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Cidades Inteligentes – Esse será um dos temas que serão abordados na WTM18

Construir o futuro também significa transformar a nossa realidade com iniciativas mais humanas, inteligentes e práticas. Precisamos ter a tecnologia a nosso favor para tornar nosso dia a dia mais fácil, aumentando nossa qualidade de vida e devolvendo mais vida ao nosso tempo. É esse o propósito das chamadas cidades inteligentes que, através da tecnologia, estão se adaptando cada vez mais às necessidades humanas – cidades inteligentes são cidades feitas para as pessoas. Esse será um dos temas que serão abordados na WTM18 e o Instituto PARAR já está discutindo isso.

Para saber mais, acesse: www.wtm18.com.br

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Ranking dos acidentes que mais matam e ferem crianças no Brasil

Os acidentes são a principal causa de morte de crianças e adolescentes de zero a 14 anos no Brasil. Todos os anos, aproximadamente 3,7 mil meninas e meninos de zero a 14 anos morrem e outros 113 mil são hospitalizados devido a motivos acidentais no país.

Mas quais são os tipos de acidentes que mais acontecem com crianças brasileiras? Confira, a seguir, a classificação mais atual dessas causas.

Quais são os acidentes que mais causam a morte de crianças?

No Brasil, de acordo com os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Saúde (referentes ao ano de 2016), o acidente que mais tira a vida de crianças e adolescentes de zero a 14 anos são os acidentes de trânsito. Em seguida estão os afogamentos e a sufocação.

Ranking das mortes por acidentes de crianças e adolescentes de zero a 14 anos no Brasil

Classificação Tipo de acidente Número de mortes
Trânsito 1292
Afogamento 913
Sufocação 826
Queimadura 209
Queda 183
Intoxicação 74
Outros 236
Total 3733

Fonte: Datasus – 2016

Quando analisamos faixas etárias específicas, percebemos que essa classificação muda um pouco.

Entre os bebês menores de um ano, as principais causas de morte acidental são, respectivamente, sufocação, acidentes de trânsito e quedas.

Ranking das mortes por acidentes de crianças de zero a um ano no Brasil

Classificação Tipo de acidente Número de mortes
Sufocação 636
Trânsito 90
Queda 38
Afogamento 21
Queimadura 21
Intoxicação 3
Outros 25
Total 834

Fonte: Datasus – 2016

Em relação as crianças de um a quatro anos, os acidentes mais letais são afogamento, acidentes de trânsito e sufocação.

Ranking das mortes por acidentes de crianças de um a quatro anos no Brasil

Classificação Tipo de acidente Número de mortes
Afogamento 407
Trânsito 305
Sufocação 108
Queimadura 77
Queda 66
Intoxicação 43
Outros 81
Total 1087

Fonte: Datasus – 2016

Já entre as crianças e adolescentes de cinco a 14 anos, a classificação é praticamente igual. Os três acidentes que mais causam mortes nessa faixa etária são acidentes de trânsito, afogamento e queimaduras.

A única diferença fica na quarta e quinta posição, que entre as crianças de cinco a nove anos estão queda e sufocação, respectivamente. Já entre as crianças de dez a 14 anos essa ordem se inverte e a sufocação fica em quarto lugar e as quedas em quinto.

Ranking das mortes por acidentes de crianças de cinco a nove anos no Brasil

Classificação Tipo de acidente Número de mortes (5 a 9 anos)
Trânsito 352
Afogamento 193
Queimadura 44
Queda 42
Sufocação 42
Intoxicação 15
Outros 63
Total 751

Fonte: Datasus – 2016

Ranking das mortes por acidentes de crianças e adolescentes de dez a 14 anos no Brasil

Classificação Tipo de acidente Número de mortes (10 a 14 anos)
Trânsito 545
Afogamento 292
Queimadura 67
Sufocação 40
Queda 37
Intoxicação 13
Outros 67
Total 1061

Fonte: Datasus – 2016

Quais são os acidentes que mais causam a internação de crianças?

