Arquivos para dezembro de 2015

Direção segura nas férias e feriados de final de ano

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O fim de ano já está aí e as compras de Natal já estão sendo antecipadas. Quando chega esta época do ano, as pessoas ficam apavoradas e bastante ansiosas pois já começam a pensar em presentes, viagens e ceias. O planejamento das férias já começa a ser sondado e muita gente espera pelos descontos especiais. Mas, um aspecto que vem preocupando muito é a segurança no trânsito neste período do ano.

O sinônimo de Natal e Ano Novo é de felicidade, família e realizações. Entretanto, deve-se ter em mente que ao sair para viajar ou para visitar parentes, é primordial dirigir cautelosamente, pois nem sempre os condutores estão atentos à esta questão, principalmente depois das festas. Confira, no artigo de hoje, dicas para ter férias e festas de final de ano tranquilas também no trânsito. Vamos lá?

Cuidado na direção!

Fazer uma direção defensiva só tende à assegurar que você e sua família chegarão no destino bem, sem estragar a comemoração de ninguém. Por isso, é recomendado que antes de sair para as festas, o motorista faça a manutenção preventiva de seu veículo para evitar problemas.

Sabe-se que este período do ano é bastante atribulado e corrido, entretanto, precisamos tomar cuidados na hora de dirigir. Aliás, se você já está pensando em viajar com a família para outro destino, é mais que obrigação verificar se o veículo está em condições perfeitas para a viagem. O problema é que várias pessoas deverão fazer o mesmo que você, então agende, o mais breve, a revisão do seu carro!

Planeje!

Um dos erros mais comuns é não planejar com antecedência as viagens. Não tem problema em querer fazer uma surpresa, porém é preciso segurança para chegar até o destino com tranquilidade. A direção defensiva é fundamental.

Um outro cuidado é verificar a situação das estradas, antes de sair de casa, para descobrir novos caminhos mais seguros (consulte informações com a PRF ou os órgãos executivos rodoviários). Se a viagem for muito longa, também é necessário realizar paradas para que o motorista se restabeleça e possa continuar a viagem descansado. O segredo é não ter pressa.

Checklist

E, antes de sair de casa, refaça tudo para ver se você não se esqueceu de nada. Leve o documento obrigatório do carro (CLA – mesmo CRLV) e também a CNH com você e sempre tenha em mãos os números de telefone de emergência, porque todo cuidado é pouco. Se você não sabe os números, segue alguns deles:

  • Polícia Rodoviária Estadual: 198
  • Polícia Rodoviária Federal: 191
  • Corpo de Bombeiros: 193

É obrigação do motorista praticar uma direção defensiva para garantir a segurança e a vida da sua família e dos demais usuários da via. Tome o devidos cuidados ao ir viajar e aproveite as festas de fim de ano com segurança e paz.

Fonte: https://icetran.org.br/blog/direcao-segura-nas-ferias-e-feriados-de-final-de-ano/

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Educação no trânsito: segurança e preservação da vida

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“Cuidado! Olhe para os dois lados ao atravessar a rua”, já diziam os mais velhos. Este lembrete chama atenção para a educação no trânsito. O principal motivo pelo qual o brasileiro é multado é o excesso de velocidade, seguido pelo desrespeito ao rodízio de trânsito, andar em corredor de ônibus, estacionar em lugar irregular e falar no celular enquanto dirige. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), em São Paulo, por exemplo, foram registrados mais de 10 milhões de multas em 2013. No Rio de Janeiro, as infrações ultrapassaram a marca de 3,6 milhões.

Segundo o professor de legislação de trânsito da LMcursos, Leandro Macedo, a educação no trânsito é a forma mais eficiente para reduzir os acidentes e as multas. O professor destaca que educação no trânsito não é apenas ensinar regras de circulação, mas também deve colaborar para formar pessoas responsáveis e comprometidas com a preservação da vida.

Um levantamento feito pelo Instituto Avante Brasil indicou que o Brasil é o 4º país do mundo com maior índice de mortes no trânsito. São mais de 50.000 acidentes fatais por ano e o prejuízo chega a R$105 milhões. Os acidentes de trânsito são os primeiros responsáveis por óbitos entre jovens na faixa de 15 a 29 anos de idade, o segundo na faixa de 5 a 14 anos e o terceiro na faixa de 30 a 44 anos.

Com a chegada das férias, deve-se redobrar a atenção nas estradas. Qualquer ato de imprudência pode ocasionar em vidas interrompidas. Respeitar os limites de velocidade, não ultrapassar em local proibido, utilizar o cinto de segurança, não dirigir sob efeito de álcool, são alguns dos deveres do motorista para evitar acidentes e multas.

