Arquivos para janeiro de 2018

Educação para o Trânsito: De quem é a responsabilidade?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O CTB diz, em seu Artigo 76 diz que a Educação para o Trânsito deve acontecer desde a Educação Infantil até o Ensino Superior, “por meio de planejamento e ações coordenadas entre os órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito e de Educação, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, nas respectivas áreas de atuação. ”

Certo…de que forma? Continua o CTB, no mesmo Artigo, em seu Parágrafo Único que o MEC, CONTRAN e o Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras deverão adotar, em todos os níveis de ensino currículo interdisciplinar com conteúdo sobre segurança no trânsito, educação para o trânsito em cursos de formação para o magistério, criação de corpos técnicos para levantamento e análise de dados estatísticos relativos ao trânsito, e, por último, não menos importante: elaboração de planos de redução de acidentes de trânsito, visando integrar universidades e sociedade na área de trânsito…

O CTB vai fazer 20 anos e a Educação para o Trânsito continua praticamente a ser o que era antes da Lei entrar em vigor. Isso é, para dizer o mínimo, muito frustrante para todos os educadores, em especial os que se dedicam à Educação para o Trânsito. Literalmente, vivemos dando “murros em ponta de faca”.

Nossa voz não alcança, não sensibiliza grande parte dos gestores (não estou generalizando, há os que se preocupam e muito!) que acreditam ter muitas outras coisas “mais importantes” para as escolas do que implementar projetos de Educação para o Trânsito!

Já passamos do tempo de pensar no que deve ser feito e passar para a ação. A Década de Ações pela Segurança no Trânsito da ONU está chegando ao fim e ainda não houve redução significativa no índice de acidentes de trânsito. Se houve queda, e tenho cá minhas dúvidas de que isso aconteceu, foi mínima. Até porque, qualquer morte, qualquer mutilação no trânsito é muito ruim. Nunca deveria acontecer. Não podemos comemorar, não vejo motivos para isso ainda.

Porém, não sou pessimista. Acredito, e muito, que é possível mudar esse quadro de horror que temos hoje. Basta um pouco de boa vontade e seriedade.

* Eliane Pietsak é pedagoga, especialista em trânsito, e atualmente é colaboradora da Tecnodata Educacional.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/para-o-seu-cfc/educacao-para-o-transito-de-quem-e-responsabilidade/

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Mais de 140 pessoas morreram nas rodovias em apenas 4 dias

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje a PRF anunciou que 67 pessoas morreram em quatros dias de Operação Ano Novo apenas nas rodovias federais. Entretanto, Paraná, São Paulo e Minas Gerais, registraram nas rodovias estaduais 32 mortes, ou seja, 48% do total das mortes nas rodovias federais de todo país na soma apenas das rodovias estaduais de 3 estados. Na estimativa do SOS Estradas o total de mortes no feriado, em apenas 4 dias, supera as 140 mortes, considerando a soma de rodovias estaduais e federais. Média de 35 pessoas mortas por dia. “Normalmente a imprensa fica focada na divulgação das mortes apenas nas rodovias federais mas o número mais que dobra considerando as estaduais”, esclarece o Coordenador do SOS Estradas, Rodolfo Rizzotto. Leia mais no www.estradas.com.br

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