De acordo com as informações disponibilizadas pelo Ministério da Saúde, em 2017, os acidentes que mais geraram a internação de crianças e adolescentes de zero a 14 anos no Brasil foram: quedas, queimaduras e acidentes de trânsito.

Ranking das internações por acidentes de crianças e adolescentes de zero a 14 anos no Brasil

Classificação Tipo de acidente Número de internações
Quedas 51.928
Queimaduras 20.864
Trânsito 11.986
Intoxicações 3.222
Sufocação 508
Afogamento 211
Outros 24.639
Total 113.358

Fonte: Datasus – 2017

Quando observamos essa classificação em relação às faixas etárias, só notamos uma diferença nas 5ª e 6ª posição entre as crianças de dez a 14 anos, quando os afogamentos passam a sufocação em número de óbitos.

Ranking das internações por acidentes de crianças de zero a nove anos no Brasil

Classificação Tipo de acidente Número de internações (menor 1 ano) Número de internações (1 a 4 anos)  Número de internações (5 a 9 anos)
Quedas 2565 10923 19215
Queimaduras 995 6176 6628
Trânsito 372 2033 3775
Intoxicação 117 1167 925
Sufocação 47 285 134
Afogamentos 17 109 38
Outros 1092 6860 8130
Total 5205 27553 38711

Fonte: Datasus -2017

Ranking das internações por acidentes de crianças e adolescentes de dez a 14 anos no Brasil

Classificação Categorias Causas Número de internações (10 a 14 anos)
Quedas 19225
Queimaduras 7065
Trânsito 5806
Intoxicação 1013
Afogamentos 47
Sufocação 42
Outros 8557
Total 41755

Fonte: Datasus – 2017

Todos esses dados demonstram a importância de ações de prevenção de acidentes com crianças e adolescentes. Estudos demonstram que 90% das mortes acidentais poderiam ser evitadas com a adoção de medidas simples de prevenção, como mudança de comportamento, adaptação do ambiente ou uso de um equipamento de segurança.

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Carro elétrico brasileiro carrega na tomada e faz cerca de 100 km por R$ 5

O Brasil inteiro experimentou, há pouco tempo, o peso que os combustíveis têm no funcionamento do país. A greve dos caminhoneiros teve início em 21 de maio e durou até o fim do mês, terminando entre os dias 31 e 1 de junho. Durante esse período, o país enfrentou desabastecimento de alimentos e produtos em supermercados, filas imensas nos postos de gasolina que ainda tinham combustíveis e até tarifas dinâmicas nos aplicativos de corrida – até a Nova Economia foi afetada!

Ao mesmo tempo em que o país enfrentava maus bocados – inclusive com a diminuição da circulação de ônibus -, a medida levantou a discussão da implantação dos carros elétricos no Brasil. E quem já possui carros elétricos acessíveis à venda experimentou um aumento na demanda pelos produtos – esse foi o caso da Hitech Electric, startup que oferece carros elétricos para o meio urbano. “Nós tivemos um aumento de vendas nas greves dos caminhoneiros. Fomos procurados por grandes canais de comunicação, o que nos deu uma visibilidade muito grande, o que no médio prazo, converte”, diz Rodrigo Contin, CEO e fundador da Hitech Electric.

A Hitech Electric dribla a falta de carregadores para carros elétricos no Brasil ao criar um carro que pode ser carregado na tomada convencional. “A gente brinca que tem muito mais tomadas elétricas no país do que postos de combustível, mas entendemos que é um processo. A tecnologia em combustão não vai acabar e entrar a elétrica, terá uma virada de chave mais sutil”, comenta Contin.

Parte fundamental dessa virada de chave é a mudança de cultura dos brasileiros. “Temos que dar oportunidade de pessoas experimentarem e conhecerem os carros elétricos. O modelo de car sharing é muito importante para poder divulgar isso, pessoas têm a opção e fazer corridas curtas com os carros elétricos e entenderem seus benefícios”, explica o CEO da startup.

Como são melhores para o meio ambiente, então governos estão incentivando a compra deste tipo de veículo. O IPVA reduzido e a isenção de rodízio são uns dos principais benefícios dos carros elétricos para quem mora em São Paulo. Além disso, a startup afirma que seus carros elétricos possuem a manutenção em média 60% mais barata do que os carros convencionais, entre outros fatores.

