Arquivos para março de 2015

No trânsito, um momento de distração pode ser fatal

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De acordo com fundação dos EUA, pelo menos três mil jovens de 16 a 19 anos morrem por ano, só naquele país, vítimas do uso de dispositivos móveis ao volante.

Pesquisadores da AAA Foundation Traffic Safety (Fundação para a Segurança no Trânsito), organização norte-americana, analisaram cerca de 1.700 vídeos de câmeras instaladas em carros conduzidos por motoristas jovens que se envolveram em algum tipo de acidente e concluíram que um ou dois segundos de distração podem resultar em acidente.

A cada 100 acidentes analisados, 58 foram provocados por pura distração, sendo grande parte delas por olhar o celular enquanto dirige. Estimativas anteriores apontavam que a distração era a causa para apenas 14% dos acidentes de motoristas jovens. Hoje já se sabe que o celular e amigos são dois fatores que representam quase 60% dos acidentes envolvendo motoristas jovens.

Ainda conforme o estudo, o uso do celular ao volante fez com que os motoristas tirassem os olhos da estrada em uma média de 4,1 segundos antes dos acidentes.

Nos Estados Unidos, os adolescentes têm a maior taxa de acidente entre todas as faixas etárias, e por isso, os especialistas em segurança têm buscado formas de melhor proteger e educar os jovens condutores.

Passageiros também interferem

Além do uso do smartphone, o estudo também aponta a distração dos motoristas enquanto estavam interagindo com os passageiros. Esta situação respondeu por 15% dos acidentes entre os motoristas analisados.

A fundação descobriu, através da pesquisa, que, quando dois ou mais passageiros estavam presentes, o risco de distração é ainda maior do que quando apenas um único passageiro estava presente.

Assista o vídeo:

 

 

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Vamos reciclar – Música – Clubinho Salva Vidas

Um dos principais problemas ambientais da atualidade é a grande produção de lixo, pois esse processo tem como consequência a liberação de gases que promovem o efeito estufa e a poluição das águas subterrâneas e superficiais. O lixo é também um problema socioeconômico, visto que grandes quantias de dinheiro são destinadas à coleta e tratamento do lixo urbano. No aspecto social, vários indivíduos são afetados pela concentração de lixo nas cidades, que causam proliferação de insetos, transmissão de doenças, poluição visual, entupimento de bueiros, entre outros. Pensando nisso, fizemos um vídeo para ensinar como fazer a coleta seletiva e ajudar o mundo a ser um lugar melhor.

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Letra: Clubinho Salva Vidas
Cantor: Mauricio Maia
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Conferência sobre Educação no Trânsito Curso de Medicina – UNIFESO 03/2015

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Podemos dizer que a educação para o trânsito é o desenvolvimento das faculdades intelectuais, morais e físicas do homem, formando a inteligência e o espírito do ser humano para viver, conviver e se relacionar no trânsito.

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Congresso reinstala Frente em Defesa do Trânsito Seguro

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A Frente Parlamentar Mista em Defesa do Trânsito Seguro será relançada nesta quinta-feira (19), a partir das 9 horas, no Auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados.

A Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro é uma instância suprapartidária do Congresso Nacional concebida no ano de 2003 com o objetivo de discutir e propor medidas que contribuam para redução da violência no trânsito no País.

Seus integrantes ressaltam que este objetivo é um dos maiores desafios do Poder Público brasileiro em todas as instancias – federal, estadual e municipal –, que precisa ser enfrentado com coragem e determinação.

“Não são as guerras ou a violência urbana que mata mais pessoas no mundo, mas sim o trânsito irresponsável e descontrolado. O problema é comum a muitos países – a maioria deles com baixo desenvolvimento e poucos recursos –, e deve ter tratamento prioritário no Brasil”, afirmam deputados e senadores.

O Congresso Nacional, além de contribuir na edição de leis e iniciativas parlamentares em defesa da vida e da segurança no trânsito também tem o importante papel de atuar como indutor de iniciativas que referendem, com fatos concretos e números confiáveis, os termos da Resolução A/64/L.44 de 2010, da Organização das Nações Unidas, que proclamou o período 2011-2020 como o que deve ser especialmente dedicado à desafiadora missão de reduzir em até 50% o número de mortos e de feridos pela violência no trânsito.

Com informações da Agência Câmara

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O que os cursos de primeira habilitação deveriam ensinar?

