontos na carteira e retenção do veículo.

Ainda no CTB, o Inciso VII prevê que não seja feito o transporte de crianças doentes, em condições físicas que dificultem manter o posicionamento adequado na moto, ou ainda com partes do corpo engessadas (como pernas e braços). E mais: criança deve ir na garupa, e não na frente do condutor (como não é raro de se ver!).

Outras medidas obrigatórias são, assim como para qualquer passageiro na moto, que os pequenos usem capacete com a viseira abaixada (ou óculos de proteção). E a peça deve estar bem fixada à cabeça (não adianta nada oferecer ao filhote um capacete que seja muito maior que o tamanho da sua cabeça, pois irá soltar e não irá protegê-lo em caso de quedas e acidentes). Em caso de descumprimento, a infração também se encaixa como gravíssima.

Quando for adquirir um capacete, é importante certificar-se de que o equipamento possua o selo do Inmentro. E, embora alguns possuam prazo de validade (alguns fabricantes recomendam a substituição por um novo após três anos de uso), não é necessário trocá-lo depois desse período, se ele estiver bem conversado e não tiver passado por impactos ou não apresentar rachaduras (não existe nada no CTB ou no Contran que regulamente essa obrigação; portanto, caso haja alguma autuação sobre isso, recorra). Observe ainda o enchimento interno da peça, que deve estar firme para evitar que o capacete gire na cabeça.

Transporte de crianças em bicicletas

Ao contrário do que ocorre nas motos, os pequenos podem ser transportados antes dos sete anos nas “bicicletas”. Para um transporte seguro, o indicado é que ele seja feito por meio do uso de cadeirinhas específicas (à venda em lojas de equipamentos e acessórios para ciclistas). De acordo com o peso da criança, é indicado um tipo determinado de assento. O equipamento possui cinto de segurança, que deve estar preso, e também presilha (que serve para prender os pés do pequeno à bicicleta). Também é necessário o uso de capacete.

As crianças podem ser transportadas na parte da frente ou atrás do condutor (geralmente, a cadeirinha dianteira é recomendada para pequenos de até 15 kg). Para verificar a qualidade do equipamento, mais uma vez, observe a certificação de órgãos competentes (o Inmetro não valida ainda essas cadeirinhas, mas órgãos internacionais sim. Informe-se sobre isso antes!).

Sobre as leis dispostas no CTB (Artigo 244, Parágrafo 1°) quanto ao transporte de bicicletas, é proibido que as crianças (assim como qualquer outro passageiro) sejam transportadas fora da garupa ou de assentos especiais (como as cadeirinhas), assim como não se deve transportar crianças que não tenham ainda, nas devidas circunstâncias, condições de cuidar da própria segurança (assim como nos veículos automotores; mas com o uso de cadeirinhas é, sim, permitido viajar com os mais novinhos). O uso de um travesseiro de pescoço (ou bem preso ao guidão, para os que andam na frente) também pode ser útil, caso o filhote queira tirar um cochilo durante o passeio.

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