Arquivos para janeiro de 2015

Detran/PR leva projeto de educação no trânsito nas escolas

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Pelo segundo ano consecutivo, o Departamento de Trânsito do Paraná- Detran,  leva o projeto “Detran na Escola” aos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental da rede municipal

Em 2015, a expectativa é de que 74.927 alunos de 251 municípios sejam envolvidos em atividades que gerem reflexões e conscientização sobre o comportamento no trânsito.

“Em 2014, foram atendidos 34.669 alunos em 134 municípios, e 1.511 professores foram capacitados. Em 2015, na segunda etapa do projeto, espera-se que mais 1.139 professores sejam habilitados em 116 municípios, e mais 40.258 crianças”.

A afirmação é do coordenador de Educação para o trânsito do Detran-PR, Juan Ramon Soto Franco. Ele explicou que, os professores são capacitados com amplo treinamento e recebem um livro com três DVDs, contendo 20 situações interativas em filmes e desenhos animados, um vídeo de ambientação e outros materiais que possibilitam um melhor aproveitamento dos conteúdos.
Fonte: CBN Foz

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Colônia de Férias no Clube Comary – Teresópolis – RJ

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Quem disse que férias não combina com educação. 
Clubinho Salva Vidas visita a colônia de férias do Clube Comary para fazer uma apresentação socioeducativa sobre trânsito, cidadania e meio ambiente.

www.clubinhosalvavidas.com.br, um novo conceito de educação!

 

 

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Alarme detecta crianças trancadas nos automóveis

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Protótipo de equipamento foi criado por estudante da Unicamp 

Os casos de crianças esquecidas dentro de carros que ocorreram nos últimos tempos no Brasil, alguns com desfecho trágico, estimularam Victor Angel Bocchi Castellaro, de 24 anos, a buscar uma aliada tecnológica para os pais.

Ele criou um sistema de segurança que detecta e avisa o responsável pelo veículo que há uma criança dentro do carro. O estudo foi realizado como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na Faculdade de Engenharia Elétrica da PUC-Campinas, e defendido em maio de 2014.

São dois sensores. Um deles detecta se há algum adulto no banco da frente do veículo; o outro, identifica o cinto de segurança traseiro e interpreta que há uma criança – o jovem levou em consideração o Código de Trânsito Brasileiro, que determina que menores de 10 anos precisam ser levados no banco de trás e com cinto de segurança.

Caso o adulto saia e feche os vidros, o dispositivo começa imediatamente a medir a temperatura interna do veículo – 38°C foi estabelecido pelo no sistema como nível máximo tolerável. Se o carro atingir essa temperatura, o sistema envia uma mensagem para o celular do responsável pelo veículo, avisando-o que há uma criança dentro do carro. Caso dentro de um minuto o adulto não responda ou não volte para o automóvel, as janelas do carro são abertas automaticamente.

Castellaro comenta que existem algumas soluções similares no mercado, mas que enviam as mensagens via Wi-Fi. “Preferi um sistema que comunica o motorista por SMS, o que é mais simples, pois não precisa usar a internet”, explica. O jovem desenvolveu um protótipo para apresentar na finalização do seu TCC, e usou o próprio motor que tem na janela do carro para fazer os testes.

A expectativa agora é que alguma empresa se interesse pela ideia para que a transformação em um produto comercial se torne realidade. “Com o aumento de casos de crianças esquecidas em veículos, tenho sido procurado para falar deste projeto”, diz.

O projeto de conclusão de curso foi premiado como um dos melhores trabalhos do ano de 2014 no curso de Engenharia Elétrica. O estudo teve orientação dos docentes André Luís Peternella e Frank Herman Behrens, e foi realizado entre anos de 2012 e 2014.

Fonte: Jornal do Comercio

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Efeito devastador da bebida fica claro em mortes ocorridas nas estradas

Dados do Ministério da Saúde mostram que um em cada quatro brasileiros dirige depois de ingerir álcool. Entre caminhoneiros, que transportam 70% das cargas no país, a incidência de bebidas é maior.

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A insistência de motoristas em beber e dirigir sustenta o poder do alcoolismo de matar milhares de pessoas todos os anos nas estradas do país. Mesmo com a Lei Seca, em vigor desde 2008, e as sucessivas investidas desde então para fechar o cerco contra quem pega o volante embriagado, um em cada quatro brasileiros ainda assume dirigir depois de ter consumido bebida alcoólica. No caso dos homens, a incidência é ainda maior, de 27,4%, segundo dados do Ministério da Saúde.

