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“Ela não queria…”: pais criam campanha para alertar sobre a importância do uso da cadeirinha

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Ela não queria… eu aceitei e nós a perdemos. Use a cadeirinha”. O alerta, feito pelos empresários Sandra e Rembrandt Cordeiro, pode ser lido em um outdoor na cidade de Barreiras (BA) e em postagens no Facebook. Em 2009, o casal perdeu a filha caçula Emilly Raquel, na época com 3 anos, em um acidente de trânsito e, desde então, decidiu criar uma campanha para conscientizar as pessoas em relação à segurança de crianças dentro do carro.

Quando o acidente ocorreu na BR 242, próximo a cidade de Ibotirama (BA), Emilly não usava a cadeirinha e foi a única vítima fatal. No carro, que capotou por causa de uma depressão da pista em obras, também estavam a mãe, a tia, grávida de 3 meses, e o tio da menina. A família voltava de uma visita de fim de semana à casa dos avós. “Tem dias que a saudade é tão intensa que dói, chega a arder”, contou Sandra em entrevista a CRESCER. “Mas a fé que tenho no nosso reencontro e o apoio de minha família é o que me faz suportar a partida do nosso anjo”.

Fonte: http://blogsupermae.com/ela-nao-queria-pais-criam-campanha-para-alertar-sobre-importancia-do-uso-da-cadeirinha/

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Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito lança luz sobre violência viária

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Acidentes de trânsito foram apontados como a principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no mundo em 2012. Por ano, são mais de 1,2 milhões de óbitos registrados com esta causa, sendo que, em metade deles, há envolvimento de usuários considerados vulneráveis, como motociclistas (23%), pedestres (22%) e ciclistas (4%). Excesso de velocidade, mistura de bebida e direção, e falta de uso de itens de segurança como capacete, cinto de segurança e sistemas de retenção de crianças são os fatores de maior risco neste cenário. Para propor uma reflexão sobre o tema, o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito, lembrado em todo mundo sempre no terceiro domingo de novembro, dá voz àqueles que sofreram as consequências geradas pela violência viária.

Os nove meses que se passaram desde o dia em que o analista de frota, Robson Castilho, se envolveu em um acidente de trânsito não foram suficientes para apagar os detalhes da lembrança. A postos para percorrer, de moto, os 15 Km entre o trabalho e a casa, ele foi surpreendido pela imprudência de outro condutor. “Eu dirigia em velocidade compatível com a via e avistei um carro entrar devagar na avenida. Ele sinalizou para entrar na pista da direita, mas foi para o outro lado, onde eu estava. Não deu tempo de reduzir o suficiente”, descreve.

A dor da colisão foi imediata, mas os ferimentos não pareceram severos aos olhos de Robson, condição que o levou a dispensar o atendimento do socorro. A postura do outro motorista também não colaborou para que esse equívoco não acontecesse; além de não portar a CNH no momento do acidente, ele não se dispôs a prestar qualquer socorro ao motociclista. A gravidade da laceração só foi revelada no hospital, para onde ele se dirigiu horas depois. Além dos gastos com o conserto da moto e dos três meses dedicados à recuperação, o acidente acarretou em uma visão pessimista do trânsito. “Nos seis anos que ando de moto, nunca havia me envolvido em um acidente. Ainda fico receoso ao dirigir, mas não penso em parar. O que fica é o desapontamento ao ver o mau caráter do motorista em não assumir o erro”, destaca.

Ao contrário de Robson e por um erro reconhecido posteriormente, a designer gráfica, Virgínia Guetter, motivou o próprio acidente há pouco mais de um ano, episódio considerado por ela um divisor de águas. “Eu estava voltando para casa de madrugada e tinha bebido além da conta. Perdi o controle em uma curva e colidi com um carro que estava estacionado. Quando acordei, estava no hospital com vários pontos na cabeça”, conta. Para ela, a perda do veículo foi irrisória se comparada ao risco da irresponsabilidade ao dirigir alcoolizada. “Tenho vergonha de lembrar, mas admito que me tornei muito mais cautelosa. Tive sorte de não ter sofrido traumas maiores”, relata.

