Arquivos para dezembro de 2014

Clubinho Salva Vidas – Apresenta – Edu o agente do bem

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A deficiência na educação para o trânsito de jovens no Brasil

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Os acidentes de trânsito constituem uma das principais causas de morte e hospitalizações de jovens e adolescentes no Brasil. Os resultados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense 2009 e Pense 2012), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram que parcela significativa de alunos do 9º ano do ensino fundamental não respeitam as leis de trânsito ou se expõem a riscos. Fatores como o não uso de cinto de segurança em veículos motorizados, a não utilização de capacete em motocicletas, a direção de veículo motorizado, assim como o transporte em veículos conduzidos por pessoas que ingeriram bebida alcoólica foram relatados nas duas edições da pesquisa.

De acordo com Eduardo Biavati, mestre em sociologia (UnB), escritor e especialista em educação e segurança no trânsito, é um padrão mundial de que as mortes no trânsito, mas não só mortes, mas também o volume de feridos se concentra na faixa etária a partir dos 15 anos de idade até os 35 anos aproximadamente. “Esse grupo etário de adolescentes e adultos jovens estão mais expostos. É natural que esse público, se comparado com grupos mais ou mais novo estejam em circulação”.

Do conjunto de adolescentes na pesquisa do IBGE, 16,1% relatou não ter usado cinto de segurança, nas ocasiões em que se encontravam em veículo motorizado dirigido por outra pessoa. Observou-se que 17,5% das meninas e 14,6% dos meninos não usaram cinto de segurança nos 30 dias anteriores à pesquisa. Além disso, a direção de veículo motorizado nos 30 dias que antecederam a pesquisa foi declarada por 27,1% do total de escolares.

Esse é um período em que esses jovens mais ingerem bebida alcoólica, é um momento de iniciação a direção veicular ou de uma independência para isso. São vários elementos são só psicológicos, mas também sociais e coletivos que contribuem para uma super exposição desse grupo jovem ao risco no trânsito, explica Biavati. Existe um paradoxo, pois esse grupo, por possuir muito acesso a informação, deveria se cuidar melhor. “Nós temos uma juventude tão interconectada, com tanto acesso, no entanto, ainda é o grupo e maior exposição, de maior mortalidade, de maior ferimento, conforme padrão histórico da violência no trânsito”.

Existe uma urgência, que é impossível escondê-la que é a urgência de conscientização desse público jovem hoje, diz o especialista.

O papel das autoescolas na formação de motoristas

Existe uma discussão sobre a responsabilidade das autoescolas em não só ensinar novos motoristas a dirigir, mas também despertar neles o respeito e a educação para o trânsito. Segundo Biavati, o papel dos CF’s teve uma ampliação e uma incorporação de muitos temas. A antiga habilitação nas antigas autoescolas era estritamente um aprendizado de placas de trânsito para fazer a prova e aprender a passar a marcha e frear o carro. Em outras palavras, o papel da autoescola era meramente técnica.

Atualmente, o papel do CFC sofreu uma ampliação e um aperfeiçoamento muito importante. Exige-se muito mais do que uma autoescola consegue ensinar. “Não há tempo suficiente nem espaço suficiente para abordar e transformar o curso de primeira habilitação em uma reflexão sobre a segurança, sobre a vida. E essa é uma expectativa que não se cumpre e não é por que os CFC’s são fracos ou irresponsáveis”, argumenta o especialista.

Educação para o trânsito

De maneira geral, a educação para o trânsito no Brasil elege como prioridade os alunos do ensino fundamental e estaciona justo no início da adolescência. “O problema é que esse investimento precoce ele não pode parar ali, por que essa criança por melhor que seja ensinada vai se tornar um adolescente e vão passar por um período de contestação das regras”, comenta Biavati. O especialista explica que já passou da hora dos responsáveis pela educação no trânsito conversarem com a área de saúde. Os profissionais de saúde tem um olhar mais amplo por que eles vão mostrar, por exemplo, que esses hábitos de saúde (padrão alimentar e de consumo de álcool) estão relacionados ao trânsito. O investimento em educação para o trânsito não deve parar no início da adolescência, pois é nesse período que esses jovens devem desenvolver a consciência e o respeito no trânsito.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/reportagens-especiais/educacao-jovens-brasil

