Arquivos para agosto de 2014

Conferência sobre educação no trânsito para o primeiro ano de Medicina da Unifeso

Conferência Medicina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Conferência sobre educação no trânsito para o primeiro ano de Medicina da Unifeso, com a ilustre presença do Dep. Federal Hugo Leal autor da Lei Seca. A lei 11.705/08 que mudou hábitos dos motoristas – tem ajudado a salvar vidas, reduzindo as estatísticas de violência no trânsito. Dados da Polícia Rodoviária Federal baseados no Programa de Prevenção de Acidentes no Trânsito apontam que, entre os anos de 2010 e 2013, houve redução de 15% na taxa de acidentes, 20% no número de feridos e 17,1% nas mortes no país. Hugo Leal, que preside a Frente Parlamentar em Defesa pelo Trânsito Seguro, defende o aperfeiçoamento das políticas públicas para tornar a questão da segurança no trânsito prioridade do Governo.

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Colégio Anglo-Americano – Clubinho Salva Vidas

Anglo Americano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Instituto Educacional Rating Brazil acaba de selecionar o Colégio Anglo-Americano entre as 10 melhores escolas do estado, dentre os 282 melhores colégios pesquisados no ranking ENEM. As principais fontes foram o desempenho médio no ENEM nos últimos 3 anos, INEP/MEC e a Secretaria de Estudo de Educação.
O Colégio Anglo-Americano acredita na escola como um espaço onde o aluno desenvolve o conhecimento, constrói seus valores, preparando-se para ser um cidadão pleno e consciente de seus direitos e deveres.O Anglo informa, forma e transforma seus alunos, em um processo constante de ação e reflexão, compromissado em prepará-lo para as etapas seguintes do aprendizado e para uma atuação criativa e empreendedora na vida. O Anglo-Americano tem instalações projetadas de forma a atender todos seus alunos, visando ao pleno desenvolvimento da proposta pedagógica.

 

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Indenizações do DPVAT dobram em 3 anos

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Indenizações do DPVAT dobram em 3 anos, com impulso do Nordeste

Número subiu 106% no 1º semestre do ano contra mesmo período de 2011. Resultado contrasta com crescimento de 28% da frota de 2011 a 2014.

Impulsionado pelo aumento das motos no Nordeste, o número de indenizações pagas pelo seguro obrigatório de veículos (DPVAT) no primeiro semestre dobrou em três anos, saltando de 165 mil entre janeiro e junho de 2011 para 340 mil no mesmo período de 2014, segundo dados da Líder-DPVAT, que administra o seguro.

A alta de 106% contrasta com o crescimento de 28% da frota nacional entre junho de 2011 e o mesmo mês em 2014, conforme dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Desde 2012, a região Nordeste lidera o ranking do recebimento de indenizações, mesmo com apenas 16% da frota nacional. Segundo o DPVAT, a explicação é que o crescimento da frota no Nordeste e Norte se deu principalmente pelas motos, que lideram os pagamentos feitos pelo seguro obrigatório a vítimas de acidentes.

“Em alguns estados do Norte e Nordeste, a porcentagem de motocicletas (na frota) chegou a 55%, enquanto a média nacional é de 27% e em São Paulo é 20%. Além disso, os estados são maiores e têm dificuldade de fiscalização. Pessoas andam sem capacete, com até quatro na moto”, afirma Marcio Norton, diretor de relações institucionais da Líder-DPVAT.

O crescimento da frota de motos no Nordeste começou a se destacar em 2010. No ano seguinte, a região superou o Sudeste em vendas pela primeira vez. Só na Paraíba, onúmero de motocicletas subiu 638% em pouco mais de 10 anos.

As motocicletas, principalmente de baixa cilindrada, passaram a ser usadas no trabalho, no lugar do jegue. Em março deste ano, o Ministério Público do Rio Grande do Norte promoveu uma degustação de carne de jumento, para chamar a atenção para oabandono desses animais nas estradas do estado.

