Arquivos para outubro de 2013

Três crianças são vítimas de acidentes graves com motos por dia no Brasil

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Todos os dias, em média, três crianças são vítimas de acidentes graves envolvendo motos, o que poderia ser evitado com o cumprimento da lei. O Código Nacional de Trânsito proíbe o transporte de crianças em motos.

O resultado são centenas de casos de crianças que recebem seguro por invalidez. Só nos seis primeiros meses deste ano mais de 500 crianças com menos de sete anos receberam seguro por invalidez. Crianças de pais que querem fugir do engarrafamento, do transporte público ineficiente e assim, deixam os filhos desprotegidos e expostos aos perigos do trânsito.

Em Cidade Ocidental, no interior de Goiás, o menino de 5 anos sai da creche e sobe na moto. A criança é transportada sem capacete.

Na Região Metropolitana de Goiânia, mais flagrantes: a menina, também sem capacete, vai espremida no meio dos adultos. Quatro pessoas se equilibram sobre duas rodas. O garotinho se aperta no guidão e uma mulher segura uma menina com apenas uma das mãos.

O Código de Trânsito Brasileiro proíbe o transporte de menores de 7 anos em motos. É infração gravíssima, com multa de quase R$ 200 mais sete pontos na carteira.

Mesmo assim, os acidentes se multiplicam. Todos os dias pelo menos três crianças são vítimas de acidentes graves envolvendo motocicletas. Só nos seis primeiros meses deste ano mais de 500 crianças com menos de 7 anos receberam seguro por invalidez, número seis vezes maior do que o registrado em 2009, que teve 80 casos.

“A frota de veículos vem crescendo intensamente, então é necessário se manter uma fiscalização adequada e permanente”, afirma Ricardo Xavier, presidente da líder DPVAT.

Em Rondonópolis, Mato Grosso, o Bom Dia Brasil registrou outros flagrantes em frente uma escola. Mais uma vez duas crianças são carregadas em uma mesma moto.

No interior do Maranhão, nos municípios de Caxias e Codó, difícil também é encontrar motociclista que usa capacete. As crianças são transportadas de qualquer jeito. Uma mulher leva um menino pendurado no braço, sem qualquer equipamento de segurança.

Menores de 7 anos não podem ser transportados em motos porque não tem estrutura física suficiente para se equilibrar. Os pés não alcançam os estribos. A criança também não tem força para segurar no corpo do piloto e o capacete fica folgado.

Para o especialista em trânsito da Universidade de Brasília David Duarte, os acidentes só vão diminuir com prevenção. Segundo o estudioso é preciso investir em transporte escolar e fazer mais campanhas para conscientizar pais e motociclistas.

“Imagina uma criança que aos 6, 7 anos de idade fica tetraplégica ou com uma lesão irreversível para o resto da vida. É acabar praticamente com a vida ou com as possibilidades desta criança durante toda sua existência. O que tem que ser feito é efetivamente prevenção”, ressalta.

As secretarias municipais de trânsito, responsáveis pela fiscalização nas cidades, afirmaram que além das campanhas educativas, realizam fiscalização cotidiana nas ruas com os agentes de trânsito

Fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/10/tres-criancas-sao-vitimas-de-acidentes-graves-com-motos-por-dia-no-brasil.html

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Após 1 ano, jovem que nasceu sem braços consegue tirar carteira de motorista

Tem cinco dias que Fernando passou a integrar o quadro dos motoristas devidamente habilitados do Estado. (Fotos: João Garrigó)

 Tem cinco dias que Fernando passou a integrar o quadro dos motoristas devidamente habilitados do Estado. (Fotos: João Garrigó)

A ultrassonografia não apontou que Fernando de Souza Machado, nasceria especial 34 anos atrás. Com encurtamento dos braços, devido ao medicamento Talidomida, consumido pela mãe durante a gestação, o menino fez dos pés, suas mãos, a ponto de conseguir tirar, um ano depois e na segunda tentativa, a carteira de motorista.

