Arquivo para a categoria Eventos realizados

Clubinho Salva Vidas presente no Projeto B.A.S.E S em Teresópolis

O B.A.S.E. S – Base de Ação Social e Educativa – é uma iniciativa do Sistema Fecomércio RJ, que por meio do Sesc RJ e Senac RJ – seus braços sociocultural e educacional, respectivamente – tem como objetivo promover a inclusão social e capacitação profissional em todo o estado.

Base S

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Contação de história sobre educação no trânsito, cidadania e meio ambiente com o AGENTE DO BEM “EDU”.

Várias outras ações sócio educativas aconteceram durante toda semana.

 

Sem comentários

Teatro, música e muita diversão educativa com o Clubinho Salva Vidas

Através do Teatro e da música podemos buscar nos jovens uma reflexão e disseminação de saberes sobre segurança no trânsito, cidadania, meio ambiente e qualidade de vida. É o que tem feito o Clubinho Salva Vidas desde 2014 quando foi lançando o portal de jogos educativos onde as crianças aprendem brincando.

Teatro Clubinho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para contratações e eventos entrar em contato com Eliandro S. C. Maurat.

Tel: (21) 98157-0846 ou pelo e-mail: clubinhosalvavidas@hotmail.com

 

SITE:
www.clubinhosalvavidas.com.br

FAN PAGE:
www.facebook.com/clubinhosalvavidas

DESENHOS MUSICAIS:

https://www.youtube.com/channel/UCuHpyTHH7GyPdQeuH2xeZVA

Sem comentários

Conferência sobre Segurança no Trânsito – Curso de Medicina Unifeso – Teresópolis – RJ.

O Trânsito Seguro é direito e dever de todos, precisa ser reconhecido e incorporado à cultura brasileira como instrumento de respeito e proteção à vida.

foto medicina

Sem comentários

Palestra de conscientização sobre álcool e drogas para jovens do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE RIO

 

Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE RIO

O consumo de drogas lícitas e ilícitas é um dos maiores desafios da sociedade contemporânea. O Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC) calcula que aproximadamente 200 milhões de pessoas usam drogas ilícitas em todo o mundo, o que representa 5% da população mundial acima de 15 anos. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo de tabaco e álcool é estimado, respectivamente, em 30% e 50% da população nessa faixa etária. São números que dão uma boa dimensão do problema.

Os custos sociais, políticos, econômicos e de saúde associados às drogas afetam a vida de todos nós. A epidemia de Aids, mortes prematuras e a violência do narcotráfico são apenas alguns desses efeitos. E apesar das diferentes abordagens do problema, todos concordam que as respostas passam necessariamente pela mobilização da opinião pública. Neste sentido, as campanhas de conscientização têm o papel fundamental de alertar a população sobre o problema das drogas, divulgar informações precisas para diferentes públicos e evitar a banalização do uso de substâncias como maconha e ecstasy. Elas precisam ser estrategicamente planejadas e criadas a partir de pesquisas que identifiquem mensagens necessárias para cada público.

Sem comentários

Palestra socioeducativa para os aprendizes do Centro de Integração Empresa Escola – Teresópolis – RJ

20151208_110422

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“É preciso ter a coragem de mudar a nossa maneira de sentir, de pensar e de agir, relacionando-nos com o mundo. E esta mudança não é um acessório ou uma fantasia. Precisamos começar a crer que dela depende a nossa própria oportunidade de sobrevivência e a daqueles que viverão aqui onde nós estamos vivendo agora.”

 

20151209_112235

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“É necessário que as pessoas sejam mais críticas em relação ao sistema onde estão inseridas, porque somente quando conhecerem as condições e razões de sua opressão no mundo será mais fácil contribuir com as mudanças e entender seus direitos como cidadã ou cidadão.”

Paulo Freire (1970)

1 Comentário

Sipat Unifeso 2015 – Teresópolis – RJ

A saúde como um tema transversal, valoriza o significado social dos procedimentos e conceitos próprios das áreas convencionais,  o potencial da educação escolar reside, exatamente, na articulação dos conhecimentos, das atitudes, das aptidões e das práticas que possam ser vivenciadas e compartilhadas com a sociedade, relacionadas às questões da realidade.

Unifeso1

O ambiente escolar é o local onde passamos boa parte da vida, e o ser humano por mais cauteloso que seja está vulnerável a acidentes. esta é a realidade das pessoas que convivem no ambiente escolar que poderão passar por situações em que o socorro deve ser imediato, pois nem sempre é possível a chegada da equipe médica de atendimento emergencial. o educador ou aluno poderá obter conhecimento para tomar atitudes imediatas em situações de afogamento, hemorragias,fraturas,luxações,entorses,queimaduras e em partos emergenciais.