A teimosia custa caro. Em unidades hospitalares de emergência nas capitais e no Distrito Federal, 21,2% dos atendimentos de vítimas de acidentes de trânsito guardam relação com o álcool. O condutor do veículo costuma ser a principal vítima (22,3%), seguido de pedestres (21,4%) e passageiros (17,7%). “Não é mais admissível que alguém tenha coragem de beber e dirigir”, diz o diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Marco Antônio Gomes Pérez.

O efeito devastador da bebida nas estradas fica claro nas mortes e nos gastos com reabilitação de quem sobrevive aos acidentes. Mas pode ser medido também pela dor e pela improdutividade de familiares que tiveram a vida arrasada pela combinação entre álcool e direção. Apesar dos avanços após um maior rigor das normas — incluindo a proibição da venda de bebidas às margens de rodovias —, as trágicas histórias regadas pela embriaguez ao volante não cessam.

Entre caminhoneiros, os impactos do alcoolismo reverberam em cascata na economia brasileira. Quase 70% da produção do país passa pelas estradas, e tudo o que acontece nelas influencia no Produto Interno Bruto (PIB). “Quando não provoca acidentes, o motorista embriagado atrasa a entrega da carga, perde parte da mercadoria, além de gerar multas para as empresas”, enumera o presidente da Associação Nacional dos Caminhoneiros (Antrac), Benedito Pantalhão.

As doses de pinga e os copos de cerveja são consumidos no meio do caminho ou nas paradas para descanso. “Nossa carga horária é pesada e estressante, somos muito judiados pela profissão e temos pouco reconhecimento. Mas isso não pode dar ao caminhoneiro o direito de beber”, comenta Pantalhão, que se lembra de 10 histórias de companheiros demitidos por conta da bebida somente em 2014. “A pessoa que bebe precisa de tratamento. É uma questão econômica e de saúde pública, que afeta todo mundo se não for tratada com seriedade”, completa.

Fonte:http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2015/01/22/internas_economia,467578/efeito-devastador-da-bebida-fica-claro-em-mortes-ocorridas-nas-estradas.shtml

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Trânsito é responsável pela maior parte dos atendimentos no HC

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O perfil do paciente traumatizado na cidade de São Paulo tem características diferentes de outras cidades, pois as vítimas de armas de fogo se concentram em hospitais da periferia, enquanto as vítimas de acidentes automobilísticos se concentram mais nos hospitais mais centrais da cidade.