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Todos os motoristas e motociclistas que circulam pelas ruas do país, legalmente, passaram por um curso preparatório, o chamado curso de primeira habilitação oferecido pelos Centros de Formação de Condutores (CFC’s). No entanto, a formação desses futuros motoristas, o processo de aprendizagem e as dúvidas recorrentes dos alunos para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), muitas vezes, não são suficientemente claras.

Existem muitas críticas ao papel das autoescolas na formação dos condutores. Isso por que a responsabilidade das autoescolas está em não só ensinar novos motoristas a dirigir, mas também despertar neles o respeito e a educação para o trânsito. Segundo Eduardo Biavatti, mestre em sociologia (UnB), escritor e especialista em educação e segurança no trânsito, o papel dos CFC’s teve uma ampliação e uma incorporação de muitos temas. “A habilitação nas antigas autoescolas era estritamente um aprendizado de placas de trânsito para fazer a prova e aprender a passar a marcha e frear o carro. Em outras palavras, o papel da autoescola era meramente técnica”, avalia Biavatti.

Atualmente, o papel do CFC sofreu uma ampliação e um aperfeiçoamento muito importante. Exige-se muito mais do que uma autoescola consegue ensinar. “Não há tempo suficiente nem espaço suficiente para abordar e transformar o curso de primeira habilitação em uma reflexão sobre a segurança, sobre a vida. E essa é uma expectativa que não se cumpre e não é por que os CFC’s são fracos ou irresponsáveis”, argumenta o especialista.

Na opinião de Fábio de Cristo, membro do Laboratório de Psicologia Ambiental da UnB, administrador do Portal de Psicologia do Trânsito, coordenador da Rede Latino-Americana de Psicologia do Trânsito e autor do livro Psicologia e trânsito – Reflexões para pais, educadores e (futuros) condutores, os cursos de primeira habilitação, deveriam ensinar outras habilidades que influenciam a condução, como as de relacionamento interpessoal e de autoavaliação a fim de controlar emoções e impulsos.

A educação para o trânsito no Brasil está focada mais na memorização das leis – o que é certo ou errado – do que na discussão e reflexão dos fundamentos delas ou nas consequências potencias, para si e para outros, de não cumpri-las.

Por isso, para o psicólogo, saber o que significa, por exemplo, aquela placa com “um triângulo de cabeça pra baixo” (dê a preferência) é importante; todavia, o trânsito é mais complexo do que decorar normas, saber ligar/desligar o carro e passar a marcha. “As relações no trânsito dizem respeito às relações humanas e consigo, e isso deveria ser mais trabalhado nas escolas. A maior dificuldade que o condutor encontra depois que ele adquiriu a habilitação não é manejar seu veículo, e sim como relacionar-se com os demais participantes”, completa.

Muitas autoescolas desenvolvem um intenso trabalho de prevenção, segurança e valorização da vida. “Em nosso ramo, conseguimos perceber a evolução significativa dos CFCs, eles passaram a se preocupar realmente com a formação cidadã do novo condutor”, avalia Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor da Tecnodata Educacional.

Ainda de acordo com o especialista, vários alunos chegam à autoescola sem nenhuma motivação, já achando que sabem tudo sobre o ato de dirigir, e o CFC tem uma difícil tarefa de mudar a cultura desse indivíduo. “Os resultados são surpreendentes e muitos jovens saem transformados e conscientes de seu papel no trânsito”, diz o especialista.

Para concluir, o especialista destacou que atualmente o Centro de Formação de Condutores talvez seja o único contato que o candidato a primeira habilitação tenha com a educação para o trânsito. “O CFC é uma instituição de ensino, certificada e credenciada pelo Detran, com qualidade e responsabilidade para despertar no cidadão todos os requisitos necessários para que ele seja um condutor mais responsável, que conheça e respeite as leis, e que olhe os outros usuários com mais compreensão e dignidade”, conclui Mariano.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/o-que-os-cursos-de-primeira-habilitacao-deveriam-ensinar-2

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Amputações e lesões graves nas pernas lideram indenizações em acidente de trânsito

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Alexandre Correia da Silveira faz parte de uma amarga estatística. Em 2013 o Seguro DPVAT pagou no país 444,2 mil indenizações por invalidez permanente por conta de acidentes de trânsito.

A maior parte paga a homens (76%) e motoristas (60%). Do total de indenizados (independente do sexo, contando motoristas, pedestres e passageiros) 25,4% sofreram amputações de uma ou das duas pernas. Se fez parte de uma estatística que cresceu 26% entre 2012 e 2013, Alexandre entrou em outros números bem mais restritos — e positivos.