Como é a divisão por regiões
O Nordeste foi o destino de 34% das indenizações do DPVAT. Foram pagas 114 mil entre janeiro e junho passados, um número 163% maior do que o do primeiro semestre de 2011. Desse montante, 59% foram para vítimas de acidentes com motos.

Outros 11% dos pagamentos (36.885) foram destinados ao Norte, sendo mais da metade por acidentes com motocicletas. A região possui apenas 4,9% da frota nacional de veículos, mas se mantém como a quarta maior em número de indenizações (11%) do DPVAT, superando o Centro-Oeste, com 10%.

Nordeste e Norte foram são as únicas regiões onde o pagamento de indenização por mortes em acidentes com moto predominou no primeiro semestre deste ano em relação aos causados por automóveis. No Sudeste, Sul e Centro-Oeste, os acidentes com automóveis dominam as indenizações por morte.

São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, que concentram 50% da frota brasileira, seguem na vice-liderança no geral, com 26% dos pagamentos de indenizações no semestre. O aumento em três anos também foi expressivo: 104%, saindo de 43 mil no primeiro semestre de 2011 para 89 mil entre janeiro e junho deste ano.

O Sul, que era líder em 2011, ficou em terceiro neste ano, com 19% dos pagamentos do DPVAT (65.172).

No total, a administradora do seguro pagou R$ 1,7 bilhão a vítimas entre janeiro e junho passados. Acidentes com motocicletas resultaram em 75% das indenizações (256.387); os com automóveis, 23% (67.906).

Invalidez lidera
Nos primeiros seis meses do ano, os pagamentos de indenização por invalidez cresceram 21%, para 259 mil, na comparação com o primeiro semestre de 2013. As indenizações por morte caíram 13%, para 25 mil.

Esse movimento também consolida uma tendência ligada ao crescimento do uso de motocicletas, de acordo com a seguradora. “Qualquer acidente mais sério (de moto) causa lesões graves nas pernas e braços”, aponta Norton.

As indenizações por invalidez corresponderam a 80% do total de acidentes com motocicletas e destinaram-se principalmente a homens (79%) com idade entre 18 e 34 anos (58%). Segundo a Líder-DPVAT, 44% dos acidentes com veículos de duas rodas ocorrem principalmente durante a tarde e o começo da noite (entre 13h e 20h).

Ainda segundo o DPVAT, a perda de mobilidade nas pernas foi a maior causa de aposentadorias por invalidez entre janeiro e junho deste ano, representando 26%, seguida por lesões nos braços e cotovelos (20%). Problemas cognitivos foram apenas 6%, graças ao uso do capacete.

Carro mata mais
Se por um lado os acidentes com motos são responsáveis por mais afastamentos definitivos do trabalho, os carros tendem a ser mais letais, conforme os dados do seguro obrigatório.
Considerando apenas com indenizações por morte, o Sudeste aparece em primeiro, com 37%, enquanto o Nordeste fica com 29%.

De acordo com Norton, a melhoria na segurança dos veículos foi um dos fatores que contribuiu para a redução de 13% dos pagamentos de indenizações por mortes no trânsito, que incluem não só motorista e passageiros, como pedestres.

“Equipamentos como freios ABS e airbag (obrigatórios nos carros novos desde o começo de 2014) tiram a gravidade dos ferimentos, assim como o uso do cinto no banco traseiro, mas não diminuem o número de acidentes. O engarrafamento também reduziu a velocidade nas vias”, explica o diretor.

O que é DPVAT
O seguro DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) cobre casos de morte, invalidez permanente ou despesas com assistências médica e suplementares (DAMS) por lesões de menor gravidade causadas por acidentes de trânsito em todo o país.

O recolhimento do seguro é anual e obrigatório para todos os proprietários de veículos. A data de vencimento é junto com a do IPVA, e o pagamento é requisito para o motorista obter o licenciamento anual do veículo.

