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Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trânsito

Hoje, dia 20, terceiro domingo de novembro, é celebrado o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2005. O objetivo da data é fazer com que a sociedade pare, pelo menos um dia por ano, para uma reflexão sobre os inúmeros problemas do trânsito, em todo o mundo, e ajude a pensar as possíveis soluções para se evitar novas vítimas de acidentes. O trânsito é hoje uma das três principais causas de morte entre pessoas de 5 e 44 anos, matando mais de 1,3 milhão de pessoas anualmente e deixando cerca de 20 a 50 milhões gravemente feridas.

“Este também é um dia para confortar quem já sofreu, e talvez sofra para sempre, as consequências materiais, sociais e principalmente emocionais com a perda de amigos e parentes no trânsito”,

A Década, instituída pela ONU e com a chancela da Organização Mundial de Saúde (OMS) , tem a meta de reduzir, até 2020, em todos os países signatários, o número de acidentes e mortes no trânsito em 50%.

Muitas ações e campanhas estão sendo organizadas em todo o Brasil pela data de hoje. Entidades e instituições ligadas às vítimas de trânsito estão mobilizadas para saudar a memória de parentes e de amigos perdidos. “O mais importante, porém, é que a sociedade pare para refletir que toda vida perdida no trânsito sempre deixará marcas profundas na sociedade”.

De acordo com o portal oficial sobre o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito (http://worlddayofremembrance.org) , as seis maiores causas de mortes no trânsito são o excesso de velocidade, o consumo de bebidas alcoólicas, a falta de cinto de segurança, a falta de equipamento de segurança para as crianças cadeirinha e o assento de elevação), a falta do capacete aos usuários de motocicleta e o uso do celular.

A melhor forma de honrar as vítimas é cumprir as promessas da Década de Ação para Segurança no Trânsito, lançada em 2011 e que vai até 2020.

Faça parte da mudança, seja você a mudança!

 

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Seja consciente, preserve seu maior patrimônio. A VIDA!!!

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Com foco em velocidade, embriaguez e ultrapassagens, PRF inicia fiscalização durante o feriado

Entre as recomendações da PRF para uma viagem segura estão respeitar a sinalização, manter uma distância razoável dos demais veículos e evitar ultrapassagens indevidas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) lançou a Operação Finados 2017 na quarta-feira (1º) em todo o país.

Durante os cinco dias de operação, que segue até a noite de domingo (5), os agentes da PRF irão priorizar o controle de velocidade com radares portáteis, o combate à embriaguez ao volante e a fiscalização de ultrapassagens proibidas.

O uso do cinto de segurança e dos dispositivos de retenção para crianças, além de fiscalizações específicas de motocicletas, são outras prioridades da PRF durante o feriado prolongado.

Como no ano passado o Dia de Finados caiu em uma quarta-feira, não houve operação da PRF.

Durante o feriado prolongado deste ano, a previsão das concessionárias de pedágio é de que o fluxo de veículos aumente entre 15% e 45% em relação à média dos dias normais.

O pico de movimento na saída para o feriado deve se concentrar entre o fim da tarde e início da noite de quarta-feira e na manhã de quinta-feira. O retorno deve ter um fluxo maior de veículos durante a tarde e a noite de domingo.

Orientações para uma viagem segura

Respeitar os limites de velocidade, manter distância de segurança em relação aos demais veículos, ultrapassar apenas quando houver plenas condições de segurança e não desviar a atenção do trânsito. Estas são algumas das principais orientações da PRF para reduzir o risco de acidentes.

A PRF também orienta os usuários de rodovias, mesmo antes de viagens curtas, a fazer uma revisão preventiva do veículo, o que inclui a checagem dos pneus, do sistema de iluminação, dos equipamentos obrigatórios, do nível do óleo e do radiador, entre outros itens.

Também é fundamental planejar a viagem, buscando evitar, na medida do possível, os horários de pico. Dirigir cansado ou com sono aumenta o risco de o motorista cometer erros. A cada três ou quatro horas de viagem, é recomendável uma pausa para descanso ou revezar a direção do veículo.

Eventuais paradas no acostamento devem ser feitas apenas em caso de emergência, com pisca-alerta ligado e triângulo a uma distância razoável do veículo.

O uso do cinto de segurança e da cadeirinha para crianças é imprescindível –esses equipamentos podem fazer a diferença em caso de acidente.