Cerca de um terço dos pacientes atendidos no Pronto-Socorro da Ortopedia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo foram vítimas de acidentes de trânsito, que são a maior causa de atendimentos neste serviço, superando as vítimas de queda e com número muito maior que os feridos por arma de fogo.
A maior parte das vítimas do trânsito era motociclista, jovem e do sexo masculino.
Essas são as principais conclusões de um estudo apresentado pelo ortopedista Caio Gonçalves de Souza (CRM-SP 87.701), médico do Hospital das Clínicas de São Paulo, durante o XXVI Congresso Internacional Trienal da SICOT combinado com o 46º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia – CBOT, na cidade do Rio de Janeiro, entre os 19 e 22 de novembro de 2014. (Para conferir a apresentação do médico, acesse o link: http://pt.slideshare.net/saudeossea/apresentao-cbot-2014-dr-caio).
Segundo Caio G. Souza, “o objetivo do trabalho foi analisar o perfil dos pacientes atendidos no Pronto-Socorro da Ortopedia do Hospital, com enfoque principalmente nas vítimas de acidente automobilístico. Queríamos confirmar a importância das vítimas de acidentes automobilísticos neste Pronto-Socorro, localizado próximo à área central da cidade de São Paulo, e analisar principalmente os dados referentes aos motociclistas, para que com esses dados pudéssemos alertar as autoridades governamentais sobre este importante problema de saúde pública na nossa cidade”.
Para chegar a essas conclusões, o médico analisou dados dos prontuários de todos os pacientes atendidos no Pronto-Socorro da Ortopedia do Hospital das Clínicas de São Paulo entre os dias 01°de janeiro de 2011 e 30 de abril de 2014. Só foram computados os pacientes que foram internados após o atendimento inicial, ou seja, os pacientes mais graves, totalizando 6.037 vítimas. Os dados coletados foram o gênero, a idade e a causa do trauma. Devido ao grande número de pacientes analisados, alguns dados como tempo de internação e necessidade de intervenção cirúrgica não foram coletados.
“Após a reunião dessas informações, os dados coletados foram colocados em planilhas mensais e os pacientes foram subdivididos em grupos, de acordo com a causa do trauma. Os dados analisados foram o total de pacientes atendidos por mês, ano e no total, além da porcentagem de pacientes vítimas de acidente de carro, moto, atropelamento, queda e ferimento por arma de fogo. Dentro destes grupos foi analisado o percentual por gênero, foi calculada a média etária e a amplitude da faixa etária foi demonstrada através das idades mínimas e máximas de cada um destes subgrupos”, explica Caio G. Souza, que também é professor de Ortopedia da Faculdade de Medicina na Uninove.
Principais resultados
As vítimas de acidente de trânsito neste período foram responsáveis por 32,71% dos atendimentos do Pronto-Socorro, superando até mesmo os atendimentos devidos a quedas, com 29,83%. Os atendimentos devido a ferimentos por arma de fogo chegaram somente a 0,83%. Dentro do grupo de vítimas do trânsito, a motocicleta foi responsável pela maior parte dos acidentes.
Importância do estudo
“O perfil do paciente traumatizado na cidade de São Paulo tem características diferentes de outras cidades, pois as vítimas de armas de fogo se concentram em hospitais da periferia, enquanto as vítimas de acidentes automobilísticos se concentram mais nos hospitais mais centrais da cidade”, diz Caio G. Souza.
No Brasil, as vítimas vulneráveis do trânsito (pedestres, ciclistas e motociclistas) são responsáveis por 66,6% dos casos, em comparação a 50% dos casos no resto do mundo, devido principalmente aos traumas nos motociclistas. “No nosso serviço esta porcentagem foi de 87,85%, principalmente devido às internações por acidente com moto (60,66%). Apesar de sempre considerarmos os acidentes de trânsito como um episódio fortuito, não intencional, trabalhos científicos recentes mostram que uma boa parte destes traumas poderia ser evitada, através de ações como melhorias nas vias públicas e nas sinalizações, melhor mapeamento dos pontos com maior índice de acidentes e mudanças na legislação. Alguns estudiosos defendem que para evitar que estes acidentados evoluam para o óbito, o país precisa investir em mais leitos hospitalares para internação, mais centros de atendimento de urgência e mais lugares de reabilitação”, explica o ortopedista.
“Levantar os dados de atendimento hospitalar nos grandes centros é fundamental para conhecermos a epidemiologia deste tipo de trauma. Isto pode ajudar a mostrar ao governo que o investimento em ações que evitem o trauma automobilístico é menos oneroso que ter que tratar e reabilitar as vítimas destes traumas. Outros países, como a Suécia, Estados Unidos, México e outros países europeus, já implementaram este ponto de vista, conhecido como ‘Visão Zero’, que diz não ser eticamente aceitável que alguém morra ou fique ferido enquanto se desloca pelo sistema rodoviário. Em alguns destes locais, o índice de redução dos acidentes automobilísticos chegou a 50%, mesmo com o aumento da motorização no trânsito local”, defende Caio G. Souza.
Fonte: SEGS

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SOS Estradas lança estudo sobre o uso de drogas por motoristas profissionais

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Desde 2004, quando o SOS Estradas lançou o estudo “Morte no Trânsito- Uma Tragédia Rodoviária” detectamos que metade dos acidentes nas estradas com motoristas profissionais ocorriam sem o envolvimento de outro veículo. Eram saídas de pista, tombamento, choque com objeto fixo, muitas vezes sem nenhuma marca de frenagem.  Situações típicas de acidentes provocados por fadiga.No Brasil é notório que muitos motoristas são explorados por más empresas de transporte e embarcadores inescrupulosos. Por isso são submetidos a jornadas que o corpo não suporta ou aceitam viagens para não perder o serviço porque precisam do dinheiro. Viajam sem dormir, geralmente acima do limite de velocidade e ainda são “premiados” quando chegam antes do previsto.

Pressionados pela necessidade de sobreviver, muitos motoristas empregados ou autônomos começaram a utilizar medicamentos para ficarem acordados. Popularmente conhecidos como rebites, alguns eram proibidos outros disponíveis nas farmácias. O uso cada vez mais frequente chamou atenção dos traficantes de drogas que perceberam nesse público um potencial consumidor de drogas mais pesadas.