Estar com a prótese e andando em menos de um ano após a amputação é para poucos. Na faixa de idade de Alexandre, pelo tipo de amputação e ainda com o agravante da perna mantida ter ficado muito fragilizada, a expectativa era de que ele voltasse a caminhar só no ano que vem, explica Agenor Teixeira de Souza Junior, proprietário do Centro de Excelência em Reabilitação.

A fisioterapia com cuidado especial no fortalecimento muscular foi importante. Fundamental foi a força de vontade, que vem sendo remédio essencial desde o dia do acidente, quando Alexandre ficou acordado nas seis horas em ficou preso às ferragens.

_ Querer voltar a caminhar é 50% ou até mais do tratamento. A maioria das pessoas que chega à clínica com amputação tem vergonha, baixa autoestima. Mas depois, tendo contato com quem se recuperou, elas veem que poderão ter uma vida 99% normal e a visão sobre a prótese muda completamente — explica Junior.

Apesar das campanhas, o número de pessoas com sequelas por conta de acidente cresce a cada dia, acredita Maria Helena Mabba, presidente da Associação Blumenauense de Deficientes Físicos (Abludef). Dos 1,8 mil associados à entidade, cerca de 60% têm alguma deficiência consequência de acidentes de trânsito. Além de amputações, são comuns vítimas de acidente de trânsito ficarem paraplégicos ou tetraplégicos. Há até casos de cegueira.

— Todo mundo tem que ser responsável para que se tenha paz no trânsito. Do pedestre ao motorista. Depois de um acidente grave como esse (de Alexandre), pode levar muito tempo para a pessoa retomar a vida. Outros nem retomam, entram em depressão — conta Maria Helena.

Fonte: http://jornaldesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2014/12/amputacoes-e-lesoes-graves-nas-pernas-lideram-indenizacoes-em-acidente-de-transito-4657344.html

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Água – Música – Clubinho Salva Vidas

Não há dúvidas que o processo de aquecimento global e as mudanças climáticas trouxeram exemplos extremos para todos nós. Pensando nisso, o Clubinho Salva Vidas desenvolveu um vídeo educativo para que haja uma mudança na maneira de pensar sobre a questão da água e da energia elétrica.
Apenas cuidando do que ainda resta e economizando o que está disponível poderemos estar garantido o consumo de água das gerações futuras. E essa consciência precisa ser despertada, urgentemente.

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Letra: Clubinho Salva Vidas
Cantor: Mauricio Maia
Arranjos e Melodias: Mauricio Maia e Mac Gregor
Backing vocal: Jana Botelho
Animação: Interama

Água é muito importante
Não dá pra desperdiçar, NÃO DÁ!
Pro planeta ser sadio
Temos que economizar

Fecha a biquinha da torneirinha
Pra não faltar água na cozinha
Fecha a biquinha da torneirinha
Pra não faltar água na cozinha

Pra beber e tomar banho
Pra lavar e pra nadar, OBA!
Pra regar nossas plantinhas
E ter a terra bem molhadinha

A nossa água é preciosa
E pra beber ela é bem gostosa
A nossa água é preciosa
E pra beber ela é bem gostosa

A Luz também é importante
É preciso apagar, VAMOS LÁ!
Quando sair do seu quartinho
Presta atenção para desligar

Se cada um colaborar
A nossa luz não vai faltar
Se cada um colaborar
A nossa luz não vai faltar

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Trânsito: violência é a terceira maior causa de mortes no mundo. Por que?

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Especialista diz que trânsito é reflexo da nossa cultura, expressa o que devíamos aprender em casa e falta respeito ao direito alheio.

Acidentes no trânsito são a terceira causa de morte no mundo, ficando atrás apenas das doenças cardíacas e câncer. Com base nas estatísticas, a Organização Mundial da Saúde iniciou, em 2011, a década das ações contra acidentes no trânsito. Sobre este assunto, o Revista Brasil realizou uma mesa redonda.

O Ex-diretor do Detran-DF, Luiz Miúra, analisa que o trânsito é um reflexo do estágio de educação. Já o especialista em Direito de Trânsito e presidente da Comissão de Trânsito, Transporte e Mobilidade do Paraná, Marcelo Araújo, faz um comparativo do trânsito terrestre com os acidentes aéreos e aquáticos. Já o presidente da ONG Trânsito Amigo, Fernando Diniz, diz que a grande maioria das pessoas que estão adquirindo veículos automotores não viram seus pais dirigindo, e não receberam orientação de seus pais e por isso concorda que o trânsito é um reflexo da família.