Tem exatos cinco dias que o jovem que trabalha como assistente administrativo e turismólogo está devidamente habilitado. O carro, adaptado, é dirigido com os pés. O volante fica no pedal e por Fernando ser canhoto, é guiado pelo pé esquerdo. Já o direito fica responsável por frear e acelerar.

Difícil para a gente imaginar tamanha coordenação de se fazer baliza com os pés. Mas como tudo sempre foi feito pelos cinco dedos que pisam o chão, o desafio maior foi a burocracia encontrada pelo caminho.

O processo todo começou, pela segunda vez, em outubro do ano passado, direto com o Detran. “Você tem que passar pela Junta Médica, que pessoas sem deficiência não precisam passar. Mas eles não sabem das habilidades de cada deficiente e procuram ao máximo dificultar”, comenta.

O que acaba acontecendo é que muita gente se sente mesmo incapaz de pilotar e desiste. Em 2010, tirar carteira de habilitação entrou nos planos de Fernando pela primeira vez. A ‘demora’, já que 18 anos ele completou há um tempinho, foi pela falta de grana, já que até para fazer as aulas práticas era preciso do próprio carro adaptado.

80% do que faz é com os pés. De escrever até escovar os dentes. Dirigir então, foi um simples aprendizado.
80% do que faz é com os pés. De escrever até escovar os dentes. Dirigir então, foi um simples aprendizado.

Por esse motivo, ele acabou por adiar o projeto da independência ao volante. Três anos depois retomou o processo do zero, passado o período, tudo o que havia conseguido em relação à retirada de habilitação expirou. A surpresa em outubro veio pela negativa da Junta Médica que não considerou Fernando habilitado.

Os médicos que compõe a Junta precisam dar um laudo relatando as adaptações necessárias ao motorista para então declarar que ele está apto às aulas e ao exame prático.

“Quando a Junta barrou, um médico viu que eu não aceitei e ele levou minha causa adiante, falou com a chefia para reunir os médicos que me atenderam da primeira vez”, descreve. Foi assim que ele conseguiu ser aprovado no primeiro ‘teste’.

O processo começou a andar e as aulas foram começar só em janeiro deste ano. O primeiro contato com o carro adaptado foi no Detran, com um instrutor que ele insiste em reconhecer o trabalho e dar o nome “o Pio de Araújo Filho, ele me ensinou tudo”.

Os gastos na adaptação do carro somaram R$ 51 mil, entre a compra de um Gol automático e todas as adequações. Mas o sorriso que Fernando exibe ao mostrar como dirigir, não tem preço. A chave ele coloca na ignição com o pé direito. Em seguida puxa o freio de mão com o auxílio de uma alavanca, com a parte que tem do braço, a luz do farol, assim como a seta, se acendem por botões ao lado direito, abaixo do volante tradicional. Lá embaixo, os pés se posicionam para sair da garagem.

“80% do que eu faço é com os pés: dirigir, escovar os dentes, pentear o cabelo, tomar banho, digitar, escrever, comer. Tudo que eu já aprendi e executei foi com os pés, então para mim foi fácil”, argumenta.

O difícil mesmo, diz Fernando, foi a burocracia do processo, que dificulta as pessoas exercerem até sua cidadania. “Não existe legislação específica que beneficie vários tipos de deficiência, inclusive a minha”, completa.

Ao final do processo e com habilitação nos pés, ele vive a sensação de dever cumprido. “Tudo valeu à pena. Estou livre e não dependo de ninguém”.

Pergunto, no final da entrevista, quando é que ele se deu conta da deficiência imposta a ele por conta dos braços. “Comecei a ter noção que eu era diferente, entre aspas, na adolescência. Quando eu era criança não tive isso, sempre fui feliz”. Talvez seja por isso que Fernando não pareça ter 34 anos. Ele fez dos pés as mãos e do sorriso, a porta de entrada para quem quiser se achegar. E a carona que pedi a ele, vou cobrar.