Naturalmente o consumo de drogas por motoristas profissionais não é exclusivo dos que as usam para suportar a jornada e sobreviver num mercado aviltado. Há também os irresponsáveis que não tem cerimônia em colocar em risco sua vida e de terceiros que estão nas estradas.

Com o tempo as drogas foram tomando conta da estrada e  muitos caminhoneiros e motoristas de ônibus passaram de usuários a intermediários. Para pagar dívidas aos traficantes, ou pelo dinheiro fácil, passaram a transportar drogas ou fazer vista grossa. Há motoristas que hoje vivem na estrada mas atuam como traficantes.

Para entender melhor a dimensão do problema o SOS Estradas está lançando o estudo: As Drogas e os Motoristas Profissionais. O trabalho foi realizado pelo Coordenador do SOS Estradas, Rodolfo Rizzotto, autor de vários estudos e dos livros ” Acidentes Não Acontecem” e “Recall- O que as Montadoras Não Contam” .

Como o Brasil é essencialmente uma país de transporte rodoviário, a droga chegou em todo lugar, nos grandes centros e nas pequenas cidades. Distribuída por “mulas”, falsos passageiros de ônibus, em veículos leves ou escondidas na carroceria de caminhões entre toneladas de carga.

Essa realidade estimulou a comunidade científica a investigar a dependência das drogas por motoristas profissionais produzindo inúmeros estudos e pesquisas nos principais centros acadêmicos do país. Paralelamente, a imprensa vem atuando de forma cada vez mais eficiente, revelando o submundo das drogas nas estradas. São centenas de matérias por ano, que mostram desde toneladas de apreensão de drogas nas estradas até a facilidade na compra a  fiscalização precária.

A situação é tão grave que a cada dia é mais difícil encontrar um motorista profissional que nunca usou drogas para se manter acordado ou por lazer. Determinadas categorias como os que transportam produtos perecíveis já são conhecidos pelo uso intenso de drogas. Em operações educativas nas estradas, em que motoristas aceitaram se submeter a exame de sangue e urina, há casos em que mais de 50% estavam sob efeito de drogas. Alguns em estado de tão grave que eram transportados imediatamente para o hospital.

Durante os debates que tinham como intuito inicial aprimorar a Lei 12.619/12, a chamada Lei do Descanso do Motorista Profissional, surgiu uma luz no fim do túnel: os exames toxicológicos de larga janela de detecção. Popularmente conhecidos como “teste de cabelo”, permitem com apenas uma pequena coleta de cabelo identificar o uso de drogas nos últimos três meses.

Ao analisarmos o caso de uma das maiores transportadoras do mundo, a JB Hunt dos EUA, vimos que ela aplicou 65 mil testes de cabelo com seus motoristas nos últimos cinco anos. Ficamos surpresos com os resultados obtidos, que praticamente zeraram os casos de acidentes com motoristas sob efeito de drogas. O Coordenador do SOS Estradas, Rodolfo Rizzotto, foi a sede da empresa no estado de Arkansas para  conhecer de perto esta experiência e voltou impressionado com o potencial desses exames para reduzir os acidentes com motoristas drogados no Brasil.

Nos EUA os motoristas são obrigados a fazer exames regulares de urina, entretanto, como detectam o uso apenas alguns dias antes da coleta, é comum os motoristas deixarem de usar por uma semana para que o uso de drogas não seja detectado. No caso do teste de cabelo, só tem um jeito: parar de usar.

É bom lembrar que nos EUA o uso de drogas por motoristas profissionais é basicamente por lazer, porque as jornadas são controladas e as condições de descanso, a começar do tamanho das cabines, completamente diferentes. No Brasil os caminhoneiros dormem em cabines minúsculas, com um olho aberto e outro fechado por causa do risco de roubo, e a maioria recorre as drogas para suportar as jornadas, não por diversão.

Para combater o uso de drogas por motoristas profissionais e indiretamente o excesso de jornada e tráfico de entorpecentes, o teste de cabelo é uma arma poderosa que obriga o profissional a buscar ajuda e largar as drogas. Exames de urina e saliva podem detectar o uso no ato da direção e são úteis para ações de fiscalização, mas limitados na prevenção e operacionalmente complicados.

