Arquivos para junho de 2014

Na hora de torcer para a nossa nação, não misture bebida e direção.

Bola fora

Os principais fatores para acidentes são de responsabilidade das pessoas no trânsito: álcool e direção, velocidade, falta de atenção, cansaço e imprudência. O que todo motorista precisa lembrar,  é que tantos acidentes podem ser evitados com simples mudanças de atitude. Respeitar as leis de trânsito, os limites de velocidade e, principalmente, não dirigir depois de beber são regras já conhecidas e que fazem a diferença.

Seja você a mudança! Se beber não dirija!

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Lei Seca completa seis anos salvando vidas

Lei Seca

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Lei Seca completa seis anos de vigência nesta quinta-feira, dia 19. De autoria do deputado Hugo Leal (PROS-RJ), a Lei 11.705/08 – que mudou hábitos dos motoristas – tem ajudado a salvar vidas, reduzindo as estatísticas de violência no trânsito. Dados da Polícia Rodoviária Federal baseados no Programa de Prevenção de Acidentes no Trânsito apontam que, entre os anos de 2010 e 2013, houve redução de 15% na taxa de acidentes, 20% no número de feridos e 17,1% nas mortes no país. Hugo Leal, que preside a Frente Parlamentar em Defesa pelo Trânsito Seguro, defende o aperfeiçoamento das políticas públicas para tornar a questão da segurança no trânsito prioridade do Governo. Ele lembra que o Brasil é signatário de um tratado da ONU (Organização das Nações Unidas) chamado Década de Ação para Segurança no Trânsito, que envolve 150 países num esforço conjunto para a redução em 50% dos acidentes de trânsito no mundo até 2020.

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Humanização das cidades e proteção ao pedestre

O Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) já definiu o tema para a Semana Nacional do Trânsito, entre os dias 18 e 25 de setembro de 2014: “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Cidade para as pessoas: proteção e prioridade ao pedestre”.

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Tudo bem que mobilidade humana, proteção e prioridade ao pedestre tem que ser todo dia e que setembro ainda está longe, mas para as cidades e as pessoas que querem fazer algo, efetivamente, sério, o momento de começarem a se mexer é agora!

Infelizmente, temos no nosso país uma cultura de planejamentos e ações, principalmente em segurança no trânsito, voltada apenas para as datas comemorativas. É só chegar a Semana Nacional do Trânsito que as escolas e os professores ficam em polvorosa. No meio do corre-corre para decorar toda a escola os alunos ensaiam dramatizações, jograis, paródias, participam de concursos de cartazes, de pintura, de frases sobre o trânsito e de tantas outras atividades. Mas, ao longo dos outros dias do ano o assunto trânsito mal entra na pauta.

Contraditoriamente, enquanto ecoa em uníssono o discurso de que trânsito deveria ser matéria obrigatória no currículo, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) prima pelo ensino globalizante e o trânsito pode ser trabalhado diretamente em 5 dos 6 temas transversais existentes, mas quem é que disse que se trabalha trânsito na escola?

Cada escola tem o seu Projeto Político Pedagógico (PPP), que representa a sua carta de navegação política e pedagógica: um documento feito pela escola, professores, pais, alunos e comunidade. Mas, quantas dessas escolas inclui o trânsito em suas metas a serem trabalhadas a curto, médio e longo prazo?

Talvez, as secretarias de educação em muitos municípios organizem concursos de redação e até premiem as melhores frases daqueles alunos que escrevam que as cidades devem ser pensadas e planejadas para as pessoas e não para os veículos, mas será que os governantes que vão entregar os prêmios estão fazendo isso na sua própria cidade?

Talvez a frase vencedora desse tipo de concurso na Semana Nacional do Trânsito seja aquela do aluno que dirá que uma cidade feita para as pessoas é aquela em que se estimula o uso da bicicleta como transporte alternativo para pequenos percursos. Talvez, essa criança até ganhe como prêmio uma bicicleta, mas será que a sua cidade vai lhe oferecer condições seguras de pedalar no lazer ou na ida e vinda para a escola?