As informações são da PRF

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Detran aponta os erros mais comuns no transporte de crianças

O número de crianças, entre 0 e 17 anos, vítimas fatais de acidentes de trânsito no Paraná cresceu 14% entre 2015 e 2016. Foto: Divulgação Detran/PR

O número de crianças, entre 0 e 11 anos, vítimas fatais de acidentes de trânsito no Paraná cresceu 18% entre 2015 e 2016. Foram 32 mortes só no ano passado. Os dados são do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) e apontam que a falta dos dispositivos de segurança ou a utilização inadequada para cada idade e tamanho podem prejudicar a segurança das crianças.

“O uso das cadeirinhas torna mais seguro o transporte das crianças, mas de nada adianta se o uso for feito de forma inadequada. Por isso, é importante que os pais tomem todos os cuidados e não tenham pressa na hora de encaixar as crianças aos dispositivos. São detalhes simples que fazem toda a diferença”, explica o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.

Uso inadequado da cadeirinha

Segundo a Coordenadoria de Programas Educativos do Detran, entre os erros mais comuns está o uso de almofadas de encosto para a cabeça, sem a devida proteção do pescoço e crânio.

“A parte mais vulnerável na criança é a cabeça, que é relativamente maior em proporção aos demais membros do corpo. Movimentos bruscos e intensos da cabeça e do pescoço, para frente e para trás, podem provocar graves lesões nessa região com maior frequência do que no adulto. Por isso, para cada idade e tamanho o uso do dispositivo de segurança já é suficiente”, diz a coordenadora de Programas Educativos, Caroline Andreatta.

O bebê-conforto, por exemplo, é direcionado aos bebês com ou até um ano de idade. Já aquelas com idade superior a um ano e inferior ou igual a quatro anos devem ser transportadas em cadeirinha. De quatro a sete anos e meio devem usar o assento de elevação e, a partir de dez anos (com mais de 1,45 m), já podem utilizar o cinto de segurança e ser transportadas no banco da frente.

Instalação incorreta

Antes de comprar a cadeirinha é preciso se certificar de que o equipamento possui selo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Procure ler o manual de instrução da cadeira de segurança e do veículo cuidadosamente para uma instalação correta.

Prenda firmemente a cadeirinha ou suporte de segurança no cinto e tenha certeza de que ele esteja passando no local adequado/correto da cadeirinha. Além disso, a cadeirinha não deve mover-se mais que 2 cm de um lado para o outro.

Ajuste as tiras da cadeirinha de segurança ao tamanho da criança, com folga de um dedo entre o corpo dela e a tira. Cadeiras de segurança quando instaladas e usadas corretamente diminuem os riscos de morte até 71%. E em casos de crianças com até quatro anos, a necessidade de hospitalização reduz em 69%.

Os bebês ainda devem ser transportadas no banco detrás do carro de costas para o motorista. Colocar uma criança menor de 1 ano de idade ou com menos em uma cadeira de segurança voltada para o vidro da frente é extremamente perigoso e proibido por lei.

Infração

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) transportar crianças em veículo automotor sem observância das normas de segurança é infração gravíssima, gera 7 pontos na carteira de habilitação e uma multa de R$ 293,47. Além disso, o veículo pode ser retido até que a irregularidade seja corrigida.

As informações são da Agência Estadual de Notícias

 

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Palestra – Salvando Vidas e Motivando Pessoas

AS DIFICULDADES EXISTEM PARA TESTAR O TAMANHO DA SUA FÉ E O QUANTO VOCÊ ESTÁ DISPOSTO A LUTAR PARA ALCANÇAR SEUS OBJETIVOS.

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Multas, Pontos e Infrações de Trânsito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Multas

Todas as infrações de trânsito são passíveis de multa que, dependendo da gravidade poderá ser:

  • Gravíssima: R$ 293,47 e 7 pontos no prontuário.
  • Grave: R$ 195,23 e 5 pontos no prontuário.
  • Média: R$ 130,16 e 4 pontos no prontuário.
  • Leve: R$ 88,38 e 3 pontos no prontuário.

*Algumas das infrações gravíssimas, podem ter o valor multiplicado por 2, 3, 5, 10, 20 ou 60.

