Arquivos para setembro de 2016

Semana Nacional do Trânsito: por que o Brasil é campeão de acidentes e quais os riscos para as crianças

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Trânsito: a responsabilidade é tanto dos motoristas como dos pedestres (Foto: Thinkstock)

Acidentes de trânsito ainda são a maior causa de morte acidental infantil e juvenil no Brasil. Para atrair atenção para o problema e promover a conscientização da sociedade, começou neste domingo (18) a Semana Nacional de Trânsito, que acontece oficialmente até o dia 25. O tema deste ano é “Década Mundial de Ações para a Segurança no trânsito – 2011/2020: Eu sou + 1 por um trânsito + seguro” e objetivo é mostrar que, até nas pequenas ações do cotidiano, todos somos responsáveis por contribuir com a segurança no trânsito.

Em todo o país, escolas, prefeituras e órgãos ligados ao assunto promovem a campanha, organizando diversas ações educativas. Aqui, no site da CRESCER, você poderá acompanhar uma série de matérias especiais, uma para cada dia da semana . E para encerrar o evento, no dia 26, a  coordenadora nacional da ONG Criança Segura, Gabriela Guida de Freitas, participa de um live no  Facebook da CRESCER respondendo suas dúvidas sobre o uso da cadeirinha. Entenda por que, sendo motorista, ciclista, motociclista ou pedestre, a segurança no trânsito também é problema seu:

Dados que preocupam

No mundo todo, cerca de 1,3 milhão de pessoas morrem todo ano em acidentes de trânsito. Um relatório da Organização Mundial das Nações Unidas, publicado no fim do ano passado, classificou o Brasil como o país da América do Sul com maior número de mortes no trânsito por habitante  – no mundo todo, somos o quinto país com mais acidentes fatais.

Sim, os números são impressionantes. E as crianças, por sua constituição corporal mais frágil, são especialmente vulneráveis a aumentarem as estatísticas. Em 2012, foram 1.862 mortes, em 2013, 1694. Os dados mais recentes são de 2014, ano em que 1.654 crianças nessa faixa etária falaceram em acidentes de trânsito. Desse total, 34% eram passageiras de veículos, 29% eram pedestres, 11% andavam de moto e 6% de bicicleta. Para a coordenadora nacional da ONG Criança Segura, Gabriela Guida de Freitas, o grande número de vítimas de carro entre os pequenos ilustra como mesmo após a aprovação da Lei da Cadeirinha, em 2010, ainda há resistência ao uso desses dispositivos, que são o meio mais efetivo de proteção. De acordo com estudos, a cadeirinha pode reduzir os riscos em até 71%. “Também não podemos esquecer que houve um aumento da frota de veículos no país, relacionado à redução de impostos para sua aquisição, o que facilita o aumento do número de acidentes envolvendo carros”, explica ela. Ainda assim vale ressaltar os carros não são os únicos que oferecem perigo: há também um considerável número de vítimas entre pedestres, ciclistas e motociclistas.

Somos maus motoristas?

Para o diretor-geral do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Aurelio Ramalho, há alguns fatores que podem explicar por que tantos acidentes acontecem no Brasil. O primeiro que deve ser citado é a falta de educação sobre o trânsito na escola. “Infelizmente, a maioria das pessoas só têm contato com a palavra trânsito quando vai tirar a carteira de habilitação. Mesmo as bicicletas não são pensadas como meio de transporte para as crianças, mas como um brinquedo”, explica.

Outro agravante é o que Ramalho chama de “péssima formação de condutores”. Para ele, o problema não está nas autoescolas  em si, mas no tipo de formação dos condutores,  que deveria ser focada na percepção de riscos e não é. “Se você perguntar a um motorista o que acontece se ele andar sem cinto ou em alta velocidade, a resposta mais frequente é: ‘vou ser multado’. Ele não lembra que deve obedecer à regras de trânsito, senão pode matar ou ferir alguém, porque é assim que foi ensinado”, explica. Ou seja: os motoristas recebem orientações que dão muito mais ênfase à quantidade de pontos na carteira e o valor das multas do que aos perigos que uma infração acarreta.

