Arquivos para janeiro de 2017

Projetos Educativos para Crianças

Eliandro Maurat criou projetos educativos para crianças

Ele é o idealizador do Projeto Salva Vidas no Trânsito e da plataforma de jogos digitais Clubinho Salva Vidas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Felipe Fittipaldi)

A vida do empresário Eliandro Maurat mudou depois que ele assistiu a um dos vídeos de Jaqueline Saburido, venezuelana que teve 60% do corpo queimado em um acidente de trânsito, provocado por um motorista alcoolizado. “Ela ficou com a aparência terrível, mas seu coração é de princesa”, compara Maurat. “Apesar das dificuldades, Jaqueline continua divulgando a mensagem: se beber, não dirija. É uma das pessoas mais maravilhosas que já vi”, afirma o empresário, que decidiu então se dedicar à mesma causa. Criou o blog Salva Vidas no Trânsito, em 2011, para discutir o tema e dar orientações. “Um dia, cheguei em casa e comentei com a minha esposa como era difícil sensibilizar as pessoas e modificar o comportamento dos adultos. Aí, meu filho, Luan, na época com 7 anos, sugeriu que eu falasse com as crianças”, relembra o empresário.
A ideia de Luan foi um divisor de águas para o projeto, que passou então a mirar o público infantil. “Se queremos um mundo melhor, temos de envolver as crianças no processo. Assim como ensinamos nosso filho a escovar os dentes e isso passa a ser automático, temos de ensiná-lo a usar cinto, a atravessar na faixa, a não beber antes de dirigir. Temos de mudar a nossa cultura”, diz.

“Se queremos um mundo melhor para as crianças, temos de envolvê-las no processo”

Pouco a pouco, o projeto foi se expandindo, ao incluir atividades como palestras gratuitas em escolas públicas. Junto com o filho, Maurat criou uma cidade virtual e roteirizou jogos educativos. Em seguida, entregou o desenvolvimento dos games a uma empresa especializada. Em meados de 2016, lançou a plataforma virtual Clubinho Salva Vidas (para computador e smartphone), voltada para a faixa de 5 a 10 anos, que complementa uma base multimídia formada também por um canal no YouTube, CDs e revistas. “Criamos o personagem Edu, cujo nome faz referência a educação, e atualmente falamos sobre outros assuntos, como meio ambiente e cidadania”, conta Maurat, que fez pós-graduação em planejamento e gestão de trânsito e vendeu uma empresa para investir no sonho de salvar vidas.

Fonte: http://vejario.abril.com.br/cidades/eliandro-maurat-criou-projetos-educativos-para-criancas/

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Saiba para onde vai o dinheiro das multas de trânsito!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Autor: Julyver Modesto de Araujo