Sociedade e poder público: todos têm responsabilidade

Imprudência, irresponsabilidade, desatenção em relação aos cuidados com o veículo e descaso com o uso de dispositivos de segurança são, para a especialista em trânsito da Perkons, Idaura Lobo Dias, atitudes sem espaço no trânsito. “Para conduzir um veículo é necessário estar em total estado de alerta e em perfeitas condições (físicas e psíquicas) para não se expor ou expor os outros a riscos”, completa. Ela lembra que, apesar de serem vistos como um fato imprevisível, os acidentes podem e devem ser evitados. “A intenção de uma data como o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito é, justamente, alertar as pessoas sobre a violência viária. A sociedade deve refletir sobre as consequências dos acidentes e conhecer as principais causas que levam a mortes e feridos todos os dias em nossas vias”.

Para darem vazão a resultados mais tangíveis na segurança viária, a especialista defende que campanhas e ações como esta não sejam adotadas de maneira isolada. “Elas devem vir acompanhadas de políticas públicas e da busca pelo cumprimento da legislação, para que as pessoas entendam que acidentes de trânsito não acontecem apenas com os outros”, esclarece. Assumir a responsabilidade enquanto usuário é, neste sentido, o primeiro passo para garantir a própria segurança. “Dirigir de maneira defensiva, respeitando o limite de velocidade mesmo sem fiscalização, por exemplo, é dever do motorista prudente. Porém, a necessidade de mudança de postura dos usuários não exime os decisores políticos de tornar as vias e os veículos mais seguros”, pondera.

Para atar estas duas pontas – sociedade e políticas públicas -, Idaura sugere ações estratégicas, como a criação de memoriais que permitam a discussão permanente do tema e o aprimoramento da legislação quanto aos principais fatores de risco do trânsito. Algumas iniciativas incorporadas pela Perkons – empresa que desenvolve e aplica tecnologia para a segurança no trânsito – para atrair a atenção da sociedade para o assunto são o CTB Digital, site que disponibiliza o Código de Trânsito Brasileiro comentado por especialistas, e o Trânsito Ideal, que reúne de dicas de segurança a vídeos de direção defensiva com acesso gratuito. A empresa foi ainda a primeira entidade da iniciativa privada a apoiar, no Brasil, a Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020 – proclamada pela Organização das Nações Unidas.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/dia-mundial-em-memoria-as-vitimas-de-transito-lanca-luz-sobre-violencia-viaria/

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Multas de trânsito têm novos valores a partir desta terça (1º)

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Motoristas de todo o País devem ficar mais atentos às infrações cometidas no trânsito. A partir desta terça-feira (1º), os valores das multas leves, médias, graves e gravíssimas serão reajustados entre 52% e 66%. Os condutores que dirigirem embriagados ou se recusarem a fazer o teste do bafômetro pagarão multa de quase R$ 3 mil, além de ter a carteira suspensa por um ano.

Segundo o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o valor a ser pago por infrações classificadas como gravíssimas passará de R$ 191,54 para R$ 293,47. Já as multas consideradas graves serão ajustadas para R$ 195,23. Anteriormente, o valor dessa penalidade era de R$ 127,69. Para infração média, o valor passa de R$ 85,13 para R$ 130,16. As infrações leves, que custavam R$ 53,20, passam a totalizar R$ 88,38.

Dirigir e utilizar o telefone celular ao mesmo tempo, por exemplo, é um dos hábitos inapropriados que a medida também visa combater. Apenas entre janeiro e setembro deste ano, foram registradas 117.426 infrações desse tipo.

De acordo com o coordenador de educação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Francisco Garonce, os valores das multas não eram reajustados há mais de 15 anos e “foram perdendo significado financeiro”.

“Para aqueles que optam por cometer a infração, é importante que a penalidade aconteça de forma que as pessoas repensem suas atitudes. E essa atualização dos valores traz esse forte caráter, inclusive educativo.”

Lei Seca

Outra ação perigosa que o reajuste visa combater é a quantidade de acidentes e mortes por colisões envolvendo motoristas alcoolizados. O Ministério das Cidades aponta que, apenas entre janeiro e setembro deste ano, foram totalizadas 20.157 multas por dirigir sob o efeito do álcool.

Quem for pego pela Operação Lei Seca dirigindo alcoolizado ou se recusar a fazer o teste do bafômetro pagará uma multa no valor de 2.934,70. Nesse caso, o coordenador conta que as penalidades para motoristas embriagados continua sendo a mesma, o que mudou foi o valor da multa gravíssima. “A multa é dez vezes o valor da infração gravíssima. O indivíduo que for flagrado dirigindo alcoolizado vai pagar quase R$ 3 mil.”