Celular: o vilão do século 21

Se há poucos anos o consumo de bebidas alcoólicas era apontado como o maior pivô dos acidentes, hoje, o quadro é diferente. É fato que o número de mortes no trânsito ligadas ao álcool ainda é grande, mas a embriaguez conseguiu ser ultrapassada por um novo perigo: o uso de celulares. “Beber, as pessoas bebem de vez em quando, aos finais de semana. Já o celular está incorporado ao cotidiano de todos”, explica Ramalho. De acordo com ele, pesquisas científicas comprovam que dirigir teclando o celular é quatro vezes mais perigoso do que pilotar embriagado. Isso porque uma pessoa sob os efeitos do álcool tem os reflexos reduzidos, mas continua olhando para frente quando está no volante. Já quem usa o celular olha para baixo – e em uma piscada, o carro pode avançar uma distância enorme. “Em uma baixada de olho com o veículo a 60 km por hora, você percorre o equivalente a quase dois campos de futebol, às cegas”, explica.

O risco de se distrair ao usar esses aparelhos, é claro, também vale para pedestres, ciclistas e motoristas. Quem nunca se esqueceu se olhar para os lados antes de atravessar a rua porque estava demasiadamente entretido com um vídeo no Youtube ou uma mensagem no Whatsapp? Vale lembrar que o consumo de álcool e o excesso de velocidade são os outros dois fatores que mais causam acidentes.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Voce-precisa-saber/noticia/2016/09/semana-nacional-do-transito-por-que-o-brasil-e-campeao-de-acidentes-e-quais-os-riscos-para-criancas.html

 

 

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Semana Nacional de Segurança no Trânsito

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O tema definido pelo CONTRAN, para a Semana Nacional de Trânsito deste ano é: “Década Mundial de Ações para a Segurança no trânsito – 2011/2020: Eu sou + 1 por um trânsito + seguro”.

A meta da Década Mundial é reduzir a quantidade de mortes e lesões causadas por acidentes de trânsito em pelo menos 50% em relação a quantidade atual. Segundo a ONU, cerca de 1,3 milhões de pessoas morreram nas ruas e estradas. Se nada for feito, em 2020 este número será de 1,9 milhões de mortes.

E se a quantidade de mortes já impressiona, o número de pessoas lesionadas é ainda mais chocante. No Brasil para cada 1 morte, gerada por acidente de trânsito, outras  20 pessoas ficam lesionadas.  O impacto social e econômico destes números é muito grande.

Em 2015, das mais de 500 mil indenizações pagas pelo Seguro DPVAT, 79% foram por invalidez em caráter permanente.

O Clubinho Salva Vidas e o Projeto Salva Vidas no Trânsito a mais de 05 anos vem trabalhando todos os dias para conscientizar, educar e informar crianças e adultos sobre essa problemática que ceifa a vidas de milhares de pessoas todos os dias no Brasil e no mundo. É preciso que as pessoas pensem no que acontecerá se nada for feito. Ou seja, o  que acontecerá se este número não parar de crescer?

Estamos fazendo nossa parte e você?

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Jogos Olímpicos Rio 2016 – Trânsito e Vida!

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Estamos vivendo um momento brilhante em nosso país, momento em que todos os brasileiros estão torcendo pelo nosso país!

Devemos destacar que, temos os Atletas paraolímpicos e, falando deles, e por eles especialmente, existe uma evidência uma relação com o trânsito. Hoje falando com um dos técnicos da seleção brasileira de paravôlei, soube que a maioria dos atletas foram motoboy’s e em razão de acidentes de trânsito, tiveram as pernas amputadas.