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Dosagem alcoólica 25 vezes maior que a tolerável

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O contexto de permanente violência no trânsito brasileiro, sem aparente solução a curto e médio prazos – a questão é sobretudo cultural-  a cada dia nos comprova que a insensatez e a irresponsabilidade de motoristas estão presentes nos acidentes de trânsito.
O cantor sertanejo Renner, que envolveu-se num acidente gerando danos materiais, na Zona Sul de São Paulo, na manhã de sexta-feira, 26/12, e autuado por crime de embriaguez ao volante, foi flagrado, na medição do teste do bafômetro, com a dosagem de 1 mg/L de álcool por litro de ar expelido dos pulmões, ou seja, uma dosagem alcoólica 25 vezes maior que o limite tolerável (0,04 mg/L) antes da caracterização da infração administrativa, prevista no Artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e que representa a margem de erro máximo no bafômetro, conforme estabelecido na Resolução 432/13 do CONTRAN e com base em portaria do INMETRO.
Tal dosagem corresponde também a três vezes o limite previsto ( 0,33 mg/L) para que, a partir daí, se configure o crime de embriaguez previsto no Artigo 306 do CTB. A partir da medição de 0,34 mg/L fica configurado o crime.
Renner, no ano de 2001, envolveu-se num grave acidente colidindo com o seu carro, após perder a direção e a 158/km/h, contra um casal de motociclistas que trafegavam em sentido oposto da via e que acabaram mortos. Foi condenado ao pagamento de indenizações pela justiça pelo crime cometido (sem privação de liberdade), com base na benevolente lei brasileira, que precisa se tornar mais dura para punir os imprudentes do volante.
Até hoje, por exemplo, o ex-deputado estadual do Paraná, Carli Filho, não foi a júri popular pelo duplo homicídio (considerado doloso) cometido pelo ex-parlamentar em Curitiba, em 7 de maio de 2009, dirigindo entre 161 e 173  km/h conforme laudo pericial e com a carteira de habilitação suspensa. No acidente morreram dois jovens, de 20 e 26 anos, cujas famílias enlutadas aguardam até agora por justiça. Há indícios, embora o crime de embriagues tenha sido desqualificado pela defesa, que momentos antes do grave acidente Carli Filho tenha consumido bebida alcoólica. O exame etílico no condutor, no entanto, não foi realizado na ocasião.
Vale lembrar também que o Código de Trânsito Brasileiro prevê, para o crime de embriaguez ao volante, a pena de detenção de seis meses a três anos, sem falar na multa administrativa por direção alcoolizada no valor de R$ 1915.40 e na suspensão do direito de dirigir pelo prazo de doze meses. Renner foi também flagrado com a carteira de habilitação vencida desde 2010.
O álcool ao volante tem sido, pois, causa de inúmeras tragédias na carnificina diária do trânsito brasileiro ceifando preciosas vidas e produzindo, a todo momento, uma legião de inválidos. Se beber não dirija. Preserve a vida. A imprudência da direção alcoolizada deve ser punida com o máximo rigor. O cenário de carros retorcidos e vítimas ensanguentadas precisa ter fim. O quanto antes.
Fonte: http://www.salvavidasnotransito.com.br/wp-admin/post-new.php#

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Seguro DPVAT

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O uso do “conhecimento” no trânsito

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O conhecimento faz parte dos elementos utilizados nas técnicas de Direção e Pilotagem Defensiva. É fundamental que o condutor defensivo conheça: as leis e normas de trânsito, as particularidades do veículo, seus equipamentos e acessórios, além das condições adversas e a maneira correta de enfrentá-las. “Todos esses componentes juntos fazem com que o condutor tenha mais segurança ao dirigir”, afirma Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor da Tecnodata Educacional.

O objetivo da legislação e das regras de circulação e conduta é a segurança no trânsito, assim como as técnicas de direção e pilotagem defensiva.  Porém, estas leis e normas estão em constante atualização. “Por este motivo é importante que o condutor mantenha-se antenado com a legislação vigente, pois está mais do que provado que quem não conhece as regras causa mais acidentes”, explica Mariano.