A receita arrecadada com a cobrança de multas de trânsito tem destinação específica: a melhoria do próprio trânsito, o que, infelizmente, nem sempre é respeitado pelo Poder público, sendo muito comum que o pagamento das multas seja direcionado, automaticamente, para conta única do Governo do Estado ou Prefeitura, dificultando a verificação do cumprimento deste dispositivo, o que pode, por certo, ensejar questionamentos, seja do Ministério Público, seja do Poder Judiciário, seja do Tribunal de Contas e, principalmente, da sociedade.
    Um controle maior sobre os gastos ocorrerá a partir de 01NOV16, com a inclusão do § 2º ao artigo 320, pela Lei n. 13.281/16, pois os órgãos de trânsito passarão a ser obrigados a publicar, anualmente, na rede mundial de computadores (internet), dados sobre a receita arrecadada com a cobrança de multas de trânsito e sua destinação.
    O artigo 320, ao prever aplicação exclusiva, elenca quais são as situações em que se pode utilizar a receita das multas, as quais são detalhadas na Resolução do CONTRAN n. 191/06:
I – Sinalização: conjunto de sinais de trânsito e dispositivos de segurança colocados na via pública com o objetivo de garantir sua utilização adequada, compreendendo especificamente as sinalizações vertical e horizontal e os dispositivos e sinalizações auxiliares;
II – Engenharias de tráfego e de campo: conjunto de atividades de engenharia voltado a ampliar as condições de fluidez e de segurança no trânsito;
III – Policiamento e fiscalização: atos de prevenção e repressão que visem a controlar o cumprimento da legislação de trânsito, por meio do poder de polícia administrativa;
IV – Educação de trânsito: atividade direcionada à formação do cidadão como usuário da via pública, por meio do aprendizado de normas de respeito à vida e ao meio ambiente, visando sempre o trânsito seguro.
    Além da Resolução n. 191/06, outro documento importante que norteia a utilização deste dinheiro é a Portaria do DENATRAN n. 407/11, que aprova a “Cartilha de Aplicação de Recursos Arrecadados com as Multas de Trânsito”.
    Diante das condições estabelecidas acima, é questionável a utilização deste tipo de verba para obras viárias ou custeio do funcionamento do próprio órgão de trânsito; aliás, importante ressaltar que o orçamento destinado ao órgão de trânsito, muito embora leve em consideração a previsão de arrecadação de multas, não deve depender da imposição de penalidades, tendo em vista que se cria um círculo vicioso, no sentido de que o órgão fica dependendo da ocorrência de infrações, para que subsista, quando o que se espera do seu trabalho é, justamente, a mudança de comportamento dos usuários da via e, consequentemente, a diminuição dos atos irregulares praticados na condução de veículo.
    O parágrafo único do artigo 320 (a partir de 01NOV16, § 1º) ainda determina o repasse de 5% do valor das multas de trânsito ao Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito – FUNSET, sob gestão do Departamento Nacional de Trânsito e regulamentado pelos artigos 4º a 6º da Lei n. 9.602/98, com complemento do Decreto n. 2.613/98, o qual prevê que a finalidade deste Fundo é custear as despesas do Denatran, relativas à operacionalização da segurança e educação de trânsito.
    Tendo em vista este repasse, é comum algumas pessoas imaginarem que 5% das multas de trânsito deve ser utilizado no próprio trânsito, quando, na verdade, 100% do valor arrecadado deve ter esta destinação, com a única diferença que 95% sob responsabilidade do órgão de trânsito que aplicou a penalidade e 5% do Departamento Nacional de Trânsito.
    Por fim, cabe mencionar que o sistema de arrecadação de multas de trânsito e o sistema informatizado de controle da arrecadação dos recursos do FUNSET estão, atualmente, estabelecidos pela Resolução do CONTRAN n. 335/09 (alterada pela Resolução n. 524/15).
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Capítulo XX – DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
 A receita arrecadada com a cobrança das multas de trânsito será aplicada, exclusivamente, em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito.

Parágrafo único. O percentual de cinco por cento do valor das multas de trânsito arrecadadas será depositado, mensalmente, na conta de fundo de âmbito nacional destinado à segurança e educação de trânsito.

Novos §§ 1º e 2º do artigo 320 (a contar de 01/11/16):
§ 1º O percentual de cinco por cento do valor das multas de trânsito arrecadadas será depositado, mensalmente, na conta de fundo de âmbito nacional destinado à segurança e educação de trânsito.

§ 2º O órgão responsável deverá publicar, anualmente, na rede mundial de computadores (internet), dados sobre a receita arrecadada com a cobrança de multas de trânsito e sua destinação.
(Redação dos §§ 1º e 2º do artigo 320 dada pela Lei n. 13.281/16)

Art. 320-A.  Os órgãos e as entidades do Sistema Nacional de Trânsito poderão integrar-se para a ampliação e o aprimoramento da fiscalização de trânsito, inclusive por meio do compartilhamento da receita arrecadada com a cobrança das multas de trânsito. (Artigo 320-A incluído pela Lei n. 13.281/16)
Fonte: http://www.ctbdigital.com.br/?p=Comentarios&Registro=100&campo_busca=&artigo=320

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Aplicação do dinheiro de multas pode virar informação de divulgação obrigatória

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito podem ser obrigados a divulgar como aplicam o dinheiro arrecadado com multas. É o que sugere projeto que tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Pelo texto, a recusa em publicar essas informações pode se caracterizar como improbidade administrativa.

O PLS 567/2015 foi proposto pela senadora suplente Sandra Braga (PMDB-AM), acrescentando a obrigatoriedade de divulgação da destinação dos recursos provenientes de multas ao Código de Trânsito Brasileiro.

Pelo texto, os órgãos e entidades que compõem o Sistema Nacional de Trânsito deverão divulgar mensalmente a receita obtida com a aplicação de multas, a despesa executada e, se for o caso, os valores contingenciados.