Além disso, o condutor enquadrado nessa situação perde sete pontos na carteira e tem a carteira de habilitação suspensa pelo prazo de 12 meses.

Conforme estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), 1,25 milhão de pessoas morrem todos os anos nas estradas do mundo, o que representa um total de 3.400 mortes por dia. Mundialmente, são cerca de 30 a 50 milhões de lesões causadas por acidentes de trânsito a cada ano.

“O grande resultado dessa ação é fazer com que as pessoas cumpram as normas do trânsito e que tenhamos uma redução significativa no número de mortes nas estradas do País. Não podemos entender esses óbitos como uma fatalidade ou algo normal”, enfatizou Garonce.

Arrecadação

O coordenador do Denatran também explicou como é feita a distribuição dos recursos arrecadados por meio das multas de trânsito. “Cerca de 95% do total são destinados aos órgãos executivos do sistema nacional de trânsito, que nós conhecemos como os departamentos de trânsito. Grande parte desse recurso é aplicado, justamente, nos programas de sinalização, segurança e educação no trânsito.”

Além disso, o órgão de trânsito arrecadador é obrigado a repassar 5% do valor ao Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (Funset).

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ONSV alerta para as 10 principais causas de acidentes nas vias e rodovias

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Ocorrências derivam de três fatores: humano, veicular e vias; compromisso com a condução segura é fundamental para evitá-las

A segurança no trânsito é fundamental. Ninguém, quando sai de casa para cumprir um compromisso, utilizando qualquer modal de transporte, ou mesmo se estiver a pé, pensa ser vítima de um acidente de trânsito. Mas eles acontecem em número expressivo nas vias e rodovias do país. Não adotar comportamentos que ponham em risco a sua vida, a de outros motoristas, de passageiros e de pedestres deve ser meta de cada um.

Tanto quanto isso, porém, alguns outros fatores interferem na condução segura.  A manutenção do veículo e as condições das vias influenciam sobremaneira a ocorrência de acidentes.  Desse modo, é possível concluir que eles derivam de três fatores:  humano, veicular e  vias.

Firme em seu propósito de contribuir para a redução de ocorrências de trânsito que em 2014, segundo dados do DataSUS, tiraram a vida de aproximadamente 44 mil pessoas, o OBSERVATÓRIO alerta para as 10 principais causas de acidentes no trânsito brasileiro.

Fator humano:

  • Excesso de velocidade.
  • Beber e dirigir.
  • Combinação celular/direção.
  • Não usar setas que indicam as intenções de manobras.
  • Não guardar distância do veículo que vai à frente.

Fator veicular:

  • Deixar de fazer a manutenção regular no veículo (com atenção especial aos pneus, freios, faróis, lâmpadas, luzes, limpadores de para-brisa, vela, filtros, correia dentada, radiador, sistema elétrico e combustível).

Vias:                                                              

  • O estado de conservação.
  • As condições da sinalização.
  • A falta de acostamento.
  • A falta de passarelas.

Fonte: http://www.onsv.org.br/noticias/onsv-alerta-para-as-10-principais-causas-de-acidentes-nas-vias-e-rodovias/

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Cinco dos seus amigos poderão sofrer um acidente de trânsito no próximo ano

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Se assustou com o título? Essa foi uma das maneiras que encontramos de chamar a sua atenção. Já não basta divulgarmos tantos dados e esperarmos que eles gerem resultados: números, por vezes, são só números.

O cálculo é fácil: todos os anos, acontecem no Brasil mais de um milhão de acidentes de trânsito. Caso você tenha cerca de mil pessoas adicionadas nas suas redes sociais, isso quer dizer que, em média, cinco delas poderão sofrer um acidente de trânsito no próximo ano.

Pensando assim, fica mais fácil nos aproximarmos dessa realidade triste e que deixa mais de 45 mil mortos e 376 mil feridos todos os anos.

A internet e as redes sociais têm feito um pouco desse papel: ao ter conhecimento do nome e do rosto das vítimas, você consegue ter mais consciência de sua morte do que ao ler um mero número em uma manchete de jornal. Porém, ainda precisamos de mais. Por isso, vamos simplificar alguns dados para você:

1. Poderíamos encher mais de cinco estádios do Maracanã todos os anos com as vítimas

O Brasil está em 4º lugar no ranking de mortes no trânsito no mundo, fazendo com que os acidentes matem mais do que o câncer e superem os homicídios.

