Arquivos para fevereiro de 2016

DPVAT registra queda de 15% no número de indenizações pagas em 2015

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Em 2015, foram pagas 652.349 mil indenizações pela Seguradora Líder-DPVAT por acidentes de trânsito em todo o Brasil. O número, referente a reembolso de despesas hospitalares, invalidez permanente e morte, é 15% inferior ao mesmo período de 2014. A maior queda registrada no período foi na cobertura de morte (19%), seguida de reembolso de despesas hospitalares (18%) e invalidez permanente (13%). No total, foram pagos R$ 3,381 bilhões em indenizações durante o ano passado.

Para o diretor-presidente da Seguradora Líder-DPVAT, Ricardo Xavier, a queda é um reflexo de uma fiscalização mais efetiva. “Os efeitos da Lei Seca e a conscientização sobre o uso de equipamentos de segurança no trânsito já começam a fazer efeito. No entanto, nossas ruas, estradas e avenidas produzem por dia muitos feridos, inválidos e mortos todos os dias. Temos que investir agora na educação do cidadão no trânsito para que o número de acidentes reduza mais ainda”, afirma o presidente.

As indenizações pagas por acidentes com motocicletas correspondem a 76% (497.009) do montante pago em 2015. Dos acidentes causados por motos, 83% geram algum tipo de invalidez permanente, 4% acabaram em morte e 13% resultaram em reembolso de despesas hospitalares. Já os automóveis somam 19% (124.267) das indenizações pagas no ano passado, enquanto caminhões e pick-ups 3% (17.973) e os ônibus micro-ônibus e vans 2% (13.100).

Do total das indenizações pagas, 64% (416.413) foram destinadas a motoristas, 18% (117.780) para pedestres e 18% (118.156) para passageiros. O levantamento da Seguradora Líder-DPVAT revela ainda que 74% das vítimas de trânsito indenizadas em 2015 são homens e 24%, mulheres. A faixa etária que concentra o maior número de indenizações, continua sendo é de 18 a 34 anos, correspondendo a 51% dos sinistros pagos no último ano.

Com 16,92% da frota nacional, a região Nordeste concentrou 33% (213.726) das indenizações pagas no ano passado. Já a região Sudeste, que tem 49,21% da frota, respondeu por 29% (192.724) das indenizações. A região Sul correspondeu por 18% (116.613) das indenizações pagas e tem 19,69% da frota. A região Norte e a Centro-Oeste tiveram, cada uma, 10% (cerca de 65 mil) das indenizações do Seguro DPVAT em 2015, cada região conta com 5,08% e 9,10% da frota de automóveis nacional, respectivamente.

Resultado financeiro

A arrecadação total do Seguro DPVAT, pago pelos proprietários de veículos automotores, somou R$ 8.654 bi no ano passado. Por lei, 50% desse dinheiro vai direto para União, via transferência bancária automática, no ato do pagamento da apólice do seguro, que destina 45% para o Sistema Único de Saúde (SUS) e 5% para o DENATRAN. Cada órgão recebeu R$ R$ 3,894 bilhões e R$ 432,8 milhões, respectivamente.

O total arrecadado para operação do Seguro DPVAT foi de R$ 4,326 bilhões, sendo R$ 3,381 bilhões gastos com despesas de pagamento de indenizações. Ainda há despesas com a constituições de provisões técnicas para pagamento de indenizações futuras e despesas administrativas e com impostos, como PIS e COFINS. O lucro das seguradoras consorciadas é estabelecido por lei em 2%, que, depois do Imposto de Renda e da Contribuição Social, fica em 1,2%.

Com informações da Seguradora Líder DPVAT

 

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Carnaval sem interrupção da vida!!!!

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O Carnaval está às portas e mais uma vez nos perguntamos: “quantos jovens vão morrer depois de se alcoolizarem e dirigirem?” Talvez não saibamos os números exatos, mas não é surpresa alguma receber notícias de mortes causadas por pessoas alcoolizadas ao volante em época de festas e feriados.

Antes da Lei Seca, o número de acidentes e mortes causados pela imprudência crescia de forma avassaladora. Em São Paulo, por exemplo, chegou-se a 50 mil ocorrências de acidentes seguidos de morte em todos os 645 municípios de São Paulo de 2001 a 2010. Com a tolerância zero da Lei Seca e mais fiscalização este número baixou para 16% na capital e 7,2% nos demais municípios segundo pesquisa da USP. Os números mostram uma queda no número de acidentes e mortes no trânsito em decorrência do álcool, mas muito longe ainda do que se espera.

O mundo avança quanto à conscientização “bebida e volante NÃO”, porém, o Brasil ainda batalha muito e obtêm pouco resultado positivo. Na Alemanha, as mortes caíram 83% nos últimos 40 anos, Austrália diminuiu em 40% o número de mortes nas ruas e estradas, isso em duas décadas, enquanto a China em apenas 10 anos alcançou uma transformação em relação ao número de mortes em se tratando e condutor alcoolizado, o que ocorria com os cidadãos de até 45 anos de idade.