O Código de Trânsito Brasileiro Lei n° 9.503/1997 determina no seu art. 65: “É obrigatório o uso do cinto de segurança para condutor e passageiros em todas as vias do território nacional”. Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicou que 79,4% dos brasileiros apresentam o hábito de usar o cinto nos bancos da frente, todavia, apenas 50% possui o costume de usar o equipamento nos assentos traseiros.

Para que os motoristas tenham suporte e noções necessárias, a LMcursos, administrada pelo professor de Legislação de Trânsito, Leandro Macedo, disponibiliza cursos destinados a condutores infratores que tiveram suas carteiras de habilitação suspensas pelo DETRAN/CIRETRAN. “O uso do cinto de segurança e outras ações não são válidas apenas para estar segundo as leis, mas também para preservar vidas. ”, afirma Leandro.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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Um lugar todo especial – Música – Clubinho Salva Vidas

Estamos unindo tecnologia e educação com o objetivo de transformar crianças em cidadãos mais conscientes e seguros.

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Obra: Clubinho Salva Vidas
Cantor: Mauricio Maia
Arranjos e Melodias: Mauricio Maia e Mac Gregor
Backing vocal: Jana Botelho
Animação: Interama

LETRA:
O clubinho é um lugar todo especial
foi feito com carinho é sensacional
Para entrar nesse clubinho é só se cadastrar
Com crianças esse mundo, vamos transformar

No clubinho eu vou jogar…
E com ele eu vou brincar…
Com os amigos nesse dia a alegria vai rolar….

No clubinho as crianças podem aprender
Os pais vão gostar e a família vai torcer
As crianças vão crescer e logo se tornar
Uma nova geração o mundo melhorar…

No clubinho eu vou jogar…
E com ele eu vou brincar…
Com os amigos nesse dia a alegria vai rolar….

No clubinho eu vou jogar…
E com ele eu vou brincar…
Com os amigos nesse dia a alegria vai rolar…. Vai rolar…

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CAMPANHA – RESPEITE OS MOTOCICLISTAS

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DETRAN/RN faz campanha de gentiliza no trânsito voltada para motociclistas

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Semana Nacional do Transito 2015 Crateús

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Cerca de 30% dos caminhoneiros consomem drogas ilícitas

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Independentemente da rotina de consumo e da natureza da substância, o uso de drogas – também denominadas substâncias psicoativas – altera o comportamento do usuário, cujas funções básicas se revelam cada vez mais debilitadas. Quando transportado para as estradas, o cenário ganha contornos ainda mais perigosos e passa a ser sinônimo de ameaça constante à segurança viária. Embora a Lei nº 13.103 autorize períodos de trabalho mais extensos, a Operação Jornada Legal,  realizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) de Mato Grosso do Sul, indica que as condições precárias de trabalho dos motoristas profissionais, especialmente no que se refere às longas jornadas, favorecem a estatística que aponta que um em cada três caminhoneiros pode estar sob efeito de drogas como crack, cocaína e rebite – espécie de remédio à base de anfetaminas. A Perkons ouviu especialistas para explicar as causas e efeitos da relação entre drogas e direção.

Conforme explica o chefe do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), Dirceu Rodrigues Alves Junior, garantir a direção segura pressupõe a estabilidade de três funções: a motora, a cognitiva e a sensório-perceptiva. A primeira delas controla o tempo de resposta do indivíduo; a segunda envolve mecanismos de percepção e concentração; a terceira, por fim, resulta da combinação entre tato, visão e audição. “De maneira geral, ao acelerar ou retardar os reflexos, as drogas comprometem todas essas condições e potencializam os riscos de acidentes de trânsito”, associa.

A atuação de cada droga no organismo varia conforme sua composição e as predisposições do usuário. “Além de criar dependência, o crack causa danos no sistema nervoso central, degenerando as funções cerebrais de modo muito agressivo”, exemplifica o especialista. Como resultado, a pessoa sob efeito dessa droga tende a apresentar sinais de paranoia, irritabilidade, perda de atenção, comportamento acelerado e sensibilidade à luz. O excesso de confiança, decorrente do consumo da substância, reforça ainda o desrespeito as normas básicas de segurança no trânsito, como falta de distanciamento entre veículos e de sinalização para manobras. O humor também sofre intensas interferências, revelando sujeitos por vezes ansiosos e agressivos.

Comuns nas estradas e de difícil detecção, o rebite, a cocaína e o próprio álcool, funcionam, de acordo com Alves Junior, principalmente como artifício para afastar o sono durante as jornadas de trabalho muitas vezes exaustivas. “A estimativa quanto ao percentual de motoristas que apelam a este método é imprecisa, pois dificilmente o indivíduo admite estar sob efeito de drogas ilícitas ou mesmo álcool, devido à Lei Seca. Ainda assim, é possível que cerca de 54% dos motoristas, em sua maior parcela entre 30 e 50 anos, já tenha recorrido a substâncias ilícitas para driblar o sono”, ressalva.