2. Mais de 95% dos desastres são causados por irresponsabilidade dos motoristas

Entre as principais causas estão: excesso de velocidade, desrespeito à sinalização e a ingestão de bebidas alcoólicas.

3. É como se tivéssemos duas tragédias como a da Boate Kiss por semana

Acidentes de trânsito já são a maior causa de morte entre os jovens e, segundo o Observatório Nacional de Segurança Viária, pessoas entre 18 e 34 anos correspondem a mais de 40% das vítimas fatais no trânsito.

4. O Brasil está entre os países que mais aplicam leis de controle de risco

Apesar do grande número de fatalidades, o Brasil aparece no topo do ranking dos países que mais aplicam leis de controle de risco, principalmente relacionadas ao limite de velocidade, cinto de segurança, capacete, segurança para as crianças e proibição de ingestão de bebida alcoólica antes de dirigir.

5. O país gasta mais de cinco bilhões de dólares por ano com acidentes de trânsito

Os acidentes de trânsito no mundo custam US$ 518 bilhões por ano, alcançando de 1% a 3% do Produto Interno Bruto de cada país, segundo a Assembleia Geral das Nações Unidas.

Com o dinheiro gasto no país, seria possível construir mais de três mil escolas ou mais de 700 hospitais de grande porte.

6. Enquanto você lia essa matéria, ao menos dois acidentes aconteceram

A cada 57 segundos, acontece um acidente de trânsito. Por hora, são cinco mortes nas vias.

Faça a sua parte e seja você um agente de mudança no trânsito.

Fonte: http://www.megacurioso.com.br/cotidiano/100400-cinco-dos-seus-amigos-poderao-sofrer-um-acidente-de-transito-no-proximo-ano.htm

 

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ONG defende elevar idade mínima para transporte em motocicletas

Por Mariana Czerwonka.

Devido a fragilidade, as crianças são menos tolerantes a impactos e, para eles, a chance de um acidente de moto ser fatal é mais alta.

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Durante a Semana Nacional de Trânsito, a ONG Criança Segura divulgou dados preocupantes em relação ao transporte de crianças em motocicletas. Em 2014, 1.654 crianças, entre zero e 14 anos, morreram em consequência de acidente de trânsito no Brasil. Desse total, 11% estavam em motocicletas.

A legislação brasileira permite que, a partir dos sete anos, a criança possa ser passageira de motocicleta. Porém, esse meio de transporte é muito perigoso para meninos e meninas, pois eles ainda estão em fase de desenvolvimento e seus ossos e órgãos são mais frágeis que os de um adulto. Devido a essa fragilidade, são menos tolerantes a impactos e, para eles, a chance de um acidente de moto ser fatal é mais alta.

Outro problema é o uso do capacete pelos pequenos. “A cabeça de uma criança de 7 anos é menor que a de um adulto, logo o capacete deveria ser especial para essa criança e adequado ao tamanho de sua cabeça para de fato protegê-la em caso de queda. Um capacete de tamanho errado não garante proteção e é muito difícil encontrar no mercado capacetes para crianças com tamanhos menores”, diz Gabriela Guida de Freitas, coordenadora nacional da ONG Criança Segura.

Legislação

De acordo com a ONG, o alto número de óbitos infantis em decorrência de acidentes com motos se deve à falta de leis mais rígidas sobre o transporte de crianças nesses veículos.

“Apesar de a legislação permitir que a partir dos sete anos de idade a criança seja passageira de motos, a Criança Segura acredita que nessa situação elas estão muito expostas a riscos. Por isso, defendemos a aprovação de um projeto de lei que tramita no Congresso e pretende aumentar para 11 anos a idade mínima para o transporte de crianças em motocicletas”, explica Gabriela.

Com informações da ONG Criança Segura

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ABRAMET propõe imunização para o mal que assola o país

Ainda muito distante do ideal, consagrando uma epidemia, o trânsito e transporte preocupa todos nós.

Por Dirceu Rodrigues Alves.

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Precisamos acelerar essa trajetória para alcançarmos o objetivo proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) de reduzir em 50% o número de mortes no nosso trânsito até 2020. Para tal, precisamos mudança radical da cultura para mobilidade, não só do motorista, mas também do nosso pedestre, dos governantes e toda cúpula dirigente do nosso país. Faz-se necessário a execução do Código de Trânsito Brasileiro que data de 1997, quando determina a “Educação de Trânsito” nas escolas. Até hoje, vários itens desse código não foram colocados em prática.