Apresentação do Condutor

O condutor é responsável pelas infrações cometidas na direção do veículo. Se ele não puder ser identificado no momento da infração, o proprietário do veículo receberá em seu endereço a notificação de autuação. Se não apresentar o condutor dentro do prazo de 15 dias, a contar do recebimento da autuação, será considerado o responsável pela infração. Caso o proprietário seja pessoa jurídica, será mantido o valor da multa original e será lavrada nova multa, cujo valor será multiplicada pelo número de vezes que a infração foi cometida no prazo de 12 meses.

Recurso de Multas

  • 1ª Instância – Defesa prévia: é um recurso que deve ser apresentado ao Órgão Autuador (consta como remetente da Notificação), dentro de 30 dias a contar do flagrante ou do recebimento da Notificação.
  • 2ª Instância – não tendo feito Defesa Prévia, ou se esta for indeferida, o infrator receberá uma Imposição de Penalidade, da qual poderá defender-se junto a JARI – Junta Administrativa de Recursos de Infrações, da mesma autoridade de trânsito, até a data que consta no documento da Imposição.
  • 3ª Instância – se tiver seu recurso negado pela JARI, o infrator poderá ainda recorrer ao CETRAN – Conselho Estadual de Trânsito. Para isso, deverá recolher a multa antecipadamente, cujo valor será restituído se houver deferimento.

Descontos

Caso o infrator opte por não apresentar defesa prévia nem recurso, reconhecendo o cometimento da infração, poderá efetuar o pagamento da multa por 60% (sessenta por cento) do seu valor, em qualquer fase do processo, até o vencimento da multa, através do Sistema de Notificação Eletrônica.

Crimes de Trânsito

O objetivo desse texto não é fazer uma análise jurídica rigorosa, e sim conscientizar, informar e alertar o condutor para as possíveis implicações criminais de seus atos.

Os crimes de trânsito estão previstos no Capítulo 19 do CTB, no Código Penal, no Código Processual Penal e na Lei 9.099 de 26.09.95.

São crimes de trânsito previstos no CTB:

  • Praticar homicídio culposo (não intencional – Art.302)
  • Praticar lesões corporais culposas (não intencionais – Art.303).

O CTB prevê penalidades e até pena de prisão para quem causar ferimentos para outra pessoa, no trânsito, mesmo que não tenha tido qualquer intenção.

  • Deixar de prestar socorro imediato ou abandonar o local para fugir da responsabilidade civil ou criminal (Art.304 e 305). Atenção: será considerado crime mesmo se a vítima já estiver morta ou se o atendimento tiver sido prestado por outra pessoa. (Art.304)
  • Dirigir sob influência do álcool ou de substâncias de efeitos similares (Art. 306)
  • Participar de rachas ou competições não autorizadas. (Art.308)
  • Transitar com velocidade incompatível com a segurança e as condições locais. (Art.311).

Responsabilidade Criminal

Estes são considerados crimes dolosos (Código Penal), nos quais o condutor tinha a intenção, ou pelo menos sabia que seus atos poderiam ter conseqüências prejudiciais. Por isso são mais graves, e preveem penalidades e penas mais severas.

  • Dirigir ou permitir que alguém dirija: sem ser habilitado; com a habilitação suspensa ou cassada; embriagado ou sem condições físicas e mentais de dirigir com segurança.
    (Art.309 – 310).
  • Prestar informações errôneas a policiais ou agentes de trânsito, sobre qualquer aspecto de uma ocorrência (Art.312).

Fonte: http://portaldotransito.com.br/educacao/multas-pontos-e-infracoes-de-transito/

 

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Mulheres representam apenas 25% das indenizações pagas pelo DPVAT

De acordo com estudo realizado pela seguradora britânica Privilege, a mulher dirige com mais atenção do que o homem.

Foto: Arquivo Tecnodata.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 2016, foram pagas 434.246 mil indenizações pela Seguradora Líder-DPVAT por acidentes de trânsito em todo o Brasil. Desse número, apenas 25% foram para mulheres.

De janeiro a dezembro de 2016, a maior incidência de indenizações pagas foi para vítimas do sexo masculino, mantendo o mesmo comportamento dos anos anteriores. A faixa etária mais atingida no período foi de 18 a 34 anos, representando 50% do total das indenizações pagas, o que corresponde a cerca de 218 mil indenizações.

