Arquivos para julho de 2013

Clubinho Honda – Segurança no Trânsito

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Massagem cardíaca é mais eficaz sem respiração boca a boca

No estudo, a taxa de sobrevivência com alta hospitalar foi de 13,3% para quem obteve apenas a massagem cardíaca.

Stockbyte/Thinkstock

Massagem cardíaca

A massagem cardíaca realizada durante um ataque do coração é mais eficiente sem a respiração boca a boca, revela um estudo publicado nesta terça-feira pelo Journal of the American Medical Association (JAMA). Nos Estados Unidos, cerca de 300.000 ataques cardíacos acontecem todos os anos longe dos centros médicos.

As possibilidades de sobrevivência podem ser significativamente melhoradas com a reanimação cardiopulmonar (RCP), e a massagem cardíaca deve ser realizada sem a respiração boca a boca, porque isto aumenta as chances da vítima, destaca o estudo. A conclusão faz parte de um programa iniciado no Arizona, em 2005, com o objetivo de melhorar as chances de sobrevivência das vítimas de ataque cardíaco. “Este programa analisou a ação de pessoas comuns e de membros dos serviços de emergência médica e concluiu que é preferível limitar as interrupções (necessárias para se realizar o boca a boca) durante as compressões no peito”.

O estudo foi realizado entre janeiro de 2005 e dezembro de 2009, com 4.415 pessoas com ao menos 18 anos, que sofreram ataque cardíaco longe do hospital. Deste total, 2.900 (65,6%) não receberam qualquer auxílio durante o ataque, 666 (15,1%) foram submetidos à RCP convencional e 849 (19,2%), apenas à massagem cardíaca. A taxa de sobrevivência com alta hospitalar foi de 5,2% para quem não recebeu RCP, de 7,8% para os submetidos à RCP convencional (com respiração boca a boca) e de 13,3% para quem obteve apenas massagem cardíaca.

(Com agência France Presse)

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/massagem-cardiaca-e-mais-eficaz-sem-respiracao-boca-a-boca

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Trânsito Legal – Mobilidade urbana – Educação

Quatro comerciais da campanha de utilidade pública para educação no trânsito: “Velocidade”, “Vagas exclusivas”, “Cruzamento”, “Fila dupla”

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Como e em que situações acionar o DPVAT?

O DPVAT é o seguro obrigatório pago todos os anos por proprietários de veículos. Sempre que alguém paga pelo licenciamento e o seguro, uma parte desse recurso é destinada a um fundo, de onde são deduzidas as indenizações a vítimas de acidentes de trânsito.De acordo com a tabela do DPVAT, o teto da indenização é de R$ 13,5 mil para morte ou invalidez permanente. Já as despesas médicas e hospitalares são cobertas em até R$ 2,7 mil por vítima. As indenizações são pagas de acordo com a gravidade das vítimas de acidente, após avaliação de peritos. Não é preciso contratar ninguém para receber o seguro, a solicitação é feita sem intermediários.

Documentos necessários

Para ter acesso a indenização é indispensável a apresentação do registro do acidente emitido por um órgão policial competente. O registro também é chamado de boletim de ocorrência ou B.O. O prazo para pedir a indenização é de até 3 anos a partir da data em que o acidente aconteceu. Mesmo que a vítima não seja dona do veículo envolvido ou não saiba o número da placa do veículo que a atingiu, é possível registrar o boletim com base nas informações de testemunhas.
O laudo do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Emergência (SAMU, SIATE ou equivalente) e do médico que prestou socorro também são documentos importantes pra provar que aquelas lesões foram provocadas por um acidente de trânsito. Outros documentos requeridos: cópia do prontuário do hospital ou do posto de saúde; cópias das receitas médicas para comprovar gastos com medicamentos; laudo médico comprovando invalidez parcial ou total; atestado de óbito, em caso de morte.

A indenização, através do DPVAT, é feita em até 30 dias. O dinheiro do DPVAT é depositado direto na conta da vítima ou de herdeiros. Não é permitido fornecer procuração para outra pessoa receber no lugar da vítima. Só tem direito quem teve ferimentos que exigiram atendimento médico ou internação.

Fonte: Portal do Trânsito

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DECADA DE AÇÕES PELA SEGURANÇA NO TRÃNSITO 2011/2020.

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Carreta explode na Rio-Bahia e motorista morre carbonizado

Trecho conhecido por este tipo de acidente registra mais um tombamento seguido de explosão com vítima fatal

Mais uma vez a história se repete na Rodovia BR116, a Rio-Bahia, e outra vítima fatal acaba sendo registrada depois que uma carreta carregada de combustível tombou e em seguida explodiu no quilômetro 29, na localidade conhecida como Andradas. O motorista não conseguiu escapar e morreu carbonizado na cabine do veículo. A carga espalhou-se pela estrada e pelo acostamento e as chamas acompanharam esse percurso destruindo também boa parte da vegetação ao redor.
O corpo de Bombeiros teve muito trabalho para realizar o rescaldo do entorno do acidente e muito material ficou espalhado na pista, fato que ocasionou o fechamento da estrada para o trabalho de limpeza. A carreta carregada de combustível tombou depois que o motorista perdeu o controle em uma curva acentuada. O tanque se desprendeu da carreta e na queda acabou se partindo e ocasionando o derramamento do combustível. O líquido rapidamente se espalhou e com as chamas provocadas pelo acidente uma forte explosão ocorreu inflamando o veículo, o tanque e a carga que se espalhou na queda. O motorista não teve tempo de reação e provavelmente, segundo os bombeiros, deveria estar inconsciente devido o impacto da colisão.