Educação continuada, formação de condutores, campanhas permanentes, policiamento ostensivo, participação ativa da sociedade, a fiscalização e a punição parecem abandonadas.

Educação de Trânsito nas escolas é uma das vacinas.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/opiniao/transito-e-a-sociedade/abramet-propoe-imunizacao-para-o-mal-que-assola-o-pais/

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Semana Nacional do Trânsito: por que o Brasil é campeão de acidentes e quais os riscos para as crianças

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Trânsito: a responsabilidade é tanto dos motoristas como dos pedestres (Foto: Thinkstock)

Acidentes de trânsito ainda são a maior causa de morte acidental infantil e juvenil no Brasil. Para atrair atenção para o problema e promover a conscientização da sociedade, começou neste domingo (18) a Semana Nacional de Trânsito, que acontece oficialmente até o dia 25. O tema deste ano é “Década Mundial de Ações para a Segurança no trânsito – 2011/2020: Eu sou + 1 por um trânsito + seguro” e objetivo é mostrar que, até nas pequenas ações do cotidiano, todos somos responsáveis por contribuir com a segurança no trânsito.

Em todo o país, escolas, prefeituras e órgãos ligados ao assunto promovem a campanha, organizando diversas ações educativas. Aqui, no site da CRESCER, você poderá acompanhar uma série de matérias especiais, uma para cada dia da semana . E para encerrar o evento, no dia 26, a  coordenadora nacional da ONG Criança Segura, Gabriela Guida de Freitas, participa de um live no  Facebook da CRESCER respondendo suas dúvidas sobre o uso da cadeirinha. Entenda por que, sendo motorista, ciclista, motociclista ou pedestre, a segurança no trânsito também é problema seu:

Dados que preocupam

No mundo todo, cerca de 1,3 milhão de pessoas morrem todo ano em acidentes de trânsito. Um relatório da Organização Mundial das Nações Unidas, publicado no fim do ano passado, classificou o Brasil como o país da América do Sul com maior número de mortes no trânsito por habitante  – no mundo todo, somos o quinto país com mais acidentes fatais.

Sim, os números são impressionantes. E as crianças, por sua constituição corporal mais frágil, são especialmente vulneráveis a aumentarem as estatísticas. Em 2012, foram 1.862 mortes, em 2013, 1694. Os dados mais recentes são de 2014, ano em que 1.654 crianças nessa faixa etária falaceram em acidentes de trânsito. Desse total, 34% eram passageiras de veículos, 29% eram pedestres, 11% andavam de moto e 6% de bicicleta. Para a coordenadora nacional da ONG Criança Segura, Gabriela Guida de Freitas, o grande número de vítimas de carro entre os pequenos ilustra como mesmo após a aprovação da Lei da Cadeirinha, em 2010, ainda há resistência ao uso desses dispositivos, que são o meio mais efetivo de proteção. De acordo com estudos, a cadeirinha pode reduzir os riscos em até 71%. “Também não podemos esquecer que houve um aumento da frota de veículos no país, relacionado à redução de impostos para sua aquisição, o que facilita o aumento do número de acidentes envolvendo carros”, explica ela. Ainda assim vale ressaltar os carros não são os únicos que oferecem perigo: há também um considerável número de vítimas entre pedestres, ciclistas e motociclistas.

Somos maus motoristas?

Para o diretor-geral do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Aurelio Ramalho, há alguns fatores que podem explicar por que tantos acidentes acontecem no Brasil. O primeiro que deve ser citado é a falta de educação sobre o trânsito na escola. “Infelizmente, a maioria das pessoas só têm contato com a palavra trânsito quando vai tirar a carteira de habilitação. Mesmo as bicicletas não são pensadas como meio de transporte para as crianças, mas como um brinquedo”, explica.

Outro agravante é o que Ramalho chama de “péssima formação de condutores”. Para ele, o problema não está nas autoescolas  em si, mas no tipo de formação dos condutores,  que deveria ser focada na percepção de riscos e não é. “Se você perguntar a um motorista o que acontece se ele andar sem cinto ou em alta velocidade, a resposta mais frequente é: ‘vou ser multado’. Ele não lembra que deve obedecer à regras de trânsito, senão pode matar ou ferir alguém, porque é assim que foi ensinado”, explica. Ou seja: os motoristas recebem orientações que dão muito mais ênfase à quantidade de pontos na carteira e o valor das multas do que aos perigos que uma infração acarreta.