Aliás, economia é o forte deste carro elétrico: é possível abastecer a bateria dos carros da empresa, o e.coTech2 e o e.coTech4, por cerca de R$ 5 nos grandes centros urbanos brasileiros. E como cada carga tem autonomia de 120 km, é como se o carro fizesse o equivalente a cerca de 100 km pelo preço de um litro de combustível no Brasil – muito, mas muito mais do que os carros mais econômicos do Brasil. Além disso, ele carrega em cerca de 6 horas (ideal para deixar na tomada no fim do dia).

Além disso, mudanças em leis – como lançamento do Rota 2030 – estão ao poucos incentivando e facilitando a adoção de carros elétricos no país. Com a nova lei, os carros elétricos serão taxados de acordo com sua eficiência energética e o peso do veículo – como esse tipo de carro costuma ser mais eficiente, espera-se uma economia maior também nesse quesito para seus proprietários. Para Rodrigo Contin, cabe às montadoras aproveitarem esse momento para intensificarem os trabalhos com os veículos elétricos por aqui.

O CEO da startup acredita que o governo não será um empecilho para a implantação dos carros elétricos, mas sim as montadoras do país – que ainda estão tentando rentabilizar os modelos tradicionais e pouco investem na mudança aqui dentro. “As montadoras tradicionais têm uma fala diferente fora do país – fora, todos estão convencidos que o carro do futuro será elétrico -, mas o discurso é um e aqui a ação é outra”, afirmou.

Mercado de carros elétricos no país

Os principais clientes da Hitech Electric hoje são empresas, que utilizam os carros elétricos para diminuir custos. Atualmente, a startup possui 4 modelos de veículos – 2 carros e 2 caminhões urbanos (e.coTech2, e.coTech4, e.coTruck e o e.coCargo). “Quando eles colocam na planilha e veem o quanto impacta no custo operacional, não querem nem saber – são early adopters e acabam ajudando na mudança de cultura do consumidor final”, comentou Contin.

Hoje, a empresa está desenvolvendo soluções com energia solar, funções semiautônomas de controle de velocidade, entre outras. No futuro, além de carros elétricos e autônomos, Rodrigo Contin e a Hitech Electric acreditam na “Mobilidade como serviço”, e não pela posse dos bens.

Os serviços de car sharing e aplicativos de mobilidade são os principais personagens nessa categoria. “O mercado estabelecido não vai adotar carros elétricos tão cedo, mas sim as empresas disruptivas. Os aplicativos de mobilidade têm um grande potencial para disseminar isso, pois a partir do momento que adotarem veículos elétricos, estes vão aparecer mais nas ruas porque têm uma visibilidade muito grande”, disse o CEO.

Rodrigo Contin será um dos palestrantes do Mobility Day, evento da StartSe sobre as inovações da mobilidade urbana. Esse setor já está mudando – e continuará com esse movimento por muitos anos. Conheça as principais mudanças e especialistas do setor no Mobility Day que acontecerá em 24 de agosto – saiba mais aqui!

Fonte: https://conteudo.startse.com.br/startups/mobtech/taina/greve-dos-caminhoneiros-alavancou-as-vendas-diz-ceo-da-hi-tech-electric/

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Comissão aprova a inclusão de bicicletários na Política Nacional de Mobilidade Urbana

A Comissão de Desenvolvimento Urbano aprovou proposta que determina a instalação de bicicletários nas cidades brasileiras. A proposta inclui a medida na Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/12).

O relator, deputado Leopoldo Meyer (PSB-PR), recomendou a aprovação.

O projeto aplica uma estratégia que já se mostrou eficiente em outras cidades no mundo: desestimular a adoção de veículos motorizados individuais não por meio da proibição de seu uso, mas da gradual diminuição de pontos de estacionamento, disse.

O texto foi aprovado na forma do substitutivo adotado pela Comissão de Viação e Transportes para o Projeto de Lei 7909/10 e cinco apensados. O substitutivo aproveitou os pontos básicos de cada uma das propostas.

