Arquivos para junho de 2013

Final de semana com seis feridos em acidentes de trânsito na cidade de Teresópolis – RJ

Motorista do caminhão alegou ter freado para evitar atropelamento de pedestres

Na entrada da Ermitage, motorista freou para não atropelar dois e acabou causando colisão

 No último fim de semana, mais seis pessoas ficaram feridas e precisaram de atendimento médico no pronto socorro do Hospital das Clínicas após sofrerem acidentes de trânsito em Teresópolis. Três deles envolveram motocicletas, tipo de colisão com grande número de ocorrências – principalmente as mais graves – no município.
Na noite de sexta-feira, uma jovem ficou ferida quando conduzia sua moto, uma Honda Biz de cor preta, pela Rua Tenente Luís Meirelles. Quando passava em frente a Unidade de Pronto Atendimento, foi surpreendida pelo condutor de um veículo de passeio, um GM Corsa, que atravessou a pista para entrar no pátio do posto de atendimento médico. Como resultado, a jovem bateu na lateral do carro e caiu na pista, ficando levemente ferida. Apesar da proximidade com a UPA, foi acionada uma ambulância do Corpo de Bombeiros para prestar o atendimento e encaminhá-la para o HCT.

Na final da manhã de sábado, na Avenida Oliveira Botelho, no Alto, mais uma colisão envolvendo moto e carro. Bateram em frente a um supermercado um Corsa de cor vinho, placa de Teresópolis, e uma Honda CG Sport preta, placa LQR-1218. Uma pessoa que estava na motocicleta ficou levemente ferida, sendo medicada pela equipe médica do 16º GBM e levada para o hospital referência em acidentes de trânsito no município.

Condutora de Honda Biz caiu em frente a UPA, após colisão, mas foi levada para o HCT

Próximo ao posto de gasolina

No início da tarde do mesmo dia, o acidente aconteceu na Rua José Manoel Lebrão, cruzamento com a Avenida Delfim Moreira, próximo a um posto de gasolina, na entrada dos bairros Vale do Paraíso e Ermitage. O Voyage verde placa LJU-5023, dirgido por Ary Pereira, morador da Rua Eunice Pereira de Lima, Ermitage, bateu violentamente na traseira no Caminhão Volskwagem vermelho que era conduzido por Olympio do Patrocínio Filho, 49, morador do município de Petrópolis.
Além do motorista do veículo, ficou levemente ferida Daniela Ramos Pereira, 27, que também estava no Voyage. Ela relatou a polícia que trafegavam pela rua Manoel Jose Lebrão quando, de forma inesperada, o caminhão que seguia na frente parou, fazendo com que o veículo de seu pai batesse na sua traseira. Com a batida, bateu com seu rosto no vidro carro e seu pai com a cabeça. O motorista do veículo foi levado para o HCT e permaneceu internado em observação.
O condutor do caminhão relatou que duas pessoas aparentemente embriagadas começaram a atravessar a via e ao perceber que cruzariam a sua frente, acionou os freios para não atingi-los. Em seguida, sentiu um impacto na parte de trás do caminhão e constatou que um veículo havia colidido com ele. O caso foi registrado pelas polícias Militar e Civil.
Também no sábado, dois menores ficaram feridos. Um adolescente de 16 anos conduzia uma Honda CG de cor azul e atingiu um ciclista na Rua Melvin Jones, em frente ao Centro Comercial do Meudon. A vítima é um menino de 11 anos, que estava em uma bicicleta. Eles foram socorridos por populares e levados para o pronto socorro. O menor alegou que a moto era emprestada de um amigo.

Fonte: http://netdiario.com.br/seis-feridos-em-acidentes-de-transito/

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Inmetro terá laboratório para testes de colisão de veículos

O Brasil vai ter seu primeiro centro para testes de colisão de veículos independente das montadoras. O laboratório será construído nas dependências do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), em Duque de Caxias (RJ). Antes de serem homologados, automóveis vendidos no País terão de passar pelos chamados “crash test” para verificação de níveis de segurança. Também serão realizados exames de emissões de poluentes.