Celular: o vilão do século 21

Se há poucos anos o consumo de bebidas alcoólicas era apontado como o maior pivô dos acidentes, hoje, o quadro é diferente. É fato que o número de mortes no trânsito ligadas ao álcool ainda é grande, mas a embriaguez conseguiu ser ultrapassada por um novo perigo: o uso de celulares. “Beber, as pessoas bebem de vez em quando, aos finais de semana. Já o celular está incorporado ao cotidiano de todos”, explica Ramalho. De acordo com ele, pesquisas científicas comprovam que dirigir teclando o celular é quatro vezes mais perigoso do que pilotar embriagado. Isso porque uma pessoa sob os efeitos do álcool tem os reflexos reduzidos, mas continua olhando para frente quando está no volante. Já quem usa o celular olha para baixo – e em uma piscada, o carro pode avançar uma distância enorme. “Em uma baixada de olho com o veículo a 60 km por hora, você percorre o equivalente a quase dois campos de futebol, às cegas”, explica.

O risco de se distrair ao usar esses aparelhos, é claro, também vale para pedestres, ciclistas e motoristas. Quem nunca se esqueceu se olhar para os lados antes de atravessar a rua porque estava demasiadamente entretido com um vídeo no Youtube ou uma mensagem no Whatsapp? Vale lembrar que o consumo de álcool e o excesso de velocidade são os outros dois fatores que mais causam acidentes.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Voce-precisa-saber/noticia/2016/09/semana-nacional-do-transito-por-que-o-brasil-e-campeao-de-acidentes-e-quais-os-riscos-para-criancas.html

 

 

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Semana Nacional de Segurança no Trânsito

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O tema definido pelo CONTRAN, para a Semana Nacional de Trânsito deste ano é: “Década Mundial de Ações para a Segurança no trânsito – 2011/2020: Eu sou + 1 por um trânsito + seguro”.

A meta da Década Mundial é reduzir a quantidade de mortes e lesões causadas por acidentes de trânsito em pelo menos 50% em relação a quantidade atual. Segundo a ONU, cerca de 1,3 milhões de pessoas morreram nas ruas e estradas. Se nada for feito, em 2020 este número será de 1,9 milhões de mortes.

E se a quantidade de mortes já impressiona, o número de pessoas lesionadas é ainda mais chocante. No Brasil para cada 1 morte, gerada por acidente de trânsito, outras  20 pessoas ficam lesionadas.  O impacto social e econômico destes números é muito grande.

Em 2015, das mais de 500 mil indenizações pagas pelo Seguro DPVAT, 79% foram por invalidez em caráter permanente.

O Clubinho Salva Vidas e o Projeto Salva Vidas no Trânsito a mais de 05 anos vem trabalhando todos os dias para conscientizar, educar e informar crianças e adultos sobre essa problemática que ceifa a vidas de milhares de pessoas todos os dias no Brasil e no mundo. É preciso que as pessoas pensem no que acontecerá se nada for feito. Ou seja, o  que acontecerá se este número não parar de crescer?

Estamos fazendo nossa parte e você?

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Jogos Olímpicos Rio 2016 – Trânsito e Vida!

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Estamos vivendo um momento brilhante em nosso país, momento em que todos os brasileiros estão torcendo pelo nosso país!

Devemos destacar que, temos os Atletas paraolímpicos e, falando deles, e por eles especialmente, existe uma evidência uma relação com o trânsito. Hoje falando com um dos técnicos da seleção brasileira de paravôlei, soube que a maioria dos atletas foram motoboy’s e em razão de acidentes de trânsito, tiveram as pernas amputadas.

Triste saber que esses atletas perderam um membro, todavia, lindo ouvir os testemunhos de superação, inclusive que esses hoje lutam por medalhas para nossa nação, são eles que participam de eventos afim de apresentar sua história.

Em destaque, como corriqueiramente fazem, estiveram na AACD para conversar com profissionais que estão hospitalizados, e também perderam membros do corpo, eles levam suas histórias, mostram às pessoas como podem retomar a vida e a luta pela superação.

Disso, é claríssimo que trouxe a matéria afim de que os seguidores, possam acompanhar os vídeos, as histórias, e de fato nesse momento de tantas medalhas, gritos, alegria, possamos lembrar que muitos atletas da paraolimpíada estão como guerreiros, porém, sofreram acidente de trânsito por negligência dele próprio ou outrem.