Isso faz pensar sobre que tipo de importância se está dando à Semana Nacional do Trânsito e se estaremos premiando apenas o que queremos ouvir e não fazemos em nossas cidades.

O fato é que não se pode pensar que um dia teremos cidades para as pessoas, proteção e prioridade ao pedestre enquanto o próprio governo zera as taxas e impostos para incentivar a compra de carros novos sem oferecer malha viária decente e segura num país em que morrem, por ano, mais de 60 mil pessoas em acidentes.

Porque fazer uma cidade para as pessoas com proteção e prioridade ao pedestre inclui também medidas de engenharia, de fiscalização e de educação que possibilitem o deslocamento com segurança, conforto e acessibilidade para todos: pedestres, ciclistas e condutores.

Inclui quebrar velhos paradigmas e estereótipos de que tanto a qualidade de vida quanto o ideal de felicidade do século 21 se resumem a ter um carro ou uma moto. Enquanto as cidades e os países mais evoluídos também em mentalidade e em cultura implantam medidas que priorizam as cidades para as pessoas e as áreas de convivência humanas em detrimento do veículo, continuamos caminhando na contramão, fazendo todo tipo de mudança que favoreça o fluxo de veículos.

Numa cidade planejada para as pessoas as sinaleiras para pedestres oferecem mais tempo para as travessias humanas.

Numa cidade planejada para as pessoas há investimentos em ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas; há modificação do traçado e da geometria das vias para favorecer a vida das pessoas nas cidades com espaços de convivência arborizados e humanamente recriados.

Nas cidades planejadas para as pessoas, em vez de se construir mais pistas para os carros e aumentar a velocidade permitida, reduz-se a velocidade como uma forma de aumentar a segurança, a proteção e a prioridade para os pedestres, porque é isso que reduz os impactos de acidentes e morbimortalidade de pessoas no trânsito.

Não se trata de ser contra o veículo, mas de se encontrar uma forma de uso racional para atender as necessidades de deslocamento das pessoas, estejam elas sobre rodas ou não.

Também não se trata de importar modelos do que deu certo lá fora e usar como carbono no Brasil, um país com uma frota que não pára de crescer e também onde as pessoas mais matam e ferem no trânsito e onde tudo que se tenta no sentido de impactar menos as cidades e reduzir a acidentalidade não dá resultado! Trata-se de abordar o problema com a devida seriedade e mudança de mentalidade que se pede.

Pertenço a uma escola que entende e defende que a Semana Nacional do Trânsito deveria ser aquele período em que todo o Brasil se reuniria em torno das ações realizadas ao longo de todo o ano para analisá-las, reavaliá-las e melhorá-las para cuidar melhor das pessoas e prevenir ainda mais a acidentalidade.

Já que muitas cidades não terão o que avaliar na Semana Nacional do Trânsito deste ano, que a programação não seja só comemorativa. Que sirva como reflexão para o país entender que assumimos perante o mundo o compromisso de reduzir para 11 as 23 mortes a cada 100 mil habitantes até o ano 2020 com uma taxa de mortalidade de mais de 60 mil mortos por ano.

Que sirva para o país entender os custos tangíveis e intangíveis de tudo isto. Afinal, as mudanças que tanto esperamos para um trânsito mais humano e seguro começam pela mudança de mentalidade. E que em vez de apaixonados por carros como querem que acreditemos que somos, sejamos apaixonados pela vida ao ponto de construirmos cidades com segurança, proteção e prioridade às pessoas.

Márcia Pontes

Márcia Pontes é educadora de trânsito em Blumenau, realiza um trabalho voluntário de Educação Para o Trânsito online nas redes sociais, escreve o Blog Aprendendo a Dirigir com foco no acolhimento emocional, aprendizagem significativa e direção defensiva. Acadêmica do Curso de Graduação Tecnólogo em Segurança do Trânsito da Unisul.