Conhecer o veículo

A prevenção de acidentes passa pelo conhecimento do veículo. Além disso, condutores e proprietários são responsáveis por acidentes provocados por má conservação do veículo.  “Antes de pegar um veículo, é importante estudá-lo, pois as funções e a localização dos comandos não são iguais em todos os veículos”, diz o especialista. O manual do proprietário contém informações importantes sobre o veículo e seus equipamentos e precisa ser realmente lido. Quando o veículo é novo ou desconhecido, é importante redobrar a atenção.

Os itens que interferem diretamente na segurança dos veículos e devem ser observados frequentemente são: direção, freios, suspensão, pneus, faróis, lanternas, sinalizadores, limpadores de para-brisas e buzina.

Condições Adversas

No trânsito alguns fatores ou combinações de fatores contribuem para aumentar as situações de risco no trânsito, podendo comprometer a segurança. Segundo o especialista, para dirigir defensivamente o condutor deve ser capaz de identificar os riscos e agir corretamente diante dessas situações.

As principais condições adversas presentes no trânsito são: iluminação, tempo, vias, trânsito, veículo, cargas, passageiros e condutor. “Para cada uma delas, existem procedimentos adequados para adotar diante das situações de risco”, conclui Mariano.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/reportagens-especiais/o-uso-do-conhecimento-no-transito

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Casos de invalidez sobem 160% no Brasil

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Violência no trânsito mutila mais de 430 mil brasileiros em apenas nove meses, 1.576 a cada dia, na maioria jovens do sexo masculino, segundo dados da Seguradora Líder, que apontam queda no número de mortes

Dados da Seguradora Líder, criada para administrar os consórcios do seguro obrigatório de veículos automotores (Dpvat), indicam que o trânsito nas estradas e ruas brasileiras vem consolidando o lamentável estigma de ser um “fabricante” de inválidos. De acordo com o levantamento, relativo aos nove primeiros meses do ano, foram pagas 430,3 mil indenizações por invalidez permanente a vítimas de acidentes de trânsito, 160% a mais do que há quatro anos, considerando igual período.
Os números de 2014, até setembro, indicam ainda que o trânsito brasileiro mutila por dia 1.576 pessoas, ou 66 a cada hora. “Estamos percebendo uma preocupante curva ascendente de inválidos no trânsito.
Esses acidentados, muitas vezes, perdem sua capacidade laborativa e são, em sua maioria, jovens”, alerta o presidente da Seguradora Líder, Ricardo Xavier. Para ele, esse quadro mostra claramente que já passou da hora do Brasil adotar uma política pública visando revertê-lo.
O levantamento da Seguradora Líder aponta ainda que a quantidade de indenizações por morte caiu 5% de 2011 para cá. No período, os sinistros pagos recuaram de 42.224 para 40.198 em setembro último.
No total, englobando as coberturas de morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares, o Dpvat pagou 559.123 indenizações no País, 302.644 a mais do que em 2011, quando o seguro liquidou 256.479 sinistros. O aumento no período foi de 118%.
Ricardo Xavier lembra que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nos últimos quatro anos, a população brasileira cresceu 5%. Para efeito de comparação, a frota de motocicletas no mesmo período cresceu 26,3% e a frota dos demais veículos somados avançou 22,3%.
Infância perdida
Outro dado preocupante é o aumento das mortes de crianças no trânsito. Segundo a Seguradora Líder, no primeiro semestre do ano, a cada dia, seis crianças morreram e outras 51 sofreram sequelas graves por acidentes com veículos no Brasil. Os dados levam em consideração as indenizações pagas pelo seguro Dpvat em acidentes envolvendo crianças de 0 a 14 anos.
Ao todo, foram 1.088 indenizações por morte e 9.268 por invalidez permanente. “É sempre um dado lamentável perceber a quantidade de crianças vitimadas pelo trânsito brasileiro”, diz Ricardo Xavier.
A pesquisa revela ainda que a maioria das vítimas infantis do trânsito não se encontravam dentro do veículo: em 54% dos casos de indenizações pagas até junho, as crianças estavam na condição de pedestre.
Preço e campanha
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) resolveu não encaminhar proposta de reajuste dos preços do seguro Dpvat para 2015 ao Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). A decisão leva para o próximo exercício os mesmos prêmios hoje praticados.
O valor do seguro obrigatório para automóveis, por exemplo, permanecerá em R$ 105,65. Para motocicletas, R$ 292,01. A posição da diretoria da Susep acatou parecer da área técnica que considerou desnecessário o reajuste, após analisar a planilha de custos da Seguradora Líder.
Preocupado com a violência em um trânsito que causa grandes perdas humanas e financeiras anualmente, o mercado de seguros desenvolveu o Programa Nacional de Apoio ao Trânsito (Pnat), com a campanha ‘Se liga’, lançada este mês. A Seguradora Líder estima que fechará 2014 pagando cerca 634 mil indenizações a brasileiros abatidos por veículos em ruas e estradas do País.
A campanha envolve um conjunto de atos, como na área da educação, com o propósito de conscientizar a nova geração de motoristas com ações de esclarecimentos. O material da campanha é composto por bafômetro educativo para uso em bares, jogos, simuladores de consumo de álcool, adesivos, folders para distribuição em bares e pedágios, entre outros componentes.
Fonte: Portal Nacional de Seguros