Conforme o texto, os municípios e o Distrito Federal deverão definir um percentual mínimo dos estacionamentos públicos e privados para bicicletários, com conforto e segurança e respeitando as peculiaridades locais. A dimensão, o posicionamento e a sinalização desses espaços deverão obedecer às normas técnicas vigentes.

Além disso, a construção ou a ampliação de edifícios públicos ou privados de uso público deverá prever a instalação de bicicletários, acompanhados de vestiários e banheiros para utilização dos ciclistas que trabalham nesses locais.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

As informações são da Agência Câmara

 

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Lançamento do livro “Lei Seca – A Lei da Vida”

O livro “Lei Seca, 10 anos – A Lei da Vida”, foi escrito pelo deputado federal Hugo Leal, autor do projeto de lei. A obra acompanha bastidores legislativos, passa pela promulgação da lei e descreve a implantação da legislação pelos agentes de trânsito no país. Além disso, o livro conta quando a lei ganhou as ruas e primeiros impactos junto à sociedade.

Ao Término do evento, Hugo Leal disse que “essa lei é um instrumento para servir as pessoas e trabalhar por uma política do bem comum”.

 

 

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10 anos da Lei Seca – Veja o que pode e o que não pode.

Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação.

Em 1997, essa história mudou, mas foi só em 2008 que entrou em vigor a chamada Lei Seca, que reduziu a tolerância para a quantidade de álcool no organismo. Desde então, mais de 1,7 milhão de autuações foram feitas no país, segundo um levantamento do G1.

No entanto, essa lei ainda tinha brechas permissivas, que foram reduzidas em 2012 e 2016, ano em que todas as multas subiram de valor, aumentando o peso da punição.

Como é a Lei Seca agora?

De acordo com o artigo 165 do CTB, o condutor flagrado dirigindo sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência comete uma infração gravíssima.

Qual é a punição o motorista que for pego embriagado?

Atualmente, a multa gravíssima é de R$ 293,47, mas a nova Lei Seca multiplica esse valor por 10, chegando a R$ 2.934,70.

Além da punição no bolso, o motorista tem a CNH recolhida e responde a um processo administrativo que leva a suspensão do direito de dirigir por 12 meses – depois de todos os recursos possíveis. O veículo também é retido até que um outro condutor habilitado se apresente.

Se o motorista for flagrado novamente dirigindo embriagado dentro de 1 ano, a multa será dobrada, para R$ 5.869,40, e a CNH pode ser cassada.

Mas qual é o limite para beber e dirigir?

Não há tolerância para qualquer nível de concentração de álcool no corpo. Existe apenas uma margem de erro definida pelo Inmetro para os bafômetros, por isso a infração é confirmada se o resultado do teste for igual ou superior a 0,05 mg/L de ar expelido.

Se eu tiver tomado uma cerveja e meus reflexos parecem estar em perfeitas condições, ainda assim serei multado?

Sim. O motorista que consumir álcool e for flagrado ao volante será punido, mesmo que não esteja dirigindo de forma mais perigosa.

Quanto tempo leva para o álcool ser eliminado do corpo?

Não há um tempo exato, porque fatores como idade, sexo, peso e estômago cheio, entre outros, podem alterar medição – em alguns casos até dobrando o tempo.

Em testes, uma quantidade de uísque de 100 ml, o equivalente a 2 latas de cerveja ou 2 taças de vinho, levou até 5 horas para ser eliminada do organismo, mas algumas pessoas levaram a metade do tempo e outras muito mais.

Na verdade, como a variação é muito grande de pessoa para pessoa, a única forma segura de escapar do bafômetro é não beber e dirigir.

E se eu comi um bombom de licor?

Quantidades pequenas de álcool são eliminadas mais rapidamente. Se você comeu o bombom poucos minutos antes de uma blitz, é possível que o bafômetro acuse algum sinal de álcool suficiente para levar multa. Mas é possível repetir o teste depois de 15 minutos para confirmar a medição.

Em testes, voluntários consumiram bombom de licor e usaram enxaguante bucal com álcool. O bafômetro acusou a presença, mas depois de 25 minutos todos registraram zero no teste.