As autoridades precisam enfrentar o problema da droga com motoristas profissionais usando as armas mais modernas disponíveis, como é o teste de cabelo. Com isso vamos conseguir reduzir os acidentes, diminuir a exploração da mão de obra e combater o tráfico de entorpecentes que hoje depende do transporte rodoviário para sobreviver. A situação é tão grave que traficantes estão entrando no setor de transportes e a Polícia Federal já aprendeu dezenas de carretas com um único grupo de criminosos.

O Governo deu um primeiro passo importante com a Resolução 460 do Contran que estabeleceu a obrigatoriedade dos exames toxicológicos de larga janela de detecção, o teste do cabelo, na renovação e mudança de categoria dos motoristas profissionais.

Entretanto, não podemos ficar restritos a controles de longo prazo – é fundamental que esses exames sejam exigidos regularmente para todos os motoristas profissionais. As empresas de ônibus, para operar as linhas concedidas pelo setor público, devem fazer exames anuais com todos os motoristas. Da mesma forma embarcadores , os chamados donos da carga, não podem contratar empresas de transporte cujos motoristas não estejam em dia com os exames toxicológicos. Afinal, não é apenas a vida deles que está em risco, mas de todos que circulam nas rodovias.

Com maior controle e usando um exame preventivo que obriga a busca de tratamento dos dependentes, teremos estradas mais seguras e vamos combater o aumento do uso de drogas e sua distribuição no país. Além disso, teremos um mercado mais saudável, sem a concorrência desleal que existe hoje, em que motoristas que usam drogas para se manterem acordados aceitam transportar em condições absurdas de tempo e preço, prejudicando todos que resistem ao uso de drogas  e colocando em risco a vida de quem circula nas rodovias.

Precisamos do transporte socialmente responsável e o uso de drogas por motoristas que transportam dezenas de pessoas ou toneladas de carga não pode ser tolerado. Por isso, o combate a eesse uso e a exploração desses profissionais, que vivem em muitos casos em regime análogo a de escravo, serão o foco principal do SOS Estradas neste ano de 2015.  O estudo “As Drogas e os Motoristas Profissionais” , é apenas um primeiro passo nessa longa caminhada. Baixe gratuitamente clicando aqui.

Fonte: Estradas.com

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Novos Jogos e desafios no Clubinho Salva Vidas

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Clubinho Salva Vidas lança novos jogos e desafios. Agora as crianças precisam deixar a cidade limpa, evitando enchentes e transtornos decorrentes de lixos jogados no chão. O objetivo é coletar os lixos que forem encontrados pela cidade e de maneira seletiva colocar na lixeira correta, isso fará com que as crianças aprendam sobre reciclagem de lixo e cidadania. Não esqueça que é preciso respeitar as regras de trânsito atravessando na faixa de pedestre ou nas passarelas para se proteger dos veículos e não perder moedas.

Clique no link abaixo e venha aprender brincando.
http://www.clubinhosalvavidas.com.br/pt/Home/Jogos

Clubinho Salva Vidas, um novo conceito de educação!

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Seguro DPVAT completa 40 anos de existência

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O Seguro DPVAT completou 40 anos de existência. Apenas nos sete anos de administração da Seguradora Líder-DPVAT, iniciada em 2008, já foram pagas cerca de 3 milhões de indenizações, no montante de R$ 18 bilhões, sendo boa parte por invalidez permanente ocasionada por acidentes  envolvendo motocicletas.

O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, mais conhecido como Seguro DPVAT, existe desde 1974.  É um seguro de caráter social que indeniza todas as vítimas de acidentes de trânsito no Brasil, sem apuração de culpa, seja motorista, passageiro ou pedestre. O Seguro DPVAT oferece cobertura para três naturezas de danos: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS).
O Diretor Presidente da Seguradora Líder-DPVAT, Ricardo Xavier, explica que o procedimento para o recebimento do seguro pelas vítimas de trânsito é simples e gratuito, e alerta para o fato de que não é necessário intermediário para dar entrada no pedido de indenização.
“Ninguém melhor que o próprio cidadão para preservar seus direitos. Para ter acesso ao benefício, basta apresentar os documentos no ponto de atendimento escolhido no prazo de três anos a contar da data da ocorrência do acidente. Em caso de dúvidas, dispomos de um site com a relação completa de locais de atendimento e os documentos necessários para solicitar cada tipo de indenização,” afirma.
O pagamento da indenização é feito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias após a apresentação da documentação necessária. O valor da indenização é de R$ 13.500 no caso de morte, até R$ 13.500 nos casos de invalidez permanente, variando conforme o grau da invalidez, e de até R$ 2.700 em reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas.
Os recursos do Seguro DPVAT são financiados pelos proprietários de veículos, por meio de pagamento anual. Do total arrecadado, 45% são repassados ao Ministério da Saúde (SUS), para custeio do atendimento médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito em todo país. 5% são repassados ao Ministério das Cidades, para aplicação exclusiva em programas destinados à educação e prevenção de acidentes de trânsito. Os demais 50% são voltados para o pagamento das indenizações.
 Fonte: Segs