No Brasil, fazemos e temos especialistas levando a matéria de forma atualizada aos órgãos e Gestões administrativas e Públicas, sendo as quais com competência para implantar novos estudos e investimento na educação, todavia, é sabido que morre mais de acidente de trânsito do que homicídio e câncer. Fazendo um paralelo, o brasileiro deve temer mais um condutor conduzindo veículo ou motocicleta que um assalto a mão armada ou câncer maligno.

Em alerta ao carnaval, especialmente aos jovens, que fazem uso da bebida alcoólica, e tendem praticar condução de veículo, os mesmos são considerados o maior número de vítimas em acidente de trânsito, principalmente entre 18 e 35 anos, e dessa segue as estáticas apresentando após o feriado número maior de mortes e acidentes na faixa etária.

O Brasil foi sede da maior discussão em o trafego em transporte terrestre do planeta na “ 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no trânsito”, desse um dos temas mais destacados foi discutir a diminuição de mortes no mudo, sendo no âmbito global para Década de Ação para Segurança no Trânsito 2011 – 2020.

Destaca que a cada ano ocorre 1.2 milhão de morte no mundo, decorrente de acidente de trânsito, estes óbitos atingem crianças de 5 à 29 anos, entre a maioria do sexo masculino.

Observa – se que a luta contra morte em acidente de trânsito está alavancada, porém, os meios de comunicação para as publicidades que antecipam os festejos de carnaval, estão ausentes na mídia. Faltam 2 (dois) dias para iniciar as festas no Brasil, país onde mais almeja foliões, inclusive turistas, dessa feita, no mínimo 1 mês de antecedência, a mídia, através de rede televisão, redes sócias, blogs, folder ’s, outdoor, entre outros destaques apresentando por cada Estado e Município em parceria com Denatran, Detran, órgãos Municipais, poderiam iniciar fortemente e diariamente em horário reservado, às manchetes, mensagens, fotos, estatísticas e tipificação para cada infração, além das infelizes consequências àqueles que não respeitarem a própria vida durante e após os desfiles, ou seja, e em  exemplo, sair para festa de carro com a lata de bebida alcoólica.

Os agentes de trânsito nesse período, são em número elevado, a PRF, PMSP, entre outros Estados no Brasil, todo ano preparam operação especial para essa data, mas estatisticamente, o número aumenta em relação aos acidentes, imprudência e desrespeito com a legislação de trânsito.

É assustador, o número passageiros ausentes para com o uso de  cinto de segurança no banco trás. Disso então, alguns dizem: Não sou assim, o que tenho com isso? Temos toda relação com o acidentado ou família que perdeu alguém em acidente de trânsito, já que aumenta o número também de grupos de mães, pais, familiares buscando justiça aos condutores que levaram a vida de seu ente de forma agressiva, imprudente, por conduzir veículo embriagado.

Diante do acima citado, em relação aos que morrem todos os anos no Brasil em face de desrespeito à legislação de trânsito, temos duas alternativas: 1. fazer a nossa parte como cidadãos, transformando-nos em educadores de jovens e crianças, ou 2. nos acostumarmos com as notícias de famílias sendo destruídas por causa do álcool.

“O carnaval passa, mas a dor da perda e as consequências pela imprudência fica para sempre!!!!”

Fonte: http://portaldotransito.com.br/opiniao/normas-e-legislacao/carnaval-sem-interrupcao-da-vida/

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Palestra de conscientização sobre álcool e drogas para jovens do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE RIO

 

Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE RIO

O consumo de drogas lícitas e ilícitas é um dos maiores desafios da sociedade contemporânea. O Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC) calcula que aproximadamente 200 milhões de pessoas usam drogas ilícitas em todo o mundo, o que representa 5% da população mundial acima de 15 anos. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo de tabaco e álcool é estimado, respectivamente, em 30% e 50% da população nessa faixa etária. São números que dão uma boa dimensão do problema.

Os custos sociais, políticos, econômicos e de saúde associados às drogas afetam a vida de todos nós. A epidemia de Aids, mortes prematuras e a violência do narcotráfico são apenas alguns desses efeitos. E apesar das diferentes abordagens do problema, todos concordam que as respostas passam necessariamente pela mobilização da opinião pública. Neste sentido, as campanhas de conscientização têm o papel fundamental de alertar a população sobre o problema das drogas, divulgar informações precisas para diferentes públicos e evitar a banalização do uso de substâncias como maconha e ecstasy. Elas precisam ser estrategicamente planejadas e criadas a partir de pesquisas que identifiquem mensagens necessárias para cada público.

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Prevenção de Acidentes nas Rodovias

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