E se eu me recusar a soprar no bafômetro?

O motorista que se negar a fazer o teste, mesmo que não aparente embriaguez, é punido da mesma forma que o motorista alcoolizado, ou seja, multa de R$ 2.934,70, suspensão por 12 meses e retenção do veículo.

A nova regulamentação também permite que a autoridade possa constatar embriaguez se houver alteração da capacidade psicomotora(cambalear, sonolência, hálito, atitude, desorientação, etc) ou até por meio de imagem, vídeo ou testemunho.

Para confirmar a alteração, a autoridade deve considerar não somente um sinal, mas um conjunto de sinais, e incluir a descrição no auto da infração.

Posso ser preso?

Sim. O motorista que for flagrado com concentração igual ou superior a 0,3 mg de álcool por litro de ar ou de 0,6 g/L no sangue pode ser multado pelo artigo 165 e também enquadrado em crime de trânsito (artigo 306).

Neste caso, a autoridade também pode constatar embriaguez com observação de sinais de alteração da capacidade psicomotora.

Se for constatada a embriaguez nestes níveis, o condutor é levado a uma delegacia, onde é aberto um inquérito e o Ministério Público decide se faz uma denúncia, que em seguida é aceita ou não por um juiz.

Se não houver acidente com vítima, o delegado pode estipular uma fiança, e o acusado que pagar responde ao processo em liberdade.

A pena para esse crime é de detenção de 6 meses a 3 anos, multa e suspensão temporária da carteira de motorista ou proibição permanente de se obter a habilitação.

No entanto, é muito difícil o motorista voltar à prisão ao final do processo. Mesmo se for condenado, a punição pode ser revertida em prestação de serviço à comunidade ou pagamentos de cestas básicas, por exemplo.

E se o motorista embriagado se envolver em acidente com vítima?

Se causar morte (homicídio culposo) e for pego em flagrante, o motorista é levado a uma delegacia, mas uma fiança só pode ser estipulada por um juiz durante audiência. Desse modo, a liberação não é imediata.

A lei define pena de 5 a 8 anos de prisão, mas ainda pode ser convertida em pagamento de cestas básicas ou trabalho comunitário ao final do processo.

Nos casos em que há lesão grave (feridos sem intenção), a punição é de 2 a 5 anos. Nestes casos, o delegado também não poderá conceder fiança.

Fonte: https://g1.globo.com/carros/noticia/lei-seca-ficou-mais-rigida-nos-ultimos-anos-veja-o-que-pode-e-o-que-nao-pode.ghtml

 

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Três perguntas para Eliandro Maurat, criador dos projetos “Clubinho Salva Vidas” e “Salva Vidas no Trânsito”

Personagens, músicas, histórias e jogos que ensinam crianças a adotarem, desde cedo, um comportamento mais seguro no trânsito. Essa é a aposta do “Clubinho Salva Vidas”, projeto criado pelo empreendedor de impacto social e palestrante Eliandro Maurat, que complementa uma base educativa multimídia para a faixa etária de 5 a 10 anos, formada por games em aplicativos, site, canal no YouTube e revistas em quadrinhos.

Maurat é vencedor de prêmios nacionais como a Medalha George March, o prêmio Lions de Educação para o Trânsito, a Maratona de Negócios Sociais Sebrae – RJ, além de menção honrosa pela Câmara dos Deputados do Estado do Rio de Janeiro. Nessa entrevista, Eliandro conta mais detalhes sobre a iniciativa e fala sobre a importância da educação no trânsito desde a mais tenra idade. Confira abaixo.

Por que você decidiu investir em um projeto de educação no trânsito para crianças, o “Clubinho Salva Vidas”?