O Sistema Nacional de Trânsito é composto pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), pelos conselhos estaduais e do Distrito Federal, pelos órgãos executivos de trânsito e rodoviários da União, estados, DF e municípios, pelas polícias Rodoviária Federal e Militares dos estados e do DF e pelas Juntas Administrativas de Recursos de Infrações.

A relatora do projeto, senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), emendou o projeto para fazer com que essa obrigação conste também da Lei de Acesso à Informação. Além disso, acrescentou dispositivo prevendo que a recusa em fornecer ou divulgar essas informações de forma completa é uma conduta ilícita dos agentes públicos responsáveis, que responderão por improbidade administrativa.

O PLS 567/2015 poderá entrar em pauta na CCJ a partir de fevereiro. Caso seja aprovado, seguirá diretamente para a Câmara dos Deputados.

Com informações da Agência Senado

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/agente-de-transito/aplicacao-do-dinheiro-de-multas-pode-virar-informacao-de-divulgacao-obrigatoria/

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Investimento do bem

Projeto de entretenimento educativo e impacto social CLUBINHO SALVA VIDAS é destaque na primeira página do Boa Chance e na Revista de Domingo, na seção “Sei Lá Mil Coisas”. Jornal o Globo 15.01.2016

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Gasolina comum ou aditivada? Veja como escolher

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Com certeza, você já parou por um momento diante da pergunta do frentista: “é comum ou aditivada?”. Seja lá qual for a sua resposta costumeira, o fator mais importante é que a gasolina seja de qualidade e com procedência comprovada. Combustível com impurezas e misturado com água ou outras substâncias pode trazer uma dor de cabeça que você nem imagina: se você quer economizar combustível, veja nossas dicas – mas não ponha combustível com procedência duvidosa. Gasolina ruim pode prejudicar e até inutilizar o motor do seu carro, por isso a economia de hoje pode se transformar em um gasto enorme no futuro.

Mas, vamos falar sobre as diferenças entre a gasolina comum e a aditivada. Alguns especialistas recomendam que no dia-a-dia seja utilizada a gasolina comum (desde que seja de origem confiável, como dissemos) e que utilize a aditivada apenas esporadicamente para evitar um gasto desnecessário.

Limpeza e melhorias no desempenho

A gasolina aditivada apenas difere-se da comum pela presença de uma espécie de “sabão” (que é o aditivo), capaz de limpar o motor e as vias por onde passar, já que o combustível comum acaba deixando resíduos ao longo do tempo. Estas pequenas partículas acumulam-se no interior do motos, atrapalhando o seu desempenho e diminuindo sua vida útil. Por isso a aditivada entra como uma limpeza necessária de vez em quando, não sempre.

Uma boa dica é utilizar a gasolina com aditivo em um tanque a cada quatro abastecidos com o combustível comum.

Cuidado!

Se você sempre abasteceu seu carro com gasolina comum e quer passar a abastecer com gasolina aditivada, muita calma nessa hora. Se o seu automóvel receber aditivos depois de anos sem uma limpeza, pode ser que ocorra o entupimento dos bicos injetores e dos carburadores. Seria prejuízo na certa pra você!

Agora, se seu automóvel possui motor flex, fique tranquilo. Não há restrições em relação à mistura do etanol com gasolina. Pode-se usar tanto a comum quanto a aditivada sem problemas.

E o custo benefício?

Se você mora em uma grande cidade com trânsito caótico (Rio e São Paulo são ótimos exemplos), é possível que você dirija diariamente parando e acelerando várias vezes consecutivas. Neste caso, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) recomenda o abastecimento constante com gasolina aditivada para manter o motor sadio em condições desgastantes e ter uma maior economia.

Em estradas e situações onde o trânsito é livre e a velocidade alta, permanece a indicação da gasolina comum na maioria das vezes.

Para saber qual o tipo de combustível é mais indicado para o seu carro, consulte o manual do proprietário, que informa o total aproveitamento da potência do motor. Alguns fabricantes, principalmente de veículos importados, informam o valor da octanagem, cabendo ao usuário a escolha do tipo da gasolina dentre as opções disponíveis no país.

Fonte: https://www.bidu.com.br/blog/gasolina-comum-ou-aditivada/

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Férias na estrada: atitudes recomendadas para garantir a segurança de todos

Conforme especialista, viajar sem pressa e durante o dia reduz riscos de acidentes

Por Mariana Czerwonka.