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Distração é causa de acidentes; especialistas pedem atenção

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O celular, a paisagem, a placa de publicidade, os afazeres do dia…vários são os fatores e maior ainda o número de riscos levados ao trânsito quando um motorista simplesmente se distrai ao volante. E com a chegada das férias, é de se supor que muita gente vá postar várias fotos redes sociais, mostrando a imagem da estrada e o tanto que falta para chegar ao destino. Tudo isso com o veículo em movimento.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, 46% das colisões em rodovias brasileiras ocorridas em 2012 foram causadas por motoristas desatentos. E o problema não é apenas no Brasil: no mesmo ano, a agência de segurança viária National Highway Traffic Safety Agency (NHTSA), registrou 3.092 óbitos em acidentes causados por distração nos Estados Unidos.

Na opinião de Luiz Gustavo Campos, especialista em Gestão de Trânsito e Mobilidade Urbana da Perkons (empresa que desenvolve e aplica tecnologias de segurança em trânsito), estar atento pode salvar vidas, principalmente porque o tempo de frenagem diante de uma situação de risco aumenta com a desatenção. “O indivíduo atento ao tráfego tem melhores condições de reagir a tempo de evitar choques”, comenta.

José Aparecido da Silva, PhD em Percepção e Psicofísica pela Universidade da Califórnia e professor do Departamento de Psicologia e Educação da Universidade de São Paulo, destaca, além da visão, outros sentidos: o tato, na hora de avaliar o toque, a textura e a largura na relação com os itens do carro; o cinestésico, que proporciona a sensação de movimento, fazendo com que o condutor tenha a exata noção de onde estão seus membros e qual o movimento estão fazendo sem ter de olhar para eles e o vestibular, impulsos enviados ao cérebro que controlam o movimento dos olhos ou os músculos e mantêm o corpo firme.

José Aparecido considera também que, para reverter as estatísticas de acidentes, causados em grande parte por desatenção, é preciso que o exame de habilitação seja mais rigoroso. “O condutor deveria fazer um teste de inteligência que apontasse um QI acima de 90 e que implantássemos o Hazard Perception Test, utilizado na Austrália, que observa como o candidato reage em situações de perigo no trânsito”. Para ele, o governo deveria fomentar, ainda, celulares que desligassem automaticamente quando o carro estivesse em movimento.

Além disso, na opinião de Pimenta, aplicativos como ‘Mãos no Volante’, que não deixam o celular tocar, enviando uma mensagem a quem está ligando  informando que o dono do aparelho está dirigindo, deveriam vir de fábrica obrigatoriamente. No entanto, atualmente, está apenas disponível para o sistema  Android.

 

Fonte: A Tribuna

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Governo suspende obrigatoriedade do extintor tipo ABC em carros por 90 dias

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O Ministério das Cidades decidiu nesta segunda-feira (5) suspender a obrigatoriedade do extintor de incêndio do tipo “ABC”. Esse tipo de extintor passou a ser obrigatório desde o dia 1º em todos os carros fabricados no Brasil. A suspensão vale por 90 dias. Neste período, nenhum motorista poderá ser multado por não ter o extintor “ABC”.

A ausência do equipamento poderia render multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira de habilitação. Nos últimos dias, a obrigatoriedade esgotou nas lojas o novo extintor. Precisam substituir o produto donos de carros fabricados até 2009. Os carros feitos a partir de 2010 já têm o novo modelo.

O extintor do tipo “ABC” é capaz de debelar chamas em estofados, tapetes e painéis – os antigos da categoria “BC” são eficazes somente contra chamas em equipamentos elétricos ou provocadas por líquidos inflamáveis.

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