O pagamento para beneficiários de vítimas fatais é de R$ 13.500. Nos casos de invalidez permanente, o pagamento pode chegar a R$ 13.500, de acordo com a gravidade das lesões. Já o reembolso hospitalar e médico pode chegar a R$ 2.700.

Vítimas e seus herdeiros (no caso de morte) têm um prazo de três anos após o acidente para dar entrada no seguro. Informações de como receber o DPVAT podem ser obtidas pelo telefone 0800-022-1204.

No ano passado, a rede de atendimento do DPVAT chegou a 7.757 pontos, com abrangência de 100% do território nacional. Em 2012, eram 4.783 postos.

Fonte: AutoEsporte

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Pesquisa aponta que irá triplicar o n.º de mortes envolvendo motos

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Um dado alarmante para os governantes mudarem regras e ações contra acidentes de trânsito. A mais recente pesquisa sobre o trânsito brasileiro aponta que, nas próximas duas décadas, irá triplicar o número de mortes em acidentes de motos no Brasil. As estatísticas são projetadas a partir de estudos do Projeto Saúde Amanhã, da Fundação Oswaldo Cruz. Hoje, o Brasil tem 5,79 mortes em acidentes com motos por 100 mil habitantes.

Os estudos da Fundação Oswaldo Cruz revelam que, nas próximas duas décadas, o País terá 14,28 óbitos por 100 mil habitantes com o transporte sobre duas rodas. Os acidentes com motos tendem a aumentar. A mesma pesquisa indica uma queda nos índices de vítimas fatais em acidentes com carros. A tragédia nas cidades e estradas brasileiras, com acidentes envolvendo motociclistas, retrata a omissão do poder público e a frouxidão de leis que estimulam a expansão do mercado consumidor e, ao mesmo tempo, permite o uso de motos sem os cuidados mínimos de segurança.

Os números mostram o tamanho da tragédia: em 2000, foram 2.492 vítimas fatais em acidentes com motos. Em 2012, esse número passou para 12.544 mortes.

Fonte: Ceará Agora

 

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Sistema reduzirá mais de 50% dos acidentes no Japão

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O Instituto de Pesquisa Fuji Chimera, de Tóquio, estima que, até o ano de 2030, 40% dos veículos no Japão estarão equipados com um sistema de comunicação destinado a prevenir colisões. Segundo informou a rede de TV NHK, a pesquisa e desenvolvimento destes sistemas de segurança são realizadas no Japão, Estados Unidos e Alemanha.

O Instituto antevê que os primeiros veículos equipados com o sistema sejam lançados no mercado em 2016. A estimativa é de que 60 milhões do total de 140 milhões de veículos tenham esta função até 2030, ou seja, 40%. Com isso, o número de acidentes no país deverá ser reduzido a mais da metade.

Esse sistema é capaz de dar autonomia de comunicação entre os veículos, tornando-os capazes de manter uma distância apropriada. Além disso, os veículos também serão equipados com tecnologia que permitirá captar os sinais de sensores instalados em cruzamentos.

O instituto considera necessário que o governo e as indústrias de veículos tomem medidas conjuntas para promover o uso desse sistema de segurança.

Fonte: Mundo Nipo

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Creche Escola Cheiro de Nenem – Teresópolis

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“Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” Paulo Freire
Clubinho Salva Vidas, um novo conceito de educação!

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Colégio Serrano – Teresópolis – RJ

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Nunca perca a fé na humanidade, pois ela é como um oceano. Só porque existem algumas gotas de água suja nele, não quer dizer que ele esteja sujo por completo.
(Mahatma Gandhi)

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Palestra socioeducativa sobre álcool e drogas no CREAS

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Centro de Referência Especializado de Assistência Social

O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) configura-se como uma unidade pública e estatal, que oferta serviços especializados e continuados a famílias e indivíduos em situação de ameaça ou violação de direitos (violência física, psicológica, sexual, tráfico de pessoas, cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto, etc.).