Para o início das operações, serão necessários aportes de cerca de R$ 100 milhões. O Governo vai assumir os custos, que devem entrar no Orçamento da União em 2014, mas não descarta a participação da iniciativa privada. A previsão é de que os testes no centro comecem até 2017, ano em que os novos carros passam a cumprir as normas do programa Inovar-Auto. Entre elas está a redução mínima de 12% nas emissões de poluentes em relação aos níveis atuais. O não cumprimento levará o fabricante a recolher 30 pontos extras de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de seu produto.

Queremos colocar a indústria automobilística brasileira na rota da competitividade internacional”, diz Otávio Camargo, diretor da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que vai coordenar a criação do Centro de Tecnologia Automotiva Inmetro.

A confirmação do laboratório ocorre algumas semanas após a publicação, pela agência internacional Associated Press, de longa reportagem que chamava os carros brasileiros de “mortais”. O texto relaciona a falta de segurança dos veículos nacionais ao número de acidentes de trânsito no País, um dos mais elevados do mundo.

O artigo tem como base resultados de testes de colisão de veículos produzidos ou vendidos no Brasil feitos pela Latin NCAP, entidade independente com unidades em diversos países. Questionado pelas montadoras brasileiras por usar critérios e modelos supostamente diferentes, os resultados dos testes – alguns feitos em 2010 – mostram que os carros brasileiros são menos seguros que os europeus.

As pontuações mais baixas do teste vão para modelos sem air bag e ABS, itens que passam a ser obrigatórios em todos os novos carros a partir de 2014.

Fonte: O povo.com.br

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A cada 20 minutos, um acidente com vítima nas ruas do Rio.

Em 2012, foram 22 mil casos de colisões, atropelamentos, capotamentos e quedas de motos
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Fábio Vasconcellos (Email · Facebook · Twitter)
Publicado: 9/06/13 – 7h00
André, Luís e Lêda: vítimas do trânsito nas ruas cariocas Pedro Kirilos / O Globo

RIO – O primeiro sinal de que algo mais grave havia acontecido veio em segundos. Estirado sobre a calçada, André tenta se levantar, mas não sente as mãos. Instintivamente, procura movimentar as pernas. Elas não respondem. O sentimento de impotência se mistura à ausência de dores. Ele pensa que todo o corpo abaixo do pescoço fora decepado. Impaciente, grita pelo amigo, que levava na garupa da moto, e pede que aperte suas pernas, seus braços, suas mãos. Quer ter certeza de que eles estão ali. Eles estavam, mas não atendiam mais a qualquer comando do cérebro. Diagnóstico: lesão da medula. Efeito: perda parcial dos movimentos dos membros superiores e inferiores.

André Luiz de Castro tinha apenas 22 anos quando bateu com a sua moto na lateral de um carro, numa rua de Rocha Miranda, em 2005. Estava sem capacete, em alta velocidade e não teve tempo de frear. Na colisão, seu corpo foi lançado a cerca de oito metros. Até o ano passado, o motociclista vivia praticamente trancado dentro de casa. Em depressão, achava que a vida tinha acabado ali. Pensou em suicídio, mas desistiu. Pediu para que a mulher o abandonasse. Ela não aceitou.

O drama vivido por esse ex-motociclista e seus familiares faz parte de uma rotina no Rio. A cada 20 minutos, ocorre um acidente com vítima na cidade. Em 2012, segundo dados dos bombeiros, batemos um recorde trágico dos últimos cinco anos. Foram 22 mil casos de colisões, atropelamentos, capotamentos e quedas de motos. Um aumento de 62% quando comparado com 2007, e tudo isso em plena campanha mundial, lançada pela ONU, pela redução no número de acidentes até 2020.