O Clubinho foi fundado a partir da minha inconformidade com os dados alarmantes do trânsito brasileiro que, atualmente, mata mais do que muitas doenças. Hoje, o Brasil está em 5º lugar no ranking mundial de acidentes fatais no trânsito. Esses índices levam à reflexão de que precisamos educar na infância, utilizando ferramentas inovadoras que sejam capazes de ensinar crianças a se tornarem adultos mais responsáveis e conhecedores de seus direitos e deveres. Através dessa reflexão e com uma pequena ajuda do meu filho, então com 7 anos, enxergamos que a melhor forma de reforçar valores éticos e morais está no ato de educar. Assim como ensinamos os filhos a escovar os dentes e isso vira uma ação automática, também podemos ensinar a usar o cinto de segurança, atravessar na faixa de pedestres, respeitar o sinal. As ações deram tão certo que logo vi a oportunidade de ampliar esses valores, e hoje todas as ações e esforços do Clubinho buscam também o respeito ao meio ambiente, à segurança, à vida e a um mundo mais consciente, seguro e feliz.

O “Clubinho Salva Vidas” conta com personagens, música e iniciativas que colaboram para o desenvolvimento de habilidades motoras e sociais com uma solução criativa, que são os jogos. Na sua opinião, o lúdico colabora para o aprendizado?

Sim. Os games educativos proporcionam às crianças um ambiente de aprendizagem rico em informações e simples na forma de jogar. Estes ambientes são denominados de “micromundos”, porque fornecem um mundo imaginário a ser explorado e no qual as crianças podem aprender, brincando. Os jogos educativos psicopedagógicos servem para estimular a imaginação infantil, auxiliar no processo de integração em grupo, liberar a emoção e facilitar a construção do conhecimento auxiliando na autoestima.

Professores e pesquisadores observaram que os jogos educativos desenvolvem outras habilidades como, por exemplo resolução de problemas, comunicação, colaboração, negociação e motivação em aprender diversas matérias ao mesmo tempo em que estão se divertindo. Os jogos foram desenvolvidos para crianças, mas percebemos que muitos adultos se identificaram com os games que trazem desafios divertidos e educativos.

Além do “Clubinho Salva Vidas”, você também é autor do “Projeto Salva Vidas no Trânsito”. Em que consiste esse projeto? Como você acredita que ele pode ajudar a mudar a realidade de violência no trânsito?

Através de campanhas de conscientização, o objetivo deste projeto é despertar nas pessoas a valorização e preservação da vida, através de pequenas atitudes que fazem a diferença. Acredito que podemos e devemos colaborar para melhorar a qualidade de vida e reduzir os índices de incidentes de trânsito no Brasil. A educação bem disseminada é capaz não só de promover a mudança no comportamento de pedestres e motoristas, mas também, fortalecer o conceito de cidadania, buscando a tão esperada paz no trânsito.

Clique aqui para conhecer o “Clubinho Salva Vidas”, iniciativa que leva educação de trânsito através da gamificação. Para conhecer o “Projeto Salva Vidas no Trânsito”, clique aqui.

Fonte: http://www.seguradoralider.com.br/pages/newsletter-detalhe.aspx?cid=103

 

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O que todas as grávidas devem saber antes de dirigir

Uma das perguntas que as mulheres fazem depois de descobrirem a gravidez é: posso dirigir com segurança? Não há uma única resposta. Nem sim nem não. Embora essa seja uma decisão individual, é indicado consultar cada caso específico com um médico, pois existem algumas variáveis e possíveis riscos que devem ser levados em consideração.

De acordo com Eliane Pietsak, especialista em trânsito e consultora do Portal, não há uma norma que especifique em que semana de gestação a futura mamãe não poderá mais dirigir.

O Código de Trânsito Brasileiro não proíbe a gestante de dirigir, mas tudo é uma questão de bom senso, a grávida deve refletir se está se sentindo bem para isso.

Algumas mudanças físicas na mulher podem contribuir com o aparecimento de sintomas que tornam o ato de dirigir mais difícil. Nos primeiros meses a mulher tende a sentir muitas náuseas, enjoos e tonturas. Já no final da gestação, a sonolência também é um fator de risco. Pesquisa do Canadian Medical Association Journal revelou que grávidas têm 42% mais chance de envolvimento em acidentes graves de trânsito, risco intensificado após o quarto mês de gestação, devido aos sintomas citados acima.

O essencial é que a gestante se sinta confortável nessa situação e siga algumas dicas de segurança:

– Não dirija por longas distâncias.