A oferta de atenção especializada e continuada deve ter como foco a família e a situação vivenciada. Essa atenção especializada tem como foco o acesso da família à direitos sócio assistenciais, por meio da potencialização de recursos e capacidade de proteção.

O Creas deve, ainda, buscar a construção de um espaço de acolhida e escuta qualificada, fortalecendo vínculos familiares e comunitários, priorizando a reconstrução de suas relações familiares. Dentro de seu contexto social, deve focar no fortalecimento dos recursos para a superação da situação apresentada.

Para o exercício de suas atividades, os serviços ofertados nos Creas devem ser desenvolvidos de modo articulado com a rede de serviços da assistência social, órgãos de defesa de direitos e das demais políticas públicas. A articulação no território é fundamental para fortalecer as possibilidades de inclusão da família em uma organização de proteção que possa contribuir para a reconstrução da situação vivida.

Os Creas podem ter abrangência tanto local (municipal ou do Distrito Federal) quanto regional, abrangendo, neste caso, um conjunto de municípios, de modo a assegurar maior cobertura e eficiência na oferta do atendimento.

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Mortes de crianças no trânsito podem ser evitadas

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Dados apresentados pela ONG Criança Segura mostram que o trânsito continua sendo a maior causa de morte de crianças entre 01 e 14 anos dentre as lesões não- intencionais (acidentes). Em 2011, último dado do Ministério da Saúde, mais de 1700 crianças perderam a vida no trânsito brasileiro seja como ciclistas, pedestres ou ocupantes de veículos.  Estimativas mostram ainda que a cada morte, outras quatro crianças ficam com sequelas permanentes.

Segundo Celso Alves Mariano, especialista em Educação para o Trânsito e Diretor da Tecnodata Educacional, este é um dado preocupante, e os dados atuais não são animadores. “De acordo com dados da Seguradora Líder, responsável pelo DPVAT, houve um aumento no número de ocorrências de trânsito registradas envolvendo crianças e adolescentes no primeiro semestre de 2013, se comparado com o mesmo período do ano passado”, aponta Mariano.

De acordo com o especialista há muito que ser feito. “Estudos mostram que pelo menos 90% dessas lesões poderiam ser evitadas com atitudes de prevenção, como o uso das cadeirinhas para crianças de até sete anos e meio ou o despertar das crianças para as situações de risco, através da educação de trânsito nas escolas”, diz.

Em relação ao uso das cadeirinhas, estatísticas mostram que nem todos percebem a importância do uso desse equipamento. Segundo a PRF, em 2013, o número de multas para esse tipo de infração aumentou 60% nas estradas federais.  “Ter conhecimento da lei, saber a importância de usar o sistema de retenção, pois estudos comprovam a eficácia do equipamento,  e mesmo assim, não usá-lo- independente do motivo- chega a ser uma irresponsabilidade dos pais”, afirma Mariano.

Educação de trânsito nas escolas

Para Mariano, a educação para o trânsito nas escolas brasileiras ainda está caminhando, porém alguns grandes projetos terão início em 2014. “O Detran/PR e o Detran/AL estão investindo em educação para o trânsito no Ensino Fundamental (caso do Paraná) e no Ensino Médio (Alagoas). São os maiores projetos na área já vistos no Brasil”, afirma.

No Paraná, por exemplo, mais de 130 municípios serão atingidos. “São 34.669 alunos que terão contato com um método inovador e instigante, cuja base educacional tem raízes em fundamentos pedagógicas universais, e a essência é fazer a criança refletir e chegar às suas próprias conclusões, através de debates e dinâmicas dirigidas”, explica Mariano.

O maior objetivo dos programas educacionais desenvolvidos pela Tecnodata, segundo o especialista, é fornecer uma ferramenta simples e eficaz, que efetivamente contribua para diminuir o número de crianças que perdem a vida no trânsito.  “Nossa aposta é que elas reflitam e cresçam como cidadãos socialmente responsáveis”, conclui Mariano.

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O jovem e o álcool

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