Fonte: http://radios.ebc.com.br/revista-brasil/edicao/2015-02/transito-violencia-e-terceira-maior-causa-de-mortes-no-mundo-por-que/

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Tire suas dúvidas sobre carros blindados

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Blindar um veículo aumenta a segurança, mas custa caro e requer cuidados específicos com manutenção

A sensação de insegurança no Brasil e os números crescentes da violência urbana levam muitas pessoas a tomarem uma medida drástica: blindar seus automóveis. A procura por esse tipo de serviço vem crescendo tal qual o ritmo da criminalidade e um carro à prova de balas dá as pessoas uma chance de reação, que em veículos sem proteção pode ser mal sucedidada e no pior dos casos até mortal.

A procura por carros blindados vem batendo recordes a quatro anos consecutivos, segundo balanço da Abrablin, associação que reúne cerca de 70% das empresas blindadoras no País, e o número deve continuar aumentanto – a entidade ainda não divulgou os números de 2014, mas é previsto um aumento na casa dos 5% referente ao desempenho do ano passado comparado a 2013, quando 10.156 carros receberam a proteção .

No entanto, como se sabe, o preço que se paga pela proteção é praticamente o mesmo valor de um automóvel zero km. Um carro pequeno, como uma picape compacta (o mais comum quando se busca uma blindagem eficiente de custo relativamente baixo) fica em torno de R$ 37 mil, enquanto a proteção para um sedã saí por R$ 50 mil e para um SUV pode superar os R$ 60 mil. “Apesar do valores, a blindagem para automóveis não sofreu reajustes nesse tempo, o que vem aumentanto a procura ano após ano”, explicou ao iG Fabio Rovedo, ex-presidente da Abrablin.

O nível máximo de blindagem permitido para usuários civis atualmente é o III A, que resiste a disparos de revólveres convencionais, como calibre 38 e 9 mm, e até metralhadoras de baixo calibre, como a Uzi. Proteções mais resistes, como o nível III que resiste a balas de fuzil, requerem uma autorização especial do exército brasileiro.

A blindagem III acrescenta ao carro vidros temperados com 20 mm de espessura, além de proteções para o habitáculo, que as empresas do ramo chamam de “blindagem opaca”. Essa proteção consiste em malhas de aramida (são usadas até 9 camadas), que ficam escondidas principalmente nos forros das portas e na traseira do veículo, especialmente em SUVs, que possuem a tampa do porta-malas mais avantajada. O pacote também inclui pneus especiais, que podem continuar rodando mesmo após receber disparos de armas de fogo – o mais comum é o runflat, mas também há opções com cintas de aço ou borracha reforçada.

Blindar o carro é um processo delicado e exige perícia e tempo para ser realizado. O processo leva de 20 a 40 dias, dependendo das características do carro. Quanto maior for o veículo, mais complexa é a blindagem.

Confira abaixo o que você precisa saber antes de blindar seu carro:

1 – A blindagem resiste a dois disparos ou mais no mesmo ponto?

Segundo a Abrablin, a blindagem nível III A pode sim receber dois disparos ou até mais no mesmo ponto. No entanto, atingir o mesmo ponto mais de uma vez é algo raro de acontecer, sobretudo com o veículo em movimento. É preciso ter uma pontaria excepcional.

2 – A blindagem reduz a vida útil do carro?

A blindagem nível III A acrescenta ao carro cerca de 180 kg ( a nível III pode passar de 900 kg). Portanto, é como se o usuário utilizasse o carro sempre com o porta-malas cheio, o que sobrecarrega a suspensão, freios, motor e câmbio, mesmo seguindo a manunteção preventiva do fabricante. Além disso, com mais peso o consumo de combustível também aumenta.

3 – A blindagem requer manutenção?

Os vidros de alta resistência são compostos de diversas camadas de materiais diferentes e com o tempo essas lâminas podem se deslocar, processo que é notado com o surgimento de bolhas, deixando o vidro com um aspecto embaçado. Isso pode acontecer devido a reações da composição do produto ou pelas condições de uso. Um carro blindado que enfrenta, por exemplo, trechos acidentados tendem a apresentar esse defeito com maior frequencia. Essa mesma condição também pode causar deslocamentos na blindagem opaca, que dependendo do estado pode perder a resistência balística. Em ambos os casos, somente empresas blindadoras podem solucionar o defeito e buscar alternativas mais baratas podem comprometer a proteção.