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As confraternizações de fim de ano acabaram, mas muitas famílias continuam aproveitando a alta temporada de verão e as férias escolares para pegar a estrada. Mais frequentes nessa época, os deslocamentos rodoviários aumentam os riscos de acidentes de trânsito. Conforme a assessoria de imprensa da Polícia Rodoviária Federal (PRF), entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016, foram registradas 14.262 ocorrências nas rodovias federais. Embora seja alarmante, o dado revela uma redução de 28% se comparado ao mesmo período de 2014 e 2015. Para ajudar a diminuir ainda mais esses indicadores, a Perkons ouviu um especialista em acidentes de trânsito que elencou as principais posturas para garantir segurança na estrada durante as férias.

Não são apenas as atitudes nitidamente inadequadas e sujeitas à punição pela legislação de trânsito, como exceder a velocidade permitida, as causadoras de acidentes. Aquelas que são fruto de descuido e desatenção do condutor, como, por exemplo, deixar de checar as condições do veículo, também engrossam as estatísticas.

As ocorrências mais graves tendem a acontecer com o tempo favorável, quando o motorista se sente seguro para desafiar a velocidade. Mas a despreocupação em relação ao estado dos pneus, freios, direção e suspensão também pode determinar um acidente, detalha o perito criminal e especialista em acidentes de trânsito, Rodrigo Kleinubing.

O nível de óleo e o risco de superaquecimento do carro também merecem atenção especial em temporadas de veraneio, quando os deslocamentos costumam ser maiores e em maior número do que o habitual. “Para eliminar essas possibilidades o ideal é que o motorista leve o veículo para uma manutenção preventiva na oficina, que costuma já ter um checklist específico para as férias”, destaca.

Viajar à noite é outro comportamento que deve ser revisto.  “É de extrema importância evitar deslocamentos noturnos, quando se tem menos visibilidade e a inadequação da sinalização das vias fica evidenciada. Mesmo de dia, o uso do farol, agora obrigatório, é um avanço em termos de segurança viária, pois aumenta a visualização do veículo pelos demais usuários da via”, orienta. Kleinubing pondera que, apesar dos riscos, viajar à noite é a alternativa de muitos condutores para fugir de horários de rush. “Dirigir durante a noite ou em dias de pico tornam o deslocamento mais cansativo e arriscado. Planejar a viagem e conhecer o trajeto é essencial para antecipar ou prorrogar a ida e a volta, se preciso”, recomenda.

Atitudes concretas também devem ser direcionadas aos cuidados com os demais passageiros, sejam eles crianças ou animais de estimação. Foco de distração para o motorista, esses ocupantes devem ser transportados com ainda mais segurança. “É importante respeitar a capacidade máxima de pessoas do veículo e acomodar crianças nas cadeirinhas e animais em caixas de transporte adequadas. Todos sempre com cinto de segurança”, orienta o perito. As bagagens, por sua vez, não podem obstruir a visão do motorista em hipótese alguma.

Mais importante do que o excesso de bagagens é a maneira como são transportadas, pois em caso de colisão, podem ser arremessadas, agravando o acidente ou provocando outro, frisa.

Velocidade excessiva é uma das principais causas de acidentes também nas férias

Kleinubing ressalta que, embora apresente menor gravidade, a ocorrência mais comum durante as festas de fim de ano, férias escolares e Carnaval envolve colisões traseiras, que apenas em janeiro de 2016 foi registrada 1735 vezes em ocorrências de todo país. Ele atribui a alta incidência à combinação entre engarrafamentos e desrespeito à distância mínima entre os veículos. “Mas são as colisões frontais, laterais e as saídas de pista, respectivamente, as que mais matam nas estradas, pois geralmente envolvem excesso de velocidade”, compara.

Conforme a PRF, somadas à adoção de velocidades incompatíveis com a via, outras grandes motivadoras de acidentes de trânsito durante o período são a falta de atenção e a ingestão de álcool. “Deve ficar claro para o motorista que exceder a velocidade nunca vale à pena; além de gastar combustível, provoca um ganho de tempo mínimo. E, nos casos de ultrapassagens, o motorista precisa ter consciência de que, quando proibida ou mal realizada, a manobra pode ser fatal”, acrescenta Kleinubing.

Fonte:  http://portaldotransito.com.br/noticias/ferias-na-estrada-atitudes-recomendadas-para-garantir-seguranca-de-todos/

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