– Evite jejum, calor ou frio excessivos;

– Se puder escolher, melhor ser passageira do que motorista;

– Se for passageira, não desative o airbag;

– Mantenha uma separação do volante de pelo menos 15 centímetros, com o banco um pouco afastado, mas de forma com que alcance os pedais;

– Se possível, levante o volante para que não fique na altura do abdômen;

– Evite o banco do carro em um ângulo reto, melhor que esteja um pouco inclinado para trás.

Não há evidências de que variações no humor da gestante influenciem a segurança no trânsito.
Cinto de segurança

Outro assunto tabu é o uso do cinto de segurança. De acordo com pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina, muitas mulheres ignoram a forma correta, o posicionamento e as exigências legais da utilização do cinto de segurança.

Além disso, muitas delas não usam alegando desconforto e medo de prejudicar o feto, porém o cinto de segurança é fundamental e obrigatório para todo mundo, inclusive às gestantes. “O ideal é utilizar sempre o cinto de 3 pontos.

A faixa diagonal do cinto deve cruzar o meio do ombro, passando entre as mamas (nunca sobre o útero) e a faixa sub-abdominal deve estar tão baixa e ajustada quanto possível”, conclui Pietsak.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/o-que-todas-as-gravidas-devem-saber-antes-de-dirigir/

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ONU lança publicação em português com medidas técnicas para segurança no trânsito

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) divulgou nesta quarta-feira (9) a versão em português da publicação “Salvar Vidas”, que apresenta um pacote de medidas técnicas para a segurança no trânsito com base em evidências científicas. Essa ferramenta tem o objetivo de apoiar os tomadores de decisão e os profissionais que atuam na área nos esforços para reduzir significativamente o número de mortes e lesões nas vias.

Algumas metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) visam reduzir, ao menos pela metade, o número de mortos e feridos no trânsito até 2020, bem como oferecer sistemas de transportes seguros, acessíveis e sustentáveis para todos até 2030. Evidências científicas comprovam, por exemplo, que um aumento de 5 km/h acima da média de 60 km/h em áreas urbanas é o suficiente para dobrar o risco de acidentes fatais.

Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) divulgou nesta quarta-feira (9) a versão em português da publicação “Salvar Vidas”, que apresenta um pacote de medidas técnicas para a segurança no trânsito com base em evidências científicas. Essa ferramenta tem o objetivo de apoiar os tomadores de decisão e os profissionais que atuam na área nos esforços para reduzir significativamente o número de mortes e lesões nas vias.

O pacote tem como eixos fundamentais a gestão da velocidade, a liderança na segurança no trânsito, o projeto e a melhoria da infraestrutura, as normas de segurança veicular, o cumprimento das leis de trânsito e, por fim, a sobrevivência pós-acidente. Se implementados de forma integrada, esses componentes facilitam o alcance das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionadas à mobilidade segura e sustentável.

As ações apresentadas podem ajudar os países a reduzirem o número de mortes e lesões no trânsito; garantir a qualidade do ambiente para pedestres e ciclistas; fortalecer a estrutura institucional e legislativa para a política de segurança nas vias; e enfrentar questões sociais e de governança que afetam a política de segurança no trânsito.

As metas 3.6 e 11.2 dos ODS visam reduzir, ao menos pela metade, o número de mortos e feridos no trânsito até 2020, bem como oferecer sistemas de transportes seguros, acessíveis e sustentáveis para todos até 2030. Evidências científicas comprovam, por exemplo, que um aumento de 5 km/h acima da média de 60 km/h em áreas urbanas é o suficiente para dobrar o risco de acidentes fatais.

Panorama global

A publicação atenta para o fato de as lesões no trânsito estarem entre as dez principais causas de morte em todo o mundo entre todas as faixas etárias. Esses eventos são responsáveis por tirar a vida de mais de 1,3 milhão de pessoas a cada ano, além de causarem uma série de lesões não fatais (estima-se que até 50 milhões de pessoas são atingidas).