Ao final do processo e com habilitação nos pés, ele vive a sensação de dever cumprido.
Ao final do processo e com habilitação nos pés, ele vive a sensação de dever cumprido.
fonte: http://www.campograndenews.com.br/lado-b/comportamento-23-08-2011-08/apos-1-ano-jovem-que-nasceu-sem-bracos-consegue-tirar-carteira-de-motorista

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Carro invade drogaria e causa destruição no centro de Teresópolis – RJ

Carro que invadiu a drogaria ficou virado de lado dentro da loja e causou um grande susto

– Câmeras de segurança flagraram momento em que o Peugeot colidiu contra loja

No dia seguinte a sofrer um assalto, a Drogaria Original do Shopping Várzea foi invadida por um veículo desgovernado durante a madrugada de domingo que causou um impressionante acidente. O caso aconteceu por volta de seis horas da manhã, quando o condutor de um Peugeot 307 perdeu o controle do veículo ao tentar fazer uma curva. O carro subiu a calçada e ficou virado de lado no interior da loja, depois de destruir a fachada. Apesar das imagens impressionantes, ninguém ficou ferido com a colisão.
Os bombeiros foram acionados para ir ao local através de chamadas sobre o grave acidente no centro da cidade. Quando os agentes do 16º GBM chegaram ao local, se depararam com a situação da farmácia e pediram auxílio à Polícia Militar para evitar qualquer tipo de saque a mercadorias.
O trecho foi isolado e o que foi apurado pelas equipes é que um jovem estava transitando pela Avenida Lúcio Meira, vindo do bairro do Alto em direção ao centro e quando teria feito uma manobra para tentar entrar na Rua Emille Ducumun, ele perdeu o controle do veículo, atingindo um fradinho de sinalização e passando entre a coluna do prédio, um poste e uma árvore, entrando pela loja causando um prejuízo grande ao proprietário do estabelecimento.

Produtos ficaram espalhados pela calçada após o acidente ocorrido na madrugada de domingo

Produtos ficaram espalhados pela calçada após o acidente ocorrido na madrugada de domingo

Flagra na câmera

As câmeras de segurança da drogaria mais uma vez registraram um flagra, com o momento em que o veículo invadiu a loja, depois de subir a calçada e causou todo o estrago tanto no estabelecimento quanto no próprio carro. Pelas imagens captadas, nota-se que o automóvel estava em grande velocidade ao escapar da via.
Ao invadir a drogaria, o carro atingiu com violência tudo que estava pela frente como a vidraça da entrada que ficou reduzida a cacos, algumas prateleiras e displays destruindo uma grande quantidade de produtos, entre material de perfumaria e alimentos. O carro entrou por inteiro e virou de lado, só parando em uma parede.
O estrago foi muito grande. Pelo chão, os destroços de produtos e equipamentos ficaram espalhados do lado de dentro e de fora, junto a muitos cacos de vidro. O acidente aconteceu alguns minutos antes do horário de chegada dos funcionários, por isso ainda não havia ninguém no interior da loja e assim não houve feridos.
De acordo com o Corpo de bombeiros, o motorista do veículo deixou os documentos dele com os agentes e foi embora para casa, que fica a poucos metros do local do acidente. Ele acionou a seguradora que foi ao local retirar o veículo, mas o proprietário do estabelecimento acionou a perícia, mesmo sem vítimas por conta do prejuízo sofrido com a situação.
O jovem de 27 anos estava sozinho no carro e o pai dele foi até a delegacia para prestar esclarecimentos. O caso está sendo investigado para a 110ª Delegacia de Polícia.
Guilherme de Almeida Lopes, funcionário da empresa, estava bem ao lado do local quando aconteceu o acidente e contou o que viu: “Ele saiu meio tonto, mas saiu andando. Acho que ele estava alcoolizado e devia estar correndo muito para fazer este estrago aqui. Não tinha como ele fazer essa curva na velocidade que ele veio, para parar aqui dentro da loja”.