O motorista não conseguiu escapar e morreu carbonizado na cabine do veículo

Recorrente

Outros acidentes do tipo foram registrados ao longo da Estrada Rio-Bahia nos últimos anos. Em maio de 2012, o fato aconteceu no quilômetro 54, próximo a entrada do município de São José do Vale do Rio Preto. A carreta Volvo placa CZC 1103, da empresa Gigante Distribuidora, carregada de combustível, tombou depois que o motorista perdeu o controle em uma curva acentuada no sentido Rio de Janeiro. Quando o veículo caiu da BR-116 para a RJ-134, alguns metros abaixo, explodiu. Não houve tempo para resgatar o motorista Valdinei Rodrigues Medeiros, de 42 anos, que não conseguiu sair da cabine. Ele viajava sozinho. Equipes de resgate da Concessionária Rio-Teresópolis e o Corpo de Bombeiros foram acionadas para controlar as chamas na carreta de combustível bitrem, carregada com cerca de 50 mil litros de álcool. As chamas chegaram a cerca de 30 metros de altura, atingiram a rede elétrica e puderam ser vistas de uma longa distância. Funcionários da Ampla tiveram que trocar a fiação e agentes do Instituto Estadual do Meio Ambiente (Inea) estiveram no local avaliando os estragos na vegetação. O acesso ao município vizinho ficou fechado por diversas horas. Em 22 de junho de 2010, o acidente aconteceu na altura de Providência, km 63, onde uma carreta carregada de combustível tombou e explodiu. O motorista, Alessandro Azevedo, residente em Campos dos Goytacazes, conseguiu sair do veículo logo após o tombamento e sair do local antes da explosão. O fogo tomou grande parte da pista por causa do vazamento de combustível. Além disso, parte do líquido pode ter escorrido para o Rio Paquequer. O acidente aconteceu em uma curva. O Corpo de Bombeiros foi acionado e conteve as chamas, mas o veículo de carga ficou completamente destruído. O trânsito ficou interrompido por um grande período, em ambos os sentidos.

Fonte: http://netdiario.com.br/carreta-explode-na-rio-bahia-e-motorista-morre-carbonizado/

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Professora morre em acidente na Rio-Bahia

Após o impacto com um Tiguan, o carro de Paula Medeiros foi jogado no acostamento

Após colisão veículo foi jogado em canaleta e ficou completamente destruído

A professora Paula Medeiros Barros Vieira, 33, faleceu no início da tarde desta terça-feira, por volta das 14h, após uma grave colisão no km 88 da Estrada Rio-Bahia, trecho entre os bairros do Soberbo e Vale da Revolta. De acordo com o laudo da perícia, um utilitário modelo Tiguan aquaplanou e ficou sem controle, causando o impacto com o Gol conduzido por ela. As imagens chocam, já que o veículo dirigido pela professora, que caiu em uma das canaletas da rodovia, se reduziu a um amontoado de ferro retorcido dada a violência da batida. Paula era moradora de Guapimirim, na Baixada Fluminense, mas lecionava filosofia na Escola Manoel José Fernandes, no Jardim Meudon.
De acordo com informações colhidas no local, Paula seguia sentido Além Paraíba quando o motorista do Tiguan branco placa KWK 4305 perdeu o controle após uma aquaplanagem (fenômeno que ocorre quando, ao passar sobre algum tipo de fluido, normalmente água, os pneus perdem o contato com a pista, deixando o carro temporariamente sem controle) e atingiu o carro da vítima, que foi projetado para o canto da pista ao lado do acostamento, parando dentro de uma canaleta. A violência da batida foi tão grande, que o Gol verde ficou completamente destruído.

Paula Medeiros de Barros Vieira, de 33 anos, era professora da rede municipal

Presa nas ferragens

Paula morreu na hora e o corpo da professora ficou preso nas ferragens. Os bombeiros levaram cerca de duas horas para conseguir retirar a vítima de dentro do veículo por conta das condições do carro, tendo que cortar o teto do VW.
O Tiguan tinha ao volante o veterinário Clóvis Barros, de 49 anos. Por conta do porte do carro, um utilitário com uma estrutura de segurança diferenciada, o condutor sofreu ferimentos leves, mas foi encaminhado ao hospital. Em comparação ao estado do Gol, o Tiguan teve poucas avarias, apenas em parte do capô e no parachoques. Paula foi aprovada no concurso municipal de 2011, e lecionava na cadeira de filosofia. Além de ser professora na escola municipal em Teresópolis, ela tinha matrícula na rede estadual.
No final da tarde de ontem, a Assessoria de Comunicação da Prefeitura emitiu nota de pesar devido ao falecimento da servidora pública. “O Prefeito Arlei e o Secretário Leonardo Vasconcellos se solidarizam com a família, amigos, colegas e alunos, desejando que tenham o merecido conforto para superar a dor da perda”, diz o texto.
Trecho perigoso
O trecho onde Paula bateu é conhecido pela recorrência de acidentes, por ter diversas curvas, declives e tráfego intenso de veículos de carga pesada. Nos últimos anos, dezenas de casos, principalmente envolvendo carretas carregadas, foram registrados entre os quilômetros 65 e 58 da BR 116. Recentemente, O DIÁRIO percorreu esse trecho, constatando que várias partes com declives e curvas fortes, em ambos os sentidos, acabam contribuindo para o número de tombamentos.