Globalmente, quase metade (49%) dos indivíduos que morrem nas vias são pedestres, ciclistas e motociclistas. Além disso, as lesões ocorridas no trânsito são a principal causa de morte entre jovens e adultos com idade entre 15 e 29 anos.

Clique aqui para acessar a publicação.

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Trânsito é a principal causa de morte acidental entre crianças de zero a 14 anos no Brasil

Os acidentes que mais matam crianças no país são queda, afogamento, sufocação, queimadura, envenenamento e trânsito. De todos, o trânsito é o maior ofensor. De acordo com dados da ONG Criança Segura, entre 2014 e 2015, houve uma diminuição desses casos e os óbitos passaram de 1.654 para 1.389 – o que representa uma redução de 16%.  No entanto, apesar desta redução, os sinistros em ruas, estradas e rodovias ainda são o tipo de acidente que mais provoca mortes acidentais de crianças até 14 anos no Brasil. As estatísticas, altas e assustadoras, podem ser revertidas com mais consciência, respeito às leis de trânsito e educação.  É o que diz o especialista ouvido pela Perkons, empresa que desenvolve e aplica tecnologia para a segurança no trânsito.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertou sobre os cinco principais fatores que causam acidentes de trânsito: excesso de velocidade, associação de bebida alcoólica e direção, a falta de uso de capacete, cinto de segurança e equipamento de retenção de crianças. A opinião de Renato Campes Trini, gerente técnico da Organização Nacional de Segurança Viária (ONSV), corrobora com isso. Ele afirma que o transporte de crianças de forma negligente é a principal causa dos acidentes com esse público. Apesar da resolução Nº 277 do Conselho Nacional de Trânsito (COTRAN), conhecida como Lei da Cadeirinha, publicada em maio de 2008, os pais e responsáveis muitas vezes não respeitam as condições mínimas de segurança para o transporte de passageiros com idade inferior a dez anos.  “Os pais precisam tomar atitudes preventivas, usar os equipamentos de segurança e contribuir para salvar vidas. Quando saímos nas ruas, é fácil flagrar crianças soltas no carro e até com a cabeça para fora dos veículos”, diz Trini.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) determina no artigo 64 que até os dez anos de idade as crianças devem ser conduzidas no banco traseiro, em dispositivos próprios para sua idade, peso e tamanho.  Bebês de até 9 kg precisam de uma cadeira do tipo “bebê-conforto”, instalada de costas para o painel do carro. A partir de um ano, as crianças devem utilizar, obrigatoriamente, a cadeirinha. E, quando completam quatro anos, devem passar para o assento de elevação, exigido até os sete anos de idade.

Para o gerente técnico da ONSV, além de obedecer as leis de trânsito de maneira geral, conscientizar e educar pelo exemplo cumpre um papel fundamental. “Precisamos mostrar às crianças os riscos que o trânsito representa e os direitos e deveres delas nesse contexto. Enquanto as escolas não contarem, na grade curricular, com uma disciplina para a formação no trânsito, mesmo sem esse apoio os pais devem cumprir essa função, dando o exemplo e mantendo uma postura firme”, destaca Trini.

O exemplo vem de casa

Na família da professora universitária Mariana Sbaraini Cordeiro, mãe do Pedro, de 18 anos, e da Izadora, de 11 anos, o trânsito é encarado com seriedade e responsabilidade. Ela ensina os filhos sobre o papel de cada um no trânsito desde pequenos. Os dois sempre andaram na cadeirinha e usaram cinto de segurança.

Nunca abrimos mão dos dispositivos de segurança; eles aprenderam que são indispensáveis mesmo em trajetos curtos, por uma quadra”, conta a professora.

Para ela, o maior desafio na educação dos filhos quando o assunto é o trânsito, é a falta de suporte do poder púbico. “As crianças aprendem que é preciso atravessar somente na faixa. Mas, e quando a faixa não está pintada ou visível na rua? Além da infraestrutura precária das vias públicas, faltam campanhas educativas com apelo visual e linguagem lúdica, dirigida às crianças”, opina Mariana.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/transito-e-principal-causa-de-morte-acidental-entre-criancas-de-zero-14-anos-no-brasil/

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