Fonte: http://netdiario.com.br/carro-invade-drogaria-e-causa-destruicao/

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Indicação de condutor infrator tem novas regras

Condutor infrator

O processo para indicar o condutor infrator, no caso de multas de trânsito, mudou em todo Brasil e já está em vigor no Paraná. Desde julho de 2013, a resolução 404/2012 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) prevê que novas autuações podem ser geradas se o motorista indicado não for habilitado, estiver com a Carteira Nacional de Habilitação vencida, suspensa ou cassada ou, ainda, possuir habilitação para categoria de veículo diferente do registrado no auto de infração.

A medida é para evitar fraudes e aumentar o controle dos órgãos de trânsito. O Paraná é o primeiro estado a cumprir a norma via sistema de Gestão de Infrações de Trânsito, desenvolvido em plataforma web, com integração com o sistema de habilitação do Detran e que faz comunicação com os órgãos de trânsito estaduais e municipais.

“Infelizmente, alguns motoristas usam a indicação de condutor para ficar impune das infrações que cometeram, sem perder pontuação na habilitação e sem fazer o curso de reciclagem para se reeducar. Exemplo disso é aquele que, para não responder por seus erros, indica como infrator, um parente que não dirige há anos e está com a carteira de habilitação vencida há muito tempo”, explica o diretor-geral do Detran Marcos Traad.

Com a nova norma, tanto o proprietário do veículo que indicou o condutor nas situações descritas e previstas pelo Contran, quanto o condutor indicado receberão as novas autuações. “O proprietário do veículo será autuado por ter emprestado o veículo a uma pessoa com habilitação irregular e o condutor indicado por ele responderá pela infração que cometeu”, completa a coordenadora de infrações do Departamento, Marli Batagini.

Como funciona

O processo para indicação de condutor é de responsabilidade do proprietário do veículo autuado pelas autoridades de trânsito, sejam municipais, estaduais ou federais. Ao ser notificado, ele deve indicar o motorista que dirigia seu veículo no momento da infração, dentro do prazo indicado na notificação recebida. Se for ele mesmo o responsável, basta não responder a indicação.

Vale lembrar que para receber as notificações, o proprietário do veículo deve manter o cadastro de seu veículo com endereço atualizado junto ao Detran. Os condutores devem fazer o mesmo com o cadastro de suas Carteiras de Habilitação.

Como indicar o condutor infrator

Procedimentos adotados pelo proprietário:

Pessoa física:

– Recebe a notificação com o formulário de identificação de condutor;

– Preencher todos os campos exigidos no formulário de identificação do condutor;

– Anexar cópia de um documento de identificação oficial;

– Assinar o formulário de identificação de condutor conforme documento de identificação anexado.

Pessoa jurídica:

– Cumprir todos os itens da pessoa física, mais documento que comprove representatividade.

Procedimentos adotados pelo condutor:

– Anexar cópia da última CNH expedida pelo Detran (ou permissão para dirigir);

– Assinar o formulário de identificação de condutor, conforme documento anexado.

IMPORTANTE:

– As assinaturas do proprietário e do condutor devem estar na sua forma original – nunca digitalizada.

– O Formulário de Identificação do Condutor Infrator deve ser acompanhado de cópia legível do documento de habilitação do condutor infrator e do documento de identificação do proprietário do veículo ou seu representante legal, o qual, neste caso, deverá juntar documento que comprove a representação;

– A indicação do condutor infrator somente será acatada e produzirá efeitos legais se o formulário de identificação do condutor estiver corretamente preenchido, sem rasuras, com assinaturas originais do condutor e do proprietário do veículo e acompanhado de cópia legível dos documentos acima mencionados;

– O prazo final para indicar o condutor consta no formulário de identificação do condutor.