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Seja você a mudança no trânsito!

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O Ministério das Cidades lançou uma nova campanha do PARADA – Um pacto pela vida, que tem como slogan “Dores que o tempo não apaga”. O objetivo é reduzir significativamente os números de vítimas em acidentes, por isso, as peças da campanha retratam casos reais de pessoas que perderam parentes para a violência no trânsito brasileiro.

O fotógrafo Orlando Brito entrou em contato com entidades que reúnem familiares de pessoas vitimadas por acidentes e, durante semanas, percorreu o interior do Brasil em busca das histórias que são contadas nessa iniciativa. A campanha reforça a importância da conscientização por meio do conceito “Não deixe o trânsito mudar a sua história. Seja você a mudança no trânsito”.

O Pacto Nacional pela Redução de Acidentes (PARADA) é uma iniciativa do Governo Federal com o objetivo de reduzir, em 50%, o número de acidentes no período de 2011 a 2020. Coordenado pelo Ministério das Cidades, por meio do DENATRAN, o Paradapromove campanhas de conscientização, ações de mobilização e educativas com o objetivo de diminuir o número de mortes e outros danos causados por acidentes de trânsito.

Fonte: http://www.viverseguronotransito.com.br/tag/campanha/

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Um em cada 4 brasileiros dirige após ingerir bebida alcoólica

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Hábito prevaleceu entre os condutores de 25 a 39 anos de idade

Um em cada quatro brasileiros, acima dos 18 anos de idade, dirigiram logo após ingerir bebida alcoólica, ou seja, 24,3%. Os dados são da PNS (Pesquisa Nacional de Saúde) divulgada pelo IBGE (Instituto Nacional de Geografia e Estatísticas), nesta quarta-feira (10). O levantamento foi realizado em cerca de 80 mil domicílios em 1.600 municípios de todo o País, no segundo semestre de 2013, e foi feito por meio de um questionário.

De acordo com a pesquisa, entre os homens, 27,4% conduziram veículo após beber. Já entre as mulheres, o índice é bem menor, com 11,9%. No que se refere à faixa de idade, o hábito foi mais prevalente entre os condutores de 25 a 39 anos de idade (29,2%). Já a menor proporção foi observada entre os idosos de 60 anos ou mais de idade, 16,1%.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, a violência no trânsito é uma das principais causas de mortes. Em 2012, 44.812 mil pessoas perderam a vida no trânsito. Essa violência reflete diretamente no SUS (Sistema Único de Saúde). Em 2013, foram registradas 169.869 mil internações no SUS relacionadas a acidentes de trânsito, o que representou um custo de mais de R$ 229 milhões aos cofres públicos.

Além de provocar mortes, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), o consumo abusivo de bebidas alcoólicas é considerado um fator de risco das principais doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, entre outras, bem como dos acidentes e violências.