Triste saber que esses atletas perderam um membro, todavia, lindo ouvir os testemunhos de superação, inclusive que esses hoje lutam por medalhas para nossa nação, são eles que participam de eventos afim de apresentar sua história.

Em destaque, como corriqueiramente fazem, estiveram na AACD para conversar com profissionais que estão hospitalizados, e também perderam membros do corpo, eles levam suas histórias, mostram às pessoas como podem retomar a vida e a luta pela superação.

Disso, é claríssimo que trouxe a matéria afim de que os seguidores, possam acompanhar os vídeos, as histórias, e de fato nesse momento de tantas medalhas, gritos, alegria, possamos lembrar que muitos atletas da paraolimpíada estão como guerreiros, porém, sofreram acidente de trânsito por negligência dele próprio ou outrem.

Temos matéria pela folha que divulgou pesquisa relativa a número de mortes de trânsito em março de 2016.

Em 2015 tivemos diminuição de 20,6% de acidentes viários em relação ao ano anterior, claro que em 2016 alcançamos um número maior em razão das atitudes trazidas como redução e velocidade na Capital.

Quanto aos motoqueiros, os acidentes são na maioria por imprudência, destacando que a cada um deles além do acidente, prejudica toda sua família, a qual vive de seu sustento.

Tanta imprudência tem uma consequência grave: em 2014, 83 mil pessoas foram internadas em todo o país por causa de acidentes com moto. Em 2008, o número foi bem menor. Em seis anos, as internações aumentaram quase 150% na rede pública – acidentes que poderiam ser evitados se quem anda de moto tivesse mais cuidado.

Uma pesquisa do Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas mostrou que 88% dos acidentes com motos em São Paulo acontecem por imprudência: 70% dos motociclistas atendidos no pronto socorro acabam internados.

E esses acidentes custam caro, bem caro. Em 2014, só o governo federal gastou R$ 111 milhões com os motoqueiros acidentados. Bem mais do que em 2008.

“Isso implica num longo período de internação, necessidade muitas vezes de várias cirurgias, necessidades de utilização de materiais de implante. Isso tudo, no final, representa um alto custo desses pacientes”, além de muitos com tratamento psicológico, psiquiátrico para o acidentado e para sua família, principalmente mãe, e destaca – se os casos de mortes, em que a família se desestrutura totalmente”

Na obra da Autora Maria José da Silva Amaral, “Seguindo a Estrada” psicóloga clínica especializada em atendimento aos pacientes que sofreram perdas em acidentes de trânsito, nos traz diversos depoimentos de parentes e vítimas que sofreram e descrevem afim do leitor refletir e rever suas atitudes no trânsito, assim ela traz o que todo especialista na área busca, a PAZ no trânsito, a educação no trânsito, a sensibilidade ao conduzir veículo e respeito aos pedestres, ciclistas, motoristas, já que prosseguir é preciso!

De tudo, os especialistas em relação a educação, fiscalização e segurança para o trânsito são unanimes em afirmar, pautados nas tristes estatísticas, que 90% (noventa po cento) dos acidentes de trânsito são causados exclusivamente pelos motoristas, 6% (seis por cento) devido às más condições das vias, 4 (quatro por cento) devido ao estado de conservação do veículo ( divulgado pelo obra da autora Maria José da Silva Amaral).

Em 2015, recebemos a estatística que a cada ano, cerca de 45 mil pessoas perdem suas vidas em acidentes de trânsito no Brasil. A violência envolvendo particularmente motociclistas está se tornando uma epidemia no país. Dados preliminares do Ministério da Saúde apontam que, em 2013, os acidentes com motos resultaram em 12.040 mortes, o que corresponde a 28% dos mortos no transporte terrestre. Nos últimos seis anos, as internações hospitalares no Sistema Único de Saúde (SUS) envolvendo motociclistas tiveram um crescimento de 115% e o custo com o atendimento a esses pacientes de 170,8%.