Unifeso2

Qualquer pessoa poderá ser surpreendida por situações de urgência ou emergência que envolva a integridade física de um amigo, parente, vizinho,colega de trabalho ou até mesmo um desconhecido na rua. Estes conhecimentos trarão subsídios para proporcionar as vítimas um suporte de vida seguro, pois a prestação de socorro, além de um dever moral, é um dever legal e sua recusa constitui crime de omissão de socorro,previsto no artigo 135 do código penal brasileiro.
Este método qualitativo dinamizado em sala de aula, valoriza a vida e contribui para a conscientização do educando, despertando o interesse e a participação aos temas transversais, o que assegura o respeito à vida em sala de aula, onde o lapso temporal entre o momento do acidente e o socorro faz a diferença entre a vida e a morte.

Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/a-importancia-dos-primeiros-socorros-no-ambiente-escolar/23702/#ixzz3qMeaP0jU

 

Sem comentários

Conferência sobre segurança no trânsito – Curso Medicina Unifeso – Teresópolis – RJ

Conferencia Unifeso - Medicina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Podemos dizer que a educação para o trânsito é o desenvolvimento das faculdades intelectuais, morais e físicas do homem, formando a inteligência e o espírito do ser humano para viver, conviver e se relacionar no trânsito.

Quando da elaboração da Constituição Federal de 1988 (arts. 6º e 23, XII), os legisladores já demonstravam a preocupação e a importância da educação para o trânsito dentro do contexto social, dando atribuições à União, Estados, Municípios e o Distrito Federal, assim como, o CTB dedica um capítulo ao tema (capítulo VI, arts. 74 a 79), dando essa atribuição prioritária a todos os órgãos componentes do Sistema Nacional de Trânsito, fato esse ratificado no artigo 5º.

O CTB ainda no seu artigo 320, determina que a receita arrecadada com a cobrança de multas de trânsito deverá ser aplicada, além de outras coisas, na educação para o trânsito.

Mais do que nunca, a escola deve participar ativamente da educação para o trânsito, pois as crianças de hoje serão os jovens e homens do futuro, serão eles os usuários e mantenedores do trânsito, capazes de transformarem essa realidade. Essa educação para o trânsito, além de ensinar regras, técnicas, métodos de prevenções de acidentes, deve ter a preocupação em tornar as pessoas cidadãs, pois vivemos em sociedade, e essa preocupação deve ser a curto, médio e longo prazo, porque a complexidade dos fatores que geram esses problemas não admitem uma só linha de pensamento e trabalho.

Como disse o educador Paulo Freire “A educação não é a solução, mas não há solução sem a educação”, a educação não é para acabar com as comodidades oferecidas pelos veículos e sim para adequar o uso dessas “facilidades” de forma racional e conscientizada pela sua importância na nossa vida atual, de que sua convivência com os veículos será de forma organizada e saudável, pois ele foi criado para servir ao homem e não para destruí-lo.

Sem comentários

Palestra sobre alcoolismo, drogas e tabagismo na fábrica da Arbor Brasil

Palestra Arbor Brasil

 

 

 

 

 

 

 