Frequência do uso do álcool

Segundo o levantamento do PNS, o percentual da população com 18 anos ou mais de idade que costumava consumir bebida alcoólica uma vez ou mais por semana, no Brasil, foi de 24,0%.

Entre os homens, a proporção foi de 36,3% enquanto, entre as mulheres foi de 13,0%. Entre adultos com maior nível de escolaridade, especialmente os com nível superior completo, este percentual foi de 30,5%, enquanto dentre os adultos sem instrução e com o fundamental incompleto foi de 19,0%.

Ainda de acordo com a pesquisa, a idade média de iniciação ao consumo de bebida alcoólica foi aos 18,7 anos. No Nordeste, a média foi de 18,3 e no Sudeste, 19 anos. Não houve variações significativas entre as regiões do País. Já na análise por sexo, a iniciação a este hábito foi mais precoce entre os homens, com idade média de 17,9 anos, enquanto as mulheres têm sua iniciação em média aos 20,6 anos.

PNS

A elaboração da PNS foi fundamentada em três eixos principais: o desempenho do sistema nacional de saúde; as condições de saúde da população brasileira; a vigilância das doenças crônicas não transmissíveis e fatores de risco associados.

Fonte: R7 Notícias

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MOÇÃO DE APLAUSOS PARA ELIANDRO DA SILVA CANTO MAURAT PELOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS À SOCIEDADE FLUMINENSE COM A CRIAÇÃO DO PROJETO SALVA VIDAS.

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Eliandro da Silva Canto Maurat tem dedicado sua vida à busca de uma sociedade mais justa e humana.
Idealizador do “Projeto Salva Vidas”, projeto este já assistido por mais de 25.000 pessoas entre crianças, adolescentes e adultos, tem lutado para humanizar o trânsito através do uso da tecnologia.
Após perceber que os jogos on-line são caracterizados pela adrenalina, alta tensão e violência, influenciando e interferindo no comportamento das crianças e adolescentes, Eliandro Maurat procurou desenvolver um jogo com conteúdo educativo onde a criança pudesse aprender regras de trânsito brincando, valorizando a cidadania, o meio ambiente, a paz e a responsabilidade social.
Detentor do Prêmio Lions de Educação para o Trânsito, Eliandro da Silva Canto Maurat é merecedor de ter seu nome inscrito nos Anais do Parlamento Fluminense.

Plenário Barbosa Lima Sobrinho, 04 de Dezembro 2014.

DEPUTADO NILTON SALOMÃO

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Evolução das indenizações do DPVAT alerta para violência no trânsito

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Levantamento da Seguradora Líder-DPVAT aponta para o constante crescimento das indenizações pagas por acidentes de trânsito no Brasil. Nos últimos quatro anos, o número de indenizações pagas pelo Seguro DPVAT por acidentes de trânsito aumentaram em 118%. O estudo leva em consideração o período de janeiro a setembro de 2014 a 2011.

O dado que chama a atenção é o aumento de indenizações pagas nos últimos quatro anos por invalidez permanente. De janeiro a setembro de 2011 foram 165.592 pagamentos. No mesmo período de 2014, o número chegou a 430.322, alta de 160%. Já o número de indenizações por morte no mesmo período caiu 5%. Em 2011, a marca era de 42.224 entre janeiro e setembro; hoje, o número foi de 40.198 indenizações pagas no mesmo período de 2014.

De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nos últimos quatro anos a população brasileira cresceu em 5%. Para efeito de comparação, a frota de moto no mesmo período cresceu 26,3% e a frota dos demais veículos somados aumentou 22,3%.

Ricardo Xavier, Diretor-Presidente da Seguradora Líder-DPVAT, comenta sobre o aumento das indenizações pagas por invalidez permanente. “Estamos percebendo uma preocupante curva ascendente de inválidos no trânsito. Estes acidentados, em muitas vezes, perdem sua capacidade laborativa e são, em sua maioria, jovens. Faz-se necessária a adoção de uma política pública urgente para reverter este quadro atual.”

tabela-dpvat - indenizacoes

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