Fonte: http://netdiario.com.br/professora-morre-em-acidente-na-rio-bahia/

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Princípios da direção defensiva

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 90% dos acidentes de trânsito são causados por falha humana – 6% são por questões relacionadas à estrada e 4% por falhas mecânicas. No que tange aos motoristas, são três os principais problemas: imprudência, quando alguma regra é conscientemente quebrada; negligência, quando não há cuidado no cumprimento das normas; e imperícia, ou seja, falta da habilidade necessária à condução do veículo.

Para evitar os acidentes causados pelo homem foi formulada a direção defensiva, conjunto de recomendações de segurança que deve ser repassado a todos os motoristas durante as aulas na autoescola ou na renovação da Carteira Nacional de Habilitação.

As aulas de direção defensiva dividem-se em seis grandes assuntos

 

1. Dirigir com excesso ou escassez de luz

– em caso de via escura, o motorista pode se guiar pela faixa branca na lateral da pista;
– é preciso cuidado com o farol alto, que ofusca o motorista na via de sentido oposto. O indicado é baixar a luz quando outro veículo se aproximar na pista contrária;
– o farol alto também pode cegar temporariamente o carro da frente, quando a luz incide no retrovisor. Nesses casos, também é aconselhável diminuir o farol quando atrás de outro veículo no mesmo sentido;
– é indicado, sempre que possível, trafegar com luz baixa.

2. Dirigir em condições adversas de tempo

– neblina – diminui a visibilidade. Recomenda-se ligar o farolete ou os ou faróis baixos e só parar em locais com acostamento, sinalizando com o pisca;
– chuvas – a pista molhada diminui a aderência entre os pneus e o solo, o que pode gerar a aquaplanagem e perda de controle. Diminua a velocidade e freie com cuidado;
– granizo – como em outros casos de baixa visibilidade, o ideal é manter distância do carro da frente e ir devagar;
– vento – se o vento estiver transversal, a recomendação é abrir as janelas; se vier de frente, aconselha-se diminuir a velocidade. Atenção com objetos que podem ser arremessados contra os vidros.

3. Cuidado com a situação das estradas

– em caso de problemas na conservação das pistas, é indicado adequar a velocidade às condições observadas;
– recomenda-se atenção a desvios, trechos em meia pista ou sem acostamento;
– em vias sem sinalização, atenção redobrada;
– definir o trajeto antecipadamente é uma forma de evitar conversões bruscas e velocidades abaixo das mínimas ao se procurar um endereço;
– em descidas, a indicação é usar o freio rápida e suavemente, e manter-se com a marcha engatada (em vez de fazer “banguela”).

4. Cuidados com o veículo

– fazer a manutenção periódica do veículo é uma das medidas preventivas – pneus (calibragem e desgaste), limpador de para-brisas, quantidade de combustível, nível do óleo, condições das pastilhas de freio e funcionamento do motor são alguns dos itens que devem ser periodicamente checados.

5. Condições do motorista

– fatores físicos como cansaço, visão ou audição comprometidas diminuem a atenção e aumentam os riscos de acidente;
– comer demais ou deixar de se alimentar são atitudes que geram reflexos físicos não aconselháveis a um condutor;
– fatores emocionais e psicológicos – nervosismo, tensão, inexperiência, excitação ou tristeza – também fazem o motorista perder o foco;
– dirigir com sono, embrigado ou sobre efeito de substâncias tóxicas (remédios ou drogas) também não é aconselhável.

6. Como evitar colisões

– manter distância do carro da frente, para dar espaço a reações bruscas, em caso de atitudes inadvertidas do outro motorista;
– sinalizar corretamente as conversões;
– em cruzamentos não sinalizados, o veículo na via da direita tem preferência; se houver placa de “dê a preferência”,vale a placa;
– quando em marcha ré, retroceder devagar e sempre observando os dois espelhos;
– Direção e celular não combinam: além de ser contra a lei atender ligações ao volante, o telefone desvia a atenção do condutor;

– da percepção do problema à reação por parte do motorista passam-se, pelo menos, dois segundos. Para medir esse intervalo, marque um ponto X e conte “três mil e um, três mil e dois” entre o instante em que o carro da frente passa pelo ponto e o em que o próprio carro passa por ali; se o veículo de trás cruzar o ponto antes dos dois segundos, é porque a distância está pequena.

Fontes: manual da Autoescola Atlântica e Detran-RJ

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