Passei sete anos em profunda crise. Para mim, estava tudo acabado. Mas, em 2009, nasceu o meu filho. Ano passado, ele começou a me chamar para sair para brincar numa pracinha perto de casa. Eu não queria aparecer na rua de cadeiras de rodas, mas a insistência dele me sensibilizou. Decidi, então, buscar tratamento — revela André, que faz reabilitação na Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR).

Atropelamentos são 22% dos casos

Na maioria das vezes, os acidentes com vítimas não letais, numa grande metrópole como o Rio, chama pouca atenção, mas eles representam um contingente expressivo de pessoas. Foram 24 mil feridos no ano passado que tiveram que enfrentar as emergências dos hospitais, mesas de cirurgias, dias e meses sem poder trabalhar ou fazer atividades simples do dia a dia. Muitos conviveram com sequelas temporárias, outros tiveram que reaprender a viver por conta das lesões definitivas.

Para entender essa tragédia carioca, O GLOBO começa hoje a série “Mutilados de uma outra guerra”. A partir da tabulação dos microdados de mais de 26 mil acidentes ocorridos em dez meses entre 2011 e 2012, o jornal identificou as ruas e avenidas, os dias e as horas de maior incidência de colisões e atropelamentos, além de algumas das características das vítimas.

Os dados revelam que 58% dos acidentes são resultados de colisões, seguido de atropelamentos (22%), quedas de moto (13%), capotamentos (4,7%) e quedas de bicicleta (1,6%). Entre as vítimas, a maioria é de homens (69%). Cerca de 50% dos feridos são os próprios condutores de veículos e motos. Os pedestres e os passageiros traseiros correspondem, cada um, a 19% das vítimas. A faixa etária das vítimas vai de 17 a 35 anos (52%)

Durante 20 dias, a equipe de reportagem foi às principais ruas tentar identificar possíveis causas, entrevistar vítimas e acompanhar o trabalho dos bombeiros. Também ouviu especialistas em trânsito e médicos. Todos apontam o início das operações da Lei Seca como uma medida importante adotada pelo governo estadual, mas reconhecem que ainda há muito a ser feito para inibir as outras ocorrências que não envolvem o consumo de álcool.

No comparativo com 2009, quando a Lei Seca começa, o aumento do número de acidentes na capital é de fato um pouco menor: 22%. Esse crescimento ocorreu em paralelo a uma queda expressiva do número de mortos naquele ano em todo o estado (-13,8%). Mas os índices voltaram a subir a partir de 2010 e mantiveram essa tendência em 2011, segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP). Na capital, foram 679 mortes causadas por acidentes de trânsito em 2010, e 691 no ano seguinte (aumento de 1,7%). O ISP também confirma a tendência de alta dos acidentes sem vítimas fatais.

A meu ver, o aumento do número total de acidentes, como indica os bombeiros, tem relação com o número de motociclistas envolvidos em acidentes. Muitos não bebem quando pilotam uma moto, porque, se fazem isso, perdem o equilíbrio e caem. Portanto, a Lei Seca não pega esse grupo, mas o dos motoristas de carros. Temos notado queda no número de mortos e feridos entre os motoristas, mas um aumento constante de vítimas motociclistas — diz o diretor do Hospital Miguel Couto, Luiz Alexandre Essinger.

Coordenador da Lei Seca, o major Marco Andrade, aponta a falta de comprometimento de muitos motoristas e de pedestres com as regras do trânsito com uma das principais causas.

Para ele, o aumento do número de acidentes se explica também pelo crescimento da frota na cidade. Entre 2007 e 2012 foi de 27%. A frota de motos, contudo, apresentou aumento mais expressivo (63%), enquanto a de automóveis um pouco menor (21%).