Temos matéria pela folha que divulgou pesquisa relativa a número de mortes de trânsito em março de 2016.

Em 2015 tivemos diminuição de 20,6% de acidentes viários em relação ao ano anterior, claro que em 2016 alcançamos um número maior em razão das atitudes trazidas como redução e velocidade na Capital.

Quanto aos motoqueiros, os acidentes são na maioria por imprudência, destacando que a cada um deles além do acidente, prejudica toda sua família, a qual vive de seu sustento.

Tanta imprudência tem uma consequência grave: em 2014, 83 mil pessoas foram internadas em todo o país por causa de acidentes com moto. Em 2008, o número foi bem menor. Em seis anos, as internações aumentaram quase 150% na rede pública – acidentes que poderiam ser evitados se quem anda de moto tivesse mais cuidado.

Uma pesquisa do Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas mostrou que 88% dos acidentes com motos em São Paulo acontecem por imprudência: 70% dos motociclistas atendidos no pronto socorro acabam internados.

E esses acidentes custam caro, bem caro. Em 2014, só o governo federal gastou R$ 111 milhões com os motoqueiros acidentados. Bem mais do que em 2008.

“Isso implica num longo período de internação, necessidade muitas vezes de várias cirurgias, necessidades de utilização de materiais de implante. Isso tudo, no final, representa um alto custo desses pacientes”, além de muitos com tratamento psicológico, psiquiátrico para o acidentado e para sua família, principalmente mãe, e destaca – se os casos de mortes, em que a família se desestrutura totalmente”

Na obra da Autora Maria José da Silva Amaral, “Seguindo a Estrada” psicóloga clínica especializada em atendimento aos pacientes que sofreram perdas em acidentes de trânsito, nos traz diversos depoimentos de parentes e vítimas que sofreram e descrevem afim do leitor refletir e rever suas atitudes no trânsito, assim ela traz o que todo especialista na área busca, a PAZ no trânsito, a educação no trânsito, a sensibilidade ao conduzir veículo e respeito aos pedestres, ciclistas, motoristas, já que prosseguir é preciso!

De tudo, os especialistas em relação a educação, fiscalização e segurança para o trânsito são unanimes em afirmar, pautados nas tristes estatísticas, que 90% (noventa po cento) dos acidentes de trânsito são causados exclusivamente pelos motoristas, 6% (seis por cento) devido às más condições das vias, 4 (quatro por cento) devido ao estado de conservação do veículo ( divulgado pelo obra da autora Maria José da Silva Amaral).

Em 2015, recebemos a estatística que a cada ano, cerca de 45 mil pessoas perdem suas vidas em acidentes de trânsito no Brasil. A violência envolvendo particularmente motociclistas está se tornando uma epidemia no país. Dados preliminares do Ministério da Saúde apontam que, em 2013, os acidentes com motos resultaram em 12.040 mortes, o que corresponde a 28% dos mortos no transporte terrestre. Nos últimos seis anos, as internações hospitalares no Sistema Único de Saúde (SUS) envolvendo motociclistas tiveram um crescimento de 115% e o custo com o atendimento a esses pacientes de 170,8%.

Diante desse cenário, inclusive diante também do momento espetacular dos Jogos Olímpicos Rio 2016, infelizmente não houve o investimento necessário para publicação e divulgação dos testemunhos para todo país, onde poderíamos obter a sensibilidade de cada telespectador numa propaganda de TV aberta durante a divulgação do jogos. Como feito pelo site da Ecovias e, ainda com hashtags #ecodatorcida, que de fato sabemos que hoje insurge em resultado esse tipo de divulgação. Assista aos vídeos, clique aqui.

Que os jogos nos tragam várias medalhas, que os jogos nos tragam a importância de educação no trânsito aos que vão conduzir veículo até o trajeto, à todos os brasileiros demonstrando que conhecem o trânsito, respeitando os pedestres nas faixas, sinalização vertical. E que os atletas da paraolimpíada nos traga diversos depoimentos, seus testemunhos para que outros tenham a oportunidade em não chegar a perder membro do corpo e nem ente familiar.

Trânsito é vida, e não morte!!!!!!! Olimpíada é vida!!!! Que possamos acompanhar os jogos, mas não esquecer do dever para cada condutor de veículo durante essa festa da nação.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/opiniao/normas-e-legislacao/jogos-olimpicos-rio-2016-transito-e-vida/

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