Diante desse cenário, inclusive diante também do momento espetacular dos Jogos Olímpicos Rio 2016, infelizmente não houve o investimento necessário para publicação e divulgação dos testemunhos para todo país, onde poderíamos obter a sensibilidade de cada telespectador numa propaganda de TV aberta durante a divulgação do jogos. Como feito pelo site da Ecovias e, ainda com hashtags #ecodatorcida, que de fato sabemos que hoje insurge em resultado esse tipo de divulgação. Assista aos vídeos, clique aqui.

Que os jogos nos tragam várias medalhas, que os jogos nos tragam a importância de educação no trânsito aos que vão conduzir veículo até o trajeto, à todos os brasileiros demonstrando que conhecem o trânsito, respeitando os pedestres nas faixas, sinalização vertical. E que os atletas da paraolimpíada nos traga diversos depoimentos, seus testemunhos para que outros tenham a oportunidade em não chegar a perder membro do corpo e nem ente familiar.

Trânsito é vida, e não morte!!!!!!! Olimpíada é vida!!!! Que possamos acompanhar os jogos, mas não esquecer do dever para cada condutor de veículo durante essa festa da nação.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/opiniao/normas-e-legislacao/jogos-olimpicos-rio-2016-transito-e-vida/

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51,8% dos motoristas brasileiros usam celular no trânsito, diz pesquisa

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Pesquisa realizada pela concessionária Arteris, que ouviu 1,3 mil pessoas pelo país, mostrou que 51,8% dos entrevistados usa o celular nas estradas e cidades brasileiras e 69,8% dos entrevistados consideram o trânsito no Brasil perigoso. Mesmo assim, 88% dos motoristas não se acham imprudentes.

No trânsito, basta olhar para os dois lados para verificar, de perto, o que diz a pesquisa. Boa parcela dos motoristas, falando no celular enquanto dirigem.

O risco, parece que todos ignoram. Especialistas afirmam que usar celular por apenas cinco segundos, em uma velocidade baixa, de 60km/h, é o mesmo que percorrer 83 metros às cegas.

A pesquisa mostra também que 60,5% dos entrevistados afirmaram que respeitam as leis de trânsito. Mesmo assim, 30% desse grupo admitem ter levado uma multa nos últimos 12 meses. A conclusão da pesquisa revela, portanto, que é preciso um trabalho de conscientização do motorista para mudar o comportamento. “Esse resultado mostra que o brasileiro não vê o perigo do uso do celular no trânsito, parece que ainda não se deu conta das consequências que esse ato pode ter”, diz Eliane Pietsak, pedagoga e especialista em trânsito.

Em novembro, a multa para dirigir segurando ou manuseando o celular será gravíssima, no valor de R$ 293,47.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/518-dos-motoristas-brasileiros-usam-celular-no-transito-diz-pesquisa/

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PL obriga motorista alcoolizado a ressarcir SUS por gastos com vítima de acidente

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O motorista que praticar crime de homicídio ou lesão corporal, em virtude de capacidade psicomotora alterada pela influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência, poderá ter de ressarcir o Sistema Único de Saúde (SUS) pelos gastos com socorro, atendimento e tratamento à saúde da vítima.

É o que prevê o Projeto de Lei 5298/16, do deputado Daniel Vilela (PMDB-GO), em tramitação na Câmara. A proposta inclui artigo no Código Civil (Lei 10.406/02).

“Ao lado das tragédias humanas causadas por esses motoristas insensatos, ainda há os elevados gastos incorridos pelo Sistema Único de Saúde para socorro, atendimento e tratamento à saúde das vítimas e dos próprios condutores de veículos, em virtude dos acidentes de trânsito que provocam”, destacou o parlamentar.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, inclusive quanto ao mérito.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/projeto-obriga-motorista-alcoolizado-ressarcir-sus-por-gastos-com-vitima-de-acidente/

 

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