Fonte: Portal do Trânsito

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Quadrilha que atuava no Detran do Rio negociava eliminação de multas

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Escutas telefônicas realizadas com autorização da Justiça flagraram despachantes falando sobre a possibilidade de apagar infrações do sistema do estado
A Corregedoria do Detran-RJ investiga se a quadrilha especializada em fraudes de documentos e vistorias obrigatórias de veículos desbaratada nesta sexta-feira apagava multas de trânsito e infrações aplicadas na Operação Lei Seca. Segundo o delegado corregedor do órgão, David Anthony Alves, funcionários com acesso ao sistema de registro de multas estão entre os 181 denunciados por participação na quadrilha. De acordo com o corregedor, nas escutas telefônicas realizadas com autorização judicial, despachantes discutem sobre multas e falam em apagar infrações do sistema do Detran. Outro dado indica que a quadrilha tenha ampliado sua atuação para a cobrança de propina em troca da alteração de registros de irregularidades, como avanço de sinal e excesso de velocidade: entre o material apreendido com os acusados de participar do esquema criminoso – o maior já descoberto no Detran-RJ – está a impressão de uma relação de multas de um veículo. O documento, afirma Anthony Alves, foi impresso por um funcionário com senha para alterar o cadastro. “Queremos saber qual é o grau de proximidade do funcionário com a quadrilha. Ele usou a senha para consultar informações sobre um veículo, imprimiu a tela do computador que exibia os dados e entregou a impressão a um dos integrantes da quadrilha”, afirma Anthony Alves. Quadrilha – Dos 181 denunciados, 122 tiveram a prisão preventiva decretada por associação criminosa, corrupção passiva e ativa, falsidade ideológica, falsificação de documento público, inserção de dados falsos e supressão de documento público. Até o início da tarde, 89 pessoas foram presas, entre funcionários e prestadores de serviço, despachantes e representantes de empresas que utilizavam o esquema fraudulento. Outras 59 pessoas podem ser presas caso não paguem o valor da fiança estabelecido pela Justiça. A operação, realizada pela Corregedoria do Detran-RJ, Ministério Público e Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), cumpriu 35 mandados de busca e apreensão. Em uma das casas, que pertence a um policial civil aposentado, foram encontrados documentos do Detran-RJ originais em branco, placas e lacres. O grupo criminoso também contava com a atuação de um falsário que providenciava a adulteração de documentos públicos como o Certificado de Registro de Veículo (CRV) e o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). Com ajuda de um produto químico, ele apagava informações dos proprietários e dos veículos. No fim do processo, tinha um documento original do Detran-RJ em branco.

Fonte: Veja

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Baixe os aplicativos “Mãos no volante” e “Onde tem táxi aqui?”

O Ministério das Cidades, por meio do Denatran, desenvolveu dois aplicativos para celular com o objetivo de reduzir duas das principais causas de acidentes no trânsito: distração pelo uso do telefone móvel ao volante e direção após o consumo de bebidas alcoólicas.

O “Mãos no Volante” é uma ferramenta disponível para smartphones que ajuda você a evitar o uso do celular enquanto dirige. Ao baixar o aplicativo na loja virtual, as pessoas que ligarem ou enviarem mensagens de texto perceberão que a ligação será cancelada e, na sequência, receberão uma mensagem informando que você está ao volante. A resposta automática contém o texto “Estou dirigindo no momento. Ligo mais tarde”, mas pode ser personalizada. O aplicativo já está disponível para download na plataforma Android e Blackberry.

O outro serviço é o aplicativo “Onde tem táxi aqui?”, desenvolvido especialmente para incentivar motoristas que tenham consumido qualquer quantidade de bebida alcoólica a voltarem de táxi para casa. A partir da base de dados do Google, o software busca pontos ou empresas de táxi mais próximos do local onde o usuário se encontra e fornece o telefone para contato. O produto está disponível para smartphones com os sistemas Android e iOS (iPhones).

Clique nas imagens e faça o download em seu celular.

Aplicativo

Mãos no volante

Aplicativo

Onde tem táxi aqui?