Os reflexos diretos na direção tornam as condições de trabalho dos condutores um problema de saúde pública, cuja discussão se mostra cada vez mais urgente. Para a psicóloga perita examinadora da Delegacia Regional de Tubarão, Carla Giovana Dagostin, abordar o assunto é ferramenta de conscientização para uma questão que afeta a segurança de todos os motoristas de forma sistêmica. “Discutir essa problemática, que abrange consequências sociais, econômicas e de segurança viária, tem dado visibilidade social ao drama particular dos motoristas que transportam cargas por longos trechos, com jornadas de trabalho extenuantes e expedientes de risco”, pontua.

Fiscalização é ponto chave para combater uso de drogas nas estradas

Segundo o inspetor Maciel Jr, responsável pelo núcleo de comunicação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de São Paulo, olhar fixo e desorientação podem caracterizar uma ocorrência deste teor. Identificar sinais como esses, entretanto, serve apenas de respaldo inicial para análises técnicas e aprofundadas.

“Diante da suspeita de uso de drogas, constatada se possível através de vídeos e testemunhas, o policial conduz o motorista até uma Delegacia de Polícia, que poderá encaminhá-lo ao Instituto Médico Legal (IML) para realização de teste de sangue se julgar necessário. Só a partir do resultado positivo é que se pode dar continuidade à ocorrência”, detalha. Mesmo com este procedimento já padronizado, o inspetor ressalta que a fiscalização ainda consiste em um processo pouco eficiente por conta da falta de aparelhos que detectem, de imediato, o uso das substâncias.

Conforme explica o Chefe do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da Abramet, além do exame sanguíneo, um método que confere ainda mais praticidade aos fiscais é a coleta de saliva, por meio da qual é possível identificar, instantaneamente, a presença ou ausência de drogas no organismo. Apesar disso, a carência de resultados tangíveis relacionados à dosagem das substâncias é um aspecto que precisa ser melhorado. “Temos levantado estudos para que seja viabilizada a fiscalização que combina análise qualitativa e quantitativa e para que encontremos equipamentos adequados, similares ao bafômetro, por exemplo”, assegura Dirceu.

Além de estender o risco a terceiros, associar drogas e direção prevê ao condutor aplicação de multa gravíssima, de R$1.915,40, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), suspensão do direito de dirigir por 12 meses e recolhimento da carteira no período, segundo Artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Em caso de reincidência em um período de até 12 meses, o valor da multa dobra . Há, ainda, conforme Artigo 306 do CTB, previsão de crime, que pode resultar em multa, suspensão, proibição de se obter a CNH e detenção de 6 meses a 3 anos.

Assessoria de Imprensa Perkons

Beatriz Sousa

 

 

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Palestra socioeducativa para os aprendizes do Centro de Integração Empresa Escola – Teresópolis – RJ

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“É preciso ter a coragem de mudar a nossa maneira de sentir, de pensar e de agir, relacionando-nos com o mundo. E esta mudança não é um acessório ou uma fantasia. Precisamos começar a crer que dela depende a nossa própria oportunidade de sobrevivência e a daqueles que viverão aqui onde nós estamos vivendo agora.”

 

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“É necessário que as pessoas sejam mais críticas em relação ao sistema onde estão inseridas, porque somente quando conhecerem as condições e razões de sua opressão no mundo será mais fácil contribuir com as mudanças e entender seus direitos como cidadã ou cidadão.”

Paulo Freire (1970)

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As principais causas de acidentes com crianças