Alcoolismo e tabagismo são dependências que andam de mãos dadas. A maioria dos fumantes ingere álcool e estes têm tendência a fumar mais do que os que não bebem.
É muito difícil, também, encontrar um alcoolista que não fume – cerca de 70% dos dependentes são considerados fumantes pesados (fumam mais de 30 cigarros ao dia).
As duas dependências são tão próximas por agir de modo sinérgico: o álcool é um depressor e o fumo, estimulante, portanto o efeito de um é utilizado para compensar o do outro. Os riscos para a saúde são também muito mais graves para aqueles que fumam e bebem. “Os riscos do uso de cada droga independentemente não são apenas somados – eles são somados e aumentados em 50%”, explica Danilo Baltieri, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da USP. Algumas doenças graves, como o câncer de laringe e de boca, são um perigo maior para essa população.
Segundo Mayuri Hassano, psiquiatra do Hospital Universitário (HU) da USP e coordenadora do Centro Universitário de Intervenção em Drogas e Álcool (Cuida) do HU, o uso concomitante das duas drogas aponta ainda para uma maior dificuldade de parar. “Os estudos mostram que os alcoolistas fumantes têm, na verdade, mais dificuldade para parar de fumar e, quando param, recaem com mais frequência. Alguns estudos indicam ainda uma tendência de se buscar outras drogas quando se para de fumar”, explica ela.
O resultado de pesquisa sobre tratamento da dependência alcoólica, realizada pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), da qual participou Baltieri, encontrou inesperadamente uma medicação que auxilia na redução do alcoolismo e do tabagismo ao mesmo tempo. O topiramato atua como um diminuidor da ansiedade e impulsividade, diminuindo consecutivamente o desejo de fumar e beber.
A pesquisa analisou ainda se a preferência por certo tipo de bebida alcoólica influencia na aderência a tratamentos. A maioria dos pacientes tinha preferência pela ingestão de cerveja ou cachaça. Destes, os que preferiam a bebida destilada apresentavam um quadro clínico mais grave, e para eles, o tratamento foi menos eficiente.
Esses resultados, segundo Baltieri, estão ligados a outros fatores que não só o tipo de bebida. Uma grande quantidade dos dependentes de álcool que preferiam a pinga já havia passado por algum serviço público de saúde, e apresentava um menor nível socioeconômico. A falência de múltiplos tratamentos anteriores, a não aceitação da sociedade e os problemas profissionais e familiares decorrentes do vício acabavam por agravar a doença desse indivíduo e tornar mais difícil seu tratamento.
“A sociedade encara de forma diferente o consumo de cerveja e de pinga, e isso afeta a percepção dos pacientes acerca de sua doença. Se você passa num bar numa sexta-feira à tarde e vê dez garrafas de cerveja sobre a mesa, aquilo é normal. É normal tomar um chopp depois do trabalho. Mas não é a mesma coisa ver um sujeito com um litro de cachaça na mão. Cerveja é happy hour, pinga é perdição”, explica o psiquiatra.
Mayuri Hassano relata que o estigma social da dependência química é percebido mesmo nos próprios pacientes: “Nos grupos antitabagismo, nem sempre o paciente admite num primeiro momento a dependência de álcool ou de outras drogas. É frequente ele negar ou minimizar o uso de outras drogas, normalmente por vergonha, medo de julgamento moral ou discriminação”.
Outra característica decorrente da maior aceitação social do consumo de cerveja é que os dependentes alcoólicos com preferência pela bebida fermentada têm maior resistência a aceitar que possuem uma doença. “É bem mais difícil esses pacientes procurarem um tratamento específico. A cerveja pode ser e é um problema sério para muitas pessoas”, adverte Baltieri.
O tratamento, segundo o psiquiatra, é muito difícil, mas sem segredos. “Três fatores são fundamentais. Primeiro vem a vontade do indivíduo de parar. Muitas vezes o indivíduo não tem essa vontade, mas a desenvolve, e nós, médicos, temos que ajudá-lo a desenvolver essa vontade. O segundo, e essencial, é a família. Um tratamento no qual não se inclua o apoio dos familiares está fadado a ter um sucesso muito menor. O terceiro é ter uma equipe especializada disposta a ajudar. É preciso avaliar cada caso e oferecer apoio específico para cada um, é preciso analisar os pormenores da doença do indivíduo, da sua vida.”
“Muitas vezes a família abandona seu parente, não entende seu problema como doença, encara como falta de caráter, como um cara vagabundo. Mas é necessário entender que é uma doença mental e que a pessoa precisa ser tratada. Há doenças mentais em torno das quais precisamos diminuir os estigmas existentes, e uma delas é o alcoolismo”, elenca. “Dez por cento da população brasileira é dependente de álcool. Precisamos trabalhar primordialmente com o esclarecimento e prevenção.”
Para as pessoas que fumam e bebem, e que pretendem parar, é consenso entre os médicos que o ideal é procurar tratamento para os dois vícios, e conquistar de uma só vez uma vida mais saudável.

(Fonte: Agência USP de notícias/ABEAD)

Sem comentários

Palestra de conscientização do Maio Amarelo na Universidade Estácio de Sá em Teresópolis – RJ

Palestra Estácio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortos e feridos no trânsito de todo o mundo. É este o intuito do Movimento Maio Amarelo. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos para efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige.

Sem comentários

Conferência sobre Educação no Trânsito Curso de Medicina – UNIFESO 03/2015

11062256_806046412808502_2930584945446968266_n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

10404072_806046462808497_3460346148715697510_n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Podemos dizer que a educação para o trânsito é o desenvolvimento das faculdades intelectuais, morais e físicas do homem, formando a inteligência e o espírito do ser humano para viver, conviver e se relacionar no trânsito.

Sem comentários