Aplicativo

Amigo da Parada

AMIGO DA PARADA

O Ministério das Cidades disponibiliza aos usuários de smartphones um aplicativo capaz de sortear e comunicar à um grupo de amigos quem será o Motorista da Parada. Em função do maior rigor na aplicação e sanções da Lei Seca no Brasil, o aplicativo tem por objetivo difundir a prática de direção segura mediante a não combinação de álcool e direção. Assim, o aplicativo, além de divertido, configura-se como um serviço de utilidade pública, possibilitando que o usuário informe aos amigos quem ficará sóbrio para levar o grupo para casa em um determinado evento.

– O aplicativo Motorista da Parada permite que você envie um sms gratuito informando aos seus amigos que irá ficar sóbrio para levá-los para casa em segurança.

– Com o Motorista da Parada você pode realizar um sorteio com até 4 (quatro contatos) para saber quem será o motorista da vez.

– Após o sorteio você pode enviar um sms ao amigo sorteado avisando que ele foi escolhido para ficar sóbrio naquele evento e levar os demais em segurança.

– O aplicativo pode ser utilizado quantas vezes você desejar. – O envio de sms é totalmente gratuito.

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O Rotas das Cidades é um site que permite ao usuário escolher, compartilhar e salvar uma rota com base em informações seguras e atualizadas em tempo real sobre o trajeto que se pretende seguir. Depois de selecionar a origem e o destino, é possível saber as condições das rodovias, a previsão do tempo, o valor dos combustíveis e a localização de postos de gasolina ao longo do percurso, além de encontrar os pontos mais próximos de serviços de urgência e emergência.

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CLUBINHO SALVA VIDAS – SOFTWARES DE EDUCAÇÃO INFANTIL

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Das 658 autoescolas do estado, 453 não atingiram percentual mínimo de alunos aprovados

  • Sem alcançar pelo menos 60% de aprovação de alunos nos exames teóricos e práticos, em períodos de três meses, as empresas ficam impedidas de renovar o credenciamento anual no Detran
  • Autoescolas deverão apresentar plano de ação até 30 de novembro e terão prazo de 12 meses para resolver problemas
  • Gincana para tirar habilitação inclui dificuldades para marcar os exames, erros no registro das aulas teóricas e autoescolas ilegais

 

A militar Geigislaine Ribeiro foi reprovada na prova práticaFoto: Custódio Coimbra
A militar Geigislaine Ribeiro foi reprovada na prova prática Custódio Coimbra

RIO – Se você está pensando em tirar carteira de motorista fique atento: este ano, 453 das 658 autoescolas no estado não atingiram o mínimo de 60% de aprovação de alunos nos exames teóricos e práticos, em períodos de três meses, determinado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para a renovação do credenciamento anual do Detran. E cuidado com as armadilhas: a demora para marcar aulas em autoescolas e provas no Detran têm feito candidatos perder o prazo de um ano para a conclusão do processo. Mesmo superando obstáculos, muitos chegam ao fim do curso despreparados e são reprovados.

— O candidato deve pesquisar muito antes de escolher uma autoescola. Algumas, picaretas, pegam o dinheiro de alunos e fecham. Tenho clientes que ingressaram na Justiça, ganharam e não levaram. Não se consegue executar. Os donos desaparecem e não têm nada em nome deles — alerta a advogada Paula Maria Lacerda, especialista em direito do consumidor.

O próprio presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino para Condutores de Veículos Motorizados do Estado Rio de Janeiro (Sindaerj), João Pinto Ribeiro, adverte:

— Quem adquire o curso em sites de compra coletiva, que oferecem preços baixos, corre riscos. Há autoescolas que têm de três a quatro carros e vende mil matrículas nesses sites. Como podem atender aos alunos, marcar aulas e exames ?

Mas nem tudo, diz Ribeiro, pode ser computado na conta das autoescolas:

— Se há problemas, é porque a fiscalização é falha. Cabe ao Detran fiscalizar.