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Dia 30 de agosto comemora- se o Dia Nacional da Prevenção de Acidentes com Crianças e Adolescentes. Com o objetivo de trazer mais luz para esse tema a ONG Criança Segura divulga a análise dos dados do Ministério da Saúde para mortes e hospitalizações, estas somente da rede pública de saúde, de crianças e adolescentes até 14 anos.
Entre 2012 e 2013 houve uma redução acima da média dos últimos anos na mortalidade por acidentes no Brasil: 2,24%. De 2011 para 2012 a redução havia sido de 0,89%. O trânsito, apesar de ainda representar a maior causa de mortes acidentais até 14 anos, apresentou de 2012 para 2013 uma redução de 6%, ligeiramente maior que a de 2011 para 2012, que foi de 4%.
“Observamos que existe uma mudança no perfil da mortalidade infantil no trânsito”, explica Gabriela de Freitas, coordenadora nacional da ONG e responsável por essa análise, “O atropelamento sempre foi o maior vilão dentre os acidentes de trânsito que envolviam os pequenos, mas quando estudamos a evolução dos dados dos últimos 13 anos, notamos uma  grande queda dos atropelamentos, que não necessariamente tem a ver com maior conscientização de segurança viária, mas muito mais com a mudança no estilo de vida e incentivo para uso do carro. Por outro lado, as mortes que envolvem um veículo, como carro ou motocicleta, estão crescendo”. Em 2013, pela primeira vez, as mortes como pedestres ou ocupantes de veículos se igualam.
Principais destaques da análise 
Os dados de óbitos e internações foram retirados do Datasus, sistema de dados do Ministério da Saúde. Os óbitos são referentes à 2013 e as internações (somente da rede pública de saúde) a 2014, e segmentados por causa e faixa etária: menor de 1 ano, 1 a 4 anos, 5 a 9 anos e 10 a 14 anos.
Os acidentes foram responsáveis por 4.580 mortes (em 2013) e mais de 122 mil hospitalizações (em 2014) de meninos e meninas de 0 a 14 anos, o que caracteriza o acidente como um grave problema de saúde pública. Os acidentes de trânsito, que incluem atropelamentos, passageiros de veículos, motos e bicicletas, representaram 38% destas mortes, seguidos de afogamento (24%), sufocação (18%) queimaduras (6%), quedas (5%), intoxicação (2%) e armas de fogo (1%) e outros casos não especificados (6%).
Comparando 2013 com 2012, o número de mortes por afogamento teve uma redução de 5%, contra um aumento de 4% entre 2012 e 2011; infelizmente houve um aumento de mortes por sufocação de 10%, um número bem alto quando pensamos que entre 2011 e 2012 o aumento foi somente 2%; reduziu-se a morte de crianças por intoxicação em 23% entre os anos analisados, entre os dois anos anteriores havia ocorrido um  aumento da morte por esse tipo de acidente de 17%.
Causa das mortes por idade
A idade das crianças interfere muito no tipo de acidente predominante em cada faixa etária principalmente devido às particularidades de cada etapa do desenvolvimento infantil. Este ano, mais uma vez, a principal causa de mortes por acidentes em menores de 1 ano é a sufocação, representando 70% dos óbitos. Em seguida vem o trânsito com 14% das mortes. Na faixa etária de 1 a 4 anos, o afogamento tem o maior número (34%), e os acidentes de trânsito representam 30% das mortes. Já na faixa etária de 5 a 9 anos, os acidentes de trânsito representam quase a metade dos óbitos (48%) e  o afogamento representa 26% das mortes. De 10 a 14 anos o trânsito é responsável pela metade exatamente das mortes, em segundo lugar vem também o afogamento (26%).
Desvendando as internações
As crianças que sobrevivem aos acidentes serão submetidas a internações e tratamentos de saúde que irão gerar, provavelmente, consequências emocionais, sociais e financeiras a essas crianças, suas família e à sociedade. De acordo com o Datasus, o governo brasileiro gastou cerca de R$ 83 milhões em 2014 na rede do SUS – Sistema Único de Saúde com o atendimento destas crianças acidentadas. Neste ano, mais de 122 mil crianças foram hospitalizadas em decorrência dos acidentes.
A ONG Criança Segura analisou os acidentes que levam as crianças a serem internadas em 2014 e percebemos que a principal causa são as quedas (47%), em seguida as queimaduras (16%) e mordidas de animais (12%). Outros acidentes – como efeitos da natureza, queda de objetos, sequelas de outros acidentes, explosões, contato com ferramentas e outros objetos cortantes – representam preocupantes 21% das hospitalizações.
“Destacamos que acidentes de trânsito, afogamento e sufocações tem uma representatividade mais baixa nas internações do que nos óbitos, pois são muito letais para as crianças. Considerando a alta severidade de alguns tipos de acidentes, é preciso não deixar que eles aconteçam. Nesses casos a ‘vacina’ mais efetiva é a prevenção. Nosso trabalho há treze anos é fazer crescer a cultura de prevenção de acidentes no Brasil”, completa Gabriela.
A prevenção
Estudos da Ong Safe Kids Worldwide mostram que pelo menos 90% das lesões devido a acidentes podem ser evitadas com medidas muito simples, como: conscientização da sociedade, educação para prevenção, adaptação de ambientes e leis que tragam mais segurança.
As crianças são mais frágeis fisicamente e não reconhecem os perigos. Por isso, é muito importante adequar os ambientes em que elas vivem (escola, casa, parquinhos, etc.) e educar seus cuidadores para reconhecerem estes perigos e terem uma supervisão ativa sobre as crianças.
A prevenção dos acidentes com crianças preserva a vida delas, e também sua estrutura familiar, contribuindo assim para o seu desenvolvimento saudável e feliz.

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