Falta uma maior conscientização dos condutores e pedestres, sem dúvida. O número de atropelamentos, por exemplo, sempre chama atenção em relação ao demais. É claro que há atropelamentos por imprudência do motorista, mas existem muitos por conta também da imprudência dos pedestres. A nossa legislação, infelizmente, não pune os pedestres e isso contribui para a manutenção desses índices. Por outro lado, temos visto um crescimento expressivo da frota, especialmente de motos. Isso tudo explica o aumento do número de acidentes. O poder público está fazendo a sua parte, mas a sociedade também precisa se envolver nessa questão — ressalta Andrade.

Atropelada na calçada

Com o foco das campanhas nos condutores que dirigem depois de beber, os acidentes motivados por imperícia ou imprudência continuam acontecendo. Morador do Centro, Luiz Eduardo Silva, 26 anos, teve apenas alguns segundos para tirar a filha, de apenas 4 anos, da rota de um carro, que acabara de colidir com um ônibus na Avenida Presidente Vargas, no dia 14 de dezembro passado. Eduardo, que estava de bicicleta, salvou a filha, mas foi imprensado pelo carro contra o meio fio. Teve parte da perna direita amputada.

Quando caí, vi que tinha perdido o meu pé. A minha filha chorava muito me vendo naquela situação. Uma mulher fechou os olhos dela para que não sofresse tanto — relembra Eduardo.

A violência do trânsito faz vítimas mesmo nas calçadas, espaço reservado para pedestres. Lêda Rúbia Martins, de 34 anos, foi atropelada por um ônibus, em Irajá, no dia 30 de março do ano passado. Ela tinha saído de casa para pegar a filha na escola, mas foi surpreendida por um motorista de ônibus, que perdera a direção do veículo. Presa contra um poste, foi ela quem começou a bater no parabrisa do ônibus para alertar o motorista:

Acho que o motorista não viu que tinha uma pessoa ali. Eu batia e gritava no vidro. Algumas pessoas na rua também começaram a gritar para que ele tirasse o ônibus. Entrei em desespero quando vi a minha perna. Fui levada para o hospital, onde os médicos tentaram reimplantar. Mas não deu certo.

Roleta-russa em 20 ruas

Um mês após começar a andar de bicicleta por recomendação médica, Manoel Venâncio Filho, de 54 anos, viu que trafegar pela Avenida Brasil não era nada seguro. Numa manhã, um caminhão passou tão perto que uma corrente fixada na lateral do veículo atingiu sua bicicleta. Manoel nada sofreu, mas, inexplicavelmente, manteve a rotina. Todos os dias acordava às 6h e pedalava até o trabalho. Tudo foi interrompido no dia 22 de agosto passado, ao ser atropelado por um ônibus, na altura de Bangu. O impacto no lado esquerdo do corpo foi tão forte que provocou fraturas no ombro, nas costas e uma grave lesão numa das pernas.

No hospital, Manoel foi informado pela equipe médica de que parte da perna esquerda teria que ser amputada. As dores eram tão intensas que ele aprovou imediatamente o procedimento, sem comunicar à família porque não queria que o vissem “naquela situação”.

Mesmo quando soube do que aconteceu, o meu filho, de 14 anos, não queria me ver. Achava que eu estava completamente desfigurado. Tirei uma foto do celular para provar que eu já estava melhor — lembra Manoel, que hoje, em tratamento no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), reconhece ter sido imprudente ao escolher trafegar pela Avenida Brasil.

Avenida Brasil: 12% das ocorrências

De fato, a avenida que corta o município é uma das mais perigosas vias da cidade. Ela faz parte do grupo de 20 ruas do Rio que concentram cerca de 40% dos registros de acidentes, conforme as tabulações feitas pelo GLOBO, com base nos microdados do Corpo de Bombeiros. Entre as mais de 2,3 mil ruas do banco de dados, a Avenida Brasil concentra sozinha 12% das ocorrências (2.097). A Avenida das Américas vem logo em seguida, com 6% (1.000).

A Brasil tem uma grande extensão (são cerca de 58 quilômetros) e um volume de tráfego muito intenso. Há trechos sem sinalização adequada, com excesso de velocidade e também imprudência de pedestres e motociclistas — observa Alexandre Rojas, professor da Uerj e especialista em engenharia de tráfego.