4 – Carros populares podem ser blindados?

Qualquer automóvel pode ser blindado, mas é preciso avaliar a eficiência e viabilidade do projeto tanto financeiramente quanto técnicamente. Para cada carro há um esquema específico de blindagem e dependendo do modelo o desenvolvimento pode ser mais caro, mesmo para um veículo popular.

5 – Que tipo de carro não é indicado para blindagem?

Não são indicados para blindagem veículos que após um estudo técnico a sua relação peso/potência excedam certos parâmetros. Um veículo cujo o peso da blindagem exceda em 15% o peso original do veículo já sinaliza que o mesmo não é indicado para receber a blindagem. Carros com muita área envidraçada também são mais complexos para blindar, especialmente modelos com parabrisas panorâmicos.

6 – A blindagem oferecida a civis no Brasil suporta explosões?

Não existe uma resposta final para esta pergunta. Dado a impossibilidade de se quantificar a energia liberada e também porque se desconhece uma norma especifica para isto. No entanto, para tal é indicado blindar o assoalho, que poderia proteger os ocupantes no caso de uma explosão deflagrada por baixo do carro.

7 – Existe alguma alternativa de baixo custo para proteger o carro?

Existem no mercado películas que ao serem aplicadas no vidro aumentam sua resistência contra golpes com objetos, no entanto essa solução não é eficiente contra armas de fogo.

8 – Quais cuidados deve-se ter ao comprar um carro blindado usado?

Geralmente, carros blindados usados são oferecidos com preços sedutores. Um VW Touareg usado e blindado pode ser encontrado por cerca de R$ 45 mil. Mas nesse caso, o barato pode sair caro e, sobretudo, perigoso. O veículo pode estar com os vidros e blindagem opaca comprometidos a ponto de exigir uma revisão completa da proteção. O indicado é apresentar o carro a um especialista antes de efetuar a compra.

9 – Um carro blindado pode ser arrombado?

Apesar da resistência a armas de fogo, um carro blindado pode sim ser arrombado usando ferramentas comuns, como varetas de aço e chaves de fenda usadas por ladrões. No entanto, empresas blindadoras garantem que o processo é mais complicado do que em carros convencionais devido aos reforços aplicados nas maçanetas.

10 – Que armas uma blindagem comum pode suportar e quais não pode?

A blindagem mais usada no Brasil, a nível III A, resiste as chamadas “armas de mão”, que são revolveres como o famoso calibre 38, 9 mm e Magnum .44, armas muitos usadas por bandidos. Essa blindagem também suporta disparos de metralhadoras leves e escopetas. Essa proteção, contudo, não resiste a balas de armas de cano longo, como fuzis e metralhadoras de grosso calibre. Para tal, é necessário no mínino a blindagem III, que requer uma autorização do exército brasileiro para ser instalada.

Fonte: IG Carros

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Dilma sanciona hoje ‘Lei dos Caminhoneiros’

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A presidente Dilma Rousseff deve sancionar nesta segunda-feira (2), sem vetos, a chamada “Lei dos Caminhoneiros”, informou a Secretaria-Geral da Presidência da República. Por meio de nota, a secretaria reforçou os termos da lei, que foi fechada em reunião realizada na última quarta-feira (26) em Brasília, com uma parte das lideranças dos caminhoneiros que estão em greve no país nos últimos dias.

De acordo com a lei que Dilma sancionará, haverá isenção de pagamento de pedágio para eixo suspenso de caminhões vazios, o perdão das multas por excesso de peso expedidas nos últimos dois anos e a ampliação de pontos de parada para descanso e repouso.

“Também nesta segunda-feira, o governo tomará as medidas necessárias junto ao Congresso Nacional para permitir a prorrogação por 12 meses das parcelas de financiamentos de caminhões adquiridos pelos programas ProCaminhoneiro e Finame, do BNDES”, concluiu a nota da secretaria-geral.

A grande expectativa da presidente Dilma Rousseff para o início da semana é que a greve seja debelada. Além dos esforços de negociação que resultaram na lei, o governo, por meio do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, também engrossou o discurso contra os grevistas, instituindo a cobrança de uma multa de R$ 10 mil por hora parada a cada caminhoneiro.

Com informações da Agência Estado

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