E esse comportamento se repete no resto do mundo. De acordo com estudo realizado pela seguradora britânica Privilege, a mulher dirige com mais atenção do que o homem, o que a faz se envolver menos em acidentes.

Segundo Celso Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal, o fato de a mulher ser mais cuidadosa tem muitas explicações, inclusive culturais.

“Elas começaram a dirigir com mais cautela já que as ruas eram tidas como um ambiente tipicamente masculino. Além disso, elas têm o instinto materno que, no trânsito, se manifesta como um maior cuidado para evitar acidentes e proteger a vida”, afirma.

Motocicletas x homens

Segundo a Seguradora Líder, 88% das indenizações por morte em acidentes com motocicletas foram para vítimas do sexo masculino. Para os casos de vítimas com sequelas permanentes, 78% das indenizações por acidentes com motocicletas também foram para vítimas do sexo masculino, enquanto as indenizações por acidentes com os demais veículos, pagas também para os homens, representaram 65%, o que demonstra que a concentração de vítimas do sexo masculino é maior nos acidentes com motocicletas do que com os demais veículos.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/mulheres-representam-apenas-25-das-indenizacoes-pagas-pelo-dpvat/

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Cinco motivos para respeitar os limites de velocidade das vias

A infração por excesso de velocidade é considerada uma das principais causas de acidentes graves.

Foto: Freeimages.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No mundo inteiro, os acidentes de trânsito matam mais que conflitos armados e catástrofes ambientais. Falta de atenção está em primeiro lugar entre as causas de acidentes, juntamente com o excesso de velocidade, não manter a distância segura do carro da frente, ingestão de bebidas alcoólicas, desobediência à sinalização e ultrapassagem indevida.

Porém, a infração por excesso de velocidade é considerada uma das principais causas de acidentes graves, além de ser uma das mais cometidas pelos motoristas em todo o País. Deve-se levar em consideração que para cada tipo de via há uma velocidade máxima permitida, definida pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Dependendo do fluxo e do tipo de veículos que circulam no local, das características da pista e do movimento de pedestres.

No Brasil, os limites de velocidade estabelecidos são: 30 Km/h nas vias locais, 40 Km/h nas vias coletoras, 60 Km/h nas vias arteriais e 80 Km/h nas vias de trânsito rápido. Já nas rodovias de pista dupla, 110 Km/h para automóveis, camionetas e motocicletas, 90 Km/h para os demais veículos. Nas rodovias com pista simples, 100km/h para automóveis, camionetas e motocicletas e 90 Km/h para os demais veículos.

O Detrans/MS listou cinco bons motivos para respeitar os limites de velocidade.

Tempo de reação

O cérebro demora pelo menos 1 segundo para reagir diante de um novo estímulo. A 80km/h, em pista seca, o carro percorre 22 metros neste tempo, antes de o motorista pisar no freio.

Frenagem controlada

Abusar da velocidade é precisar de mais tempo e espaço para frenagens. Ainda a 80 km/h, depois de acionado a freio, são mais 30 metros até o carro parar.

Evitar acidentes

Circular dentro da velocidade permitida na via ajuda a evitar acidentes justamente pelo controle das reações do motorista diante de obstáculos ou riscos.

Multas

Abusar do acelerador dói no bolso. Pode custar entre R$130,16 e R$880,41, dependendo da porcentagem da velocidade excedida.

Lugar certo

As ruas da cidade não são lugar para corridas de carro. Apressadinhos podem acelerar em competições especialmente organizadas para a prática.

As informações são do Detran/MS

 

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Maio Amarelo 2017 – Minha escolha faz a diferença

Direção e sono não combinam! Cerca de 60% dos acidentes de trânsito são causados por sono e cansaço.

Cuidar do sono é essencial. A insônia aumenta em 250% o risco de acidentes de trânsito; em caso de apneia, esse risco é elevado para 700%. O motorista sonolento tem atenção reduzida e leva maior tempo para reagir e tomar decisões.

#MinhaEscolhaFazADiferença

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Minha Escolha faz a diferença no trânsito

Fechando as ações de conscientização do MAIO AMARELO com mais uma palestra para os aprendizes do Camping Teresópolis.

Acredite em um mundo melhor! Coragem, honestidade, sinceridade, fé e esperança, são virtudes gratuitas que dependem de seu esforço e comprometimento.
Não espere recompensas por estas virtudes, tenha-as por consciência de seu papel neste processo.

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