Entre todos os acidentes que ocorrem na Avenida Brasil, o percentual de colisões chega a 69% dos casos. Embora muito alto, o índice é menor quando comparado com o registrado nas outras ruas. Na Estrada do Mendanha, em Campo Grande, o percentual desse tipo de acidente chegou 81%. Ou seja, entre as cem ocorrências registradas nessa via, a maioria foi de colisões envolvendo automóveis, motos, caminhões e bicicletas. Com relação aos atropelamentos, as avenidas Presidente Vargas (38%) e Dom Hélder Câmara (34%), e a Estrada dos Bandeirantes (28%) apresentam os maiores percentuais entre os acidentes ocorridos em cada uma das vias.

A Avenida Menezes Cortes, também conhecida como Estrada Grajaú-Jacarepaguá, registrou 91 acidentes com vítimas, dos quais 34% foram de capotamentos, o maior percentual entre as ruas mais perigosas da cidade.

Para entender o que ocorre nessas 20 vias, O GLOBO percorreu esses trechos, ouviu especialistas e moradores. Não foi difícil encontrar um festival de imprudências praticadas por motoristas, pedestres e motociclistas. Na Avenida Pastor Martin Luther King, além do excesso de velocidade, motociclistas trafegam na contramão. Na Avenidas das Américas, mais excesso de velocidade e imprudência. Os pedestres e ciclistas ainda se arriscam andando na pista exclusiva do BRT.

Acho a Avenida das Américas perigosa. Há muitos acidentes aqui e grande parte deles por conta da falta de atenção dos pedestres — avalia José Emílio Paiva, de 50 anos, que trabalha no comércio às margens da avenida.

O professor da Coppe/UFRJ Paulo Cezar Ribeiro foi com a equipe do jornal a algumas ruas e identificou problemas. Para ele, o esquema montado pela prefeitura, com a instalação de grades na Presidente Vargas, na altura da Central do Brasil, deveria ser revista, já que muitos pedestres ignoram esses bloqueios. O mesmo tem ocorrido na Avenida Francisco Bicalho.

Seria necessário rever alguns pontos na Francisco Bicalho. Embaixo da passagem da linha férrea, por exemplo, há um fluxo de pessoas que descem dos ônibus que vêm da Zona Sul pelo Túnel Rebouças. Elas acabam atravessando ali porque estão acostumadas a fazer isso. Será que esse ponto de ônibus não poderia ser mudado? Há ainda uma antiga passarela no nível da Francisco Bicalho. Quem pula as grades pode atravessar a rua porque essa passagem foi mantida — observa.

Mas há ainda casos de má sinalização e de problemas até mesmo de espaço para os pedestres caminharem. Na Rua Francisco Xavier, na Tijuca, na altura do número 591, a calçada tem menos de 50 centímetros de largura. Como não há espaço para todos, muitos pedestres caminham pela pista dos carros. Já na Estrada dos Bandeirantes, as ciclovias estão ocupadas por postes de luz.

O problema das calçadas estreitas se repete na Avenida Dom Hélder Câmara, onde elas viram estacionamento de veículos. Outro obstáculo é o desnível no asfalto, que provoca quedas de motociclistas e pedestres.

A Dom Hélder Câmara tem um comércio intenso. Há shoppings, igrejas e escolas, que atraem as pessoas. Por outro lado, é uma importante via de ligação da cidade. Tudo isso, somado à imprudência, resulta num maior número de acidentes — diz Alexandre Rojas.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/a-cada-20-minutos-um-acidente-com-vitima-nas-ruas-do-rio-8632198#ixzz2VjV8xK5K

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Campanha Think – Londres – Muito Criativa.

O Departamento de Transporte de Londres resolveu assustar alguns homens no banheiro de um bar na cidade.

Como parte da campanha Think, que tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre os perigos de beber e dirigir, foi instalado um espelho falso que simula o pára-brisa de um carro na hora de uma batida.