 Fonte:http://blumenews.com.br/site/index.php/capa/item/13211-humaniza%C3%A7%C3%A3o-das-cidades-e-prote%C3%A7%C3%A3o-ao-pedestre

 

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Games ensinam lições de cidadania para crianças

Clubinho Salva Vidas reúne jogos educativos sobre segurança no trânsito, cidadania e preservação do meio ambiente.

Pequenas lições como atravessar a rua na faixa de pedestre, não jogar lixo no chão e estar ao lado de um adulto para brincar na piscina podem ajudar a transformar crianças em cidadãos mais conscientes e responsáveis. E que tal se isso fosse ensinado de uma maneira divertida? Com essa proposta, o portal Clubinho Salva Vidas reúne games que ensinam sobre cuidados cotidianos como segurança no trânsito, preservação do meio ambiente e prevenção contra incêndios.

Voltado para crianças a partir de 5 anos, o clubinho foi lançado há 6 meses como uma forma de utilizar a tecnologia e as propriedades dos games para promover a educação para cidadania. O portal reúne sete jogos que estão espalhados por uma cidade virtual. Para ter acesso a cada um deles, o jogador deve percorrer diferentes espaços como o corpo de bombeiros, o posto policial e a defesa civil. O deslocamento pela cidade deve ser feito seguindo sempre as normas de trânsito e atravessando as ruas na faixa de pedestre. Para conquistar o direito de dirigir algum tipo de veículo, as crianças devem passar por testes em um autoescola que ensina cuidados no trânsito e direção prudente.

Africa Studio / Fotolia.comGames ensinam lições de cidadania para a vida

 

“Mais do que serem apenas joguinhos, existem muitos conceitos por trás de cada game”, defendeu Eliandro Maurat, idealizador do Clubinho Salva Vidas. Segundo ele, a ideia surgiu na época em que fazia trabalhos voluntários para alertar as pessoas sobre segurança no trânsito. Empresário no ramo de tecnologia da informação, desde 2011 ele dividia seu tempo visitando empresas e instituições de Teresópolis (RJ) para ministrar palestras relacionadas ao tema. Desanimado com a dificuldades de promover mudanças de atitude nos adultos, a sugestão de apostar na conscientização de crianças veio do próprio filho, que na época tinha 7 anos. “Ele me disse que seria mais fácil mudar o comportamento das crianças”, contou.

A partir daí, com a ajuda do filho, ele começou a desenvolver games para ajudar a conscientizar as crianças sobre pequenas lições de cidadania. “Os jogos são um tendência global. Nós não temos como fugir disso”, comentou Maurat. De acordo com ele, dessa forma é possível proporcionar um aprendizado divertido.

O empreendedor considera fundamental investir na educação para a cidadania de crianças. “É importante conscientizar elas desde cedo para perceberem que pequenas atitudes podem fazer a diferença. Quando você tem uma boa base, tudo vai ser bom. As nossas crianças são o futuro”, destacou Eliandro Maurat.

ReproduçãoClubinho Salva Vidas

 

Navegando pela cidade virtual

Para ter acesso aos games, o usuário precisa realizar um cadastro com a supervisão de um adulto responsável. Ele pode optar pelo modo gratuito, que inclui todos os jogos com um número limitado de fases, ou então fazer uma assinatura mensal que custa a partir de R$9,90, podendo customizar o próprio avatar e ter acesso a todas as telas. Segundo o idealizador, Maurat, esse formato foi escolhido para que as crianças que não pudessem pagar também tivessem o acesso.

Dentro da cidade virtual, as crianças também podem interagir entre si. No entanto, todas as conversas acontecem com base em frases prontas. Entre algumas das opções, elas podem saudar outros jogadores, alertar sobre a preservação do meio ambiente ou convidar para participar de algum jogo. Para Maurat, esse formato foi pensando para que os pais pudessem ficar tranquilos enquanto seus filhos jogam, evitando que pessoas mal intencionadas utilizassem a plataforma para ter algum tipo de contato com as crianças.