Aos 31 anos, a jornalista Gardênia Vargas, moradora da Glória, iniciou em julho do ano passado uma verdadeira gincana em busca da habilitação:

— Procurei uma autoescola que estava na lista do Detran. Gastei sábados enfurnada num local deprimente, com gente dormindo em cima da mesa, professor fora de sala e vendo vídeos. No fim de seis meses, descobri que metade das aulas teóricas não tinham sido computadas. A digital não funcionou (é preciso marcar presença a cada hora), porque o sistema do Detran não estava operando. Fui até o Detran. Descobri que a autoescola estava sendo denunciada e foi descredenciada. Tive de ir para outra e refazer aulas teóricas.

“É processo ou martírio?”

No dia marcado para a prova teórica, Gardênia encontrou o posto do Detran fechado: era véspera de feriado e ponto facultativo. Foi mais um mês para marcar a prova. Ela passou. E, em maio último, finalmente, começou as aulas práticas. A morosidade para a autoescola agendar os exames práticos no posto do Fundão — ela realizou dois — obrigou a jornalista a fazer aulas extras. Reprovada e se sentindo injustiçada, ela pensa em tirar a carteira fora do Rio.

— É processo ou martírio? — pergunta Gardênia — A prova prática não é para saber se você dirige, mas se você conhece todos os macetes. É um terror psicológico. Só se tem direito a dois erros. Você fica jogado numas cadeiras em um posto improvisado no Fundão, e espera durante horas.

Os custos básicos para tirar uma carteira são altos. O interessado tem que desembolsar R$ 203,54 (Duda) pelos serviços do Detran, e R$ 133 em dinheiro para a clínica onde fará o exame médico e psicológico. Pelas 45 aulas teóricas e 20 práticas, e pelo carro que usará no primeiro exame prático, paga-se às autoescolas cerca de R$ 1.000 (na Zona Sul, é mais caro).

A partir daí, na indústria da habilitação o céu é o limite. Caso tenha sido reprovado e o processo esteja dentro do prazo de um ano, o candidato pode fazer outros exames pagando um Duda parcial (R$ 76,08) e o carro da autoescola (cerca de R$ 200). Fora os treinos extras (de R$ 50 a R$ 100 por aula, dependendo da autoescola).

E ao fim de um ano de processo? Candidatos afirmam que, nas autoescolas são orientados a começar do zero. Mas a informação oficial do Detran é outra: o interessado pode ingressar no órgão com pedido administrativo para a prorrogação do prazo por mais um ano. Neste caso, paga mais um Duda (R$ 203,54), o carro para o novo teste e aulas extras (se assim o desejar), mas fica dispensado de repetir os cursos teórico e prático. Na defesa das autoescolas, Ribeiro alega que, apesar de constar de resolução do Contran de 2006, a medida foi implementada há poucos meses no estado:

— O Rio passou a aplicar a resolução depois que candidatos, que não conseguiram fazer os exames a tempo, entraram na Justiça.

Segundo o Detran, em setembro, 1.800 pessoas protocolaram a solicitação de prorrogação do prazo. O órgão garante ainda que, até o fim do ano, a renovação do prazo será automática.

Moradora do Leblon, Luiza Mattos, de 19 anos, queria tirar a carteira antes de iniciar a faculdade de direito, no segundo semestre deste ano. O seu projeto era usar o carro da mãe, que fica ocioso na garagem, no deslocamento para a Uerj. Luiza abriu o processo em dezembro de 2012. Com dificuldades para marcar aulas, ela concluiu o curso em 7 de agosto. Desde então, perdeu a conta das vezes que telefonou para a autoescola para saber sobre o agendamento do exame prático. No dia 1º, numa nova ligação, soube que fará a prova dia 25, dois meses e meio após terminar o curso:

— Vou ser obrigada a fazer aula extra. Minha família vai pagar R$ 200 por uma aula de duas horas.

Sindicato defende mais aulas

A militar Geigislaine Ribeiro Rodrigues, de 25 anos, que fez prova na quarta-feira no Fundão, chorou quando foi reprovada. No próximo dia 22, o seu processo completa um ano. Tanta demora para concluir as aulas tem justificativa. Ela tinha que compatibilizar o trabalho com a agenda do instrutor da autoescola que escolheu no Centro:

— Tinha épocas que eu ficava um mês, um mês e meio, sem ter aula.