Intitulada de #PubLooShocker, a ação foi criada pela agência Leo Burnett, que ainda colocou um manequim atrás do espelho para simular a vítima e o horror que é o momento de um acidente.

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Funcionário de posto morre em grave acidente na RJ 130

“Kiko”, de 26 anos, seguia sentido Friburgo quando sofreu o acidente

Motorista fez ultrapassagem em local proibido e atingiu caminhão na RJ-130

Rodrigo Charles da Silva, 26, morador da localidade de Jardim Suspiro e funcionário de um posto de gasolina na localidade de Albuquerque, morreu vítima de grave acidente de trânsito no quilômetro 03 da Estrada Teresópolis-Friburgo, no Vale Feliz, no final da tarde desta terça-feira. Ele conduzia o Gol preto placa KZS-6836 e, após ultrapassagem em local proibido, esbarrou em um veículo que seguia no mesmo sentido e depois violentamente contra um caminhão F-350 de cor branca, que vinha na pista oposta.

A violência do impacto foi tanta que o VW dirigido por Rodrigo, que era conhecido como “Kiko”, ficou completamente destruído. Para poder prestar atendimento médico, os Bombeiros tiveram que retirar a porta do lado do motorista. Ele chegou a ser levado para o Hospital das Clínicas, mas faleceu pouco tempo depois de dar entrada no pronto socorro.
Em depoimento no cartório da Polícia Civil, o motorista do primeiro veículo atingido, um Hyunday Ix35, relatou que seguia sentido Nova Friburgo quando avistou o Gol ultrapassando em alta velocidade, atingindo a sua lateral, cruzando a faixa e atingindo o caminhão que seguia no sentido contrário. O motorista do veículo de carga, Hélio Ferreira, 54, morador de Duque de Caxias, contou que avistou o Gol cortando em alta velocidade e vindo na sua direção – não havendo tempo para evitar o acidente. O corpo de Rodrigo foi necropsiado no Instituto Médico Legal, que funciona no prédio da 110 DP, e liberado para sepultamento.

Violência do impacto foi tanta que carro de passeio ficou completamente destruído

CASOS PARECIDOS

Recentemente, foram registrados dois acidentes de trânsito por conta de ultrapassagem em locais com faixa contínua. Coincidentemente, os dois aconteceram no quilômetro 74 da Rio-Bahia, no Fischer. No domingo da semana passada, o condutor do Toyota Corolla branco placa LOT-3833, morador de São Pedro, ultrapassou a Fiat Uno prata KXR-5206 dentro da curva e com faixa contínua – e bateu de frente no Classic prata HFZ-0971, que seguia sentido Além Paraíba. Desgovernado, o Corolla atingiu ainda o veículo que ultrapassava.
Além do motorista do Toyota, ficaram feridos e foram levados para o Hospital das Clínicas Otávio Duarte, condutor da Uno, e duas passageiras da Fiat, Irma Paiva Teixeira, de 59 anos, e Ana Eliza Teixeira, 24, moradoras de Caratinga, Minas Gerais.
Cinco dias antes, dois veículos que seguiam sentido Centro foram atingidos violentamente por um Renault que seguia sentido Além Paraíba e, segundo testemunhas, teria invadido a pista contrária após fazer ultrapassagens, apesar de estar em um trecho de curva. Ezequiel de Lima Rabelo, 28, morador da localidade de Cruzeiro, estava na direção do primeiro carro atingido, o Chevette marrom placa LGZ-0059, e morreu pouco depois de dar entrada no Hospital das Clínicas.
O Renault Clio prata KZQ-6657 era dirigido por um morador da Barra, que, segundo registro policial, foi autuado por homicídio culposo – onde não há intenção de matar. O outro carro atingido, o Fusca branco KOV-0579, tinha ao volante Alencar Maciel Soares, de 20 anos. No carro, estava um garoto de dois anos. Além deles, também ficaram feridos e precisaram de atendimento médico Joseana de Lima Rabelo, 30, Daniela Oliveira Duarte, 29, e Julia Rabelo, de 10, que estavam no Chevette. A família que estava no Chevrolet marrom mora na localidade de Cruzeiro e estava a caminho do Centro para uma consulta médica.