DivulgaçãoClubinho Salva Vidas nas escolas

 

Do virtual para as escolas

Ultrapassando os limites do virtual, Maurat também leva o Clubinho Salva Vidas para dentro das escolas, promovendo palestras sobre os temas abordados nos jogos. Durante as visitas, eles levam vídeos, músicas e desenvolvem dinâmicas com os estudantes. Todas as atividades são acompanhadas pelo boneco Edu, chamado por eles de agente do bem. “A gente criou esse personagem para ajudar a chamar a atenção das crianças”, explicou.

A dinâmica das visitas acontece dividida em dois momentos diferentes. No primeiro, é realizado um trabalho direto com as crianças. No segundo, os pais são convidados para participar e ouvir um pouco mais sobre o tema. “Quando você tem crianças, pais e educadores reunidos, você consegue alcançar resultados diferentes”, ressaltou.

Fonte: http://porvir.org/porcriar/games-ensinam-licoes-de-cidadania-para-criancas-2/20140611

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Com redução de mais de 50% no número de acidentes Detran/Acre bate meta da ONU

Mais de 120 mil alunos da rede pública e privada já receberam ações de educação de trânsito

 Por Jannice Dantas

O Departamento Estadual de Trânsito, Detran,  apresenta estatística parcial com o comparativo dos números de acidentes de trânsito durante o mês de maio nos anos de 2013 e 2014. O estudo realizado pelo setor de estatística do órgão é dividido em número de acidentes com vítimas e sem vítimas, número de óbitos, acidentes fatais e total de acidentes.

Para a diretora-geral do Detran, Sawana Carvalho, o momento é de comemoração. “Conseguimos atingir e até ultrapassar a meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) por meio da Década de Ação pela Segurança Viária, que tem como objetivo diminuir em 50% os acidentes em todo o mundo durante o período compreendido entre 2011 a 2020”, diz Sawana.

A diretora atribui os números expressivos de redução à eficácia dos trabalhos desenvolvidos pela autarquia na área de educação, engenharia e fiscalização. “Nosso governador dedica um olhar mais que especial para o trânsito, principalmente no que diz respeito a salvar vidas, por isso trabalhamos incansavelmente nessa missão”, relata.

Em 2010 o Acre assinou, juntamente com os demais estados da federação, o pacto “Parada pela Vida”, lançado pelo governo federal, por meio do Ministério das Cidades e do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).O pacto faz parte da Década de Ação pela Segurança Viária. Desde então o Detran/AC vem trabalhando com foco na meta estipulada pela ONU.

O Detran atua em três eixos bem definidos, são eles: Educação, Engenharia e Fiscalização. Paralelo a isso está o trabalho do setor de análise criminal da polícia militar e o setor de estatística do órgão que servem para nortear as ações a serem desenvolvidas.

No mundo cerca de 1,3 milhão de pessoas morrem por ano vítimas do trânsito. Trata-se da nona causa de mortes. Matando mais do que as guerras, em números ganha das mortes por causas naturais. Além disso, 20 a 50 milhões de pessoas se ferem em acidentes a cada ano. “Esses números refletem na saúde pública, mas principalmente na qualidade de vida das pessoas, pois os que sobrevivem, muitas vezes carregam seqüelas pelo resto da vida”, destaca Sawana.

Para servidora pública e ativista das causas ligadas ao trânsito, Rebeca de Paula, essas medidas são importantes pois auxiliam na prevenção de acidentes. Ela mesma já se envolveu em um acidente grave, no qual perdeu metade da perna direita. “Saber que as ações do Detran estão se fortalecendo e obtendo resultados me deixa muito feliz. Desejo que ninguém sinta a dor que eu senti. Se cada um fizer a sua parte, teremos um trânsito mais seguro e mais humano para todos”, desabafa.

Fonte:  detran.ac.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=994:com-reducao-de-mais-de-50-no-numero-de-acidentes-detran-bate-meta-da-onu&catid=30:destaques

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