O presidente do Sindaerj defende o aumento do número de aulas práticas obrigatórias. Com a carga horária atual, avalia, as autoescolas têm dificuldade para cumprir a exigência do Contran (Resolução 358), de agosto de 2010, de aprovar 60% de seus alunos. O artigo 11 da norma estabelece as oportunidades que devem ser dadas aos chamados Centros de Formação de Condutores (CFCs) antes do descredenciamento.

O Detran informa que os 453 CFCs que não atingiram o mínimo de aprovação este ano, compareceram a um encontro no mês passado e deverão apresentar um plano de ação até 30 de novembro. A atuação deles será acompanhada no primeiro trimestre de 2014. Persistindo o elevado índice de reprovação, instrutores e diretores farão treinamento no Detran. Se o problema não for sanado, ao fim de 12 meses, a autoescola será descredenciada. Este ano, dez autoescolas foram descredenciadas no Rio pelos altos índices de reprovação. Há sete processos em análise.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/das-658-autoescolas-do-estado-453-nao-atingiram-percentual-minimo-de-alunos-aprovados-10266655#ixzz2hAfN8WRU

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Semana interna de prevenção de acidentes SIPAT 2013 – Hospital São José Teresópolis RJ

Sipat Hospital São José

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho, constituí-se como uma das principais atribuições da CIPA dentro da empresa.

Obrigatória pela alínea O, item 5.16 da NR-5, Portaria MTE/DSST n° 8/99, ela deve ser feita uma vez ao ano, devendo ser considerada como uma Campanha de Segurança e tendo por finalidade a divulgação dos conhecimentos de Segurança e Saúde no Trabalho.

A SIPAT, deve ter como objetivo o desenvolvimento e a conscientização da importância de se eliminar os acidentes do trabalho, criando uma visão vigilante nos colaboradores, para que os mesmos possam atuar de forma interativa, reconhecendo e corrigindo condições e práticas inseguras.

 

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Viação e Transportes aprova sinalização de fiscalização eletrônica

 

Fiscalização eletrônica

Proposta original, modificada, pretendia proibir os Detrans de terceirizar a instalação dos radares

A Comissão de Viação e Transportes aprovou na quarta-feira (25) proposta que obriga os órgãos de trânsito a sinalizar a presença de aparelho eletrônico de fiscalização de trânsito. Pelo texto, a medida vale para equipamentos de tipo fixo, móvel, estático e portátil, além de barreiras eletrônicas ou similares.

Foi aprovado substitutivo do relator, deputado Hugo Leal (PSC-RJ), elaborado a partir do Projeto de Lei 2626/11, do deputado Antonio Bulhões (PRB-SP). Esse texto tem análise conjunta com o PL 992/11, do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que foi rejeitado.

A proposta original proíbe os Detrans de terceirizar a instalação e a operação de radares de trânsito e outros meios tecnologicamente disponíveis para aferir infrações, inclusive bafômetros. A medida também é prevista no projeto acolhido, mas foi retirada do substitutivo.

Autonomia municipal

De acordo com Hugo Leal, embora não esteja expresso na legislação, presume-se que o município possa exercer diretamente ou delegar, mediante licitação, a organização do trânsito local. Segundo afirma, “a Carta Política de 1988, prevê ambas as formas de prestação de qualquer serviço público no território brasileiro”.

Diante desse argumento, o relator também rejeitou os projetos 4683/12, do deputado Jorge Corte Real (PTB-PE), e 5311/13, do deputado Júlio Campos (DEM-MT). Ambos proíbem a terceirização da instalação e operação de equipamentos eletrônicos de fiscalização de trânsito.

Tramitação

A proposta segue para análise conclusiva da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Com informações da Agência Câmara

Fonte: https://www.facebook.com/portal.transito?hc_location=stream

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