Fonte: http://netdiario.com.br/funcionario-de-posto-morre-em-grave-acidente/

José Carlos dos Santos, mais conhecido como Cacau, tem mais de sete anos de reportagens em rádio e TV, sempre no setor policial, com boa entrada nas comunidades e com os policiais. Cacau tem participação em um quadro fixo no programa Diário da Manhã.

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Motoristas, a cantora Paula Fernandes tem um recado especial para vocês – Parada Pacto Nacional pela de Redução de Acidentes.

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Operação conjunta apreende carros e motos irregulares em Fragoso

Choque de Ordem em Fragoso - Foto Marcelo Dias (1)

No último final de semana a equipe de fiscalização apreendeu 47 motos e cinco carros na operação choque de ordem realizada em Fragoso, no 6º distrito.

O grupo formado por guardas municipais, fiscais do Transporte e policiais militares montaram um posto na localidade, onde verificaram documentos e transporte alternativo, por exemplo. A ação ocorreu na Estrada do Goiabal, em frente ao Ginásio Poliesportivo Renato Medeiros, via de acesso ao bairro Pau Grande.

Com o objetivo de coibir a circulação de veículos com documentação irregular, o transporte alternativo clandestino e carros de som fora dos padrões exigidos, “um local com grande movimentação, especialmente nos finais de semana, e também por ser acesso aos bairros de Raiz da Serra e Pau Grande”, declarou o secretário de Transportes, Edivar Tavares.

Assessoria de Comunicação 
Prefeitura Municipal de Magé

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Ônibus a pé: ONG CRIANÇA SEGURA promove programa inédito no Brasil de prevenção de atropelamentos de crianças

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Para marcar a Semana Mundial de Segurança Viária, que acontece de 6 a 12 de maio e promover a segurança da criança no caminho até a escola, a ONG CRIANÇA SEGURA lança no Brasil o Guia Ônibus a Pé. O sistema, também conhecido como Walking Bus, incentiva pais, familiares, responsáveis e voluntários a conduzir as crianças até a escola de maneira segura e alternativa.

Com a publicação, comunidades, escolas, instituições e órgãos públicos poderão aprender e estimular a adoção do sistema em suas comunidades. O Guia inclui orientações como: planejamento de trajetos e horários, controle de riscos do percurso, envolvimento das crianças, perfil e treinamentos dos voluntários que vão conduzir o grupo, etc.

Estudos mostram que os atropelamentos com crianças acontecem geralmente à tarde, no bairro de moradia, em dias úteis e vitimam meninos duas vezes mais que meninas com idade média de sete anos (Dr. Marcelo Alves, pesquisa de 2001, realizada em Curitiba/PR, de janeiro de 1995 a dezembro de 2000).

Um breve levantamento feito voluntariamente por mobilizadores da ONG CRIANÇA SEGURA, que envolveu 1.349 alunos de 7 a 13 anos de escolas em 16 municípios do Brasil, confirmou: 78% destas crianças já foram atropeladas pelo menos uma vez por bicicleta e 21% já foram atropeladas por veículos motorizados como ônibus, caminhões, carros e motos. A maior parte destas crianças confirmou que vai a pé para a escola (43%) sendo 65% acompanhadas, principalmente dos pais (46%).

O Guia Ônibus a Pé está disponível para download gratuito no site da CRIANÇA SEGURA. A Semana Mundial de Segurança Viária é uma iniciativa da Década de Ação para Segurança Viária 2011 – 2020 e terá a prevenção de atropelamentos como tema principal.

Links Úteis:

– Mais sobre o sistema Ônibus a Pé

– Acidentes de trânsito com crianças em números

– Atropelamentos: como evitar este acidente!

Fonte: http://criancasegura.org.br/profiles/blogs/onibus-a-pe-ong-crianca-segura-promove-programa-inedito-no-brasil

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Motorista embriagado se envolve em colisão

http://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2013/06/zacidente_1.jpg

Carro de passeio atingiu caminhão em curva na Rio-Bahia, com o impacto da colisão, parte da suspensão e o paralamas esquerdo foram arrancados e ficaram espalhados pela pista.

O condutor de um Ford Belina foi autuado em flagrante por embriaguez ao volante depois de se envolver em colisão no quilômetro 76 da Estrada Rio-Bahia, na Prata. Ele conduzia bateu na frente de um caminhão Ford Cargo que seguia em sentido contrário. Ninguém ficou ferido, mas devido as circunstâncias, o próprio motorista do carro de passeio poderia ter se machucado gravemente. Com o impacto da colisão, parte da suspensão e o paralamas esquerdo foram arrancados e ficaram espalhados pela pista.
O motorista do carro foi levado pela Polícia Rodoviária Federal para a delegacia e recebeu voz de prisão após o resultado do teste do bafômetro, mas não ficou preso porque pagou fiança. Em entrevista ao repórter José Carlos “Cacau”, o motorista da Belina confessou ter ingerido bebida alcóolica, mas alegou que o errado era o outro envolvido. “Rapaz, eu posso até estar (embriagado), mas estava subindo e o errado foi ele. Que bebi alguma coisa, bebi”, contou.
O motorista do Ford Cargo, que chegou a frear bruscamente e puxar para o acostamento para tentar evitar a colisão ficou revoltado com a situação. “Que susto… E o rapaz de fogo, alcoolizado. Tem que tomar a carteira para ele nunca mais dirigir na vida”, contou o motorista Renato, que seguia sozinho para o Espírito Santo.
CRÉDITO E LEGENDA

Felipe Faria

Fonte: http://netdiario.com.br/motorista-embriagado-se-envolve-em-colisao/

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Colisão frontal deixa três feridos na Rio-Bahia

http://netdiario.com.br/wp-content/uploads/2013/06/zcolisao_1.jpg

O local do acidente foi isolado pela Concessionária Rio-Teresópolis para o resgate às vítimas e para evitar outras colisões devido a pista ter ficado parcialmente fechada.

Veículos bateram em curva no quilômetro 62 da rodovia

Três pessoas ficaram feridas após mais uma colisão frontal de veículos na principal rodovia que corta o município, a Rio x Teresópolis x Além-Paraíba, no trecho da Rio-Bahia. O acidente aconteceu em uma curva forte no quilômetro 62, em Andradas, onde bateram de frente o Gol Preto placa LKX-1437 e a Fiat Fiorino branca KMF-2716. O motorista da pick-up furgão, Manoel Morelli, residente em São José do Vale do Rio Preto, foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e conduzido para o Hospital das Clínicas, onde ficou internado em observação.

Estavam no outro veículo William Maciel e a namorada Michele Preira, ambos residentes em Parada Modelo, Guapimirim, que tiveram apenas lesões leves. Porém, devido a susto causado pelo forte impacto da colisão, eles ficaram abalados emocionalmente e passaram um período em observação no hospital. O local do acidente foi isolado pela Concessionária Rio-Teresópolis para o resgate às vítimas e para evitar outras colisões devido a pista ter ficado parcialmente fechada.
No sábado, por volta das 11h, Gustavo Vargas, 40, morador de São Gonçalo, Baixada Fluminense, foi atropelada por um Polo de cor bege no quilômetro 47 da rodovia, em Serra do Capim, veículo que era conduzido por um morador de Leopoldina, Minas Gerais. A vítima foi levada para o HCT e internada.

Fonte: http://netdiario.com.br/colisao-frontal-deixa-tres-feridos-na-rio-bahia/

 

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